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	<title>Putin - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Putin - Portal NDC</title>
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		<title>Trump e Putin conversarão sobre a Ucrânia esta semana</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/trump-e-putin-conversarao-sobre-a-ucrania-esta-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 16 Mar 2025 16:52:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[Desde seu retorno à Casa Branca, em janeiro, o presidente norte-americano afirma que busca acabar com o conflito de mais de três anos O presidente Donald Trump conversará esta semana com seu homólogo russo Vladimir Putin, informou neste domingo (16) o emissário do mandatário americano para temas internacionais, Steve Witkoff, enquanto Washington pressiona Moscou para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1345806364" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Desde seu retorno à Casa Branca, em janeiro, o presidente norte-americano afirma que busca acabar com o conflito de mais de três anos<br /><br />O presidente Donald Trump conversará esta semana com seu homólogo russo Vladimir Putin, informou neste domingo (16) o emissário do mandatário americano para temas internacionais, Steve Witkoff, enquanto Washington pressiona Moscou para que aceite uma trégua com a Ucrânia. O presidente dos Estados Unidos propôs um cessar-fogo de 30 dias na Ucrânia. Kiev aceitou a proposta, mas Moscou não anunciou uma resposta clara. Witkoff, que se reuniu por várias horas com Putin há alguns dias, disse ao canal CNN que “os dois presidentes terão conversas boas e positivas esta semana”.<br /><br />Algumas horas antes, o chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, conversaram por telefone no sábado (15) e “discutiram as próximas etapas” para acabar com a guerra na Ucrânia. O Ministério das Relações Exteriores da Rússia, ao fazer referência à conversa, informou neste domingo que os diplomatas abordaram “os aspectos concretos” da continuidade das discussões na Arábia Saudita e “concordaram em permanecer em contato”, sem mencionar a proposta de trégua dos Estados Unidos.<br /><br />Apesar das recentes tensões entre o presidente americano e seu homólogo ucraniano, Volodimir Zelensky, Kiev aceitou um cessar-fogo de 30 dias com mediação dos Estados Unidos, caso Moscou interrompa os ataques no leste da Ucrânia. O presidente Vladimir Putin, no entanto, não aceitou a proposta e impôs condições que vão além do que era solicitado no acordo entre Estados Unidos e Ucrânia. Desde seu retorno à Casa Branca, em janeiro, o presidente Trump afirma que busca acabar com o conflito de mais de três anos e se aproximou de Putin.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Putin se desculpa por queda de avião, mas responsabiliza Ucrânia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/putin-se-desculpa-por-queda-de-aviao-mas-responsabiliza-ucrania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2024 15:43:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[avião]]></category>
		<category><![CDATA[Embraer]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente russo, Putin culpou drones ucranianos por atacarem a Rússia e disse que as forças de defesa aérea russas repeliam os ataques O presidente russo, Vladimir Putin, pediu desculpas neste sábado (28/12) a Ilham Aliyev, presidente do Azerbaijão, pela queda do avião operado pela companhia aérea Azerbaijan Airlines, no último 25 de dezembro. Segundo a agência de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2164515069" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Presidente russo, Putin culpou drones ucranianos por atacarem a Rússia e disse que as forças de defesa aérea russas repeliam os ataques</p>
<p>O presidente russo, <strong>Vladimir Putin</strong><strong>,</strong> pediu desculpas neste sábado (28/12) a Ilham Aliyev, presidente do Azerbaijão, pela queda do avião operado pela companhia aérea Azerbaijan Airlines, no último 25 de dezembro.</p>
<p data-gtm-vis-recent-on-screen104869357_94="6598" data-gtm-vis-first-on-screen104869357_94="6598" data-gtm-vis-total-visible-time104869357_94="100" data-gtm-vis-has-fired104869357_94="1">Segundo a agência de notícias russa Interfax, os dois líderes conversaram por telefone por iniciativa do lado russo. Putin teria classificado o evento de “incidente trágico”.</p>
<p>O piloto da aeronave, fabricada pela<strong> Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer),</strong> arriscou um pouso de emergência a cerca de 3 km do centro urbano de Aktau e na costa do Mar Cáspio. Após oscilar no ar e perder altitude, o piloto tentou tocar o solo, mas o avião o atingiu com força e pegou fogo. O acidente deixou 38 mortos.</p>
<p>O Kremlin disse que, enquanto a aeronave tentava pousar em Grozny, drones ucranianos atacavam a <strong>Rússia </strong>e as forças de defesa aérea russas repeliam os ataques.</p>
<blockquote>
<p>“Durante esse período, Grozny, (a cidade de) Mozdok e Vladikavkaz estavam sendo atacados por drones de combate ucranianos e a defesa aérea russa estava repelindo esses ataques”, disse o Kremlin.</p>
</blockquote>
<p>As investigações preliminares sobre o acidente apontam para “interferências físicas e técnicas externas”.</p>
<p>Publicações nas redes sociais e autoridades ventilam a possibilidade de o avião ter sido atingido, por engano, por um míssil antiaéreo russo.</p>
<p>O Kremlin informou nessa sexta-feira (27/12) que não faria comentários sobre o episódio antes do fim da apuração. “Uma investigação está em andamento. Acreditamos que não temos o direito de fazer comentários antes das conclusões da investigação”, ressaltou o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov.</p>
<h4>O acidente</h4>
<p>O avião da Embraer da Azerbaijão Arilines (AZAL) saiu de Baku para Grozny, e caiu perto de Aktau. Havia 67 pessoas a bordo, incluindo cinco tripulantes, dos quais 42 eram cidadãos do Azerbaijão, 16 da Rússia, 6 do Cazaquistão, 3 do Quirguistão. Ao todo, 38 pessoas morreram e 29 ficaram feridas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: METRÓPOLES </em></p>
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		<item>
		<title>Zelensky diz que encontro entre Lula e Putin seria “um grande erro”</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/zelensky-diz-que-encontro-entre-lula-e-putin-seria-um-grande-erro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 18:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Volodymyr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18) que seria “um grande erro” o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrar pessoalmente com o líder russo Vladimir Putin durante a realização da cúpula dos Brics, que vai acontecer em Kazan, na Rússia, em outubro. “É decisão dele reunir-se com Putin ou não. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2288332733" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou nesta quinta-feira (18) que seria “um grande erro” o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se encontrar pessoalmente com o líder russo Vladimir Putin durante a realização da cúpula dos Brics, que vai acontecer em Kazan, na Rússia, em outubro.<br /><br />“É decisão dele reunir-se com Putin ou não. Mas isso seria um grande erro porque nós temos que isolar Putin politicamente. Ele precisa sentir que cometeu erros históricos ao atacar a Ucrânia e iniciar a guerra. E quando um líder se reúne com ele, dá legitimidade (a Putin). Acho que isso é um grande erro”, disse.<br /><br />A afirmação de Zelensky foi uma resposta a uma pergunta da CNN sobre como ele via a possível viagem de Lula para a cúpula dos Brics, depois de o líder brasileiro não ter atendido diversos convites para visitar a Ucrânia e conhecer a realidade da guerra.<br /><br />O presidente ucraniano aproveitou a deixa para fazer um convite público para Lula participar, pessoalmente, da chamada Cúpula da Paz, na Suíça, nos dias 15 e 16 de junho.<br /><br />Dezenas de presidentes estão sendo convidados para participar do encontro, promovido pela Ucrânia e seus aliados, para discutir fórmulas para a paz e o fim da guerra no leste europeu.</p>
<p>“Espero que ele venha em junho, para se encontrar comigo e com o presidente da Suíça, na cúpula. Esse é o lugar onde teremos a possibilidade de conversar”, afirmou.</p>
<figure id="attachment_7285000" class="wp-caption alignnone" aria-describedby="caption-attachment-7285000">
<div id="attachment_7285000" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-7285000" class="wp-image-7285000 size-large" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2024/04/americo_zelensky_2.jpg?w=1024" alt="" width="1024" height="449" /><p id="caption-attachment-7285000" class="wp-caption-text">Correspondente Américo Martins entrevista o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, em Kiev / 18/04/2024</p></div>
</figure>
<p>“Ficarei feliz em vê-lo na Ucrânia. Vou convidá-lo para vir. Mas serei inteligente e o convidarei para a Cúpula da Paz antes dos Brics. Primeiro ele se encontraria conosco”, disse Zelensky.</p>
<p>A entrevista foi concedida a um pequeno grupo de jornalistas brasileiros no palácio presidencial, no centro de Kiev.</p>
<h2>“Beco sem saída” na relação com o Brasil</h2>
<p>O líder ucraniano afirmou, no entanto, que as relações com o presidente Lula melhoraram muito desde que os dois se encontraram em setembro do ano passado, durante a Assembleia Geral da ONU.</p>
<p>Ele disse que a reunião foi importante para ele entender melhor a posição do Brasil com relação à guerra, mas tem dúvidas se o encontro foi suficiente para levar Brasília a adotar uma posição mais crítica com relação à Rússia.</p>
<p>De qualquer forma, ele diz que a reunião foi importante para reverter o estado anterior das relações entre os dois países, que ele definiu como um “beco sem saída” –quando o presidente Lula chegou a afirmar que a Ucrânia, mesmo invadida pelos russos, também era responsável pela guerra.</p>
<p>Zelensky afirmou ainda que o Brasil está cometendo “um erro estratégico” ao se manter próximo da Rússia, porque teria muito mais possibilidades de melhorar as relações geopolíticas e comerciais com os grandes parceiros ocidentais.</p>
<p>Ele citou como exemplo a União Europeia, afirmando que seu país um dia fará parte do grupo e terá um grande peso nas suas decisões estratégicas.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<item>
		<title>Putin ameaça invadir novos territórios na Ucrânia um dia depois da vitória nas urnas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/putin-ameaca-invadir-novos-territorios-na-ucrania-um-dia-depois-da-vitoria-nas-urnas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Mar 2024 00:14:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Em uma eleição controlada pelo governo e sem uma oposição de fato, o presidente russo assegurou de maneira esmagadora o quinto mandato. O presidente russo, Vladimir Putin, assegurou de maneira esmagadora o quinto mandato, em uma eleição controlada pelo governo e sem uma oposição de fato. Agora, ele ameaça invadir mais territórios da Ucrânia. Para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1221761231" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em uma eleição controlada pelo governo e sem uma oposição de fato, o presidente russo assegurou de maneira esmagadora o quinto mandato.<br /><br />O presidente russo, Vladimir Putin, assegurou de maneira esmagadora o quinto mandato, em uma eleição controlada pelo governo e sem uma oposição de fato. Agora, ele ameaça invadir mais territórios da Ucrânia.<br /><br />Para surpresa de ninguém, Vladimir Putin venceu e venceu com muita folga: quase 90% dos votos. Os outros três candidatos, todos de partidos aliados de Putin &#8211; figurantes, na prática &#8211; tiveram coisa de 3%, 4% cada. Sem uma oposição de fato, afinal os principais adversários estão presos, exilados ou mortos, Putin garantiu mais seis anos de governo. Se completar esse novo mandato, ele vai bater 30 anos no poder. Poderá se tornar o líder com mais tempo no comando da Rússia em mais de 200 anos.<br /><br />Logo depois da vitória, Vladimir Putin disse que o resultado da eleição vai permitir uma Rússia mais forte.<br /><br />“Somos uma família unida”, afirmou.<br /><br />O reeleito Vladimir Putin fez novos discursos nesta segunda-feira (18). Em um deles, acenou para a China, um dos poucos aliados da Rússia no cenário internacional. Ele falou que as relações entre os dois países vão ficar ainda mais sólidas nos próximos anos. A China tem dito que quer ajudar a encontrar uma saída política para a guerra da Ucrânia, mas mantém o apoio à Rússia.<br /><br />Putin contornou as sanções internacionais vendendo petróleo mais barato para a Índia e para a China, e aumentou os gastos militares. Dessa forma, a economia cresceu mais de 3% em 2023 e deve crescer de novo, segundo o FMI.<br /><br />No outro discurso desta segunda (18), na Praça Vermelha, em Moscou, Putin falou para uma multidão em um comício que marcou os 10 anos da anexação da Crimeia. Uma resolução aprovada pela ONU considera a Crimeia um território ucraniano sob ocupação russa &#8211; um entendimento acompanhado pela União Europeia e pelos Estados Unidos.<br /><br />Desde 24 de fevereiro de 2022, quando invadiram a Ucrânia, as tropas russas vêm ocupando novos territórios. Putin declarou que a retomada dessas outras regiões se revelou “muito mais grave e trágica” do que a da Crimeia. Nos dias que antecederam à eleição, a Ucrânia intensificou a ofensiva contra a Rússia, com ataques de drones que provocaram um incêndio em uma refinaria de petróleo e danos em um dos maiores aeroportos de Moscou.<br /><br />O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, agora fala que um próximo passo da Rússia na guerra seria a criação de um corredor, uma zona de segurança, que dificultaria novos ataques ucranianos. Isso poderia implicar na invasão e no controle de mais território no nordeste da Ucrânia.<br /><br />É nessa região que está Kharkhiv, a segunda maior cidade da Ucrânia e que faz fronteira com Belgorodo, na Rússia &#8211; que tem sido atacada pelos ucranianos. Kharkhiv &#8211; que tem cerca de um terço da população de origem russa, mas pertence à Ucrânia &#8211; já foi alvo de bombardeios das tropas de Putin, mas nunca ocupada e dominada pelos russos.<br /><br />A preocupação com um avanço russo ajuda a explicar os seguidos apelos do presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, para que o Ocidente lhe forneça mais armas e apoio.<br /><br />O governo brasileiro não se manifestou sobre o resultado da eleição russa.</p>
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<p>Fonte: G1 </p>
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		<item>
		<title>Eleições na Rússia têm primeiras urnas abertas; Putin busca 5° mandato</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/eleicoes-na-russia-tem-primeiras-urnas-abertas-putin-busca-5-mandato/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Mar 2024 23:01:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Partes ocupadas na Ucrânia, anexadas ilegalmente após a invasão lançada há mais de dois anos, também votarão As primeiras urnas para a eleição presidencial na Rússia abriram oficialmente às 17h, no horário de Brasília, desta quinta-feira (14) — 8h, no horário local, de sexta-feira (15). Como a Rússia possui dimensões continentais e 11 fusos horários, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-731714035" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Partes ocupadas na Ucrânia, anexadas ilegalmente após a invasão lançada há mais de dois anos, também votarão<br /><br />As primeiras urnas para a eleição presidencial na Rússia abriram oficialmente às 17h, no horário de Brasília, desta quinta-feira (14) — 8h, no horário local, de sexta-feira (15).<br /><br />Como a Rússia possui dimensões continentais e 11 fusos horários, as primeiras urnas estavam programadas para abrir no extremo leste do país, em Kamchatka.<br /><br />A votação acontece entre sexta e domingo (17), no horário da Rússia. Os resultados serão divulgados logo em seguida e o vencedor será empossado em maio.<br /><br />O pleito deve dar a Vladimir Putin um quinto mandato no poder, enquanto enfrenta adversários cuidadosamente selecionados pelo Kremlin e que não representam uma ameaça real à sua legitimidade.</p>
<h2>Votação em locais extremos e até na Ucrânia</h2>
<p>A votação acontecerá desde as regiões do Extremo Oriente, perto do Alasca, até ao enclave ocidental de Kaliningrado, na costa do Mar Báltico, incluindo partes ocupadas na Ucrânia, anexadas ilegalmente após a invasão lançada há mais de dois anos.</p>
<p>As últimas urnas serão fechadas em Kaliningrado, a mais de 7 mil quilômetros de Kamchatka, às 15h no horário de Brasília de domingo (17) – 20h, no horário local, do mesmo dia.</p>
<p>Em algumas áreas remotas e de difícil acesso, bem como em algumas partes ocupadas na Ucrânia, a votação começou no final de fevereiro.</p>
<p>Um sistema de votação remota online estará disponível pela primeira vez nas eleições presidenciais russas.</p>
<h2>Vitória praticamente garantida</h2>
<p>Com a maioria dos candidatos da oposição mortos, presos, exilados, impedidos de concorrer ou simplesmente com números simbólicos, a vitória de Putin, que tem sido, de fato, o chefe de Estado da Rússia desde antes da virada do século, está praticamente garantida.</p>
<p>A reeleição de Putin estenderia seu governo pelo menos até 2030.</p>
<p>Após as mudanças constitucionais em 2020, ele poderia então concorrer novamente e potencialmente permanecer no poder até 2036, o que o garantiria seu lugar como o governante mais longevo da Rússia desde o ditador soviético Joseph Stalin.</p>
<p>A Comissão Eleitoral Central (CEC) da Rússia aprovou apenas três candidatos para se oporem a Putin:</p>
<ul>
<li>Leonid Slutsky, do Partido Liberal Democrático;</li>
<li>Vladislav Davankov, do Partido do Novo Povo; e</li>
<li>Nikolay Kharitonov, do Partido Comunista.</li>
</ul>
<p>Todos os três homens são considerados satisfatoriamente pró-Kremlin e nenhum se opõe à invasão da Ucrânia.</p>
<figure id="attachment_6604384" class="wp-caption aligncenter" aria-describedby="caption-attachment-6604384">
<div id="attachment_6604384" style="width: 720px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6604384" class="wp-image-6604384" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2024/03/GettyImages-2013755387.jpg?w=1024" alt="Pessoas passam por imagem de campanha de Vladislav Davankov, candidato nas eleições presidenciais pelo partido Novo Povo. Foto em Moscou, Rússia, 18 de fevereiro de 2024." width="710" height="422" /><p id="caption-attachment-6604384" class="wp-caption-text">Pessoas passam por imagem de campanha de Vladislav Davankov, candidato nas eleições presidenciais pelo partido Novo Povo. Foto em Moscou, Rússia, 18 de fevereiro de 2024. / Contributor/Getty Images</p></div>
</figure>
<p>É pouco provável que os candidatos da oposição, como eles próprios admitem, tirem muitos votos do presidente.</p>
<p>Slutsky, o candidato do Partido Liberal Democrático da Rússia (LDPR) e cujos gastos luxuosos foram expostos uma vez em uma das investigações de Navalny, disse que não apelaria aos russos para votarem contra Putin.</p>
<p>“Um voto em Slutsky e no LDPR não é absolutamente um voto contra Putin”, comentou.</p>
<figure id="attachment_6604386" class="wp-caption aligncenter" aria-describedby="caption-attachment-6604386">
<div id="attachment_6604386" style="width: 766px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6604386" class="wp-image-6604386" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2024/03/GettyImages-2031346507.jpg?w=1024" alt="Outdoor mostra imagem do político russo Leonid Slutsky, que concorre nas eleições russas pelo Partido Liberal Democrata. Foto de 25 de fevereiro de 2024." width="756" height="489" /><p id="caption-attachment-6604386" class="wp-caption-text">Outdoor mostra imagem do político russo Leonid Slutsky, que concorre nas eleições russas pelo Partido Liberal Democrata. Foto de 25 de fevereiro de 2024. / Contributor/Getty Images</p></div>
</figure>
<p>Embora o partido no poder, Rússia Unida, tenha declarado o seu “total apoio” ao presidente, Putin concorre como candidato independente, se colocando acima da política partidária.</p>
<p>Dois proeminentes candidatos anti-guerra foram impedidos de concorrer. Yekaterina Duntsova foi rejeitada pela Comissão Eleitoral Central (CEC) por supostos erros nos seus documentos de registro.</p>
<figure id="attachment_6034804" class="wp-caption aligncenter" aria-describedby="caption-attachment-6034804">
<div id="attachment_6034804" style="width: 738px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6034804" class="wp-image-6034804" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/Reuters_Direct_Media/BrazilOnlineReportWorldNews/tagreuters.com2024binary_LYNXMPEK140G3-FILEDIMAGE.jpg?w=1024" alt="" width="728" height="510" /><p id="caption-attachment-6034804" class="wp-caption-text">Boris Nadezhdin em Moscou / 31/1/2024 REUTERS/Shamil Zhumatov</p></div>
</figure>
<p>Boris Nadezhdin submeteu mais tarde as 100 mil assinaturas necessárias para se opor a Putin, antes da CEC considerar, em fevereiro, apenas 95.587 delas como legítimas.</p>
<p>A eleição também ocorre pouco depois da morte de Alexei Navalny, o adversário mais formidável de Putin, numa colônia penal do Ártico, em 16 de fevereiro.</p>
<h2>Eleição após morte de principal opositor</h2>
<p>O serviço penitenciário russo disse que Navalny “sentiu-se mal depois de uma caminhada” e perdeu a consciência, atribuindo mais tarde a sua morte a causas naturais.</p>
<p>O Kremlin negou qualquer envolvimento na sua morte.</p>
<p>Navalny já havia sido envenenado com o agente nervoso Novichok, da era soviética, e uma investigação conjunta entre <strong>CNN </strong>e a Bellingcat descobriu que ele havia sido seguido por uma unidade do Serviço de Segurança Russo (FSB) especializada em toxinas e agentes nervosos.</p>
<p>Apesar da forte presença policial e da ameaça de prisão, milhares de pessoas reuniram-se em Moscou para o funeral de Navalny, onde se ouviram multidões cantando o seu nome e gritando “Putin é um assassino” e “Não à guerra”.</p>
<p>Dias depois do funeral, os russos continuaram a cobrir seu túmulo com flores.</p>
<p>Embora Navalny, que foi condenado a mais de 30 anos de prisão, não tivesse sido capaz de desafiar Putin, a sua morte lançou uma sombra sobre as eleições e livrou a Rússia da sua figura de oposição mais proeminente.</p>
<p>A viúva de Navalny, Yulia Navalnaya, instou os russos a comparecerem no último dia das eleições, no domingo, ao meio-dia, como uma demonstração de protesto.</p>
<p>“Putin matou meu marido exatamente um mês antes das chamadas eleições. Estas eleições são falsas, mas Putin ainda precisa delas. Para propaganda. Ele quer que o mundo inteiro acredite que todos na Rússia o apoiam e o admiram. Não acredite nesta propaganda”, disse ela</p>
<figure id="attachment_2133658" class="wp-caption aligncenter" aria-describedby="caption-attachment-2133658">
<div id="attachment_2133658" style="width: 719px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2133658" class="wp-image-2133658" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2023/03/navalny.jpg?w=1024" alt="“Navalny”, produção da CNN, venceu Oscar de Melhor Documentário" width="709" height="398" /><p id="caption-attachment-2133658" class="wp-caption-text">“Navalny”, produção da CNN, venceu Oscar de Melhor Documentário / CNN</p></div>
</figure>
<h2>Democracia ou “burocracia dispendiosa”?</h2>
<p>Embora os resultados das eleições sejam uma conclusão precipitada, continuam a ser um instrumento essencial para demonstrar a legitimidade de Putin junto da população russa.</p>
<p>O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, foi citado em agosto passado no The New York Times como tendo dito: “A nossa eleição presidencial não é realmente democracia, é uma burocracia dispendiosa”. Ele disse que Putin seria reeleito com mais de 90% dos votos.</p>
<p>Peskov mais tarde procurou esclarecer os seus comentários, dizendo à mídia estatal russa TASS que ele queria dizer que “o nível de consolidação em torno do presidente é absolutamente sem precedentes” e que, se Putin concorresse novamente, “ele seria reeleito por uma maioria esmagadora”.</p>
<p>O desmantelamento da oposição russa alimentou a apatia pública. A maioria dos russos nunca testemunhou uma transferência democrática de poder entre partidos políticos rivais numa eleição presidencial tradicional, e a repressão à dissidência funcionou para manter grande parte da população desligada da política.</p>
<p>A guerra na Ucrânia, no entanto, ameaçou acabar com parte dessa apatia. Dos ataques transfronteiriços com drones à marcha do ex-chefe do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, rumo a Moscou e ao enorme custo humano de sustentar as suas forças armadas, o Kremlin não foi capaz de isolar a sua população dos efeitos do conflito.</p>
<p>Mas no seu discurso anual sobre o estado da nação no mês passado, Putin elogiou o progresso dos militares russos, que, segundo ele, “detêm firmemente a iniciativa na Ucrânia” após a recente retirada de Kiev da cidade oriental de Avdiivka.</p>
<figure id="attachment_6252844" class="wp-caption aligncenter" aria-describedby="caption-attachment-6252844">
<div id="attachment_6252844" style="width: 748px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-6252844" class="wp-image-6252844" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/Reuters_Direct_Media/BrazilOnlineReportWorldNews/tagreuters.com2024binary_LYNXNPEK1J0DM-FILEDIMAGE-e1708544651915.jpg?w=1024" alt="" width="738" height="415" /><p id="caption-attachment-6252844" class="wp-caption-text">Destroços em local destruído perto de Avdiivka, na Ucrânia / 19/2/2024 REUTERS/Thomas Peter</p></div>
</figure>
<p>Apesar dos seus custos e do fato da guerra, que deveria durar algumas semanas, ter entrado no seu terceiro ano, a invasão da Ucrânia forneceu a Putin uma mensagem nacionalista em torno da qual reunir os russos.</p>
<p>Avaliar a opinião popular é difícil em países autoritários como a Rússia, onde muitos têm medo de criticar o Kremlin e as poucas organizações eleitorais independentes e grupos de reflexão operam sob estrita vigilância.</p>
<p>Mas o Levada Center, uma organização não-governamental de pesquisas, reporta que o índice de aprovação de Putin é superior a 80% – um número surpreendente praticamente desconhecido entre os políticos ocidentais, e um aumento substancial em comparação com os três anos anteriores à invasão da Ucrânia.</p>
<p>A guerra também obteve um apoio generalizado, segundo Levada, embora as suas últimas pesquisas mostrem que a maioria dos russos apoia as conversações de paz.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<title>Lula afirma que Justiça brasileira decidirá sobre prisão de Putin durante Cúpula do G20 em 2024</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-afirma-que-justica-brasileira-decidira-sobre-prisao-de-putin-durante-cupula-do-g20-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2023 19:55:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[pronunciamento]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Tribunal Penal Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a Justiça brasileira decidirá sobre a prisão do presidente da Rússia, Vladimir Putin, caso ele venha ao Brasil para a próxima Cúpula do G20, em novembro de 2024. Neste ano, o russo não compareceu à reunião de chefes de Estado e governo do grupo, em Nova [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3131888677" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a Justiça brasileira decidirá sobre a prisão do presidente da Rússia, Vladimir Putin, caso ele venha ao Brasil para a próxima Cúpula do G20, em novembro de 2024. Neste ano, o russo não compareceu à reunião de chefes de Estado e governo do grupo, em Nova Déli, na Índia.</p>
<p>Em março, o Tribunal Penal Internacional (TPI) emitiu mandados de prisão contra Putin por crimes de guerra cometidos na Ucrânia. O Brasil é signatário do acordo que criou o tribunal e deveria cumprir o mandado caso Putin venha ao país.</p>
<p>Na noite deste domingo (10), manhã de segunda-feira (11) na Índia, Lula deu entrevista coletiva à imprensa para falar sobre a participação na cúpula. O Brasil recebeu da Índia a presidência do G20 e vai organizar o próximo encontro de líderes, nos dias 18 e 19 de novembro de 2024, no Rio de Janeiro.</p>
<p>No sábado (9), Lula falou, durante entrevista a um canal indiano, que “Putin pode ir tranquilamente para o Brasil”. “Se eu for o presidente do Brasil e ele for ao Brasil, não há por que ele ser preso&#8221;, afirmou na ocasião.</p>
<p>Ontem, o presidente brasileiro falou que o russo será convidado para comparecer ao Brasil e espera que a guerra tenha acabado até lá. Lula disse ainda que vai estudar porque o Brasil é signatário do acordo, enquanto outros países como Estados Unidos, China, Índia e Rússia não aderiram ao acordo.</p>
<p>“Não sei se a Justiça brasileira vai prender, isso quem decide é a Justiça, não é o governo nem o Parlamento, é a Justiça que vai decidir. Eu, inclusive, quero estudar muito essa questão desse Tribunal Penal porque os Estados Unidos não é signatário dele, a Rússia não é signatária. Então, eu quero saber porque que o Brasil virou signatário de um tribunal que os Estados Unidos não aceita. Por que que nós somos inferiores e temos que aceitar uma coisa?”, questionou.</p>
<p>“Agora quem toma decisão é a Justiça, o Brasil tem um Poder Judiciário que funciona e funciona perfeitamente bem. Nós temos que ver se vai acontecer alguma coisa no momento que tiver que acontecer”, disse. “Espero que tenha acabado a guerra. Espero que o tribunal tenha feito a sua posição para que a gente possa voltar normalidade”, acrescentou Lula.</p>
<h3>G20 sobre a guerra</h3>
<p>A Declaração de Líderes do G20, principal documento da cúpula, trouxe uma posição sobre conflitos, como a guerra na Ucrânia. Os chefes de Estado e governo manifestaram “profunda preocupação com o imenso sofrimento humano e o impacto adverso das guerras e conflitos em todo o mundo”.</p>
<p>Ao mencionar a situação na Ucrânia, os líderes concordaram em assinar que “todos os Estados devem abster-se da ameaça do uso da força ou procurar a aquisição territorial contra a integridade territorial e a soberania ou a independência política de qualquer Estado. O uso ou ameaça de uso de armas nucleares é inadmissível”.</p>
<p>Para Lula, a assinatura da União Europeia nesse documento é simbólica. Em declarações anteriores, o brasileiro já criticou países ocidentais por “incentivar a guerra”, com o fornecimento de armas à Ucrânia, e questionou papel de organizações internacionais em conflitos, como do Conselho de Segurança das Nações Unidas.</p>
<p>“Parece pouco, mas os países do G20 terem assinado um documento de que a melhor forma para encontrar uma solução ao conflito entre Rússia e Ucrânia é tentar trabalhar pela paz, de acordo com documentos e a carta da Organização das Nações Unidas (ONU), é uma coisa que a gente vem pregando há algum tempo e eu acho que é o único caminho. Acho que todo mundo está pegando consciência que essa guerra já está cansando a humanidade, já está cansando as pessoas, muito mais os refugiados ucranianos e russo e vítimas que a gente não vai conseguir trazer de volta. Portanto você fazer com que toda União Europeia assinasse um documento colocando a questão da paz na ordem do dia é um avanço considerado importante”, disse Lula.</p>
<p>O G20 reúne 19 as maiores economias do mundo e a União Europeia. A União Africana também tornou-se membro permanente durante a cúpula na Índia.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Pelé pede fim de invasão russa à Ucrânia em carta a Putin</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pele-pede-fim-de-invasao-russa-a-ucrania-em-carta-a-putin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jun 2022 22:39:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Pelé]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[O tricampeão mundial Pelé pediu nesta quarta-feira (1°), em carta aberta ao presidente russo, Vladimir Putin, o fim da invasão russa à Ucrânia, afirmando que não existem argumentos que justifiquem a violência e lembrando um encontro entre ambos por conta da realização da Copa do Mundo de 2018 na Rússia. A carta foi divulgada por Pelé em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-271060682" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O tricampeão mundial Pelé pediu nesta quarta-feira (1°), em carta aberta ao presidente russo, Vladimir Putin, o fim da invasão russa à Ucrânia, afirmando que não existem argumentos que justifiquem a violência e lembrando um encontro entre ambos por conta da realização da Copa do Mundo de 2018 na Rússia.</p>
<p>A carta foi divulgada por<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/pele/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> Pelé </a>em sua conta no Instagram ao mesmo tempo que a <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ucrania/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Ucrânia</a> estava em campo contra a Escócia em uma partida das eliminatórias do Mundial do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/catar/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Catar</a> deste ano. O jogo foi adiado em março por conta da invasão russa ao país vizinho.</p>
<p>&#8220;Eu quero utilizar a partida de hoje como uma oportunidade de fazer um pedido: pare com essa invasão. Não existem argumentos que justifiquem a violência&#8221;, disse Pelé na carta.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-1504" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/06/captura-de-tela-2022-06-01-175938.jpg" alt="" width="984" height="1238" /></p>
<p>Imagem sem data de Pelé publicada em rede social — Foto: Reprodução/Redes Sociais</p>
<p>&#8220;Quando nos conhecemos no passado e trocamos um grande sorriso acompanhado de um longo aperto de mão, era inimaginável que poderíamos um dia estar tão divididos quanto estamos hoje&#8221;, acrescentou.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2><strong>Encontro do Rei com Putin</strong></h2>
</div>
<p>Pelé e Putin se encontraram na tribuna de honra de um estádio russo em São Petersburgo em junho de 2017 por ocasião da realização da Copa das Confederações, torneio realizado um ano antes da Copa do Mundo da <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/russia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Rússia</a> que serviu como teste para o Mundial. O ex-jogador disse em entrevista após o encontro que Putin contou que era fã dele quando criança.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Posteriormente, Pelé voltou a se encontrar com o presidente russo em dezembro de 2017 por ocasião do sorteio da Copa do Mundo, em <a href="http://g1.globo.com/mundo/russia/cidade/moscou.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Moscou</a>. Os dois foram fotografados sorrindo e fazendo um brinde nos bastidores da cerimônia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Anos atrás, eu prometi para mim mesmo que, enquanto eu conseguir, sempre levantarei minha voz a favor da paz. O poder de dar um fim a este conflito está nas suas mãos. As mesmas que apertei em <a href="http://g1.globo.com/mundo/russia/cidade/moscou.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Moscou</a>, no nosso último encontro, em 2017&#8243;, afirmou Pelé na carta.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Putin lançou o que a <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/russia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Rússia</a> chama de &#8220;operação especial&#8221; na <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ucrania/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Ucrânia</a> em 24 de fevereiro com a justificativa de desarmar e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho. A <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ucrania/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Ucrânia</a> e seus aliados ocidentais chamam isto de um pretexto sem fundamento para uma guerra de agressão não provocada.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 1969, em meio a uma guerra civil na África, as forças rivais declararam uma trégua para que Pelé e o time do Santos passassem com segurança entre Kinshasa e Brazzaville, como é mostrado no filme “Pelé Eterno”.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Dmitry Astakhov/AP</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Por Reuters</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: g1</p>
</div>
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		<title>Telegramas da viagem de Bolsonaro à Rússia ficarão cinco anos em sigilo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/telegramas-da-viagem-de-bolsonaro-a-russia-ficarao-cinco-anos-em-sigilo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2022 00:55:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Itamaraty]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Putin]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[viagem]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério das Relações Exteriores impôs um sigilo de cinco anos em telegramas relacionados à viagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) à Rússia, em fevereiro deste ano, onde se encontrou com o presidente Valdimir Putin. Um dos documentos foi produzido em Moscou, e a classificação foi dada pela embaixada brasileira no país; o outro, com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2647436527" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O Ministério das Relações Exteriores impôs um sigilo de cinco anos em telegramas relacionados à viagem do presidente Jair Bolsonaro (PL) à Rússia, em fevereiro deste ano, onde se encontrou com o presidente Valdimir Putin. Um dos documentos foi produzido em Moscou, e a classificação foi dada pela embaixada brasileira no país; o outro, com destino a Nova York, foi produzido pela Divisão de Pagamentos do Itamaraty.<br /><br />A fundamentação legal para o sigilo é a Lei de Acesso à Informação, especificamente o artigo sobre classificação de informações quanto ao grau e prazo de sigilo.</p>
<p>&#8220;São consideradas imprescindíveis à segurança da sociedade ou do Estado e, portanto, passíveis de classificação as informações cuja divulgação ou acesso irrestrito possam prejudicar ou pôr em risco a condução de negociações ou as relações internacionais do país, ou as que tenham sido fornecidas em caráter sigiloso por outros Estados e organismos internacionais&#8221;, diz o trecho.</p>
<p>O documento está em resposta enviada pelo Itamaraty no último dia 12 a questionamentos feitos pela bancada do <a href="https://noticias.r7.com/brasilia/psol-sp-tera-que-devolver-r-117-mil-por-uso-irregular-do-fundo-partidario-23032022" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">PSOL</a> na Câmara dos Deputados sobre a viagem de Bolsonaro a Moscou. Além de impor o sigilo, o governo tarjou os trechos nos quais constam as justificativas para a classificação do sigilo.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-869" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/04/resposta-mre-20042022113645952.jpeg" alt="" width="771" height="420" /></p>
<p>A pasta também não detalhou o motivo pelo qual o vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (Republicanos), um dos filhos do presidente, foi à viagem. O ministério disse apenas, ao responder questionamento dos deputados, que &#8220;a designação da comitiva presidencial é de competência do presidente da República&#8221;.</p>
<p>&#8220;A comitiva oficial viajou em voo oficial da <a href="https://noticias.r7.com/brasilia/policia-prende-soldado-da-fab-que-usava-pix-para-ameacar-a-ex-19042022" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Força Aérea Brasileira</a>, não havendo gastos com passagens aéreas custeadas pelo Ministério das Relações Exteriores. Não houve custeio de despesas em nome do vereador Carlos Bolsonaro por parte do Ministério das Relações Exteriores&#8221;, afirmou.</p>
<p>Diante da resposta, a bancada do PSOL agora apresentou um requerimento de convocação do ministro Carlos França &#8220;para prestar esclarecimentos sobre o sigilo imposto a documentos solicitados por este parlamento&#8221;. Os deputados também querem que o ministro esclareça melhor a presença de Carlos Bolsonaro na comitiva.</p>
<p>Fonte: R7</p>
<p>Foto: MIKHAIL KLIMENTYEV/SPUTNIK/AFP</p>
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