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	<title>PSB - Portal NDC</title>
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	<title>PSB - Portal NDC</title>
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		<title>Marina Silva retorna ao Amazonas e enfrenta críticas sobre a BR-319</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/marina-silva-retorna-ao-amazonas-e-enfrenta-criticas-sobre-a-br-319/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2024 00:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[conflito de ideias]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[pasta do meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[plenário]]></category>
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		<category><![CDATA[pt]]></category>
		<category><![CDATA[reconstrução da BR-319]]></category>
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					<description><![CDATA[Após ser bombardeada por críticas e acusada por parlamentares do Amazonas de impedir a recuperação da BR-319, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, retorna ao estado, neste final de semana, quando deve lançar a pré-candidatura de Marivelton Baré, pelo Rede Sustentabilidade para a Prefeitura de São Gabriel da Cachoeira....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após ser bombardeada por críticas e acusada por parlamentares do Amazonas de impedir a recuperação da BR-319, a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, retorna ao estado, neste final de semana, quando deve lançar a pré-candidatura de Marivelton Baré, pelo Rede Sustentabilidade para a Prefeitura de São Gabriel da Cachoeira.</p>
<p>Marina, que foi ministra nos dois primeiros mandatos de Lula, e deixou a pasta após divergências, por ser considerada um entrave entre o agronegócio e o ambientalismo, ao defender o não-desmatamento de forma radical, tem sido, constantemente, criticada por parlamentares do Amazonas por ser contra a pavimentação da BR-319.</p>
<p>Apesar de a notícia ter circulado durante a semana, até as 15h04, não havia a informação na agenda do Ministério do Meio Ambiente.</p>
<p>O vereador Sassá da Construção Civil (PT), único vereador do partido de Lula na Câmara Municipal de Manaus (CMM), afirmou em maio do ano passado, que a ministra desconhece o tema principal da pasta que ocupa.</p>
<p>“Ela [Marina] não entende nada de meio ambiente. […] Nossa BR tem que sair, sim, porque existem maneiras da gente não prejudicar o meio ambiente”, disse Sassá da Construção.</p>
<p>O petista continuou as críticas, alegando que Marina é uma “traidora” do governo Lula, e também disse que a pavimentação da BR se tornou uma questão política.</p>
<p>“Em todos os governos anteriores eu sempre fui a favor da BR-319 e não é diferente no governo Lula, porque é uma rodovia que vai fazer o Amazonas avançar. Então se tiver de escolher entre briga de partido, tendências, seja lá o que for, eu fico com o meu povo do Amazonas”, afirmou.</p>
<p>A crítica contra Marina foi após a ministra questionar se a BR-319, única ligação terrestre do Amazonas com o restante do país, seria apenas “uma estrada para as pessoas andarem de carro”. A fala foi durante audiência no Congresso em que Marina afirmou que o assunto é complexo.</p>
<p>“Há 20 anos, eu já falava sobre o assunto. Eu não dou aval, a priori e nem negativa a priori. O que posso afirmar, como eu dizia há 20 anos atrás, é que a obra tem altíssimo impacto ambiental. O trecho, o do meio, com cerca de 450 quilômetros), “é onde nós estamos tendo agora os maiores índices de desmatamento”, disse Marina.</p>
<p>Marina também defende a ideia de que uma estrada para atividades econômicas terá alto impacto no coração da Amazônia. “E, se a Amazônia ultrapassar os 20%, ela entrará em ponto de não retorno”.</p>
<h3>Moção de repúdio</h3>
<p>Um dia após a vinda da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), em comitiva de ministros, liderada pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) para avaliar de perto os problemas causados pela estiagem, os deputados estaduais aprovaram uma moção de repúdio contra a aliada do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).</p>
<p>O petista Sinésio Campos foi o principal crítico de Marina durante a sessão plenária. Sinésio criticou o desinteresse de Lula em acabar com o isolamento do estado.</p>
<p>“Ficou bem claro que estamos isolados, hoje, e a ministra Marina, desde o primeiro governo [Lula I], teima na questão ambiental de não sair a BR-319, algo que é de interesse de todos nós, o presidente Lula tomou como interesse de ter esta BR aberta ao direito de ir e vir”, disse Sinésio.</p>
<p>A vinda de Marina a Manaus coincidiu com o período de maior poluição do ar na capital, provocado por incêndios florestais. O Índice de Qualidade do Ar (IQA) apontou a capital do Amazonas como a terceira cidade com a pior qualidade do ar do planeta, segundo o World Air Quality Index. Os incêndios ocorreram tanto na capital como na região metropolitana e encobriu a cidade com extensas nuvens de fumaça.</p>
<h3>Injustiça</h3>
<p>O governador do Amazonas, Wilson Lima (UB), expressou seu descontentamento com a ausência de respostas da ministra sobre a reconstrução dos trechos da BR-319. As críticas ocorreram após as declarações de Marina Silva à CPI das ONGs, ao questionar a viabilidade econômica para reconstrução.</p>
<p>Lima fez as observações durante o anúncio da agenda do Amazonas na COP28. Segundo Lima, o Amazonas é cobrado, mas na hora de dar um retorno, o povo fica mendigando.</p>
<p>“Infelizmente, isso é mais uma injustiça que o Amazonas sofre sob o discurso de preservação ambiental. Não tem como o governo federal atuar com um discurso de preservação colocando a nossa população de joelhos”, disse.</p>
<p>Marina e o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), em Manaus, para ver de perto a situação provocada pela estiagem severa que isolou comunidades ribeirinhas em todo o Estado. A visita foi acompanhada pelo governador Wilson Lima e o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante).</p>
<h3>Lenda Amazônica</h3>
<p>A ministra Marina Silva rebateu a tese de que a pavimentação da BR-319 não avançou no primeiro governo do presidente Lula por culpa dela.</p>
<p>“Virou uma lenda de que era a ministra Marina Silva que não deixava fazer a estrada. O problema era a ministra. Saí em 2008, se esse empreendimento fosse fácil, não tivesse altíssimo impacto ambiental ou tivesse comprovado a viabilidade econômica social e ambiental passando pela avaliação dos técnicos do Ibama sem que sejam pressionados, é possível que já tivesse sido feito”, disse a ministra durante audiência na comissão de meio ambiente e desenvolvimento sustentável ao ser questionada pelos deputados federais Capitão Alberto Neto (PL) e Amom Mandel (Cidadania).</p>
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<p>Fonte: AM1</p>
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		<title>Apoio do PSB à candidatura de Nicolau ao governo forma mais um palanque para Lula no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/apoio-do-psb-a-candidatura-de-nicolau-ao-governo-forma-mais-um-palanque-para-lula-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 01:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolau]]></category>
		<category><![CDATA[PSB]]></category>
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					<description><![CDATA[A confirmação do apoio do PSB à candidatura do deputado estadual Ricardo Nicolau (SD) ao governo do Amazonas, confirmada na tarde de ontem, vai criar mais um palanque para do ex-presidente Lula (PT) no Amazonas. A sigla no plano nacional indicou o vice de Lula, o ex-governador Geraldo Alckmin. O...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A confirmação do apoio do PSB à candidatura do deputado estadual Ricardo Nicolau (SD) ao governo do Amazonas, confirmada na tarde de ontem, vai criar mais um palanque para do ex-presidente Lula (PT) no Amazonas. <br /><br />A sigla no plano nacional indicou o vice de Lula, o ex-governador Geraldo Alckmin. O presidente estadual do PSB, deputado Serafim Corrêa disse que o melhor caminho para ajudar Lula e Alckmin no Amazonas foi apoiar Ricardo Nicolau.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 jjgkhg">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 LvOEW">Segundo Serafim, o PSB irá fazer uma &#8220;campanha limpa&#8221; e adiantou que o partido não tem a intenção de atacar o senador Eduardo Braga (MDB) que também disputa ao governo estadual com o apoio de Lula e do PT amazonense, outro palanque esquerdista no Estado. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 jjgkhg">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 LvOEW">“Não há nenhuma complicação. Não esperem de nós. Nenhuma palavra agredindo o ex-governador Eduardo Braga. Vamos fazer a nossa campanha, tendo como referência o presidente Lula, que de forma alguma, vai rejeitar o nosso apoio. Se o presidente Lula tinha um palanque, agora ele tem dois. Não vamos cobrar o presidente Lula para ele vir para o nosso palanque. Nós é que vamos para o palanque dele”, disse o deputado. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 jjgkhg">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 LvOEW">Ao A CRÍTICA, o deputado federal Bosco Saraiva (SD)  afirmou que o vice de Ricardo Nicolau pode ser indicado pelo PSB. Ele confirmou que o nome  será revelado até esta sexta-feira, prazo final para a realização de convenções partidárias.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 jjgkhg">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 LvOEW">“Pode vir do PSB como também pode sair do Solidariedade. Temos muitos pontos em comum com o PSB por isso que a aliança aconteceu”, afirmou Bosco.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 jjgkhg">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 LvOEW">Questionado sobre a saída do PMN que até ontem integrava a coligação de apoio à candidatura de Ricardo Nicolau, Bosco Saraiva chamou o movimento de “atitude não republicana” de todas as partes envolvidas. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 jjgkhg">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 LvOEW">“Uma atitude não republicana por parte dos dirigentes do PMN que foram a publico no domingo anunciar uma aliança que estava sendo costurada entre o PMN e o deputado Ricardo Nicolau e depois ele se retiraram”, criticou Bosco. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 jjgkhg">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 LvOEW">O presidente estadual do PSB, Serafim Corrêa confirmou que o apoio da sigla de esquerda ao Solidariedade foi definido de última hora. Segundo Serafim, a aliança visa ampliar o leque de apoio à candidatura de Lula e Alckmin à Presidência da República.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 jjgkhg">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 LvOEW">A debanda do PMN da aliança com o Solidariedade ocorreu na tarde desta quarta-feira (4). A sigla anunciou apoio à reeleição do governador Wilson Lima (UB). </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 jjgkhg">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 LvOEW">A reportagem apurou que a migração do PMN para a aliança do governador foi uma articulação do prefeito David Almeida (Avante). </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 jjgkhg">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 LvOEW">O presidente do PMN, candidato a deputado estadual  Angelo Reis, chegou a reconhecer que o peso da máquina pública pesou na decisão da sigla para abandonar Ricardo Nicolau. Angelo Reis declarou que a aliança com Nicolau não daria frutos, já a coligação com o governador deverá turbinar a chapa proporcional (deputados estaduais e federais) do partido, conforme o próprio presidente admitiu.</p>
<p>Foto: Divulgação</p>
<p>Fonte: acrítica.com</p>
</div>
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		<title>PT-RJ aprova rompimento da aliança com Freixo ao governo estadual</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pt-rj-aprova-rompimento-da-alianca-com-freixo-ao-governo-estadual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 12:28:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Freixo]]></category>
		<category><![CDATA[PSB]]></category>
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					<description><![CDATA[O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) no Rio de Janeiro aprovou nesta terça-feira (2) uma resolução para retirar o apoio à candidatura de Marcelo Freixo (PSB) ao governo estadual. A direção nacional do PT ainda analisará o caso. O motivo, segundo o presidente estadual do partido, João Maurício...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O diretório estadual do Partido dos Trabalhadores (PT) no Rio de Janeiro aprovou nesta terça-feira (2) uma resolução para retirar o apoio à candidatura de Marcelo Freixo (PSB) ao governo estadual. A direção nacional do PT ainda analisará o caso.<br /><br />O motivo, segundo o presidente estadual do partido, João Maurício de Freitas, foi a insistência do Partido Socialista Brasileiro (PSB) em lançar Alessandro Molon candidato ao Senado. De acordo com Freitas, havia um pacto da coligação da qual PT e PSB fazem parte para que os partidos tivessem uma candidatura única para senador, de André Ceciliano (PT).<br /><br />A disputa chegou a provocar uma briga no bar Amarelinho, na Cinelândia, no início de julho, após ato com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que é candidato do PT à Presidência.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Esse descumprimento de um acordo feito entre Molon e Freixo, entre o PT e o PSB, nos dividiu, com parte da esquerda atacando o nosso companheiro André, pré-candidato do PT ao Senado, numa campanha sórdida nas redes, como não se via faz anos&#8221;, diz a nota do PT do RJ.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="79" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Na nossa boa fé, e na nossa crença na importância do cumprimento de acordos, sabendo da nossa responsabilidade na construção de uma coligação de 8 partidos, aguardávamos até agora por uma definição final da Direção Nacional do PSB. Todavia, fomos surpreendidos pela defesa do presidente Nacional do PSB da manutenção da candidatura divisionista e aventureira de Molon (&#8230;) Nesse cenário, infelizmente, não é mais possível manter o apoio à candidatura de Freixo ao governo do Estado&#8221;, acrescenta o texto.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Freixo, que é deputado federal, e <a href="https://g1.globo.com/politica/politico/claudio-bonfim-de-castro-e-silva/">Cláudio Castro</a> (<a href="https://g1.globo.com/politica/partido/pl/">PL</a>), atual governador fluminense, estavam <a href="https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/eleicoes/2022/noticia/2022/07/21/castro-e-freixo-estao-tecnicamente-empatados-aponta-ipec.ghtml">tecnicamente empatados, no limite da margem de erro</a>, na mais recente pesquisa sobre a corrida ao Governo do RJ.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em nota, Molon disse que não participou de qualquer acordo para ceder vaga.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="72" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Mais uma vez reafirmo: não fiz e não participei de qualquer acordo para ceder ao PT a vaga para o Senado. Temos o dever de derrotar o bolsonarismo no Rio de Janeiro. Isso é o mais importante e é em torno disso que a unidade do campo democrático deve ser construída. Não podemos repetir os erros do passado. O momento gravíssimo que o Rio de Janeiro enfrenta exige bom senso e responsabilidade.&#8221;</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Foto: GloboNews</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: g1 Rio</p>
</div>
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		<item>
		<title>PSB confirma Geraldo Alckmin na chapa com Lula</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/psb-confirma-geraldo-alckmin-na-chapa-com-lula/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 12:53:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[PSB]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSB aprovou hoje (29) a coligação com o PT nas eleições deste ano. Na convenção partidária, realizada em Brasília, o partido também aprovou o nome de Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente da República, na chapa com Lula (PT). Alckmin se filiou ao PSB em março deste ano, já...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O PSB aprovou hoje (29) a coligação com o PT nas eleições deste ano. Na convenção partidária, realizada em Brasília, o partido também aprovou o nome de Geraldo Alckmin como candidato a vice-presidente da República, na chapa com Lula (PT). Alckmin se filiou ao PSB em março deste ano, já em meio a negociações avançadas com Lula para compor a chapa. Na semana passada, o PT já havia oficializado a chapa em sua convenção partidária.<br /><br />Adversário político de Lula em eleições passadas, Alckmin agora se junta ao petista em uma chapa considerada improvável há alguns anos. Em seu discurso na convenção do PSB, o ex-governador de São Paulo teceu várias críticas ao atual governo e afirmou que uma futura gestão de Lula será diferente. “O Brasil terá um novo comando, o Brasil terá um novo governo. E, ao contrário atual, o governo Lula trará responsabilidade, planejamento, previsibilidade. Trará de volta a confiança e a segurança. É a esperança que se realiza, é a realidade que se aproxima de um futuro que está cansado de esperar”.<br /><br />Presente na convenção, Lula exaltou o seu vice-presidente na chapa. “A experiência do Alckmin e a minha experiência vão significar a mais importante revolução pacífica neste país. Primeiro porque conhecemos tudo por dentro e por fora. Segundo, porque já sabemos como funciona o emaranhado da burocracia”. Lula também defendeu a volta do crescimento do Brasil. “Esse país só vai ter jeito se voltar a crescer. Se voltar a crescer, vai gerar emprego, o PIB [Produto Interno Bruto] vai crescer e nós vamos ter que distribuir renda, porque o povo pobre precisa ter oportunidade nesse país”.<br /><br /><strong>Perfis</strong><br />Geraldo Alckmin, que nasceu em Pindamonhangaba, no interior paulista, tem 68 anos, é médico e professor. Um dos fundadores do PSDB, Alckmin foi governador de São Paulo de 2001 a 2006 e de 2011 a 2018, comandando o governo paulista por mais tempo desde a redemocratização do Brasil. Atualmente é professor universitário no curso de medicina da Universidade Nove de Julho e membro da Academia de Medicina de São Paulo.<br /><br />Luiz Inácio Lula da Silva, de 76 anos, nasceu em Garanhuns (PE) e iniciou sua trajetória política como sindicalista em 1966. Foi presidente da República por dois mandatos a partir de 2003, depois de ser eleito em 2002, em disputa no segundo turno das eleições com José Serra. Em 2006, Lula venceu o próprio Alckmin e foi reeleito ao cargo. A primeira vez que disputou a Presidência foi em 1989, sendo derrotado por Fernando Collor de Melo. Antes de ser eleito, tentou mais duas vezes, em 1994 e 1998, quando perdeu para Fernando Henrique Cardoso em ambas.<br /><br />Em 2017, o ex-presidente foi condenado a nove anos e seis meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Em 2018, teve a prisão decretada pelo então juiz Sergio Moro. Em 2021, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin anulou as condenações, por entender que a 13ª Vara Federal em Curitiba não tinha competência legal para julgar as acusações, tornando Lula elegível. No mesmo ano, o plenário do Supremo confirmou a decisão.</p>
<p>Foto: Reprodução Youtube</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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