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	<title>preços - Portal NDC</title>
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	<title>preços - Portal NDC</title>
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		<title>IPCA sobe 0,56% em outubro com aumento no preço das carnes e na conta de luz, diz IBGE</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ipca-sobe-056-em-outubro-com-aumento-no-preco-das-carnes-e-na-conta-de-luz-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Nov 2024 14:48:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[No acumulado do ano, o IPCA apresenta um crescimento de 3,88%, enquanto nos últimos 12 meses, a alta chega a 4,76%, ultrapassando o limite da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,5% Os dados econômicos de outubro revelam um aumento nos preços, impulsionado principalmente pelo setor de alimentos e pela energia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-781245683" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No acumulado do ano, o IPCA apresenta um crescimento de 3,88%, enquanto nos últimos 12 meses, a alta chega a 4,76%, ultrapassando o limite da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,5%</p>
<p>Os dados econômicos de outubro revelam um aumento nos preços, impulsionado principalmente pelo setor de alimentos e pela energia elétrica. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (<strong>IBGE</strong>), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (<strong>IPCA</strong>) registrou uma alta de 0,56% no mês passado, acima dos 0,44% de setembro. Trata-se da maior alta para um mês de outubro desde 2022. Essa é a maior elevação para um mês de outubro desde 2022.</p>
<p>No acumulado do ano, o IPCA apresenta um crescimento de 3,88%, enquanto nos últimos 12 meses, a alta chega a 4,76%, ultrapassando o limite da meta de inflação estabelecida pelo Banco Central, que é de 4,5%. O IPCA estava dentro desse limite, com alta de 4,42% até setembro. Os principais responsáveis por essa elevação dentre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados foram os setores de habitação e alimentação e bebidas, que tiveram variações de 1,49% e 1,06%, respectivamente.</p>
<p>Dentro do grupo de habitação, a energia elétrica residencial teve um aumento significativo de 4,74%. Já no setor de alimentação, a alta foi ainda mais acentuada, com os preços de alimentos consumidos em casa subindo de 0,56% em setembro para 1,22% em outubro. As maiores altas foram nos preços das<strong> carnes</strong>, com alta de 5,81%. O corte de acém subiu 9,09%; da costela, 7,40%; contrafilé, 6,07%; e alcatra, 5,79%. O IBGE também aponta aumentos no preço do tomate (9,82%) e café moído (4,01%). Já os preço da manga (-17,97%), do mamão (-17,83%) e da cebola (-16,04%) registraram queda.</p>
<p>Na área de Saúde e cuidados pessoais, a variação foi de 0,38%, com os planos de saúde subindo 0,53%. Esse aumento se deve a reajustes que foram autorizados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), refletindo a pressão sobre os custos nesse setor.</p>
<p>Regionalmente, Goiânia se destacou com a maior alta, atingindo 0,80%, influenciada pelo aumento nos preços da energia elétrica e do contrafilé. Em contraste, Aracaju apresentou a menor variação, com apenas 0,11%, resultado de quedas nos preços da gasolina e do transporte urbano. Essa disparidade entre as regiões evidencia como fatores locais podem impactar a inflação de maneira distinta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Jovem Pan</p>
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		<item>
		<title>Ministério Público quer prefeitos do interior como &#8220;fiscais&#8221; dos preços durante a seca</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ministerio-publico-quer-prefeitos-do-interior-como-fiscais-dos-precos-durante-a-seca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 15:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[fiscais]]></category>
		<category><![CDATA[Interior do Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[MInistério Público]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>
		<category><![CDATA[prefeitos]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministério Público recomendou para ao menos dois prefeitos que façam pesquisas de preços para conter eventuais abusos durante a seca O Ministério Público do Amazonas está preocupado com o impacto da vazante dos rios do Amazonas no abastecimento dos municípios e os efeitos no bolso do consumidor. Em duas representações, o MPAM recomendou aos prefeitos dos municípios [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-218259620" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministério Público recomendou para ao menos dois prefeitos que façam pesquisas de preços para conter eventuais abusos durante a seca</p>
<p>O Ministério Público do Amazonas está preocupado com o impacto da vazante dos rios do Amazonas no abastecimento dos municípios e os efeitos no bolso do consumidor. Em duas representações, o MPAM recomendou aos prefeitos dos municípios de São Gabriel da Cachoeira, no Alto Rio Negro, e Canutama, no Purus, que tomem providências para inibir estes efeitos econômicos nas respectivas populações.</p>
<p><strong>Entre as recomendações estão</strong>:</p>
<ul>
<li>Fazer levantamento no comércio local dos preços de água, alimentos e remédios a fim de possibilitar o adequado controle de abusos durante o período de estiagem/seca/</li>
<li>Realizar campanha de conscientização da população em relação aos efeitos da estiagem/seca;</li>
<li>Elaborar programa de incentivo aos comerciantes locais , de natureza fiscal ou tributária, objetivando que contribuam para o enfrentamento dos problemas da estiagem/seca , com condutas preventivas , tais como estocagem de água e gêneros alimentícios.</li>
</ul>
<p>No caso de Canutama, as recomendações do promotora de Justiça substituta Maria Cynara Rodrigues Cavalcanti também foram para secretários da prefeitura e com ações em diversos níveis, como por exemplo recomendar ao secretário Municipal de Educação que tome providências para não deixar faltar merenda escolar nas unidades da área urbana e da zona rural.</p>
<p>Cynara Rodrigues também deu um prazo de dez dias para o prefeito Zé Roberto (PSC) informar as medidas tomadas para o atendimento das recomendações.</p>
<p>Em São Gabriel da Cachoeira, o promotor Paulo Alexander Santos Beriba fez recomendações semelhantes, deu os mesmos 10 dias para o prefeito Clóvis Corubão (União) tomar as medidas que objetivam colocar as recomendações em prática e lembrou que, conforme estimativa do Governo do Estado, os efeitos da estiagem/seca devem ser adiantados em até 30 dias com os primeiros impactos sendo sentidos neste mês de julho na calha do rio Negro.</p>
<p>Os dois municípios alvos do Ministério Público tradicionalmente sofrem com o abastecimento e a inflação de preços durante os períodos de seca uma vez que a logística para o transporte é feita quase que exclusivamente por meio fluvial.</p>
<p>Canutama fica nas margens do Purus, um rio que entra no Amazonas vindo do Acre e que sofre com a baixa dos rios neste Estado, daí ser um dos primeiros a sofrer com a seca no Amazonas.</p>
<p>Já São Gabriel consome praticamente todo tipo de alimentos importados de comerciantes de Manaus, que na seca recorde do ano passado tiveram que improvisar uma operação logística, que não contou, por exemplo, com o porto de Camanaus, o principal da cidade pois o nível da água no local estava muito baixo e exigiu o transporte em barcos menores e com calado pequeno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fote: RealTime1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Preço do combustível impactou alta recorde da inflação oficial</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/preco-do-combustivel-impactou-alta-recorde-da-inflacao-oficial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2022 14:24:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[preços]]></category>
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					<description><![CDATA[A inflação oficial acumulada em 12 meses registrou, em março deste ano, taxa de 11,3%. Essa é a maior variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desde outubro de 2003, quando havia ficado em 13,98%. Desde setembro do ano passado, a taxa acumulada em 12 meses está acima dos 10%. Entre dezembro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4218403496" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A inflação oficial acumulada em 12 meses registrou, em março deste ano, taxa de 11,3%. Essa é a maior variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desde outubro de 2003, quando havia ficado em 13,98%.</p>
<p>Desde setembro do ano passado, a taxa acumulada em 12 meses está acima dos 10%. Entre dezembro de 2003 e agosto de 2021, o IPCA só havia superado a barreira dos 10% por quatro meses, entre novembro de 2015 e fevereiro de 2016.</p>
<p>O resultado também está bem acima da meta de inflação, estabelecida pelo Banco Central, que varia entre 2% e 5% para 2022.</p>
<p>Grupos de despesa importantes para a composição do índice como alimentação, transportes e habitação registram altas de preços acima da média da inflação oficial.</p>
<p>Os preços dos alimentos, por exemplo, subiram 11,62% em 12 meses, puxados por itens como cenoura (166,17%), tomate (94,55%) e hortaliças e verduras (33,29%).</p>
<p>Os transportes acumulam alta de preços de 17,37% em 12 meses, puxados pelos combustíveis (27,89%). A gasolina subiu 27,48%, o óleo diesel, 46,47% e o etanol, 24,59%. Também se destacam o transporte por aplicativo (42,74%) e o seguro voluntário de veículos (16,43%).</p>
<p>Já os gastos com habitação tiveram aumento de 15%, com variações de preços de 28,52% para energia elétrica residencial e de 29,80% para os combustíveis domésticos, o que inclui o gás usado para cozinhar.</p>
<p>Os itens monitorados, isto é, aqueles que têm preço regulado por autoridades governamentais, acumulam alta de 14,84% no ano.</p>
<p><strong>Difusão da inflação</strong><br />
Em março, o IPCA registrou taxa mensal de 1,62%, a maior taxa para o mês desde o início do Plano Real, em 1994. Segundo o pesquisador do IBGE Pedro Kislanov, os combustíveis tiveram um destaque no mês, não apenas para aumentar a taxa dos transportes como também de outros itens.</p>
<p>“Em março, há um efeito da alta dos combustíveis, principalmente da gasolina e do diesel, que aumentam o custo do frete, sobre outros componentes do IPCA, como por exemplo, a própria parte de alimentação e bebidas. Há um componente do custo de frete que acaba sendo repassado para o consumidor”, explica.</p>
<p>O índice de difusão da inflação, que mostra o percentual de itens que tiveram aumento de preços no mês, chegou a 76%, o maior desde fevereiro de 2016.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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