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		<title>Após tentar esconder Bolsonaro, PP anuncia veto a coligações com o PT em todos os estados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 00:12:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[O PP, sigla do Centrão que está na coligação do presidente Jair Bolsonaro (PL), anunciou nesta terça-feira um veto a coligações com o PT, partido do ex-presidente Lula, em todos os estados. A manifestação da cúpula do PP ocorreu dias depois de o partido ter entrado na Justiça Eleitoral no Piauí, estado de seu presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-689457416" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O PP, sigla do Centrão que está na coligação do presidente Jair Bolsonaro (PL), anunciou nesta terça-feira um veto a coligações com o PT, partido do ex-presidente Lula, em todos os estados. A manifestação da cúpula do PP ocorreu dias depois de o partido ter entrado na Justiça Eleitoral no Piauí, estado de seu presidente licenciado, ministro Ciro Nogueira (Casa Civil), numa tentativa de proibir a circulação de imagens que mostrem Bolsonaro com candidatos apoiados pelo partido na disputa ao governo local.<br /><br />Em paralelo à tentativa de esconder a imagem de Bolsonaro em estados do Nordeste, onde o presidente é considerado um candidato com forte rejeição, o PP fez um aceno ao Palácio do Planalto proibindo apoios ao PT em todo o país. Nogueira, presidente licenciado do PP, discursou ao lado de Bolsonaro na convenção nacional do partido, na última quarta-feira, e publicou registros do evento em suas redes sociais.<br /><br />Já na convenção estadual do PP no Piauí, no fim de semana, a imagem de Bolsonaro não apareceu no evento que declarou apoio à candidatura de Silvio Mendes (União) ao governo, tendo como vice a deputada federal Iracema Portella (PP), ex-mulher de Nogueira. No estado, o PP alegou ser fake news qualquer imagem que vincule Mendes e Portella a Bolsonaro, sob o argumento de que o PL tem candidatura própria ao governo, com o major Diego Melo.<br /><br />O presidente em exercício do PP, deputado federal Cláudio Cajado, chegou a declarar no início do ano que não via &#8220;problema nenhum&#8221; em manter a aliança com o PT em seu estado, a Bahia, e apoiar Bolsonaro nacionalmente. À época, o PP fazia parte da base do governador Rui Costa (PT), e pleiteava assumir o Executivo baiano em um mandato-tampão com o vice-governador João Leão (PP). Sem o espaço desejado, Leão rompeu com o PT e declarou apoio a ACM Neto (União).</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Ceará, em convenção realizada no último sábado, a direção estadual do PP havia fechado uma aliança com o ex-governador Camilo Santana (PT), candidato ao Senado, e com o candidato petista ao governo, Elmano de Freitas. Nesta terça, a direção nacional do PP interveio para cancelar a coligação.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O Diretório Nacional do Progressistas informa que a sigla não irá fazer coligação com o Partido dos Trabalhadores em nenhum Estado brasileiro. O PP oficializou, por meio de convenção nacional, coligação com o PL e apoio à reeleição do presidente Jair Bolsonaro&#8221;, informa a nota.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">PP e PT vinham articulando participar da mesma coligação em pelo menos outros três estados: Espírito Santo, Pará e Mato Grosso. No caso da eleição capixaba, o PP aprovou em convenção no último sábado o apoio ao governador Renato Casagrande (PSB), também apoiado pelo PT, que chegou a pleitear a indicação do vice na chapa.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O PP, por sua vez, havia condicionado a aliança à presença de Ricardo Ferraço (PSDB) na chapa como candidato a vice-governador. No domingo, a convenção do PSB capixaba oficializou Ferraço como vice na chapa, com Rose de Freitas (MDB) como candidata ao Senado, deixando PP e PT sem espaços majoritários.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Pará, os dois partidos formam a base de apoio ao governador Helder Barbalho (MDB), e ambos pretendem lançar candidatos ao Senado pela chapa: Flexa Ribeiro (PP) e Beto Faro (PT). Barbalho liberou os partidos de sua coligação a lançarem candidatos &#8220;isoladamente&#8221; ao Senado, amparado em uma resolução do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que liberou a prática.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="84" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Mato Grosso, o PP aproximou-se do ex-presidente Lula após o apoio petista à candidatura de Neri Geller (PP-MT) ao Senado. Geller havia tentado uma aliança com o governador Mauro Mendes (União), que acabou optando por apoiar o senador Wellington Fagundes, do PL, candidato à reeleição. Por ora, a federação que une PT, PCdoB e PV avalia lançar ao governo a candidatura de Márcia Pinheiro (PV), numa chapa com Geller. Márcia é casada com o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB), adversário do governador.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Cristiano Mariz/Agência O Globo</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Fonte: O Globo</p>
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		<title>Bolsonaro celebra casamento com o PP e diz que ‘não precisa de cartinha’ para defender democracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[PP]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente Jair Bolsonaro (PL) comemorou a coligação entre o Progressistas (PP) e o Partido Liberal (PL). A aliança política, que confirma o apoio da sigla à reeleição do mandatário, foi aprovada nesta quarta-feira, 27, em evento na Câmara dos Deputados, com a presença de lideranças como Ciro Nogueira (PP), ministro da Casa Civil e presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3840745761" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Presidente Jair Bolsonaro (PL) comemorou a coligação entre o Progressistas (PP) e o Partido Liberal (PL). A aliança política, que confirma o apoio da sigla à reeleição do mandatário, foi aprovada nesta quarta-feira, 27, em evento na Câmara dos Deputados, com a presença de lideranças como Ciro Nogueira (PP), ministro da Casa Civil e presidente licenciado do Progressistas, o presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL), a deputada e ex-ministra Tereza Cristina e o líder do governo Ricardo Barros (PP-PR). Em discurso, Bolsonaro agradeceu o apoio à sua candidatura e reforçou a aliança entre o Executivo e o Legislativo. “Lira, entenda que sou o deputado número 514 desta Casa”, iniciou o mandatário, que também falou na irmandade entre os partidos e no “orgulho” de recordar os anos em que foi filiado. “Ciro [Nogueira], nesse clima, nesse ambiente, que dá voltando de voltar dá”, falou, aos risos. “Como é bom voltar aqui, ver algumas caras não tão novas, mas bastante familiares e que me fazem encher de orgulho e trazer boas recordações”, reforçou. Bolsonaro esteve na legenda de 2005 a 2016.</p>
<p>“Com esse apoio hoje, esse casamento nosso por ocasião das eleições, e que vai continuar depois, todos nós ganhamos. Tenho muito orgulho de ter integrado essa Casa por 28 anos, muito orgulho de desfrutar da amizade de parte de vocês e também um grande orgulho de ser brasileiro”, também mencionou. Em outro momento, o Bolsonaro ressaltou a defesa da democracia e liberdade, afirmando não precisar de uma “cartinha” ou sinalização para demonstrar que “o nosso caminho na democracia é liberdade e respeito à Constituição”.</p>
<p>“Defendemos a democracia. Não precisamos de nenhuma cartinha para falar que defendemos a democracia. Não precisamos, então, de apoio ou de sinalização de quem quer que seja para mostrar que o nosso caminho é a democracia, a liberdade, é o respeito à Constituição”, afirmou Bolsonaro. A fala é uma clara referência ao manifesto intitulado “Carta às brasileiras e aos brasileiros em defesa do Estado Democrático de Direito!”, divulgado pelo site da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP) e que conta com mais de 100 mil assinaturas um dia após a divulgação.</p>
<p>Foto: Wilton Júnior</p>
<p>Fonte: JP</p>
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