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	<title>praias - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>praias - Portal NDC</title>
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		<title>Os objetos estranhos que aparecem misteriosamente nas praias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Mar 2023 23:31:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[objetos estranhos]]></category>
		<category><![CDATA[praias]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma esfera quase perfeita, com cerca de 1,5 metro de diâmetro, intrigou recentemente a população do Japão. No mês passado, o objeto metálico misterioso apareceu no litoral da cidade japonesa de Hamamatsu, gerando uma série de especulações sobre o que poderia ser. Apesar do exterior metálico, provavelmente não era uma mina explosiva, embora o esquadrão antibombas tenha ido até lá verificar. Tampouco [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-939286142" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div id="chunk-5i29o">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma <strong>esfera </strong>quase perfeita, com cerca de 1,5 metro de diâmetro, intrigou recentemente a população do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/japao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Japão</a>.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-1r3ut">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No mês passado, <a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2023/02/24/o-que-e-esfera-metalica-misteriosa-que-apareceu-em-praia-no-japao-segundo-oceanografo.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">o objeto metálico misterioso</a> apareceu no litoral da cidade japonesa de Hamamatsu, gerando uma série de <strong>especulações </strong>sobre o que poderia ser.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-tqbq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apesar do exterior metálico, provavelmente não era uma mina explosiva, embora o esquadrão antibombas tenha ido até lá verificar. Tampouco acredita-se que era um dispositivo de vigilância, receio que foi alimentado pelos recentes relatos de <a href="https://g1.globo.com/mundo/noticia/2023/02/13/o-que-se-sabe-sobre-os-objetos-voadores-derrubados-nos-eua-e-no-canada.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">balões espiões chineses</a> sobrevoando os <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/estados-unidos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estados Unidos</a>.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="18" data-block-id="6">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Mas não foi a primeira vez em que um esfera gigante foi levada pelo mar até a costa.</blockquote>
</div>
</div>
<p>Em 2019, a polícia de <a href="http://g1.globo.com/mundo/gra-bretanha/cidade/londres.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Londres</a> recebeu a denúncia de que um <strong>dispositivo explosivo não detonado</strong> havia sido encontrado às margens do Rio Tâmisa, em Wapping. <strong>Era um enfeite de Natal gigante</strong>.</p>
<div id="chunk-6aqlo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Tampouco é a primeira vez que um artefato misterioso aparece no litoral. <span class="highlight highlighted">Todos os anos, o oceano traz muitos objetos incomuns</span> que, muitas vezes, não podem ser imediatamente explicados.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7m1tg">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="10">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/2uTuFmxGqjBd8qAbXRljXdEJFZk=/0x0:800x450/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/8/O/bQpjlhRXCpMVwyxA2BJQ/foto-2-a-esfera-metalica-que-apareceu-na-costa-do-japao-despertou-curiosidade-e-ate-teorias-da-conspiracao.jpg" alt="A esfera metálica que apareceu na costa do Japão despertou curiosidade e até teorias da conspiração — Foto: Getty Images via BBC" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">A esfera metálica que apareceu na costa do Japão despertou curiosidade e até teorias da conspiração — Foto: Getty Images via BBC</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-3khle">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="19" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos últimos anos, banhistas se depararam com uma <strong>série de objetos</strong> nas praias. A seguir, estão são alguns exemplos:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="208" data-block-id="12">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Em 2022, surgiu na Flórida, nos <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/estados-unidos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estados Unidos</a>, um <strong>objeto de metal e madeira</strong> incomum com 24 metros de comprimento. As pessoas especularam que poderia ser uma barreira, um píer antigo ou até uma fileira de arquibancada de uma prova de automobilismo da Nascar. Os arqueólogos concluíram que era o <strong>casco de um navio naufragado</strong>.</li>
<li>Os moradores do litoral da Bretanha, na <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/franca/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">França</a>, passaram 35 anos se surpreendendo com os <strong>aparelhos de telefone</strong> fixo com o personagem <strong>Garfield </strong>que chegavam até as praias. O culpado era um contêiner marítimo perdido, que apenas recentemente foi localizado.</li>
<li>Uma década atrás, <strong>blocos de material emborrachado</strong> marcados com a palavra Tjipetir apareceram em toda a Europa. Eles podem ter vindo de uma plantação de borracha na <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/indonesia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Indonésia</a>.</li>
<li>Outro mistério relacionado à borracha surgiu no litoral no ano passado, quando um curioso <strong>bloco sólido em camadas</strong> foi encontrado em Falmouth, na Inglaterra. Ele pode ter sido um feixe de folhas de borracha 100 anos atrás. Outro bloco foi encontrado em Shetland, na Escócia, em 2020.</li>
<li>Um <strong>grande objeto de espuma</strong> foi encontrado na Carolina do Sul (<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/estados-unidos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estados Unidos</a>) em 2018. Parte da imprensa chamou de <strong>“lixo espacial”</strong>, mas uma análise mais completa das autoridades locais sugeriu posteriormente que se tratava de uma <strong>boia</strong>.</li>
</ul>
<div id="chunk-2vt57">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="14">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/tahsPCK1JW64LBnc1jA4d1YB0hY=/0x0:800x450/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2023/0/R/PgywFASbSLAy3otiyXVQ/foto-3-telefones-do-personagem-garfield-passaram-anos-aparecendo-nas-praias-francesas-ate-que-a-explicacao-fosse-encontrada.jpg" alt="Telefones do personagem Garfield passaram anos aparecendo nas praias francesas até que a explicação fosse encontrada — Foto: Getty Images via BBC" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Telefones do personagem Garfield passaram anos aparecendo nas praias francesas até que a explicação fosse encontrada — Foto: Getty Images via BBC</p>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-74btf">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span class="highlight highlighted">As descobertas de objetos nas praias revelam, muitas vezes, como eles conseguem viajar por longas distâncias e quanto tempo podem permanecer no oceano</span>. Materiais como plástico ou borracha podem resistir décadas no mar e viajar por milhares de quilômetros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2p59g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 2020, o National Trust — o Fundo Nacional para Locais de Interesse Histórico ou Beleza Natural do Reino Unido — publicou uma lista de objetos insólitos encontrados nas praias do país.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="34" data-block-id="17">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">A lista incluía um inseticida contra moscas da <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/russia/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Rússia</a> e uma lata de aerossol da <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/arabia-saudita/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Arábia Saudita</a>, além de um pacote de salgadinhos de 1976 e os restos de um piquenique dos anos 1980.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-3ikou">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Às vezes, os pesquisadores conseguem adivinhar a origem dos objetos trazidos pelo mar usando <strong>mapas das correntes oceânicas</strong> meticulosamente elaborados. E, a partir dos anos 1980, os cientistas marinhos passaram a empregar um conjunto padronizado de boias que enviam uma mensagem com sua localização em intervalos de algumas horas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6vhta">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma década atrás, os oceanógrafos usaram esses dados para construir um <strong>mapa interativo</strong>, que revela qual a <span class="highlight highlighted">distância que os fragmentos flutuantes podem percorrer</span>. Basta clicar em um ponto no oceano, e o mapa dirá onde um objeto naquele local irá parar depois de dias, semanas ou meses.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="25" data-block-id="21">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Um objeto lançado na costa do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/japao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Japão</a>, por exemplo, pode atingir a o litoral da Califórnia, nos <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/estados-unidos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estados Unidos</a>, depois de cerca de três anos.</blockquote>
<p>Às vezes, os próprios fragmentos ajudam os cientistas a mapear as correntes oceânicas.</p>
</div>
<div id="chunk-ep4k9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="62" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O exemplo mais famoso de resíduo utilizado com este propósito são os<strong> 29 mil patos, sapos, tartarugas e castores de brinquedo</strong>, conhecidos como <span class="highlight highlighted">Amigos Flutuantes</span>, que caíram do navio Ever Laurel no Oceano Pacífico em 1992. Eles continuaram a ser encontrados mais de uma década depois, o que permitiu aos pesquisadores rastrear a velocidade, a localização e o alcance das correntes oceânicas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a4k1s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/japao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Japão</a>, onde foi encontrada a esfera gigante, os pesquisadores também recorreram aos detritos para mapear as correntes marítimas. Entre eles, objetos naturais, como pedras-pomes flutuantes originárias de vulcões subterrâneos, mas também produtos descartados, como cartuchos de tinta de impressão, seringas, bolas de golfe, cartões de visita e garrafas de bebida, segundo Shigeru Fujieda, da Universidade de Kagoshima, no <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/japao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Japão</a>.</p>
<div id="chunk-blnap">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em um documento publicado no início de fevereiro, Fujieda propôs uma nova forma de rastrear as correntes oceânicas: os isqueiros.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="31" data-block-id="27">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Os isqueiros descartáveis são um dos poucos tipos de lixo marinho que possuem comprovação da sua origem, pois eles têm informações impressas sobre a cidade ou o país consumidor”, ele escreveu.</blockquote>
<p>E o isqueiro também “pode ficar à deriva por muito tempo no mar, devido à sua construção oca e robusta. Ele pode ser facilmente encontrado, recolhido e retirado da praia, devido às suas cores brilhantes e seu pequeno tamanho”, afirma o estudo.</p>
</div>
<div id="chunk-hded">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="69" data-block-id="29">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fujieda analisou <strong>79.948 isqueiros</strong> coletados em praias e estuários de todo o Pacífico Norte, do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/japao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Japão</a> aos <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/estados-unidos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estados Unidos</a>, ao longo de sete anos. Isso permitiu que ele mapeasse e rastreasse os fluxos marítimos de detritos pela Ásia e pela América do Norte – o que pode, em princípio, <span class="highlight highlighted">permitir que os países entendam melhor de onde vêm o lixo e o plástico poluente que chega às suas praias</span>.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="26" data-block-id="30">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Em tese, essas informações poderiam também ajudar a identificar como espécies potencialmente invasivas podem cruzar os oceanos sobre fragmentos flutuantes para colonizar novas partes do mundo.</blockquote>
<p>Em 2011, o tsunami que atingiu o <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/japao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Japão</a> carregou <strong>cinco milhões de toneladas de detritos</strong> para o mar. Parte deles passou mais de um ano flutuando no Pacífico Norte – incluindo os restos de um cais com 18 metros de comprimento que viajaram por 451 dias – até chegar à costa oeste dos <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/estados-unidos/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Estados Unidos</a> e do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/canada/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Canadá</a>.</p>
<div id="chunk-58aga">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="64" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">E espécimes da vida marinha, normalmente só encontrados nas águas rasas do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/japao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Japão</a>, pegaram carona com os destroços. Pesquisadores encontraram 289 criaturas marinhas que normalmente habitam a costa do <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/japao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Japão</a> entre os fragmentos analisados, incluindo uma espécie de estrela-do-mar altamente predadora, chamada estrela-do-mar-do-pacífico-norte. <span class="highlight highlighted">A descoberta levantou o receio de que ela poderia se instalar em águas americanas e começar a devastar a biodiversidade local.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-cl9aa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="34">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em relação à esfera misteriosa que apareceu no <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/japao/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Japão</a>, ela não foi identificada até o momento da publicação desta reportagem. Mas a explicação mais provável é um pouco mais sem graça do que as ideias mirabolantes que surgiram nas redes sociais. <span class="highlight highlighted">É provável que seja algum tipo de boia de atracação.</span></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3bvb9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="35">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Provavelmente, isso não irá impedir as pessoas e a imprensa de continuar especulando, como acontece todas as vezes em que o mar nos brinda com um grande objeto misterioso.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b4ej2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="36">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><em>Leia a </em><a href="https://www.bbc.com/future/article/20230222-the-strange-items-washing-up-on-beaches" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>versão original desta reportagem</em></a><em> (em inglês) no site </em><a href="https://www.bbc.com/future/article/20230222-the-strange-items-washing-up-on-beaches" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><em>BBC Future</em></a><em>.</em></p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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