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	<title>Polícia Civil do Rio - Portal NDC</title>
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	<title>Polícia Civil do Rio - Portal NDC</title>
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		<title>Investigação apura fraudes de R$ 40 milhões contra Banco do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Nov 2024 15:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Banco do Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Gaeco/MPRJ]]></category>
		<category><![CDATA[operação Chave Mestra]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil do Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Grupo criminoso agia contra agências no Rio de Janeiro O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil fluminense cumprem, nesta quinta-feira (21), mandados de busca e apreensão em endereços ligados a 11 suspeitos de fraudes contra o Banco do Brasil (BB). O esquema criminoso causou um prejuízo de mais de R$ [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1964987910" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Grupo criminoso agia contra agências no Rio de Janeiro<br /><br />O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e a Polícia Civil fluminense cumprem, nesta quinta-feira (21), mandados de busca e apreensão em endereços ligados a 11 suspeitos de fraudes contra o Banco do Brasil (BB). O esquema criminoso causou um prejuízo de mais de R$ 40 milhões à instituição financeira.<br /><br />Segundo as investigações da Delegacia de Roubos e Furtos e do Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do MPRJ (Gaeco), o grupo criminoso atua desde dezembro de 2023 e utilizava dispositivos eletrônicos como modens e roteadores clandestinos para acessar sistemas internos de agências bancárias. A partir dessa invasão ao sistema, os criminosos obtinham dados sigilosos de clientes, manipulando essas informações para cometer fraudes financeiras.<br /><br />De acordo com as investigações, o grupo agia de forma organizada, com divisão de tarefas específicas entre eles: aliciados, instaladores, operadores financeiros e líderes.<br /><br />Em apenas oito meses, de acordo com o MPRJ, os investigados invadiram o sistema de segurança de agências do BB localizadas no Recreio dos Bandeirantes, Barra da Tijuca, Vila Isabel, Centro do Rio, além de unidades localizadas nos municípios de Niterói, Tanguá, Nilópolis e Duque de Caxias.<br /><br />As investigações da chamada operação Chave Mestra foram iniciadas a partir de informações da Unidade de Segurança Institucional da instituição financeira. Os alvos da operação são investigados por organização criminosa e invasão de dispositivo de informática.<br /><br />Dezesseis mandados de busca e apreensão expedidos pela 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa do Rio de Janeiro estão sendo cumpridos na cidade de São Gonçalo e nos bairros da Taquara, Barra da Tijuca, Praça Seca, Magé, Recreio dos Bandeirantes, Pechincha, Cidade de Deus, Magalhães Bastos e Irajá.<br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Polícia prende sócio de laboratório que fez laudo falso sobre órgão transplantado com HIV</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Oct 2024 15:29:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[HIV]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório PCS Lab Saleme]]></category>
		<category><![CDATA[policia]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil do Rio]]></category>
		<category><![CDATA[suspeito]]></category>
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					<description><![CDATA[Laboratório PCS Lab Saleme é apontado como responsável pelo erro A Polícia Civil do Rio de Janeiro deu início, nesta segunda-feira 14, a uma operação para tentar prender pessoas envolvidas no caso de transplantes de órgãos infectados pelo HIV. Um suspeito apontado pela Polícia Civil do Rio como sócio do laboratório de análises clínicas PCS [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-989417222" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Laboratório PCS Lab Saleme é apontado como responsável pelo erro<br /><br />A Polícia Civil do Rio de Janeiro deu início, nesta segunda-feira 14, a uma operação para tentar prender pessoas envolvidas no caso de transplantes de órgãos infectados pelo HIV.<br /><br />Um suspeito apontado pela Polícia Civil do Rio como sócio do laboratório de análises clínicas PCS LAB Dr. Salame, com sede em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, foi preso, na manhã desta segunda-feira, 14, informou o Bom Dia Rio, da TV Globo. Walter Vieira é um dos suspeitos de envolvimento na emissão de laudos fraudulentos que resultaram no transplante de seis órgãos contaminados com HIV. A ação da Delegacia do Consumir (Decon), batizada de Verum, visa a cumprir, ao todo, quatro mandados de prisão e 11 de busca e apreensão em Nova Iguaçu e na capital.<br /><br />As investigações indicam que os laudos foram falsificados por um grupo criminoso e usados pelas equipes médicas, induzindo-as ao erro. Isso levou os pacientes a serem contaminados. Um deles morreu — as causas do óbito ainda estão sendo apuradas.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text dark:text-colors-background overflow-hidden py-3 lg:py-4">Além dos casos dos transplantes, existe a suspeite de que o PCS LAB Dr. Salame tenha falsificado laudos em outros casos além dos transplantes, afirma a<strong> Polícia Civil</strong>. Segundo a corporação, diligências complementares estão sendo realizadas para identificar toda a cadeia de profissionais envolvidos no esquema criminoso.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text dark:text-colors-background overflow-hidden py-3 lg:py-4">Os envolvidos são investigados por crime contra as relações de consumo (art. 7º, inciso VII da Lei 8.137/90), associação criminosa, falsidade ideológica, falsificação de documento particular e infração sanitária, entre outros.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text dark:text-colors-background overflow-hidden py-3 lg:py-4">O laboratório <strong>PCS Lab Saleme</strong>, responsável pelos exames de análises clínicas na Central Estadual de Transplantes, também atuava em ao menos outras 12 unidades de saúde estaduais, como hospitais, institutos, UPAs e centros especializados.</p>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text dark:text-colors-background overflow-hidden py-3 lg:py-4"><strong>Walter Vieira</strong> é marido da tia do ex-secretário de Saúde e deputado federal Luiz Antônio de Souza Teixeira Júnior, o Doutor Luizinho (PP). Outro sócio do PCS Lab Saleme também é parente do parlamentar: Matheus Sales Teixeira Bandoli Vieira é primo dele e já foi empregado da Fundação Saúde. A irmã de Luizinho, a dentista Débora Lúcia Teixeira Medina de Figueiredo, é diretora na Fundação Saúde, empresa responsável pela escolha do laboratório. A contratação aconteceu três meses depois que ele deixou a secretaria e é investigada pelo<strong> Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ)</strong>, para verificar se houve irregularidades.</p>
<h2 class="m-0 p-0 lg:text-pretty headline-small text-colors-text dark:text-colors-background py-3">&#8216;Enviaram laudos em meu nome&#8217;, afirma funcionária</h2>
<p class="m-0 p-0 lg:text-pretty body-extra-large text-colors-text dark:text-colors-background overflow-hidden py-3 lg:py-4">A funcionária Jacqueline Iris Bacellar de Assis, cuja assinatura aparece em um dos laudos que atestaram que os doadores de órgãos não tinham HIV, reconhece que as rubricas nos documentos são suas, mas nega qualquer envolvimento no caso. Ela disse, em entrevista ao GLOBO, que sequer é biomédica. O número de registro no<strong> Conselho Regional de Biomedicina (CRBM)</strong> que consta no documento como sendo dela é de outra pessoa, que mora fora do Rio e não exerce mais a profissão, como mostrou a TV Globo. Já o laboratório PCS Lab Saleme afirma que Jacqueline se apresentou como biomédica e encaminhou uma troca de mensagens de agosto, na qual a funcionária apresenta um certificado de que seria biomédica. Entretanto, os laudos com a assinatura dela são de maio.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Exame</p>
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