<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>professora - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/professora/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Wed, 27 Mar 2024 20:06:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>professora - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>Alunos apoiam professora após demissão por vazamento de nudes em Goiás</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/alunos-apoiam-professora-apos-demissao-por-vazamento-de-nudes-em-goias/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Mar 2024 20:06:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[alunos]]></category>
		<category><![CDATA[demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Goiás]]></category>
		<category><![CDATA[nudes]]></category>
		<category><![CDATA[policia civil]]></category>
		<category><![CDATA[professora]]></category>
		<category><![CDATA[vazamento]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=38063</guid>

					<description><![CDATA[“Vamos sentir a sua falta”, alunos enviaram mensagens de apoio à professora. Caso foi denunciado pela própria professora na Polícia Civil Alunos da Escola Estadual Doutor Gerson de Faria Pereira, em Alto Paraíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, enviaram mensagens de apoio à professora de história Bruna Flor de Macedo Barcelos. Ela denuncia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2528240761" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>“Vamos sentir a sua falta”, alunos enviaram mensagens de apoio à professora. Caso foi denunciado pela própria professora na Polícia Civil<br /><br />Alunos da Escola Estadual Doutor Gerson de Faria Pereira, em Alto Paraíso de Goiás, no Entorno do Distrito Federal, enviaram mensagens de apoio à professora de história Bruna Flor de Macedo Barcelos. Ela denuncia ter sido demitida após o vazamento de fotos íntimas que estavam no celular dela.<br /><br />De acordo com a professora, as fotos foram vazadas por alunos que acessaram pastas privadas do celular pessoal dela.</p>

<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/alunos-apoiam-professora-apos-demissao-por-vazamento-de-nudes-em-goias/alunos-apoiam-professora-demitia-nudes-2-1200x752/'><img decoding="async" width="150" height="94" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/03/alunos-apoiam-professora-demitia-nudes-2-1200x752-1.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/alunos-apoiam-professora-apos-demissao-por-vazamento-de-nudes-em-goias/alunos-apoiam-professora-demitida-nudes-1-600x400-2/'><img decoding="async" width="150" height="100" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/03/alunos-apoiam-professora-demitida-nudes-1-600x400-2.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>
<a href='https://noticiasdascomunidades.com.br/alunos-apoiam-professora-apos-demissao-por-vazamento-de-nudes-em-goias/professora-demitida-vazamento-nudes-1200x751-2/'><img decoding="async" width="150" height="94" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/03/professora-demitida-vazamento-nudes-1200x751-2.webp" class="attachment-thumbnail size-thumbnail" alt="" /></a>

<p>&nbsp;</p>
<p>“Bruna vou sentir muita a sua falta, você era a melhor professora que tinha aqui no Gerson. Te amo muito, você vai ser sempre lembrada”, disse uma estudante.<br /><br />“É difícil colocar em palavras o quanto aprendi e cresci ao longo deste tempo sob sua orientação. Sua dedicação e paixão pelo ensino deixou uma marca profunda em mim. Vou sentir falta das suas aulas, mas levarei conhecimentos valiosos para toda a vida”, disse outro aluno.<br /><br />“Professora, vim agradecer a você por tudo que a senhora fez por nós. Você vai estar para sempre em nossos corações, tia. A nossa madrinha de turma favorita”, afirmou outra menina.</p>
<h4>Demissão</h4>
<p>Em nota, a Secretaria Estadual de Educação de Goiás (Seduc) negou que<span class="highlight highlighted"> a demissão da professora está relacionada ao vazamento de fotos íntimas dela</span>. A pasta afirma que Bruna foi contratada em regime emergencial para suprir uma demanda da unidade escolar.</p>
<p>De acordo com a pasta, o desligamento da profissional se deu devido à convocação de novos professores aprovados no concurso público realizado em 2022, que assumiram, de forma efetiva, em 2023, vagas dos contratos especiais na rede pública estadual de ensino.</p>
<p>“Sobre os fatos que envolvem a conduta da professora, a Seduc Goiás esclarece que segue a legislação de proteção à criança e adolescente, por meio do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), sempre trabalhando com zelo e prezando pela harmonia e respeito entre os servidores e estudantes”, informou a pasta.</p>
<h4>Denúncia pela professora</h4>
<p>A professora denunciou o vazamento das fotos à Polícia Civil de Goiás. De acordo com ela, além da demissão, ela foi destratada por colegas e pela gestão da escola.</p>
<p>Bruna conta que emprestou o celular para que os alunos pudessem tirar fotos de um evento escolar que, posteriormente, seriam usadas em uma atividade pedagógica. No entanto, eles acessaram pastas particulares e compartilharam as imagens com os demais colegas.</p>
<p>“Me senti violada, violentada. Na sequência, a gestão da escola criou um ofício dizendo que os estudantes se sentiam constrangidos de assistirem às minhas aulas por terem visto minha foto nua. Uma inversão de quem foi vítima na situação”, disse a professora ao portal G1.</p>
<p>A gestão da escola soube do ocorrido após uma coordenadora ver diversos estudantes reunidos e, ao se aproximar, ver que eles estavam olhando uma foto da professora nua. Mesmo assim, a gestão permitiu que ela trabalhasse até o final do dia com todos já sabendo do vazamento, exceto ela.</p>
<p>“Eu trabalhei até o quinto horário normalmente, sem saber de nada. Enquanto estava todo mundo já sabendo da situação, eu só vim a saber às 18 horas, quando a diretora, no final do dia, me chamou para uma reunião, dizendo que era [uma conversa] só eu entre mim e ela. Mas tinham seis pessoas na sala, me senti inibida e é onde ela me passou o fato. Fiquei estarrecida”, relembrou a professora.</p>
<div class=""> </div>
<p>Ainda de acordo com a professora, ela tinha um contrato de cinco anos com a escola, e a demissão ocorreu em menos de oito meses após o início do contrato, em 2023.</p>
<p>Em resposta a um ofício em defesa da professora, a escola afirmou que o regimento escolar estipula que os professores não podem emprestar seus celulares de uso pessoal aos alunos. A instituição também destacou que as decisões foram tomadas em conformidade com o Estatuto da Criança e do Adolescente, que preconiza a proteção integral das crianças e seus direitos.</p>
<p>Bruna defende que o celular foi emprestado porque a escola não tinha aparelhos que fizessem filmagem e que o registro do evento, que fazia parte do Mês da Consciência Negra, era importante.</p>
<h4>Sem renda</h4>
<p>Ainda segundo a professora, ela tem passado dificuldades após a demissão. Ela deixou de trabalhar em 2 de novembro de 2023.</p>
<p>“Eu fui demitida em novembro, mas as consequências disso estão até hoje, porque eu fiquei sem como pagar o aluguel, estou vivendo na casa de pessoas, de 20 em 20 dias eu troco de casa. Tenho recebido muita humilhação, não estou tendo dinheiro para me alimentar, um constrangimento muito grande”, lamenta a professora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">38063</post-id>	</item>
		<item>
		<title>&#8216;Macaca&#8217; e símbolos nazistas: professora negra de SP sofre ofensa racista em lista de alunos e acha suástica e SS em escola municipal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/macaca-e-simbolos-nazistas-professora-negra-de-sp-sofre-ofensa-racista-em-lista-de-alunos-e-acha-suastica-e-ss-em-escola-municipal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Nov 2022 13:07:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[professora]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=13879</guid>

					<description><![CDATA[&#8220;Macaca&#8221;. Esta palavra foi o que uma professora negra encontrou, no último dia 24 de outubro, no lugar em que deveria estar escrito o seu nome na lista de presença de alunos de uma escola municipal da Zona Sul de São Paulo. Ela também viu em 1º de novembro fotos tiradas por alunos de uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2173019777" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>&#8220;Macaca&#8221;. Esta palavra foi o que uma professora negra encontrou, no último dia 24 de outubro, no lugar em que deveria estar escrito o seu nome na lista de presença de alunos de uma escola municipal da Zona Sul de São Paulo.<br /><br />Ela também viu em 1º de novembro fotos tiradas por alunos de uma carteira estudantil com desenhos de uma suástica e das letras &#8220;SS&#8221;, abreviação de Schutzstaffel, o &#8220;esquadrão de proteção&#8221; (numa tradução para o português) de Adolf Hitler e do Partido Nazista na Alemanha dos anos de 1930 (saiba mais abaixo).<br /><br />Em 26 de outubro, a educadora Ana Paula Pereira Gomes, a Ana Koteban, de 41 anos, procurou a Polícia Civil com a cópia da lista com a palavra &#8220;macaca&#8221; no lugar de seu nome para pedir que fosse investigado quem cometeu a ofensa racista contra ela. A professora também pretende levar fotos das inscrições de cunho neonazista à Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) para que a nova denúncia seja apurada.</p>
<div id="chunk-7l3p4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os dois casos ocorreram dentro da <strong>Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio Professor Linneu Prestes</strong>, em Santo Amaro, onde ela dá aulas de sociologia. Lá estudam adolescentes de 15, 16 e 17 anos, geralmente.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-66kcj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O <strong>g1 </strong>entrou em contato com a <strong>Secretaria Municipal da Educação (SME)</strong> de São Paulo, que informou, por meio de nota, que &#8220;repudia qualquer ato de discriminação e racismo&#8221; <strong><em>(leia abaixo a íntegra do comunicado)</em></strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-f0e9t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="65" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O caso no qual ela foi xingada de &#8220;macaca&#8221; foi registrado na Decradi como <strong>injúria racial</strong>, que é ofender alguém com alguma palavra preconceituosa, como em razão da cor da pele dessa pessoa. A pena para quem for condenado por esse crime é de 1 ano a 3 anos de prisão. O crime de racismo se dá quando ocorre contra duas ou mais pessoas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d67nh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Até a última atualização desta reportagem, o responsável pelo ataque racista à professora não havia sido identificado pela Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="48" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><span class="highlight highlighted">&#8220;Nesse espaço onde está escrito ‘macaca’ é onde eu escreveria meu nome”</span>, disse a educadora nesta terça-feira (8) ao <strong>g1</strong>. “A pessoa escreveu na lista de presença exatamente na coluna onde eu escreveria meu nome porque ela pretendia que eu visse. Demonstra uma ousadia e confiança na impunidade.”</blockquote>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>Sem suspeitos pelo crime</h2>
</div>
</div>
<div id="chunk-bbv30">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="14">
<div class="column medium-22 large-20 medium-centered content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/9HbRFE2O0UXFOC8jPcLkVz1Jxrg=/0x0:1185x531/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/0/f/AUOhhdSDifb0ikxPlbYQ/ana-koteban-fotos-sequencia.jpg" alt="A professora de sociologia Ana Koteban foi chamada de 'macaca' na ficha de presença de alunos e depois viu símbolos nazistas numa carteira da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio (EMEFM) Professor Linneu Prestes, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Divulgação/Google Maps" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">A professora de sociologia Ana Koteban foi chamada de &#8216;macaca&#8217; na ficha de presença de alunos e depois viu símbolos nazistas numa carteira da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio (EMEFM) Professor Linneu Prestes, em Santo Amaro, Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Divulgação/Google Maps</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-c66in">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ana Koteban, que adota esse segundo nome de maneira artística em homenagem ao grupo de balé africano onde dança, disse ao <strong>g1</strong> que não tem suspeitas de quem possa ter sido racista com ela. A professora está na escola desde 2017.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aeptf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nesse período ela comenta que nunca sofreu racismo na escola. No entanto, se recorda de ter recebido reclamações de pais de alunos e às vezes ter notado até alguns estudantes demonstrarem descontentamento com os assuntos que aborda em classes.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="73" data-block-id="17">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><span class="highlight highlighted">&#8220;Sou professora, mulher negra, que dá aula de sociologia e trabalha temáticas não só ligadas ao racismo e à diversidade como um todo, mas a direitos humanos</span> também”, afirmou Ana. “A relação com alunos é muito respeitosa de maneira geral, mas <span class="highlight highlighted">existe uma resistência sobretudo a essa temática</span>. É uma tendência que se reflete não só em estudantes como de familiares. De pais que ligam para reclamar que professora está dando tal assunto.”</blockquote>
</div>
<div id="chunk-1a2k6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A lista de presença na qual ela foi ofendida com o termo &#8220;macaca&#8221; conta com os números de chamada dos alunos e um espaço no alto onde cada professor escreve o seu nome no dia respectivo em que dará a aula.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2ngip">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O documento costuma sair da sala dos professores e ir direto para uma classe específica, ficando lá até que todos os professores anotem seus nomes nos respectivos espaços junto com as presenças ou faltas dos estudantes. Depois, a ficha retorna ao mesmo local de onde veio.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="21">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">&#8216;Macaca&#8217; na lista de presença</span></p>
</div>
<div id="chunk-4ors">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="22">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/iEIcli8QMH0QUsspKK8rEFPW6iU=/0x6:399x297/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/W/t/XQLBKPTUSVmI2B1QNYZg/macaca-ficha-foto-2.jpg" alt="No dia 24 de outubro alguém escreveu 'macaca' no lugar onde a professora Ana Koteban iria escrever seu nome na lista de presença dos alunos — Foto: Reprodução" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">No dia 24 de outubro alguém escreveu &#8216;macaca&#8217; no lugar onde a professora Ana Koteban iria escrever seu nome na lista de presença dos alunos — Foto: Reprodução</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-fdmgf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A palavra &#8220;macaca&#8221; havia sido colocada um dia antes de Ana dar aula.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-drsto">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Quem viu a ofensa racista primeiro foram outros dois educadores da escola. Um deles levou a folha para a diretoria. Ana contou que só soube do caso depois, pelos colegas. E que se sentiu desamparada quando procurou a direção, que, segundo ela, foi omissa no início.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="29" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“<span class="highlight highlighted">A direção da escola respondeu que não havia como identificar quem fez</span>”, disse Ana, pois a alegação da direção seria de que não há câmeras nas salas de aula.</blockquote>
<p>Depois disso, ela resolveu postar a denúncia no seu Instagram, com foto da fachada da escola e vídeos comentando o que houve. “Esperei do dia 24 ao dia 27 para a escola fazer alguma ação coletiva e a escola sequer registrou que isso aconteceu, nem documentou.”</p>
</div>
<div id="chunk-e77ad">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="28">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/EDJFtgs746i11E21PmLwvHuEWnk=/0x0:767x466/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/g/v/Bxm57XSSa7DuU75hizxg/video-denuncia-escola.jpg" alt="Ana Koteban chegou a gravar alguns vídeos na sua rede social e escrever mensagens para denunciar o ataque racista que sofreu na escola — Foto: Reprodução/Instagram" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Ana Koteban chegou a gravar alguns vídeos na sua rede social e escrever mensagens para denunciar o ataque racista que sofreu na escola — Foto: Reprodução/Instagram</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-20hgh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A partir disso, Ana parou de dar aulas como forma de protesto pelo ataque racista que sofreu e decidiu usar o tempo de seu trabalho para conscientizar outros educadores e alunos sobre a gravidade do que ocorreu.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="65" data-block-id="31">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><span class="highlight highlighted">&#8220;Desde que ocorreu isso eu tenho cobrado dos estudantes que se posicionem</span>. Cobro da direção que se posicione. É inaceitável e criminoso tratar violência como brincadeira. É preciso dar a isso o peso que isso tem. <span class="highlight highlighted">Reconhecer a gravidade e desnaturalizar a violência</span>”, falou a professora, que voltou a lecionar nesta última terça, quando, segundo ela, a direção passou a discutir o racismo na escola.</blockquote>
<p>&#8220;Voltei a dar aula ontem, com esta ação e com o compromisso formal do Conselho de Escola de reconhecer por escrito que se trata de racismo institucional e não de um episódio pontual. E também o compromisso da gestão e da escola como um todo, por meio do conselho, de tornar o enfrentamento ao racismo e à cultura de violência na escola o &#8216;carro chefe&#8217; do projeto pedagógico, nas aspas do diretor&#8221;, comentou Ana.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="33">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Símbolos nazistas em carteiras</span></p>
</div>
<div id="chunk-e1aim">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="34">
<div class="column medium-22 large-20 medium-centered content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/ruZ0YsLB71HgF91JgpRFENNwi44=/0x0:1068x464/1008x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/d/I/kZ1aByQLWIs2ZdEmGikw/escola-linneu-e-simbolos-nazistas-foto.jpg" alt="Alunos encontraram carteira com símbolos nazistas em escola municipal da Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Google Maps/Arquivo pessoal" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Alunos encontraram carteira com símbolos nazistas em escola municipal da Zona Sul de São Paulo — Foto: Reprodução/Google Maps/Arquivo pessoal</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-8ebm9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na última terça, integrantes do grêmio estudantil resolveram fazer um ato dentro da escola para orientar alunos e cobrar da direção que o racismo fosse debatido para deixar de existir dentro do meio acadêmico. Foi quando eles encontraram uma carteira com desenhos da suástica nazista e das letras SS.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="37">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before"><span class="highlight highlighted">&#8220;Eles encontraram essa carteira em sala de aula com esses desenhos nazistas</span>. Levaram a carteira à direção e me informaram disso”, afirmou Ana. &#8220;Essa carteira estava numa sala de aula em que eu dou aula porque dou aula em todas as salas.&#8221;</blockquote>
<p>Os estudantes tiraram fotos da carteira e depois a levaram à direção para que tomasse providências. A professora viu as fotografias e contou ter pedido um esclarecimento à escola.</p>
</div>
<div id="chunk-afu80">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="39">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Precisávamos de plano de enfrentamento [contra o racismo e o nazismo] que têm de ser institucional. Isso pode sugerir que temos estudantes vinculados a grupos neonazistas. Se não tivermos estudantes que são membros de grupos de neonazistas, talvez que estejam sob influência dessa ideologia, seja por internet ou família.”</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8jlar">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com Ana, a situação na escola chegou a um ponto em que muitas pessoas podem se tornar alvos de quem é intolerante.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="39" data-block-id="41">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Pais de estudantes negros, LGBTs e pessoas com deficiência são vítimas desse ódio, eles têm direito de ser informados que isso pode representar <span class="highlight highlighted">risco para a segurança dos filhos deles</span>”, alertou a educadora. “Minha segurança está em risco também.”</blockquote>
</div>
<div id="chunk-ar55n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="43">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo Ana, somente depois de ter ido às redes sociais e pedido providências é que a diretoria da escola passou a atender algumas das suas propostas para tentar combater a intolerância.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9umhv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="44">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“A escola aceitou se propor a mudar a postura e hoje [nesta terça] fez a primeira ação coletiva de combate ao racismo com todos os professores ao mesmo tempo&#8221;, afirmou a professora. &#8220;<span class="highlight highlighted">É insuficiente, lento e tardio. Mas tenho que reconhecer que foi feito</span>.”</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="45">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">&#8216;Custo emocional é imenso&#8217;</span></p>
</div>
<div id="chunk-3h8p6">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="46">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/kxcySJRriHXlgUVe5CIAmBs2cxc=/0x0:530x525/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/F/7/9F19OkTdKgB8FQva7gPw/ana-koteban-foto-1.jpg" alt="Ana Koteban com seus alunos — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Ana Koteban com seus alunos — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-83lmq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="47">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A educadora comentou que ainda se sente abalada emocionalmente com o que aconteceu.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4o4tm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="81" data-block-id="48">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O custo emocional é imenso, e o dano causado sobre nosso emocional é profundo e invisibilizado. Muitos dizem: &#8216;Para quê tanto barulho?&#8217; <span class="highlight highlighted">Desprezam nossa dor</span>. Vivemos num país que é educado para desprezar nossa humanidade. E isso é pesado. É inaceitável. <span class="highlight highlighted">O ambiente escolar é insalubre para pessoas negras.</span> Prejudica a nossa saúde mental e gera problemas não só de desempenho escolar e ascensão na carreira, mas gera problema de saúde física. Por isso dizemos: o racismo mata&#8221;, falou Ana.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="67" data-block-id="50">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">A técnica de enfermagem Silvia Letícia, de 44 anos, é mãe de um aluno de 18 anos que estuda na escola. &#8220;<span class="highlight highlighted">Eu sou mãe de um menino aluno, menino trans, que também já sofreu preconceito nessa escola.</span> E a <span class="highlight highlighted">Ana intermediou o assunto com todo carinho e respeito</span>. Meu filho se sentiu amparado e eu também. Então eu acho injusto o que estão fazendo com ela&#8221;, disse.</blockquote>
<p>Silvia suspeita que os ataques racistas contra a professora possam ter sido feitos por alguns estudantes. &#8220;Tem de ser feito algo emergencial para que esses alunos entendam que estão errados, que eles não estão indo à escola para ficar apontando o dedo e humilhando o próximo.&#8221;</p>
</div>
<div id="chunk-8ln2u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="52">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um dos estudantes que se mobilizou para protestar contra os atos racistas e desenhos nazistas dentro da escola foi uma aluna de 17 anos do grêmio estudantil ouvida pela reportagem, com a autorização de seus pais.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="89" data-block-id="53">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Para mim, como estudante foi muito chocante. Eu não esperava isso dos alunos. Não esperava que alguém poderia fazer isso com a professora&#8221;, disse a adolescente. &#8220;Não consigo acreditar que exista gente que faça isso até hoje. É uma falta de respeito. <span class="highlight highlighted">Eu fiquei muito triste e chorei </span>até na frente dela [Ana] quando ela começou a falar. <span class="highlight highlighted">Como eu sou uma menina negra também, eu senti que eu deveria me posicionar.</span> Por que não é só sobre o que ocorreu com ela, mas <span class="highlight highlighted">é sobre esse pensamento racista</span>&#8220;</blockquote>
</div>
<div id="chunk-5a89m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="55">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A <strong>Rede de Proteção e Resistência Contra o Genocídio</strong> acompanha o caso de Ana. &#8220;A violência estrutural do racismo atinge todos os setores da sociedade. <span class="highlight highlighted">Precisamos de uma ação conjunta e efetiva de toda comunidade escolar</span> para que isso não se repita&#8221;, disse <strong>Marcio Berhing Silva</strong>, articulador da rede na Zona Sul.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="7" data-block-id="56">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">O que diz a pasta da Educação</span></p>
</div>
<div id="chunk-5ph29">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="57">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/DKPwWaMEYmnPWlAHhIXW4B_vPc0=/0x0:871x536/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/F/F/YR5lBWT9e5HByYzkZCrQ/ana-koteban-depoimento.jpg" alt="Ana Koteban usou suas redes sociais para denunciar ter sido vítima de racismo na escola onde dá aulas de sociologia — Foto: Reprodução/Instagram" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Ana Koteban usou suas redes sociais para denunciar ter sido vítima de racismo na escola onde dá aulas de sociologia — Foto: Reprodução/Instagram</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-bimfm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="58">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Procurada para comentar as denúncias de racismo e neonazismo cometidas dentro da Escola Municipal de Ensino Fundamental e Médio Professor Linneu Prestes, a Secretaria Municipal da Educação encaminhou a seguinte nota ao <strong>g1</strong>:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5opjh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="59">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>&#8220;A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Educação (SME), repudia qualquer ato de discriminação e racismo. </em><span class="highlight highlighted"><em>Tão logo ficou sabendo do episódio, a Diretoria Regional de Ensino instaurou apuração interna</em></span><em>, já em andamento, e está à disposição para colaborar com qualquer investigação oficial em curso.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c202k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="61">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>O Núcleo de Apoio e Acompanhamento para a Aprendizagem </em><span class="highlight highlighted"><em>(NAAPA),</em></span><em> que conta com psicopedagogos e psicólogos, </em><span class="highlight highlighted"><em>acompanha o caso e prestará todo o apoio necessário durante o processo.</em></span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-biij2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="62">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>A </em><span class="highlight highlighted"><em>EMEFM Professor Linneu Prestes promove ações constantes com a temática antirracista</em></span><em>, como rodas de conversa, apresentação de vídeos para discussão e elaboração de textos e, ainda neste mês, há na programação um seminário, onde alunos e professores irão participar.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ei1un">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="63">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>A SME possui o Núcleo de Educação para as Relações Étnico-Raciais (NEER), com base nos princípios de Equidade, Educação Inclusiva e Educação Integral, com o objetivo central de fomentar e promover práticas antirracistas, inclusivas e acolhedoras a todas e todos. </em><span class="highlight highlighted"><em>Formar profissionais atentos às desigualdades </em></span><em>e comprometidos para sua superação perpassa os fazeres deste núcleo.</em></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-af0sj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="63" data-block-id="64">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Neste ano, a Prefeitura de São Paulo adquiriu 741.333 livros literários sobre a temática étnico-racial para compor os acervos das escolas municipais e serem distribuídos entre os estudantes por meio do programa Minha Biblioteca. A compra faz parte do programa “São Paulo Farol Antirracista”, realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Relações Internacionais com intuito de </em><span class="highlight highlighted"><em>promover ações de combate ao racismo</em></span><em>.&#8221;</em></p>
</div>
</div>
<p>g1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">13879</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Polícia pede prisão de namorado de professora morta após ser violentada com objeto em SP</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/policia-pede-prisao-de-namorado-de-professora-morta-apos-ser-violentada-com-objeto-em-sp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Aug 2022 11:51:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[morta]]></category>
		<category><![CDATA[namorado]]></category>
		<category><![CDATA[professora]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=7549</guid>

					<description><![CDATA[O namorado da mulher de 48 anos que morreu após ser violentada com um cabo de vassoura em São Vicente, no litoral de São Paulo, teve a prisão temporária decretada pela polícia. O objeto perfurou a parte central do intestino grosso da professora aposentada Cleonice Antônio Santos. O homem é considerado suspeito por ter abandonado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2812322948" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O namorado da mulher de 48 anos que morreu após ser violentada com um cabo de vassoura em São Vicente, no litoral de São Paulo, teve a prisão temporária decretada pela polícia. O objeto perfurou a parte central do intestino grosso da professora aposentada Cleonice Antônio Santos. O homem é considerado suspeito por ter abandonado a vítima no hospital dizendo que ela &#8216;havia passado mal&#8217;.<br /><br />Segundo apurado pelo g1 nesta quinta-feira (18), Manoel Acácio é oficialmente investigado pela Polícia Civil como o principal suspeito pela morte da professora aposentada. Até o momento, ele não foi encontrado, mas ainda não é considerado foragido. Dois familiares do investigado, bem como a filha da vítima, prestaram depoimento às autoridades.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os policiais também foram até o local do crime e apreenderam um lençol com material vermelho, que foi encaminhado ao Instituto de Criminalística para análise. A Polícia Civil afirmou, ainda, que irá ouvir os médicos que atenderam a vítima, bem como os profissionais da ambulância que a socorreram para tentar traçar um panorama do que aconteceu.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em entrevista ao <strong>g1</strong>, o delegado Marcos Alexandre Alfino, do 1º Distrito Policial do município, onde o caso é investigado, alegou que, em um primeiro momento, <span class="highlight highlighted">a morte é tratada pela corporação como homicídio.</span></p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles quote">
<div class="quote__caption">Nenhuma vertente está descartada. Então, este homicídio pode vir a se transformar em feminicídio</div>
<div class="quote__author">— Marcos Alexandre Alfino, delegado da Polícia Civil</div>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="9">Em nota, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) afirmou que a autoridade policial representou pela prisão temporária do suspeito e segue com as diligências visando a sua localização para esclarecimento dos fatos, e que detalhes serão preservados para garantir a autonomia ao trabalho policial.</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="11">
<h2 class="content-text__container">Entenda o caso</h2>
<p>A professora aposentada Cleonice Antônio Santos, de 48 anos, morreu após ser violentada com um cabo de vassoura em São Vicente. O objeto perfurou a parte central do intestino grosso.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A vítima morreu no Hospital Municipal de São Vicente. O laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML), obtido pela reportagem, aponta que a causa da morte foi <span class="highlight highlighted">&#8220;choque séptico&#8221;, ou seja, uma infecção generalizada, que foi causada pela perfuração.</span></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na unidade de saúde, a equipe médica disse à família de Cleonice que encontrou de pus na cavidade. Os médicos realizaram uma cirurgia chamada laparotomia exploratória, em que o abdômen é aberto e os órgãos abdominais são examinados em busca de lesões ou doenças.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao <strong>g1</strong>, a artesã Luzinete Aragão, prima da vítima, alega que <span class="highlight highlighted">a família suspeita do namorado de Cleonice</span>, que teria desaparecido após levá-la ao hospital.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um boletim de ocorrência foi registrado no 1º Distrito Policial de São Vicente segunda-feira (15), dia em que Cleonice morreu. A filha dela informou à Polícia Civil que, segundo relatado pelo próprio namorado da mãe, Cleonice teria sido socorrida por ele após &#8220;se sentir mal&#8221;.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Reprodução/Redes Sociais e Arquivo Pessoal</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*G1</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">7549</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
