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	<title>porte de arma - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>porte de arma - Portal NDC</title>
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		<title>Polícia Civil fala sobre as medidas que devem ser realizadas sobre o caso do investigador de polícia Raimundo Nonato Machado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Aug 2023 16:44:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[advogado]]></category>
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		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[do investigador de polícia Raimundo Nonato Machado.]]></category>
		<category><![CDATA[porte de arma]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (21), Bruno Fraga e Guilherme Torres, delegado-geral e delegado-geral adjunto da instituição,  realizou coletiva de imprensa para falar sobre o caso do investigador de polícia Raimundo Nonato Machado. As autoridades policiais prestaram solidariedade às vítimas e o delegado-geral enfatizou que a instituição não compactua com qualquer desvio de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (21), Bruno Fraga e Guilherme Torres, delegado-geral e delegado-geral adjunto da instituição,  realizou coletiva de imprensa para falar sobre o caso do investigador de polícia Raimundo Nonato Machado.</p>
<p>As autoridades policiais prestaram solidariedade às vítimas e o delegado-geral enfatizou que a instituição não compactua com qualquer desvio de conduta de seus servidores, e assegurou que, além da parte criminal, todas as transgressões administrativas também serão apuradas.</p>
<p>“Ressalto que não houve omissão por parte do plantão do 19º Distrito Integrado de Polícia (DIP) no momento da apresentação dos envolvidos. As materialidades apresentadas fez com o que o delegado plantonista decidisse por imputar o crime de lesão corporal ao investigador e flagrantear a esposa dele por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito, disparo de arma de fogo, lesão corporal e ameaça”, disse Bruno Fraga.</p>
<p>Fraga esclareceu, ainda, que pode haver uma alteração na tipificação do que foi imputado ao servidor, para que ele responda a outros crimes. Isso ocorrerá a partir da análise técnica que será feita durante o prazo legal do Inquérito Policial (IP) instaurado no 19º DIP.</p>
<p>O delegado-geral adjunto reforçou que, no decorrer do procedimento, as testemunhas do fato serão ouvidas e as imagens da câmera de segurança, bem como o laudo pericial e demais materialidades, serão analisadas.</p>
<p>“Reiteramos que a PC-AM reprova o ocorrido e não coaduna com qualquer tipo de violência para solucionar conflitos. Colocaremos todos os esforços para que os fatos sejam esclarecidos e iremos apurá-los com todo rigor. Novamente, nos solidarizamos com as vítimas e repudiamos a conduta do investigador”, disse Guilherme Torres.</p>
<p>As autoridades policiais ressaltaram que todas as medidas cabíveis quanto ao servidor foram tomadas. Ele se apresentou na manhã de domingo (20) na Delegacia Geral, situada na avenida Pedro Teixeira, bairro Dom Pedro, zona centro-oeste, e permanece na carceragem da PC-AM, à disposição da Justiça.</p>
<p>Os procedimentos administrativos foram abertos na Corregedoria Geral do Sistema de Segurança Pública (Correg), da Secretaria de Estado de Segurança Pública (SSP-AM), para apurar a conduta do servidor.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da Assessoria</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Atiradores e caçadores usam aplicativos e redes de clubes para contornar regras de porte de arma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Sep 2022 11:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[porte de arma]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o porte de armas proibido, caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) usam subterfúgios para andarem armados independentemente do horário e local, sem seguir o rito da lei. Os truques vão do uso de aplicativos com geolocalização para mapear entidades de tiros próximas a uma rede de clubes para “os viciados...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Com o porte de armas proibido, caçadores, atiradores e colecionadores (CACs) usam subterfúgios para andarem armados independentemente do horário e local, sem seguir o rito da lei. Os truques vão do uso de aplicativos com geolocalização para mapear entidades de tiros próximas a uma rede de clubes para “os viciados no cheiro da pólvora” que querem “manter o treino em dia” em várias cidades. Para mapear as principais estratégias, o GLOBO conversou com CACs, donos de entidades de tiro, especialistas em armas e profissionais da segurança pública. O Exército não comentou as práticas.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="86" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Até 2003, qualquer brasileiro com mais de 21 anos podia ir a bares, shoppings, parques e teatros com uma arma. Com o Estatuto do Desarmamento, o porte foi proibido para civis, com exceções para poucas categorias profissionais. Em 2017, no governo Michel Temer (MDB), uma portaria do Exército mudou esse cenário ao regulamentar o porte de trânsito para os CACs. O policial federal Roberto Uchôa, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, pesquisou os clubes de tiro e no livro &#8220;Armas para quem?&#8221;, retrata essa virada.</p>
</div>
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<div id="banner_materia2" class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload" data-id="banner_materia2">— Até aquele ano, eram os esportistas que frequentavam os clubes. Esse público que chega depois não vai atraído pelo tiro desportivo, mas se torna CAC para conseguir o porte de trânsito. As pessoas querem andar armadas — conclui Uchôa.</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="82" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A categoria ganhou o direito de se deslocar de casa até o clube de tiro ou competição com a arma municiada e pronta para uso. Em 2019, um decreto do presidente Jair Bolsonaro (PL) reforçou o porte para a categoria. Pela subjetividade ao declarar o deslocamento, o porte de trânsito criou uma confusão jurídica. Em junho, havia no Brasil 673.818 CACs com direito ao porte de trânsito, expedido pelo Exército, diante de 13.971 portes ativos para defesa pessoal registrados pela Polícia Federal.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— O porte de trânsito para CACs é um prato cheio para a ilegalidade. Depois das normativas infralegais do Bolsonaro, eles passaram a criar mecanismos para mais gente circular armada pelo país. O resultado é mais incidentes de violência — afirma a advogada Juliana dos Santos, coordenadora jurídica da Rede Liberdade.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Um dos subterfúgios adotados recentemente é a criação de redes de clubes de tiros, segundo um atirador que pediu anonimato. Uma delas, a Companhia de Pólvora, de Joinville, permite ao filiado pagar a anuidade de apenas um clube mas frequentar mais de 60, em 13 estados.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="13" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— As garantias não são ilegais, mas são imorais — defende o atirador.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em suas redes sociais, o “clube dos clubes de tiros” se dirige aos que não conseguem ficar longe do estande “mesmo quando em viagem, a lazer ou a trabalho”. Procurada, a Companhia da Pólvora não se pronunciou.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O uso de aplicativos com a geolocalização dos clubes é outra artimanha. O usuário consegue uma lista das entidades mais próximas, com a opção de agendar um treino para minutos depois. Seria um álibi, caso o CAC seja parado pela fiscalização.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="60" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como uma forma de dar cobertura aos mal-intencionados, de acordo com especialistas, há ainda os clubes com funcionamento 24 horas. Essas entidades permitem que o atirador circule armado à noite e de madrugada. O clube G16 Universidade do Tiro, em São Paulo, intitula-se o primeiro do Brasil que nunca fecha. Seu proprietário, Gustavo Pazzini, responde às críticas com ironia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="74" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Acho magnífico, quem teve essa ideia é visionário — diz ele, para em seguida se explicar. — Quem conhece minha história sabe que não montei para dar porte 24 horas. Um pouco antes de abrir, teve um furto num clube próximo. Pensei: “se eu for roubado também, não vou me reerguer nunca mais”. Comecei a dormir lá para fazer a segurança, e percebi que os frequentadores foram ficando, queriam treinar até mais tarde.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="18">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">&#8216;Porte abacaxi&#8217;</span></p>
<p>Profissionais da segurança reclamam da dificuldade de fiscalizar os infratores, com a impossibilidade de comprovar que não estão a caminho de um clube de tiro. Mas os CACs alegam que o porte de trânsito acaba por colocar em risco a categoria, já que “servidores públicos abusam da autoridade e levam para a delegacia mesmo aqueles dentro da lei”. No universo dos CACs, a permissão é conhecida como “porte abacaxi”.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="76" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O termo é atribuída ao advogado César Mello, de 40 anos, candidato a deputado estadual no Paraná. Atirador há mais de uma década, Mello diz ter criado seu canal no YouTube para explicar aos CACs que “o porte de trânsito é um instituto jurídico diverso do porte de arma” e qualquer desvio pode ter consequências graves, inclusive a prisão. A fruta virou sua marca: está na logo da campanha eleitoral e na vinheta do canal.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Tem de descascar o abacaxi. Entender que existe limitação e precisa agir de acordo com a limitação. Algumas pessoas tentam exacerbar — admite Mello.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="27" data-block-id="23">
<p>Em um de seus vídeos, Mello afirma ter dado palestras sobre o porte abacaxi para mais de 6 mil pessoas, com uma “técnica jurídica de desobediência civil de verdade, aquela em que o Estado quer te prender, mas não consegue”. E divulga que fará uma grande live para desvendar os segredos do porte abacaxi, dizer aquilo que “não pode ser dito” e ensinar os espectadores a se tornarem “imprendíveis”. Explica que a live não ficará gravada e tomará medidas contra quem reproduzir o conteúdo sem autorização. Se a técnica está de acordo com a lei, por que não pode ser pública?</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Porque foi um evento de arrecadação de campanha. Se deixasse no ar, ninguém iria doar. Foi um truque de marketing. Nada do que foi falado lá é diferente dos mais de 800 vídeos que tenho na internet — responde.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="26">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Sem punição</span></p>
<p>Um caso recente ocorrido na região do Campo Belo, em São Paulo, dá uma ideia dos riscos do porte de trânsito inconsequente. Um CAC e empresário do ramo de farmácias atirou em um ladrão já rendido que havia tentado roubar seu relógio. Mesmo denunciado por porte ilegal de arma de fogo e tentativa de homicídio e preso, não foi descredenciado do clube de tiros. Até a última sexta-feira, 10, o Exército não havia informado à entidade a qual ele é filiado sobre o ocorrido.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="89" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O empresário João Henrique Marfim Stakowiak, de 38 anos, abastecia seu Porsche num posto de combustível quando foi abordado por um homem armado com um simulacro de arma de fogo e que tentou levar seu relógio. Após a tentativa de roubo, o suspeito fugiu, foi abordado por um policial civil, que o rendeu após um disparo na perna. Mesmo com o suspeito rendido e baleado, Stakowiak se aproximou e atirou contra ele: &#8220;você ia me matar no posto&#8221;, alegou. O suspeito foi socorrido e levado a um hospital.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="97" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o boletim de ocorrência, Stakowiak disse aos policiais ser CAC. Afirmou que, depois de abastecer o carro, iria para sua empresa e ao clube de tiros G16, no bairro de Moema, na região Sul. Acabou preso em fragrante por tentativa por tentativa de homicídio e porte ilegal de arma, uma vez que &#8220;ultrapassou sobremaneira as atribuições de um CAC, pois utilizou o armamento, aparentemente, para promover justiça com as próprias mãos, sem demonstrar em momento algum que eventualmente estaria se dirigindo para qualquer clube de tiro&#8221;, segundo o documento. Sua pistola 9mm foi recolhida.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Stakowiak era filiado ao clube G16 Universidade do Tiro de Moema desde maio, segundo Gustavo Pazzini, o proprietário da rede. A unidade é voltada para o público A+, com funcionamento 24 horas por dia e anuidade de até R$ 8 mil. Pazzini soube pela reportagem que o filiado se envolveu numa tentativa de homicídio.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="32">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8211; A partir de agora, vamos desligá-lo. Ele não poderá mais entrar no clube enquanto ele estiver respondendo a processo &#8211; explicou Pazzini. &#8211; Temos mais de 5 mil filiados, não é a primeira vez que temos de desligar alguém por cometer alguma infração ou algo que o Estado reconhece como infração.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="33">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo o Tribunal de Justiça, a prisão em flagrante de Stakowiak foi convertida em preventiva e ele está no centro de detenção provisória 2, de Guarulhos. Sua defesa preferiu não se pronunciar no momento. Stakowiak tinha registro de caçador, atirador e colecionador desde o ano passado. O Exército não respondeu se o documento foi cassado.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Edilson Dantas</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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