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	<title>projeto de lei - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>projeto de lei - Portal NDC</title>
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		<title>Lula assina Projeto de Lei Antifacção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 20:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Antifacção]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto deve ser encaminhado ainda hoje para o Congresso O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou o projeto de lei “antifacção”, que agora segue para a Câmara. A proposta prevê mudanças nas normas penais do Brasil, como a Lei de Execuções Penais e a Lei de Organizações Criminosas. O texto foi finalizado na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-728163580" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Texto deve ser encaminhado ainda hoje para o Congresso<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou o projeto de lei “antifacção”, que agora segue para a Câmara. A proposta prevê mudanças nas normas penais do Brasil, como a Lei de Execuções Penais e a Lei de Organizações Criminosas.<br /><br />O texto foi finalizado na tarde desta sexta-feira (31) em uma reunião que contou com a participação dos ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), José Múcio (Defesa), Jorge Messias (Advocacia-Geral da União) e Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social).<br /><br />Um dos pontos da proposta é a criação de empresas jurídicas fictícias para infiltração no crime organizado com objetivo de coletar informações em relação ao fluxo operacional da facção alvo da investigação.<br /><br />O projeto também propõe o monitoramento de conversas entre presos e advogados. Isso já existe nos cinco presídios federais do Brasil, mas a ideia é ampliar a todas as penitenciárias do país quando houver indício de envolvimento de crime das lideranças repassando informações para fora da prisão.<br /><br />O texto também prevê a criação de um banco nacional de dados de organizações criminosas, que abrangeria nomes de todos os integrantes das facções espalhadas pelo Brasil, fora e dentro dos presídios.<br /><br /><br /><em>Fonte: CNN</em></p>
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		<title>Câmara dos Deputados aprova projeto de lei que fragiliza as regras para o licenciamento ambiental</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-dos-deputados-aprova-projeto-de-lei-que-fragiliza-as-regras-para-o-licenciamento-ambiental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Jul 2025 14:11:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[ambiental]]></category>
		<category><![CDATA[aprova]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Flexibiliza]]></category>
		<category><![CDATA[licenciamento]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta, que tramitava há 21 anos no parlamento, seguirá para sanção do presidente Lula, que pode vetar trechos do texto; Ministério do Meio Ambiente é contrário ao PL Na madrugada desta quinta-feira (17), a Câmara dos Deputados aprovou um projeto de lei que visa simplificar e flexibilizar o licenciamento ambiental. A votação resultou em 267 votos a favor e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3308789483" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Proposta, que tramitava há 21 anos no parlamento, seguirá para sanção do presidente Lula, que pode vetar trechos do texto; Ministério do Meio Ambiente é contrário ao PL</p>
<p>Na madrugada desta quinta-feira (17), a <strong>Câmara dos Deputados</strong> aprovou um projeto de lei que visa simplificar e flexibilizar o <strong>licenciamento ambiental</strong>. A votação resultou em 267 votos a favor e 116 contra. A proposta agora aguarda a decisão do presidente <strong>Lula</strong>, que pode optar por sancioná-la ou vetá-la. O governo, junto com os partidos PT e PSOL, manifestou-se contra a aprovação. Durante as discussões, alguns parlamentares levantaram questões sobre a constitucionalidade do projeto, o que pode levar a uma análise pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A proposta gerou forte reação entre ambientalistas, que a rotularam de “mãe de todas as boiadas” e “PL da Devastação”. A ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, expressou sua preocupação, especialmente com a proximidade da COP30, conferência climática da ONU.</p>
<p>O projeto mantém algumas disposições, como a Licença Ambiental Especial (LAE), que permite ao governo selecionar empreendimentos estratégicos com um processo de análise mais simplificado. Além disso, a Licença por Adesão e Compromisso (LAC) possibilita a autorização de atividades sem a necessidade de uma análise individual. Além de ter sido aprovado anteriormente na Câmara em 2021, o projeto passou por alterações no Senado. Entre as mudanças, destaca-se a revogação de partes da Lei da Mata Atlântica e a criação de uma lista de setores que ficarão isentos de licenciamento, beneficiando principalmente o agronegócio e o setor de saneamento básico. Essa nova legislação pode ter um impacto significativo nas políticas ambientais do país.</p>
<p>Criticado por ambientalistas e chamado de “PL da Devastação”, as novas regras de proteção ambiental criam exceções em licenças para obras consideradas estratégicas e facilitam algumas autorizações por meio de uma simples declaração de compromisso, entre outras medidas. O presidente busca posicionar o Brasil como líder na luta global contra as mudanças climáticas, mas, ao mesmo tempo, promove um megaprojeto de exploração de petróleo na Margem Equatorial, que aguarda licença ambiental.</p>
<p>Na oposição, os defensores do projeto argumentaram que o PL busca “simplificar” o processo de concessão de licenças para favorecer o “desenvolvimento” da economia. “Não há uma vírgula que coloque o meio ambiente em risco, buscamos vencer a burocracia”, afirmou o relator do projeto, Zé Vitor, deputado do Partido Liberal do ex-presidente de extrema direita Jair Bolsonaro.</p>
<h4><strong>“Ecocídio autorizado” </strong></h4>
<p>Vestida com roupas tradicionais de seu povo indígena, a deputada Célia Xakriabá (PSOL-MG) chamou o projeto de um “ecocídio autorizado”. A rede de entidades ambientalistas Observatório do Clima considerou a aprovação na Câmara dos Deputados como “o maior retrocesso ambiental legislativo desde a ditadura” (1964-1985). Com o lema “Veta, Lula!”, o Greenpeace afirmou que “o PL da Devastação precisa ser vetado integralmente”.</p>
<p>O Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) afirmou que contestaria a reforma na Justiça por considerá-la inconstitucional. “As obras não estão paralisadas por falta de licença, estão paralisadas normalmente por projetos equivocados que levam a aditivos”, afirmou o presidente do Ibama, Rodrigo Agostinho. O órgão ainda deve se pronunciar sobre o grande projeto de exploração de petróleo promovido por Lula na Margem Equatorial, que aguarda licença do Ibama.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<item>
		<title>Projeto de Lei visa retomar obrigatoriedade de extintores de incêndio em veículos no Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/projeto-de-lei-visa-retomar-obrigatoriedade-de-extintores-de-incendio-em-veiculos-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 13:58:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado já está pronto para votar o Projeto de Lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro, mas os parlamentares ainda não entraram em consenso sobre a volta da obrigatoriedade. Depois de quase uma década, os extintores de incêndio podem se tornar novamente obrigatórios para veículos, no Brasil. O projeto de lei 159/2017 está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3463710714" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O Senado já está pronto para votar o Projeto de Lei que altera o Código de Trânsito Brasileiro, mas os parlamentares ainda não entraram em consenso sobre a volta da obrigatoriedade.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Depois de quase uma década, os extintores de incêndio podem se tornar novamente obrigatórios para veículos, no Brasil. O projeto de lei 159/2017 está pronto para entrar em votação no Senado, mas os parlamentares ainda não chegaram a um acordo entre os prós e contras da obrigatoriedade.  </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O advogado Fabrício Menezes dirige pelas ruas de Manaus há 15 anos e desde que comprou o carro próprio se preocupou em adquirir também o extintor de incêndio. Embora nunca tenha precisado utilizar, ele conhece pessoas que já tiveram grandes prejuízos pela falta do item e usou dessas “experiências adquiridas” para se previnir. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Eu já vi um amigo perder o carro justamente por não ter o extintor, uma pane elétrica acabou com o veículo, que era novinho, e isso foi há dois anos; acredito que deveria ser item obrigatório”, disse.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O motorista por aplicativo Washington Roberto também fez a compra do extintor e reconhece que ele pode ser muito útil em um incidente, mas diz que o valor pago foi muito alto e não entende como algo que pode salvar vidas e garantir a segurança dos ocupantes do veículo não é acessível. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Foi um pouco salgado, R$ 780, isso porque a gente iria para estrada e ele é um modelo específico para o Jeep, um tipo extendido. O valor varia muito, mas nunca diminui, sempre bem acima”, comentou.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O Senado já está pronto para votar o Projeto de Lei Complementar que altera o Código de Trânsito Brasileiro e torna o extintor obrigatório novamente, assim como era até 2015. Embora a tramitação esteja em andamento, sido inclusive examinada em dois colegiados, os parlamentares não entraram em consenso sobre a volta da obrigatoriedade. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Quando o texto foi aprovado na Comissão de Fiscalização e Controle, o relator da pasta, senador Eduardo Braga (MDB-AM)  disse que o item é essencial para a segurança nos veículos e também que os valores podem sim ser acessíveis, com algumas unidades disponíveis no mercado a partir de R$ 80. Outro ponto apontado por Braga foi a quantidade de carros que passam por recall por problemas técnicos que podem causar incêndios, o percentual divulgado pelo parlamentar foi de 17%. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Por outro lado, na Comissão de Assuntos Econômicos, o texto foi rejeitado sob o parecer do senador Styvenson Valentim (Podemos-RN), que aceitou a argumentação de colegas sobre uma possível articulação de um lobby da indústria de extintores para a aprovação do projeto de lei. O parlamentar também disse que não há comprovação sobre eficácia da obrigatoriedade do uso do extintor ou estatísticas, como o cinto de segurança, o airbag e o encosto de cabeça, que têm. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h4 class="styled__HeadingFour-sc-fdx3oi-3 ilXYMe">Parecer do Corpo de Bombeiros</h4>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em meio aos prós e contras, o tenente-coronel Rodrigo Freitas, do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, esclareceu à Agência Senado que o item pode ser um grande trunfo positivo para evitar que pequenos incêndios se transformem em grandes sinistros, mas é necessário que os motoristas saiam precisamente como e quando fazer o uso dos extintores. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Um ponto a ser pensado é a falta de treinamento adequado e suficiente. Há situações em que o cidadão não domina a prática do uso de extintor e pode provocar uma situação de maior risco ao tentar utilizá-lo quando ocorre o princípio de incêndio veicular” explicou.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Outra questão importante é a validade do produto, que muitas das vezes é ignorada pelos proprietários. Quando ele não está dentro do período adequado para ser usado, a eficácia diminui consideravelmente. Além disso, mesmo quando em perfeitas condições, não deve ser usado para combater o fogo de um incêndio de grandes proporções. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h4 class="styled__HeadingFour-sc-fdx3oi-3 ilXYMe">Seguranca no Trânsito </h4>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Os extintores, do tipo ABC, contém um pó químico e são indicados para combater incêndios de classe A (materiais sólidos, como plástico, madeira e tecido), classe B (líquidos inflamáveis, como gasolina e álcool) e classe C (equipamentos elétricos energizados, como bateria e fio elétrico). Hoje em dia eles continuam como item obrigatório para veículos grandes, como caminhões e ônibus. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O especialista em trânsito, Manoel Paiva, é a favor da volta de obrigatoriedade para os “veículos individuais” como é o caso dos carros de pequeno porte que são o alvo do projeto de lei que está no Senado. No entanto, ele também relembra que uma das principais causas de acidentes e mortes nas vias é o resultado da soma entre imprudência e alta velocidade. Para Paiva, além dos esforços atuais, as autoridades deveriam também pensar em outras alternativas que também garantam maior segurança para pedestres e motoristas. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Desde 2015 a frota de veículos já aumentou muito, hoje, só em em Manaus são mais de um milhão; é preciso que se crie um clima de segurança no trânsito como por exemplo através do uso de radares de fiscalização de velocidade”, disse.</cite></div>
<div> </div>
<div> </div>
<div><em>Fonte: A Crítica </em></div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Câmara aprova aumento na cota de vagas para negros e indígenas em concursos públicos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-aprova-aumento-na-cota-de-vagas-para-negros-e-indigenas-em-concursos-publicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 15:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[concursos públicos]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei (PL) 1958/21]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei (PL) 1958/21 que amplia para 30% a reserva de vagas destinadas a pessoas negras, quilombolas e indígenas em concursos públicos, processos seletivos simplificados, empregos públicos e cadastros de reserva. O projeto de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) foi aprovado com 241 votos favoráveis, 94 contrários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-757902684" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Câmara dos Deputados aprovou o <strong>Projeto de Lei (PL) 1958/21</strong> que amplia para 30% a reserva de vagas destinadas a pessoas negras, quilombolas e indígenas em concursos públicos, processos seletivos simplificados, empregos públicos e cadastros de reserva.<br /><br />O projeto de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS) foi aprovado com 241 votos favoráveis, 94 contrários e 2 abstenções e amplia a lei de 2014, que reserva 20% das vagas para cotas raciais.<br /><br />Para a relatora, deputada Carol Dartora (PT-PR), a medida é um passo importante na superação do racismo e no reconhecimento histórico dos indígenas.<br /><br />“Essa inclusão representa um avanço do Estado brasileiro ao reconhecer que os povos indígenas, originários da terra e do território brasileiro também devem ter reconhecido o direito à reparação histórica e à ocupação do serviço público” destaca a deputada.<br /><br />Diante das críticas da oposição, ajustes foram feitos no projeto. A principal mudança foi a exclusão da banca avaliadora que verificaria a autodeclaração racial, transferindo o candidato para ampla concorrência se a contestação fosse unânime e ele atingisse a pontuação exigida.<br /><br />O texto também estabelece procedimentos em casos de suspeitas de fraude na autodeclaração. Se comprovada má-fé, o candidato será desclassificado e poderá enfrentar sanções penais e administrativas, incluindo o ressarcimento de valores ao erário.<br /><br />Deputados da oposição manifestaram-se contrários ao projeto, argumentando que ele poderia causar divisões na sociedade.<br /><br />As nomeações seguirão critérios de proporcionalidade e alternância, considerando o total de vagas disponíveis e a reserva para as cotas.<br /><br />Além disso, o Poder Executivo deverá revisar o programa a cada cinco anos, avaliando seu impacto e possíveis ajustes.<br /><br />Como o texto sofreu alterações, será novamente analisado pelo Senado Federal.<br /><br /><br />Fonte: RealTime1</p>
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		<item>
		<title>Senador bolsonarista quer punir empresa de pesquisa que errar resultado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/senador-bolsonarista-quer-punir-empresa-de-pesquisa-que-errar-resultado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 15:37:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[empresa de pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
		<category><![CDATA[punir]]></category>
		<category><![CDATA[Senador]]></category>
		<category><![CDATA[Senador bolsonarista]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto de lei prevê penalidades para pesquisas eleitorais que destoem dos resultados das urnas. O senador Ciro Nogueira (PP-PI) apresentou, na última sexta-feira (11), o projeto de lei 3.916/2024 que busca punir pesquisas eleitorais realizadas nos sete dias anteriores às eleições cujos resultados forem significativamente diferentes dos números apurados nas urnas. A proposta tem como [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-423519376" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Projeto de lei prevê penalidades para pesquisas eleitorais que destoem dos resultados das urnas.<br /><br />O senador Ciro Nogueira (PP-PI) apresentou, na última sexta-feira (11), o projeto de lei 3.916/2024 que busca punir pesquisas eleitorais realizadas nos sete dias anteriores às eleições cujos resultados forem significativamente diferentes dos números apurados nas urnas.<br /><br />A proposta tem como objetivo intensificar o debate sobre a responsabilidade e a precisão das pesquisas eleitorais no Brasil, especialmente em períodos decisivos como o das eleições.<br /><br />A iniciativa foi protocolada logo após o primeiro turno das eleições legislativas de 2024, e agora a matéria segue para análise nas comissões temáticas.<br /><br />O projeto, que modifica a lei 9.504, de 30 de setembro de 1997, caso seja aprovado, seguirá com punições às pesquisas em que as diferenças de resultados se distanciassem da margem de erro previamente estabelecida.<br /><br />Com isso, empresas ou entidades que realizarem pesquisas com grandes discrepâncias em relação aos resultados oficiais ficarão proibidas de registrar e divulgar novos dados eleitorais por cinco anos, como também o responsável por contratar a pesquisa.<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: BNC Amazonas</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Concursos: Lula sanciona lei com novas regras. Veja o que muda</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/concursos-lula-sanciona-lei-com-novas-regras-veja-o-que-muda/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Sep 2024 18:46:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Concursos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto prevê realização de provas on-line e vale para concursos federais, exceto magistratura. Sanção é nesta segunda-feira (9/9) O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assina, nesta segunda-feira (9/9), a sanção do Projeto de Lei n° 2258/2022, que estabelece regras gerais para concursos públicos. O texto, que tramitou no Congresso Nacional durante 20 anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4129678625" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Texto prevê realização de provas on-line e vale para concursos federais, exceto magistratura. Sanção é nesta segunda-feira (9/9)<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assina, nesta segunda-feira (9/9), a sanção do Projeto de Lei n° 2258/2022, que estabelece regras gerais para concursos públicos. O texto, que tramitou no Congresso Nacional durante 20 anos, foi aprovado no Senado, em agosto, e busca modernizar as normas para a realização dos certames.<br /><br />O projeto prevê, entre outros pontos, a possibilidade de aplicação das provas total ou parcialmente a distância, pela internet. Segundo o texto, essa modalidade pode ser aplicada desde que seja garantida a igualdade de acesso aos candidatos. Esse trecho ainda precisa ser regulamentado pelo Executivo.<br /><br />O novo marco vale apenas para concursos federais, excluindo seleções para magistratura, Ministério Público e empresas públicas que não dependam de recursos federais para despesas com pessoal e custeio. Estados, municípios e Distrito Federal podem criar suas próprias normas.<br /><br />As regras passarão a valer quatro anos após a sanção da lei.</p>
<h4>Outras regras</h4>
<p>O texto estabelece que a abertura de um concurso deverá ser motivada pelos seguintes requisitos:</p>
<ul>
<li>Evolução do quadro de pessoal nos últimos cinco anos e a estimativa das necessidades futuras em face das metas de desempenho institucional para os próximos cinco anos;</li>
<li>Denominação e quantidade dos postos a prover, com descrição de suas atribuições;</li>
<li>Inexistência de concurso público anterior válido para os mesmos postos, com candidato aprovado e não nomeado;</li>
<li>Adequação do provimento dos postos, em face das necessidades e possibilidades de toda a administração pública;</li>
<li>Estimativa do impacto orçamentário-financeiro.</li>
</ul>
<p>Se houver um concurso anterior ainda válido, com pessoas a serem nomeadas, mas que não completam o quadro de pessoal necessário, fica liberada a abertura excepcional de um concurso.</p>
<h4>Tipos de provas</h4>
<p>O projeto estabelece três tipos de provas para concursos federais. São eles:</p>
<ul>
<li>Avaliação de conhecimentos: será realizada mediante provas escritas, objetivas ou dissertativas, e provas orais, que cubram conteúdos gerais ou específicos;</li>
<li>Avaliação de habilidades: consistirá na elaboração de documentos e simulação de tarefas próprias do posto, bem como testes físicos compatíveis com suas atividades;</li>
<li>Avaliação de competências: englobará avaliação psicológica, exame de higidez mental ou teste psicotécnico, conduzido por profissional habilitado.</li>
</ul>
<p>No texto aprovado pelo <a href="https://www.congressonacional.leg.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Congresso</a>, ficam vedadas as discriminações aos candidatos por sexo, idade, estado civil, condição física, deficiência, etnia e naturalidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>CCJ do Senado aprova aumento de cotas raciais para concurso público</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ccj-do-senado-aprova-aumento-de-cotas-raciais-para-concurso-publico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2024 16:39:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ do Senado]]></category>
		<category><![CDATA[cota racial]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Projeto de lei segue para a Câmara, se não houver recurso A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (8), por 17 votos favoráveis contra oito, o turno suplementar do Projeto de Lei 1.958, de 2021, que prorroga por mais 10 anos a política de cotas raciais para concursos públicos e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1501974639" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Projeto de lei segue para a Câmara, se não houver recurso</p>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou, nesta quarta-feira (8), por 17 votos favoráveis contra oito, o turno suplementar do Projeto de Lei 1.958, de 2021, que prorroga por mais 10 anos a política de cotas raciais para concursos públicos e processos seletivos para a administração pública federal, direta e indireta, incluindo fundações privadas e autarquias.</p>
<p>Como o projeto tramita em caráter terminativo, segue direto para análise da Câmara dos Deputados, sem precisar da aprovação do plenário do Senado. O tema terá que passar pelo plenário apenas se nove senadores apresentarem um recurso contra a matéria em até cinco dias úteis.</p>
<p>O projeto aprovado aumenta dos atuais 20% para 30% o total das vagas reservadas para cotas raciais, incluindo ainda os grupos dos indígenas e quilombolas. Atualmente, as cotas raciais para concursos alcançam apenas a população negra, que inclui pretos e pardos. A lei de cotas para concursos, de 2014, vence no dia 9 de junho.</p>
<p>O relator do projeto, senador Humberto Costa (PT-PE), rejeitou as quatro emendas apresentadas pelos senadores Sérgio Moro (União-PR), Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Plínio Valério (PSDB-AM) e Rogério Marinho (PL-RN), que se manifestaram contra o projeto.</p>
<p>Para Costa, as emendas prejudicam a política de cotas raciais conforme previsto no projeto de lei. A CCJ ainda rejeitou todos os destaques apresentados pelos senadores contrários à matéria, mantendo o texto do relator Humberto Costa.</p>
<h2>Pretos e pardos</h2>
<p>A única alteração aceita pelo relator foi uma mudança de redação para trocar a palavra “negro” por “preto e pardo” após manifestação do senador Plínio Valério, que defendeu que pardo não seria o mesmo que negro. “E, quando ele for atrás da bolsa e disser que é negro, ele vai ser vítima de discriminação e acusado de fraudador, porque ele não é negro”, argumentou.</p>
<p>Humberto Costa explicou que a legislação prevê que negros são todas as pessoas que se declaram pretas ou pardos, conforme definição do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE).</p>
<p>“As pessoas que estão chateadas com essa possibilidade de serem consideradas negras, são negras”, disse o relator, acrescentando que a discussão se trata de “uma concepção preconceituosa”. </p>
<p>“Mas vamos fazer, porque o que interessa hoje é que a gente aprove essa definição”, concluiu, aceitando a mudança de redação.</p>
<h2>Oposição</h2>
<p>Parte dos senadores se opôs à matéria, principalmente sob o argumento de que as cotas deveriam ser apenas sociais, baseadas no nível de renda, e não com base na raça.</p>
<p>“Essa discussão de etnia eu acho que ela vai pelo lado errado, porque todos nós somos frutos da miscigenação. A discussão, na minha opinião, tinha que ser socioeconômica”, defendeu o senador Carlos Portinho (PL-RJ).</p>
<p>O senador Fabiano Contarato (PT-ES) argumentou, por sua vez, que a população negra sofre preconceitos e discriminações que a população não negra não sofre, o que justificaria a política pública de cotas raciais.</p>
<p>“[É cômodo] porque você não é julgado pela sua cor da pele. Porque ninguém atravessa a rua quando um homem branco atravessa a rua, mas seja um homem preto para você ver que, diuturnamente, as pessoas atravessam a rua para sequer cruzar com o homem negro. Essa é a realidade desse país desigual”, afirmou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Governo prepara projeto de lei com novo programa para setor de eventos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-prepara-projeto-de-lei-com-novo-programa-para-setor-de-eventos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Mar 2024 22:25:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
		<category><![CDATA[Urgência Constitucional]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão foi tomada após reunião de Haddad com líderes da Câmara Após resistência de parte dos parlamentares, o governo concordou em enviar um projeto de lei, com urgência constitucional, para criar uma nova versão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), informou nesta terça-feira (5) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-416417726" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Decisão foi tomada após reunião de Haddad com líderes da Câmara</p>
<p>Após resistência de parte dos parlamentares, o governo concordou em enviar um projeto de lei, com urgência constitucional, para criar uma nova versão do Programa Emergencial de Retomada do Setor de Eventos (Perse), informou nesta terça-feira (5) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O projeto também tratará da alíquota menor da Previdência Social paga por pequenos municípios.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1584280&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1584280&amp;o=node" /></p>
<p>A decisão ocorreu após reunião na manhã desta terça-feira com o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e com líderes partidários da Casa. Inicialmente previsto para o início de fevereiro, o encontro ocorreu com um mês de atraso, por falta de acordo com os líderes da base aliada e por causa da reunião de ministros do G20 no Brasil, na semana passada.</p>
<p>Segundo Haddad, a Medida Provisória 1.202, editada em dezembro, não será alterada. A única mudança foi a retirada da reoneração gradual da folha de pagamento para 17 setores da economia, suprimida do texto no dia 28 de fevereiro para ser convertida em projeto de lei.</p>
<p>Em relação ao Perse, o ministro informou que o projeto de lei terá uma versão mais “focada” do programa, em vez de propor a extinção gradual, como ocorreu na medida provisória. Como o novo projeto de lei terá urgência constitucional, precisará ser avaliado pelo Congresso em até 45 dias, sendo votado na segunda quinzena de abril. A MP.1202 tem validade até maio.</p>
<h2>Impacto</h2>
<p>O ministro não estimou o impacto sobre os cofres públicos das medidas em discussão com os parlamentares. Segundo Haddad, tanto no caso do Perse como da reoneração da folha de pagamentos, o governo precisa remodelar os projetos para saber o tamanho e o escopo das medidas. Somente após esse estágio, será possível definir o tamanho da renúncia fiscal e as medidas para compensar a perda de receitas.</p>
<p>Na reunião desta terça-feira, Haddad apresentou a Lira e aos líderes dos partidos na Câmara o levantamento mais recente da Receita Federal sobre o impacto do Perse. “Em 2022, tivemos mais de R$ 10 bilhões de renúncia fiscal para o Perse e mais R$ 13 bilhões em 2023, já expurgadas as eventuais inconsistências dos informes dos próprios contribuintes. Mandei fazer um pente-fino bastante rigoroso para termos ideia do quanto está custando o Perse por ano”, explicou. Haddad disse que os números podem aumentar, conforme as fiscalizações da Receita Federal.</p>
<p>Haddad disse ter recebido sugestões para blindar o programa de abusos, mas disse que as 11 mil empresas atendidas pelo Perse, programa criado para ajudar o setor de eventos afetado pela covid-19, faturam mais hoje do que antes da pandemia. “O faturamento em 2019 [das 11 mil empresas], portanto pré-pandemia, foi R$ 146 bilhões. O faturamento em 2020, o pico da pandemia, foi R$ 101 bilhões. E o faturamento em 2022, já foi R$ 200 bilhões, portanto nós já estamos em franca recuperação”, ressaltou.</p>
<p>Com o pedido de alguns parlamentares para a continuidade do Perse, Haddad prometeu elaborar um estudo para verificar quais segmentos dentro do setor de eventos ainda não se recuperaram e precisam de ajuda.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil </p>
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