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	<title>Policia Federal - Portal NDC</title>
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	<title>Policia Federal - Portal NDC</title>
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		<title>Polícia Federal deflagra nova fase da Operação Overclean</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/policia-federal-deflagra-nova-fase-da-operacao-overclean/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Jan 2026 16:26:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Overclean]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigados podem responder pelo crime de organização criminosa A Polícia Federal (PF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Receita Federal deflagraram nesta terça-feira (13) a nona fase da Operação Overclean visando desarticular uma organização criminosa suspeita de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro. Em...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Investigados podem responder pelo crime de organização criminosa</p>
<p><strong>A Polícia Federal (PF), a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Receita Federal deflagraram nesta terça-feira (13) a nona fase da Operação <em>Overclean </em>visando desarticular uma organização criminosa suspeita de desvio de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares, corrupção e lavagem de dinheiro.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1674826&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1674826&amp;o=node" /></p>
<p>Em nota, a PF informou que estão sendo cumpridos nove mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal (STF), na Bahia e no Distrito Federal. O principal alvo é o deputado federal Félix Mendonça Júnior (PDT-Bahia).</p>
<p>“O STF determinou o bloqueio de R$ 24 milhões em contas bancárias de pessoas físicas e jurídicas investigadas, com o objetivo de interromper a movimentação de valores de origem ilícita e preservar ativos para eventual reparação aos cofres públicas”, detalhou o comunicado.</p>
<p>Ainda segundo a PF, os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, corrupção ativa e passiva, peculato, fraude em licitações e contratos administrativos, além de lavagem de dinheiro.</p>
<h2>Fases iniciais</h2>
<p><strong>A primeira fase da Operação <em>Overclean</em> foi desencadeada no dia 10 de dezembro de 2024 e investigou o direcionamento de recursos públicos provenientes de emendas parlamentares e convênios para empresas e indivíduos ligados a prefeituras baianas.</strong></p>
<p>Na época, a PF informou que o esquema contava com o apoio de policiais, que repassavam informações sensíveis à organização criminosa, como a identificação de agentes federais envolvidos em diligências sigilosas.</p>
<p>Ainda durante suas primeiras frentes de investigações, em dezembro de 2024, a Overclean contou com a ajuda da Agência Americana de Investigações de Segurança Interna (<em>Homeland Security Investigations</em>) para apurar o desvio de recursos públicos de emendas parlamentares e convênios.</p>
<p>Havia suspeitas de superfaturamento em obras e desvio de recursos para “empresas e indivíduos ligados a administrações municipais” &#8211; que teriam movimentado cerca de R$ 1,4 bilhão.</p>
<p>Na época, a PF informou que o “esquema ilícito teria atingido diretamente o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (DNOCS), principalmente na Coordenadoria Estadual da Bahia, além de outros órgãos públicos”.</p>
<p>Por determinação judicial, oito servidores públicos foram afastados de suas funções.</p>
<h2>Fases recentes</h2>
<p>Em junho de 2025, durante a quarta fase da operação, foi determinado o afastamento de dois prefeitos da Bahia, suspeitos de desvio de emendas parlamentares: Humberto Raimundo Rodrigues de Oliveira, do município de Ibipitanga; e Alan Machado, de Boquira.</p>
<p>Em julho de 2025, na quinta fase da <em>Overclean</em>, o núcleo investigado teria manipulado procedimentos de licitações e desviado recursos públicos de emendas parlamentares destinadas ao município baiano de Campo Formoso.</p>
<p>Segundo os investigadores, houve também a tentativa de obstruir as investigações. O Supremo Tribunal Federal, na época, determinou o bloqueio de R$ 85,7 milhões de contas de pessoas físicas e jurídicas investigadas.</p>
<p>A sétima fase da <em>Overclean </em>foi deflagrada no dia 16 de outubro. Nela, foi expedida uma medida cautelar que acabou por afastar do cargo um agente público suspeito de participar do esquema.</p>
<p>Foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades baianas de Riacho de Santana, Wenceslau Guimarães; e Arraial do Cabo (RJ).</p>
<p>E na oitava fase da operação, no fim de outubro, cinco mandados de busca e apreensão foram cumpridos em Brasília, São Paulo, Palmas e Gurupi (TO) por determinação do STF.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Entenda a atuação do STF e a paralisação do caso Banco Master</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/entenda-a-atuacao-do-stf-e-a-paralisacao-do-caso-banco-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2025 16:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Bacelar]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
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		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão de Dias Toffoli centraliza investigação de R$ 17 bilhões no Supremo após menção a contrato de imóvel ligado a deputado; especialistas analisam a legalidade do sigilo e da competência Uma decisão monocrática proferida pelo ministro Dias Toffoli em 3 de dezembro alterou o curso da Operação Compliance Zero, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Decisão de Dias Toffoli centraliza investigação de R$ 17 bilhões no Supremo após menção a contrato de imóvel ligado a deputado; especialistas analisam a legalidade do sigilo e da competência<br /><br />Uma decisão monocrática proferida pelo ministro Dias Toffoli em 3 de dezembro alterou o curso da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema de fraude financeira estimado em R$ 17 bilhões envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). Ao acolher um pedido da defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, o magistrado determinou a retirada do inquérito da 10ª Vara Federal de Brasília e o levou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O despacho paralisou todas as diligências em andamento na primeira instância, incluindo quebras de sigilo bancário e análises periciais, centralizando qualquer nova medida investigativa exclusivamente no gabinete do ministro.<br /><br />A investigação original apura a emissão de títulos de crédito sem lastro — conhecidos no mercado como “títulos podres” — que teriam sido usados para cobrir rombos financeiros e vendidos ao BRB. De acordo com informações reveladas pelo jornal O Globo, a Polícia Federal suspeita que carteiras de crédito artificiais foram criadas para inflar os ativos da instituição, lesando os cofres do banco estatal do Distrito Federal.<br /><br />O argumento principal para a mudança de competência baseou-se em um documento apreendido pela PF na residência de Vorcaro. Segundo reportagem do jornal Estadão, trata-se de um “termo de opção de compra” de um imóvel de luxo em Trancoso (BA), avaliado em R$ 250 milhões, que envolveria uma empresa ligada ao deputado federal João Carlos Bacelar. Embora o Ministério Público Federal (MPF) sustente que a transação imobiliária não possui conexão com as fraudes na emissão de títulos ao BRB e que o negócio sequer foi concretizado, a defesa alegou que a simples menção ao parlamentar atrairia a prerrogativa de foro.<br /><br />O episódio ganhou ainda mais repercussão quando, dias antes de decretar o sigilo absoluto aos autos, Toffoli viajou a Lima para assistir à final da Libertadores. Conforme noticiado pela coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, o ministro viajou em um jato privado do empresário Luiz Oswaldo Pastore, acompanhado de Augusto de Arruda Botelho, ex-Secretário de Justiça do governo Lula e advogado de Luiz Antonio Bull, diretor de Compliance do Banco Master preso na operação.</p>
<h3><strong>Linha tênue da imparcialidade</strong></h3>
<p>A viagem do magistrado ao lado de um advogado que atua diretamente para uma das partes investigadas reacendeu o debate sobre os limites éticos e legais da magistratura. Embora a Constituição Federal de 1988 não liste hipóteses taxativas de impedimento, ela assegura o princípio do juiz natural e da imparcialidade. As regras objetivas são definidas pelo Código de Processo Civil (CPC), aplicável subsidiariamente ao processo penal.</p>
<p>Segundo Liliane Sobreira, advogada, mestranda em Direito Constitucional pela PUC-SP e professora da disciplina, a legislação é clara ao definir quando a isenção de um juiz está comprometida.</p>
<p>“O juiz deve obrigatoriamente se declarar impedido quando existir vínculo objetivo com a causa (…) ou suspeito se for amigo íntimo ou inimigo de alguma das partes, se receber presentes, favores ou aconselhar alguma das partes”, explica a professora. Ela reforça que o magistrado deve seguir o art. 144 do CPC para garantir o devido processo legal.</p>
<p>Para o jurista e advogado constitucionalista Fabio Tavares Sobreira, a situação atual desafia a própria interpretação da lei, uma vez que o afastamento deveria ser um dever de ofício do magistrado diante de vínculos concretos.</p>
<p>“Não se trata de juízo subjetivo. É uma garantia constitucional de imparcialidade e o magistrado tem dever jurídico de afastar-se sempre que uma dessas situações legais se verificar”, afirma Fabio, classificando o episódio como “um escárnio jurídico”.</p>
<h3><strong>‘Foro privilegiado’ e o deslocamento do processo</strong></h3>
<p>O ponto jurídico central utilizado pela defesa do Banco Master para levar o caso ao STF foi a citação do deputado João Carlos Bacelar nos autos. Historicamente, o Supremo tem debatido a extensão do foro por prerrogativa de função. Em 2018, no julgamento da Questão de Ordem na Ação Penal 937, a Corte restringiu o foro apenas a crimes cometidos durante o mandato e relacionados ao exercício do cargo.</p>
<p>A decisão de Toffoli, ao puxar todo o inquérito — e não apenas a parte referente ao parlamentar —, diverge do entendimento de que o STF não deve funcionar como um “juízo universal”.</p>
<p>Wallyson Costa, advogado com atuação em contencioso no Eichenberg Advogados, analisa com cautela a fundamentação utilizada para a subida dos autos. Para o especialista, embora a Constituição atribua ao STF o julgamento de parlamentares, este caso desperta dúvidas.</p>
<p>“Causa estranheza o fato de que a decisão que fundamenta o deslocamento de competência se deu em virtude de um contrato que faz menção a um parlamentar, o que acredito ser insuficiente, à primeira vista, para eventual investigação criminal em face do respectivo”, avalia Costa.</p>
<p>Sobre a possibilidade de fatiamento do inquérito, mantendo a parte financeira na primeira instância, Costa ressalta que há uma lacuna legislativa que permite interpretações variadas pelo Tribunal.</p>
<p>“Poderia, sim, o STF desmembrar o processo, todavia, não há uma obrigatoriedade para que isto ocorra, tendo em vista que a legislação é silente neste caso, cabendo ao Tribunal observar de forma casuística qual seria a melhor estratégia”, completa o advogado.</p>
<p>Liliane Sobreira corrobora a tese de que a técnica constitucional adequada não seria o deslocamento automático: “O STF, ao interpretar o art. 102, fixou entendimento de que somente os fatos diretamente relacionados ao parlamentar permanecem no STF. Os demais investigados e fatos sem conexão devem permanecer no juízo competente de origem”.</p>
<h3><strong>Sigilo e transparência em xeque</strong></h3>
<p>Além da mudança de jurisdição, a imposição de sigilo elevado ao processo impede a opinião pública sobre as movimentações financeiras bilionárias sob suspeita. A publicidade dos atos processuais é a regra no sistema jurídico brasileiro, sendo o sigilo uma exceção.</p>
<p>Para Fabio Tavares Sobreira, o bloqueio total de informações gera riscos institucionais graves, como a “opacidade institucional e o comprometimento da confiança pública no sistema de Justiça”.</p>
<p>Wallyson Costa reforça que a decretação de sigilo não pode ser baseada em suposições, mas sim em fatos concretos que ameacem a investigação. Ao analisar a decisão de Toffoli, o advogado aponta uma generalidade na justificativa.</p>
<p>“No caso em concreto, a meu ver, a decisão é genérica no sentido de deferir o sigilo absoluto dos atos, vez que não houve demonstração nesta qual seria o prejuízo que se evita”, afirma Wallyson Costa. Ele adverte que “o prejuízo não pode ser meramente hipotético, sob pena de afronta ao princípio da publicidade dos atos administrativos”, e que a decisão deveria expor riscos reais, não bastando a cautela como único argumento.</p>
<p>A falta de transparência envia sinais imprecisos ao mercado. Quando regras de competência são alteradas de forma abrupta, a previsibilidade — pilar essencial para investimentos e regulação bancária — é abalada. Liliane Sobreira alerta que a mensagem tende a criar “um ambiente de incerteza normativa”.</p>
<p>Contudo, Wallyson Costa pondera sobre o impacto imediato no mercado, sugerindo que uma decisão isolada não define todo o cenário. “A decisão, isoladamente, não reforça ou arrefece o combate às regras do jogo (…). Só poderíamos julgar se isso ocorreu, caso o STF deixe de julgar quem merece ser processado ou julgue indevidamente quem não mereça”, conclui o advogado do Eichenberg Advogados.</p>
<h3><strong>E o futuro do Banco Master?</strong></h3>
<p>Atualmente, o inquérito encontra-se paralisado na primeira instância e sob a tutela exclusiva do gabinete do ministro Dias Toffoli. O Ministério Público Federal já argumentou que o documento apreendido na casa de Daniel Vorcaro não possui conexão com as fraudes bilionárias investigadas na venda de títulos ao BRB.</p>
<p>O futuro da investigação depende agora do parecer da Procuradoria-Geral da República (<a href="http://jovempan.com.br/tag/pgr"><strong>PGR</strong></a>). O Procurador-Geral, <a href="http://jovempan.com.br/tag/paulo-gonet"><strong>Paulo Gonet</strong></a>, deverá analisar se a menção ao parlamentar é suficiente para manter o processo na Corte ou se o caso deve ser fatiado, devolvendo a apuração dos crimes financeiros ao seu juiz natural. Enquanto a PGR não se manifesta, o “nível 3” de sigilo imposto por Toffoli mantém o processo blindado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<item>
		<title>Grupo criminoso no setor de combustíveis é alvo de operações da PF</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/grupo-criminoso-no-setor-de-combustiveis-e-alvo-de-operacoes-da-pf/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Aug 2025 17:04:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigação mostra movimentações ilícitas que passam de R$ 23 bilhões A Polícia Federal (PF), com apoio da Receita Federal, deflagrou nesta quinta-feira (28) duas operações simultâneas, Quasar e Tank, em vários estados, para combater a atuação de grupos criminosos na cadeia produtiva de combustíveis. De acordo com a PF, as...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Investigação mostra movimentações ilícitas que passam de R$ 23 bilhões</p>
<p><strong>A Polícia Federal (PF), com apoio da Receita Federal, deflagrou nesta quinta-feira (28) duas operações simultâneas, Quasar e Tank, em vários estados, para combater a atuação de grupos criminosos na cadeia produtiva de combustíveis.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1656155&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1656155&amp;o=node" /></p>
<p>De acordo com a PF, as ações policiais, embora distintas, objetivam desarticular “esquemas de lavagem de dinheiro, com grande impacto financeiro”. As investigações apuraram um sofisticado esquema que utilizava fundos de investimento para ocultar patrimônio de origem ilícita, com indícios de ligação com facções criminosas.</p>
<blockquote>
<p>“Entre as estratégias utilizadas estavam transações simuladas de compra e venda de ativos — como imóveis e títulos — entre empresas do mesmo grupo, sem propósito econômico real”, diz a PF.</p>
</blockquote>
<p><strong>“Essa teia complexa dificultava a identificação dos verdadeiros beneficiários e tinha como principal finalidade a blindagem patrimonial e a ocultação da origem dos recursos”, acrescenta.</strong></p>
<p>Estão sendo cumpridos, no âmbito da Operação Quasar, 12 mandados de busca e apreensão no estado de São Paulo: na capital paulista e nas cidades de Campinas e Ribeirão Preto.</p>
<p><strong>A Justiça Federal autorizou o sequestro de fundos de investimento dos investigados, além do bloqueio de bens e valores até o limite de cerca de R$ 1,2 bilhão, valor correspondente às autuações fiscais já realizadas. Também foi determinado o afastamento dos sigilos bancário e fiscal de pessoas físicas e jurídicas investigadas.</strong></p>
<h2>Operação Tank</h2>
<p>Também deflagrada nesta quinta, os policiais federais cumprem desde cedo mandados judiciais contra integrantes de uma das “maiores redes de lavagem de dinheiro já identificadas no estado do Paraná”.<strong> Segundo a PF, a organização criminosa investigada na Operação Tank atuava desde 2019 e pode ter lavado pelo menos R$ 600 milhões,</strong></p>
<blockquote>
<p>“Movimentando mais de R$ 23 bilhões por meio de uma rede composta por centenas de empresas, incluindo postos de combustíveis, distribuidoras, holdings, empresas de cobrança e instituições de pagamento autorizadas pelo Banco Central”.</p>
</blockquote>
<p><strong>Os criminosos utilizavam diversos artifícios para ocultar a origem dos recursos. De acordo com as investigações, eles faziam uso de depósitos fracionados, que ultrapassaram R$ 594 milhões. Isso era feito por meio de “laranjas, transações cruzadas, repasses sem lastro fiscal, fraudes contábeis e simulação de aquisição de bens e serviços”.</strong></p>
<p>O trabalho investigativo constatou também fraudes na comercialização de combustíveis, entre elas “adulteração de gasolina e a chamada ‘bomba baixa’, em que o volume abastecido é inferior ao indicado. Pelo menos 46 postos de combustíveis em Curitiba estavam envolvidos nessas práticas”.</p>
<p><strong>Os agentes cumprem 14 mandados de prisão e 42 de busca e apreensão nos estados do Paraná, de São Paulo e do Rio de Janeiro. “Foram bloqueados bens e valores de 41 pessoas físicas e 255 jurídicas, totalizando uma constrição patrimonial superior a R$ 1 bilhão&#8221;.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte:  Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Delegado da Polícia Federal, Mauro Sposito morre no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/delegado-da-policia-federal-mauro-sposito-morre-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Jun 2025 15:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[delegado]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Reconhecido pelo perfil técnico e pelas operações de enfrentamento ao narcotráfico e facções criminosas na região Norte O delegado aposentado da Polícia Federal Mauro Sposito faleceu neste domingo, 15 de junho, em Manaus. A causa da morte não foi divulgada oficialmente. O velório ocorre nesta segunda-feira, a partir das 9h,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Reconhecido pelo perfil técnico e pelas operações de enfrentamento ao narcotráfico e facções criminosas na região Norte<br /><br />O delegado aposentado da Polícia Federal Mauro Sposito faleceu neste domingo, 15 de junho, em Manaus. A causa da morte não foi divulgada oficialmente.<br /><br />O velório ocorre nesta segunda-feira, a partir das 9h, na sede da Superintendência da Polícia Federal, localizada no bairro Dom Pedro, zona centro-oeste de Manaus. O sepultamento está previsto para o fim da tarde, no cemitério Recanto da Paz, no Iranduba.<br /><br />Colegas de farda, autoridades e representantes de forças de segurança lamentaram a perda e prestaram homenagens ao delegado, destacando sua integridade, firmeza e dedicação à segurança pública.<br /><br />Reconhecido pelo perfil técnico e pelas operações de enfrentamento ao narcotráfico e facções criminosas na região Norte, Sposito era considerado um dos quadros mais atuantes da corporação no Amazonas. <br /><br />Sposito morava no estado desde 1992, mas já atuava na Amazônia desde 1978.<br /><br />Foi superintendente regional da Polícia Federal por oito anos. No órgão, exerceu cargos na Unidade de Projetos Especiais e na Coordenação de Operações Especiais de Fronteiras do Departamento de Polícia Federal e da operação Roosevelt, do Ministério da Justiça.<br /><br />Em 2021 recebeu o título de Cidadão do Amazonas, da Assembleia Legislativa. Na ocasião, Sposito disse:<br /><br />“Essa homenagem foi, sim, uma das coisas mais importantes que recebi na vida. O quadro emocional é muito grande, difícil de expressar. Eu sou amazonense, posso dizer isso”.<br /><br /><br /><em>Fonte: BNC Amazonas</em></p>
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		<item>
		<title>Polícia Federal deflagra operação de combate ao garimpo ilegal em terras indígenas no interior do AM</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/policia-federal-deflagra-operacao-de-combate-ao-garimpo-ilegal-em-terras-indigenas-no-interior-do-am/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2025 16:37:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[indígenas]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação ocorre de forma integrada com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai). A Polícia Federal deflagrou a &#8220;Operação Nidaid Isquim&#8221;, de combate ao garimpo ilegal dentro da terra indígena do Vale do Javari, região situada...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A operação ocorre de forma integrada com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).<br /><br />A Polícia Federal deflagrou a &#8220;Operação Nidaid Isquim&#8221;, de combate ao garimpo ilegal dentro da terra indígena do Vale do Javari, região situada no extremo oeste do Amazonas. A ação teve início na última quinta&#8211;feira (24) e segue até o início de maio.<br /><br />A operação ocorre de forma integrada com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).<br /><br />Segundo a PF, nos primeiros dias da operação já foram inutilizadas 16 dragas e diversos maquinários utilizados no garimpo ilegal.<br /><br />A Polícia Federal também promoveu diligências para coleta de informações de inteligência, que subsidiarão futuras ações com o objetivo de identificar os líderes e financiadores da atividade ilícita, bem como suas conexões com o crime organizado.<br /><br /><br /><em>Fonte: G1</em></p>
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		<item>
		<title>Presidente do INSS é exonerado após suspeita de fraudes</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/presidente-do-inss-e-exonerado-apos-suspeita-de-fraudes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Apr 2025 10:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Alessandro Stefanutto]]></category>
		<category><![CDATA[desconto]]></category>
		<category><![CDATA[inss]]></category>
		<category><![CDATA[não autorizado]]></category>
		<category><![CDATA[operação]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Sem Desconto]]></category>
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					<description><![CDATA[Demissão foi determinada pelo presidente Lula A exoneração do presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União desta quarta-feira (23). A portaria é assinada pela ministra substituta da Casa Civil, Miriam Belchior. Stefanutto é um dos investigados na operação que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Demissão foi determinada pelo presidente Lula</p>
<p>A <strong>exoneração do presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Alessandro Stefanutto, foi </strong><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-489-de-23-de-abril-de-2025-625461333" target="_blank" rel="noopener">publicada em edição extra do Diário Oficial da União desta quarta-feira (23)</a>. A portaria é assinada pela ministra substituta da Casa Civil, Miriam Belchior.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1640001&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1640001&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Stefanutto é um dos investigados na operação que a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagraram na manhã de hoje para apurar suspeitas de um esquema de descontos não autorizados nos benefícios</strong> de aposentados e pensionistas. </p>
<p>A demissão foi determinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. </p>
<p>Mais cedo, a Justiça Federal já havia determinado o afastamento cautelar de Stefanutto e de outros cinco servidores públicos. </p>
<p>Procurador federal, Stefanutto ficou à frente da Procuradoria-Federal Especializada junto ao INSS de 2011 a 2017. <strong>Em 11 de julho de 2023, assumiu a presidência da autarquia por indicação do ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, que defendeu hoje o direito de todos os investigados à presunção de inocência</strong>.</p>
<h2>Operação </h2>
<p>A <strong>Operação Sem Desconto investiga um suposto esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizada</strong>s. <strong>Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados</strong> de aposentados e pensionistas <strong>entre 2019 e 2024</strong>. </p>
<p>Após a deflagração da operação, o governo federal anunciou a suspensão de todos os acordos de cooperação técnica que permitem que organizações da sociedade civil cobrem de aposentados e pensionistas mensalidades associativas descontadas diretamente dos benefícios pagos pelo INSS.</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Ex-vice-prefeito de Apuí é preso durante operação da Polícia Federal e Ibama</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ex-vice-prefeito-de-apui-e-preso-durante-operacao-da-policia-federal-e-ibama/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 15:14:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Apui]]></category>
		<category><![CDATA[Ex-vice-prefeito]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[
<p>Suspeito, que não teve o nome divulgado, teria movimentado altas quantias de dinheiro e causado prejuízo de R$ 19 milhões por crimes ambientais. Operação ocorreu na manhã desta quarta-feira (12).<br /><br />A Polícia Federal, em ação conjunta com o IBAMA, deflagrou nesta quarta-feira (12) a Operação Máscara Rural, em Apuí, no interior do Amazonas, que resultou na prisão preventiva de um ex-vice-prefeito do município pelos crimes de desmatamento, invasão de terras da União e lavagem de dinheiro. Os agentes também cumpriram dois mandados de busca e apreensão.</p>
<div id="chunk-d2bs6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A investigação teve início após o cruzamento de dados feito pela inteligência da PF apontar que o investigado, que não teve o nome divulgado, teria movimentado altas quantias de dinheiro, bem acima da sua capacidade financeira.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4n3jh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Foram identificadas supostas transferências de valores a pessoas físicas e jurídicas, cujas atividades não justificariam a movimentação financeira. <strong>Também foram encontrados registros de:</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5lsi0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="22" data-block-id="11">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Saques e depósitos sem identificação de origem</li>
<li>Valores fracionados</li>
<li>Operações com pessoas suspeitas</li>
<li>Supostas movimentações de altos valores sem justificativa de atividade.</li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-aldml">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>Desmatamento intenso</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-feoov">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Imagens de satélites obtidas pela PF apontaram que um imóvel rural do ex-vice-prefeito de Apuí passou por um processo de desmatamento intenso, em agosto de 2024, <strong><span class="highlight highlighted">causando um dano ambiental acima de R$ 19 milhões</span></strong>. O tamanho total da área prejudicada não foi informado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b5227">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Além do cumprimento dos mandados judiciais, serão sequestrados bens correspondentes ao valor do prejuízo ambiental estimado.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7dab2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O <strong>g1</strong> pediu o posicionamento da Prefeitura de Apuí sobre o caso, mas até a atualização mais recente desta reportagem não houve resposta.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c894l">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="16">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
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</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p class="content-media__description  "> </p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>FAB intercepta avião do Peru com drogas no espaço aéreo brasileiro, no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fab-intercepta-aviao-do-peru-com-drogas-no-espaco-aereo-brasileiro-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2025 17:17:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[FAB]]></category>
		<category><![CDATA[Força Aérea Brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Peru]]></category>
		<category><![CDATA[PF]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Polícia Federal acredita que 500 kg de drogas foram destruídos no incêndio. A Força Aérea Brasileira (FAB) e a Polícia Federal (PF) interceptaram, neste domingo (2), uma aeronave vinda do Peru que transportava drogas no espaço aéreo brasileiro. A operação ocorreu no Amazonas, a cerca de 80 km de Manaus,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Polícia Federal acredita que 500 kg de drogas foram destruídos no incêndio.<br /><br />A Força Aérea Brasileira (FAB) e a Polícia Federal (PF) interceptaram, neste domingo (2), uma aeronave vinda do Peru que transportava drogas no espaço aéreo brasileiro. A operação ocorreu no Amazonas, a cerca de 80 km de Manaus, em uma pista de terra.<br /><br />A aeronave, um modelo EMB-810 Seneca, matrícula PT-RFU, foi detectada pelos radares do Sistema de Defesa Aeroespacial Brasileiro (SISDABRA) e imediatamente interceptada com o uso de aeronaves A-29 Super Tucano, E-99 e H-60 Black Hawk, além de plataformas orbitais para a obtenção de informações de inteligência.<br /><br />A interceptação ocorreu por volta das 10h (horário de Brasília) e seguiu os protocolos estabelecidos pelas Medidas de Policiamento do Espaço Aéreo (MPEA).<br /><br />Após ser ordenado o pouso obrigatório, o piloto realizou um pouso forçado, colidindo com árvores na área de terra. Logo depois, os pilotos incendiaram a aeronave e fugiram, sendo que a PF acredita que os 500 kg de drogas foram destruídos no incêndio.<br /><br />A ação fez parte da Operação Ostium, integrada ao Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF), com o objetivo de combater atividades criminosas na fronteira.</p>
<div id="chunk-3q9et">
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</div>
</div>
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</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: G1</em></p>
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		<item>
		<title>Vídeo mostra policial federal sendo atacado por motociclistas em Manaus; VEJA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/video-mostra-policial-federal-sendo-atacado-por-motociclistas-em-manaus-veja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 15:29:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Última Marcha]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Policial Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (22), a Operação Última Marcha, que investiga o ataque criminoso Manaus – Um vídeo que já circula nas redes sociais mostrou o momento que um policial federal, que não teve o nome divulgad, foi perseguido e espancado por motociclistas, na madrugada do último sábado (1),...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (22), a Operação Última Marcha, que investiga o ataque criminoso</p>
<p>Manaus – Um vídeo que já circula nas redes sociais mostrou o momento que um policial federal, que não teve o nome divulgad, foi perseguido e espancado por motociclistas, na madrugada do último sábado (1), na zona centro-sul de Manaus. A Polícia Federal deflagrou nesta quarta-feira (22), a Operação Última Marcha, que investiga o ataque criminoso.</p>
<p>No vídeo, é possível perceber quando o agente da PF é encurralado por um carro modelo picape, enquanto é perseguido pelos motociclistas. O policial ainda tentou fugir, mas foi atropelado por um dos suspeitos.</p>
<p>As imagens mostram que os suspeitos se aproximam e arrancam a vítima do carro. Em seguida, o policial foi agredido e ficou desacordado. O agente foi socorrido por policiais militares que faziam a ronda no bairro, momento em que os homens fugiram do local levando a carteira funcional do policial.</p>
<p>Nesta quarta-feira, foram mobilizados 22 Policiais Federais para o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão nas residências dos investigados. As ordens judiciais visam elucidar a motivação do grupo, que agrediu fisicamente o policial.</p>
<p>Os envolvidos poderão ser responsabilizados pelos crimes de tentativa de homicídio qualificado, associação criminosa e roubo majorado, entre outros. A soma das penas previstas para os delitos investigados pode ultrapassar 20 anos de prisão.</p>
<div style="width: 1400px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-49431-1" width="1400" height="700" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/operacao-pf.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/operacao-pf.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2025/01/operacao-pf.mp4</a></video></div>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: D24am</em></p>
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		<item>
		<title>Amazonense é presa no Rio de Janeiro ao tentar embarcar com drogas para Portugal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonense-e-presa-no-rio-de-janeiro-ao-tentar-embarcar-com-drogas-para-portugal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2025 15:28:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Rio de Janeiro – Na última quarta-feira (1), uma mulher de 25 anos, natural de Manaus, foi presa em flagrante no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro ao tentar embarcar em um voo para Lisboa, capital de Portugal, com aproximadamente 3 quilos de cocaína. A detenção ocorreu durante uma operação...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Rio de Janeiro</strong> – Na última quarta-feira (1), uma mulher de 25 anos, natural de Manaus, foi presa em flagrante no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro ao tentar embarcar em um voo para Lisboa, capital de Portugal, com aproximadamente 3 quilos de cocaína.</p>
<p>A detenção ocorreu durante uma operação de rotina da <strong>Polícia Federal,</strong> na Delegacia Especial no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (DEAIN). Durante a inspeção de bagagens, os agentes identificaram a droga escondida na estrutura lateral da mala despachada pela passageira.</p>
<p>Após a abordagem, a mulher foi conduzida para a delegacia da Polícia Federal no aeroporto, onde o auto de prisão em flagrante foi lavrado. Ela foi posteriormente encaminhada ao sistema prisional do estado do Rio de Janeiro, onde ficará à disposição da Justiça.</p>
<p>A suspeita será processada pelo crime de tráfico internacional de drogas, cuja pena pode chegar a 25 anos de reclusão.</p>
<p>De acordo com as autoridades, a ação faz parte de uma intensificação das fiscalizações para combater o tráfico de entorpecentes nos principais terminais aéreos do Brasil. O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro é considerado um dos principais pontos de trânsito para o envio de drogas ao exterior, especialmente para a Europa.</p>
<p>A Polícia Federal reforçou que operações como essa são essenciais para desarticular redes criminosas e que o apoio de tecnologias de monitoramento e treinamento contínuo dos agentes tem contribuído significativamente para o sucesso dessas ações.</p>
<p>Ainda não foram divulgadas informações sobre a origem da droga nem sobre possíveis conexões da mulher com organizações criminosas, mas as investigações continuam em andamento.</p>
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