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	<title>Primeiro Trimestre - Portal NDC</title>
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		<title>Desemprego de 7% no 1º tri é o menor já registrado para o período</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Apr 2025 17:37:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Primeiro Trimestre]]></category>
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					<description><![CDATA[IBGE mostra também recorde no rendimento do trabalhador O Brasil fechou o primeiro trimestre de 2025 com taxa de desocupação de 7%. Esse patamar fica acima do registrado no trimestre anterior, encerrado em dezembro (6,2%), no entanto, é o menor para os meses de janeiro a março em toda a série histórica do Instituto Brasileiro de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2548463305" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>IBGE mostra também recorde no rendimento do trabalhador</p>
<p>O Brasil fechou o primeiro trimestre de 2025 com taxa de desocupação de 7%. Esse patamar fica acima do registrado no trimestre anterior, encerrado em dezembro (6,2%), no entanto, é o menor para os meses de janeiro a março em toda a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), iniciada em 2012.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1640997&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1640997&amp;o=node" /></p>
<p>O<strong> recorde anterior era de 2014, quando a taxa de desocupação no período marcou 7,2%. Em 2024, o índice era de 7,9%.</strong></p>
<p><strong>Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quarta-feira (30)</strong>. O IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.</p>
<p>Na metodologia do IBGE, pessoas que não trabalham, mas que também não buscam vagas não entram no cálculo de desempregados.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a alta da desocupação na passagem do quatro trimestre de 2024 para o primeiro de 2025 é explicada pelo aumento no número de pessoas que buscaram emprego, que cresceu 13,1%, representando 7,7 milhões à procura de vaga (891 mil a mais que no período terminado em dezembro). No entanto, quando a comparação é com o mesmo período de 2024, houve redução de 10,5% nesse contingente.</p>
<p><strong>De acordo com a coordenadora de Pesquisas Domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, o resultado revela comportamento sazonal, &#8220;de modo geral, observado nos primeiros trimestres de cada ano&#8221;.</strong></p>
<h2>Setores</h2>
<p>Em relação ao número de ocupados, as reduções mais significativas entre o fim de 2024 e o dado apurado em março pertencem aos seguintes setores:</p>
<p>&#8211; construção (menos 397 mil pessoas);</p>
<p>&#8211; alojamento e alimentação (menos 190 mil pessoas);</p>
<p>&#8211; administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (menos 297 mil pessoas);</p>
<p>&#8211; serviços domésticos (menos 241 mil pessoas);</p>
<h2>Carteira assinada</h2>
<p>Adriana Beringuy considera que a redução da ocupação no primeiro trimestre (menos 1,3 milhão de pessoas) não comprometeu negativamente o cenário do mercado de trabalho brasileiro.</p>
<blockquote>
<p>“Embora tenha havido retração da ocupação, essa retração não comprometeu o contingente de empregados com carteira assinada”.</p>
</blockquote>
<p><strong>O número de trabalhadores com carteira assinada não teve variação significativa na comparação com o trimestre encerrado em dezembro e chega a 39,4 milhões, renovando um recorde.</strong></p>
<p><strong>Segundo Adriana, o patamar é sinal de “sustentabilidade” do mercado de trabalho</strong>. De acordo com a pesquisadora, o panorama do emprego é mais resistente a sofrer efeitos do cenário macroeconômico, como os<a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1425-ao-ano#:~:text=Copom%20eleva%20juros%20b%C3%A1sicos%20da,25%25%20ao%20ano%20%7C%20Ag%C3%AAncia%20Brasil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> </a>juros altos, utilizados para esfriar a economia em momentos de inflação alta. </p>
<p>A taxa de informalidade, que contempla a população sem carteira assinada, marcou 38% no trimestre encerrado em março – a menor desde o terceiro trimestre de 2020 (também 38%). A mais baixa já registrada foi de 36,5% no segundo trimestre de 2020.</p>
<h2>Rendimento</h2>
<p>A<strong> pesquisa mostra ainda que o rendimento médio mensal dos trabalhadores foi de R$ 3.410, renovando recorde que pertencia ao trimestre encerrado em fevereiro (R$ 3.401).</strong> Esses valores são reais, ou seja, já aplicados os efeitos da inflação. </p>
<p>A massa de rendimentos, o conjunto de dinheiro que os trabalhadores recebem para girar a economia ou poupar, ficou em R$ 345 bilhões, bem perto do maior já registrado (R$ 345,2 no último trimestre de 2024).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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