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	<title>primeiro computador brasileiro - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 Sep 2022 11:12:54 +0000</lastBuildDate>
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	<title>primeiro computador brasileiro - Portal NDC</title>
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		<title>Patinho Feio: como funcionava o primeiro computador brasileiro, criado há 50 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/patinho-feio-como-funcionava-o-primeiro-computador-brasileiro-criado-ha-50-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 11:12:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[primeiro computador brasileiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Há 50 anos, em uma época em que quase não havia profissionais capacitados no país, cerca de 15 pesquisadores criaram o primeiro computador brasileiro. O aparelho ficou conhecido como Patinho Feio na Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), onde foi desenvolvido. O Patinho Feio tinha apenas 4 kilobytes de armazenamento (um simples disquete [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1317392201" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Há 50 anos, em uma época em que quase não havia profissionais capacitados no país, cerca de 15 pesquisadores criaram o primeiro computador brasileiro. O aparelho ficou conhecido como Patinho Feio na Poli-USP (Escola Politécnica da Universidade de São Paulo), onde foi desenvolvido.<br /><br />O Patinho Feio tinha apenas 4 kilobytes de armazenamento (um simples disquete tem 360 vezes mais espaço). Não contava com tela, mouse, nem a maioria das funções dos computadores de hoje. Mas serviu para dar início à indústria brasileira de equipamentos digitais.</p>
<p>&#8220;O Patinho Feio foi uma semente da indústria digital brasileira a partir de um protótipo viável&#8221;, disse Lucas Moscato, professor aposentado de automação industrial e robótica da Poli-USP e um dos criadores do computador, em entrevista ao <a href="https://g1.globo.com/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">g1</a>.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O dispositivo foi resultado de um esforço de engenheiros, professores, estagiários e estudantes de pós-graduação da faculdade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;A gente teve alunos excelentes. Muitos ficaram trabalhando conosco na Poli, outros alimentaram a indústria de computadores que começou a surgir no Brasil&#8221;, destacou Edith Ranzini, professora da Poli-USP e uma das quatro mulheres que participaram do projeto, ao <strong>g1</strong>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O 50º aniversário do dispositivo começa a ser comemorado nesta quinta-feira (22) na Poli-USP. Nos próximos meses, serão realizadas exposições e visitas programadas de estudantes para mostrar os avanços da tecnologia e destacar a importância dos investimentos na universidade pública.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>O que é o Patinho Feio?</h2>
</div>
<p>O primeiro computador brasileiro foi um projeto do antigo Laboratório de Sistemas Digitais da USP, hoje chamado de Departamento de Engenharia de Computação e Sistemas Digitais. <span class="highlight highlighted">Inaugurado em 24 de julho de 1972, ele começou a ser desenvolvido dois anos antes</span>.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O dispositivo foi criado depois do pedido da Marinha para a construção de um computador nacional que pudesse ser utilizado em seus navios. O aparelho seria feito na Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), que chamou seu projeto de Cisne Branco.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Então, os engenheiros da USP, que também projetavam um computador, chamaram a sua iniciativa de Pato Feio, que viria a ser chamado no diminutivo. &#8220;Foi realmente uma brincadeira que gerou o nome. O Patinho Feio teve essa ligação com o que o pessoal da Unicamp propôs fazer&#8221;, explicou Moscato.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="28" data-block-id="19">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">O Cisne Branco da Unicamp não vingou e o G10, um sucessor do Patinho Feio, viria a ser utilizado em sistemas de navegação de alguns navios da Marinha.</blockquote>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="20">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/wKpIxY5eQRmOlrLj-ZOtr_xOswg=/0x0:1829x1525/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/H/r/cuy6geQ5KcNyYuFBURgw/arcebispo-inauguracao-patinho-feio.jpg" alt="Bispo Dom Ernesto de Paula na inauguração do Patinho Feio, em 1972 — Foto: Jorge Murata/USP" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Bispo Dom Ernesto de Paula na inauguração do Patinho Feio, em 1972 — Foto: Jorge Murata/USP</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="22">
<div class="content-intertitle">
<h2>Como funcionava?</h2>
</div>
<p>O Patinho Feio era controlado por um <span class="highlight highlighted">painel com botões e chaves liga-desliga que enviavam códigos binários (0 e 1) para rodar pequenos programas</span>.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O dispositivo também usava um sistema de entrada e saída com periféricos, ou seja, aparelhos que ficam conectados à máquina. Nesse projeto, os acessórios serviam para salvar e iniciar programas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Esses programas eram salvos em fitas perfuradas impressas em teletipo, uma espécie de máquina de escrever que enviava e recebia mensagens por telégrafo. Depois, uma máquina leitora podia ler essas fitas e executar os programas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="32" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Na época em que foi desenvolvido, o Patinho Feio era considerado um minicomputador. Mas ele pesava cerca de 60 kg e, como destacou a professora Edith, tinha o tamanho de dois frigobares.</blockquote>
<p>&#8220;Um &#8216;frigobar&#8217;, do lado esquerdo, é para as fontes de alimentação, para você ver como ele consumia energia&#8221;, relembrou. &#8220;O outro é a parte do Patinho Feio propriamente dito, é aquele em que há um painel verde&#8221;.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="28">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/soeTTCmfU_3HuB14Cd2PcWICSts=/0x0:781x769/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/m/m/MoaqPnTXyJsSkWMauYjQ/patinho-feio.jpeg" alt="Painel do Patinho Feio tem botões e chaves liga-desliga que eram usados para enviar comandos — Foto: Divulgação/USP" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Painel do Patinho Feio tem botões e chaves liga-desliga que eram usados para enviar comandos — Foto: Divulgação/USP</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="30">
<div class="content-intertitle">
<h2>Para que servia?</h2>
</div>
<p>Como tinha pouca memória, o Patinho Feio rodava apenas pequenos programas de demonstração. Ele seguia instruções para criar listas e copiar textos, além de realizar contas de soma e subtração, por exemplo.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="32">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/ikS0oxvb_im_pPROAQpbnhkm438=/0x0:1920x1935/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/p/g/QfuEyHTMO6mAc8cDqoSA/laudo-natel-inauguracao-patinho-feio.jpg" alt="Então governador de São Paulo, Laudo Natel compareceu à inauguração do Patinho Feio, em 1972 — Foto: Jorge Murata/USP" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Então governador de São Paulo, Laudo Natel compareceu à inauguração do Patinho Feio, em 1972 — Foto: Jorge Murata/USP</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A ideia era testar o que tinha sido aprendido nas aulas sobre sistemas digitais, incluídas no curso de Engenharia da Computação da Poli-USP um ano antes da inauguração do computador.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O importante na época era demonstrar a capacidade de desenvolver um equipamento confiável que funcionasse e permitisse que os engenheiros que ali haviam trabalhado pudessem progredir fazendo outros equipamentos ou indo até para a indústria&#8221;, diz Moscato.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="44" data-block-id="36">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Segundo Edith, o objetivo &#8220;era estudar como fazer um módulo de entrada e saída, como ligar mais um periférico. O foco não era tanto que programa fazer, era dotar o Patinho Feio de mais recursos de infraestrutura básica para depois o pessoal rodar programa&#8221;.</blockquote>
<p><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">O que veio depois?</span></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="37">
<p>O segundo computador do grupo de engenheiros da USP foi o G10, produzido para a Marinha. Ele serviu de base para <span class="highlight highlighted">o primeiro computador comercial brasileiro, chamado de MC 500 e fabricado pela Cobra (Computadores e Sistemas Brasileiros)</span>.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="39">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/KH6GeLfupqhTQcuvodiO8omHbr8=/0x0:1802x1838/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2022/D/R/sWAJRxSzGAK6X6Q5tbbA/patinho-feio-lucas-moscato.jpg" alt="Lucas Moscato, um dos criadores do Patinho Feio, em demonstração do computador — Foto: Jorge Murata/USP" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Lucas Moscato, um dos criadores do Patinho Feio, em demonstração do computador — Foto: Jorge Murata/USP</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="40">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O conhecimento obtido com o Patinho Feio ainda ajudaria pesquisadores em outros projetos, que incluíram sistemas de controle de trens, apoio a motoristas em rodovias e de central telefônica.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="34" data-block-id="42">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Outras indústrias nasceram a partir daí e muita coisa aconteceu por 25 anos até meados dos anos 1990, quando a opção brasileira foi pela agricultura, deixando um pouco de lado a indústria&#8221;, avalia Moscato.</blockquote>
<p>Os dois engenheiros ouvidos pelo <strong>g1 </strong>destacam que a indústria brasileira não estava preparada para a <a href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2012/09/planejado-contra-hiperinflacao-plano-collor-deu-inicio-abertura-comercial.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">abertura comercial no início dos anos 1990</a>, que aumentou a presença no país de equipamentos de empresas estrangeiras. Para eles, é preciso fortalecer o setor no brasil.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="44">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Edith alerta ainda para o <a href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2021/09/13/com-queda-de-investimento-em-ciencia-e-tecnologia-brasil-perde-talentos-para-outros-paises.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">problema de fuga de cérebros do país</a>. &#8220;Tem uma série de coisas que, para serem feitas, precisam de indústria por trás. Mas algumas, por exemplo, desenvolvimento de software, precisam de cabeças. E elas estão indo embora, tem muita gente indo para o exterior&#8221;, afirma.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
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