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	<title>Plano Real - Portal NDC</title>
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	<title>Plano Real - Portal NDC</title>
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		<title>Haddad diz que inflação entre 4% e 5% está dentro da normalidade para Plano Real</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-diz-que-inflacao-entre-4-e-5-esta-dentro-da-normalidade-para-plano-real/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Feb 2025 16:35:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Real]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro ressaltou que a recente valorização do dólar tem pressionado os preços, o que levou o Banco Central a implementar uma política monetária mais restritiva O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, declarou nesta segunda-feira (17) que a inflação no Brasil se encontra entre 4% e 5%, um patamar que ele considera “relativamente” normal dentro do contexto do Plano Real. Ele [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-475981922" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Ministro ressaltou que a recente valorização do dólar tem pressionado os preços, o que levou o Banco Central a implementar uma política monetária mais restritiva</p>
<div class="content-premium">
<p>O ministro da Fazenda, <strong>Fernando Haddad</strong>, declarou nesta segunda-feira (17) que a <strong>inflação</strong> no <strong>Brasil</strong> se encontra entre 4% e 5%, um patamar que ele considera “relativamente” normal dentro do contexto do Plano Real. Ele ressaltou que o país já superou a fase de inflação de dois dígitos e que a recente valorização do dólar tem pressionado os preços, o que levou o <strong>Banco Central</strong> a implementar uma política monetária mais restritiva. Com a valorização do real, Haddad acredita que os preços tendem a se estabilizar.</p>
<div class="clearfix text-center advert">
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</div>
<p>Em sua participação na Conferência do <strong>Fundo Monetário Internacional</strong> (FMI), realizada em Al-Ula, na <strong>Arábia Saudita</strong>, o ministro defendeu a necessidade de uma reforma tributária. Ele argumentou que o ajuste fiscal que está sendo realizado não é recessivo e projetou um crescimento de 3,5% para o Brasil em 2024, mesmo diante do aumento das taxas de juros. Haddad também mencionou a presidência do Brasil no <strong>G20</strong>, sublinhando a urgência de uma reglobalização que promova a sustentabilidade e combata as desigualdades regionais.</p>
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<div class="meta">
<div class="row">
<div class="col-xs-12 col-md-8">
<p>A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, que mediou o debate, enfatizou a relevância da resiliência econômica em um cenário global marcado por choques frequentes e severos. A fala de Georgieva reforça a necessidade dos países se prepararem para enfrentar crises e se adaptarem a um ambiente econômico em constante mudança. Haddad, ao abordar a situação econômica do Brasil, também destacou a importância de um ambiente fiscal saudável para sustentar o crescimento. Ele acredita que, com as medidas adequadas, o país pode continuar avançando, mesmo em tempos desafiadores.</p>
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<div class="list-related-posts"><em>Fonte: Jovem Pan</em></div>
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		<title>Real completa 30 anos com desafio de manter poder de compra</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/real-completa-30-anos-com-desafio-de-manter-poder-de-compra/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 30 Jun 2024 17:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[30 Anos do Plano Real]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Real]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice oficial de inflação, IPCA acumula 708% desde a criação da moeda Prestes a sair da feira do Largo do Machado, na zona sul do Rio de Janeiro, a servidora pública Renata Moreira, 47 anos, sente toda semana o desafio da manutenção do poder de compra do real, que completa 30 anos nesta segunda-feira (1º). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2882266120" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Índice oficial de inflação, IPCA acumula 708% desde a criação da moeda</p>
<p>Prestes a sair da feira do Largo do Machado, na zona sul do Rio de Janeiro, a servidora pública Renata Moreira, 47 anos, sente toda semana o desafio da manutenção do poder de compra do real, que completa 30 anos nesta segunda-feira (1º). Cada vez mais a mesma quantia compra menos. “Com R$ 100, eu saía com pelo menos seis ou sete sacolas do mercado. Hoje em dia, sai com apenas uma. Fui ao hortifruti anteontem e gastei R$ 70. E nem comprei tanta coisa”, constata.</p>
<p>A redução do carrinho de compras é sintoma da inflação acumulada nos últimos anos. De julho de 1994, mês da criação do real, a maio de 2024, a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) acumula 708,01%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Isso significa que R$ 1 na criação do real valem R$ 8,08 atualmente. Ou que é preciso gastar R$ 100 hoje para comprar o mesmo que R$ 12,38 compravam há três décadas.</p>
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<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/6LCYPzgWK8Mpx0UIGlhLH2vj4r4=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/06/25/trbr0066.jpg?itok=fzLjjQ_5" alt="Rio de Janeiro (RJ), 25/06/2024 - Marina de Souza, 80 anos, aposentada, na feira livre do Largo do Machado, zona sul da cidade.  Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" width="365" height="243" /><p class="wp-caption-text">Marina de Souza sente gradualmente seu dinheiro perdendo valor &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
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<p>Frequentadora da mesma feira no Largo do Machado, a aposentada Marina de Souza, 80 anos, também experimenta a redução gradual do poder de compra. “Cada dia a gente vê que eles estão assim, aumentando os preços aos poucos. Todo mês, vêm R$ 2 a mais. Aí vai somando para você ver, né? E assim é que eles tiram da gente. O tomate, a banana, o arroz, que dava para fazer uma boa feira com R$ 50, hoje não faz mais. Uma folhagem, que custava R$ 1 há dez anos, hoje custa R$ 4”, reclama. Ela sente que, de um ano para cá, o problema piorou.</p>
<p>No aniversário de 30 anos, o real enfrenta o desafio de manter o poder de compra, num cenário de inflação global crescente. “A inflação alta no pós-pandemia [de covid19] é perfeitamente explicável e abrange todo o planeta. Tivemos problemas sérios, de rompimento de cadeias produtivas, uma mudança geopolítica mundial, com guerras regionais, e mudanças climáticas que pressionam principalmente a oferta de alimentos”, explica a professora de economia da Fundação Getulio Vargas (FGV) Virene Matesco.</p>
<p>Economista-chefe da Way Investimentos e professor do Ibmec, Alexandre Espírito Santo diz que a inflação pós-pandemia é complexa, que desafia os Bancos Centrais em todo o mundo. “Tivemos um choque de oferta, com a quebra de cadeias produtivas no mundo inteiro que ainda estão se recompondo. Além disso, os bancos centrais injetaram muito dinheiro na economia global, dinheiro que ainda está circulando. A inflação no pós-pandemia tem várias causas e ainda vai durar muito tempo”, diz.</p>
<h2>Salários</h2>
<p>Outra maneira de interpretar a inflação acumulada de 708,01% seria dizer que o real perdeu 87,62% do valor em 30 anos. Isso, no entanto, não quer dizer que a população tenha ficado mais pobre na mesma proporção. Isso porque o poder de compra é definido não apenas pelo nível de preços, mas também pela elevação dos salários.</p>
<p>“A inflação depende de muitos fatores. No médio e no longo prazo, a economia se adapta às variações, inclusive à alta recente do câmbio que estamos experimentando. Existe a reposição dos salários e a interação do preço de um insumo com o restante da cadeia produtiva”, diz o economista Leandro Horie, do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).</p>
<p>Na prática, a reposição do poder de compra é influenciada pelo crescimento econômico. Em momentos de expansão da economia e de queda do desemprego, os trabalhadores têm mais poder para negociar reajustes salariais. Segundo o Dieese, 77% das negociações salariais resultaram em aumento real (acima da inflação) em 2023. Até maio deste ano, o percentual subiu para 85,2%. Com os reajustes acima da inflação, os preços se estabelecem num nível mais alto, sem a possibilidade de retornarem aos níveis anteriores.</p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/jfTz9feglQ-lZ0q085oe-SszVMY=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/06/25/trbr0055.jpg?itok=yQ362LJk" alt="Rio de Janeiro (RJ), 25/06/2024 - Feira livre do Largo do Machado, zona sul da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Rio de Janeiro (RJ), 25/06/2024 &#8211; Feira livre do Largo do Machado, zona sul da cidade. Foto &#8211; Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
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<h2>Novos instrumentos</h2>
<p>Em relação à inflação no pós-pandemia, o economista do Dieese concorda com a complexidade do problema e diz que os instrumentos atuais de política monetária, como juros altos, têm sido insuficientes para segurar o aumento de preços. Isso porque a inflação não decorre apenas de excesso de demanda, mas de choques externos sobre a economia, como tragédias climáticas e tensões geopolíticas.</p>
<p>“No regime atual de metas de inflação, o Banco Central atua como se a inflação fosse meramente de demanda e elevando juros para reprimir a demanda interna. Só que a inflação, principalmente nos tempos atuais, é de uma natureza de choque de oferta, que a gente chama. A grande questão que tem de ser colocada, em nível global, é que outras formas os governos podem usar para segurar os preços, até porque a inflação envolve centenas de itens”, diz Horie.</p>
<p>Ao longo de três décadas, o real enfrentou três picos de inflação anual de dois dígitos. O primeiro em 2002, quando o IPCA ficou em 12,53%, influenciado pelas eleições presidenciais daquele ano. O segundo ocorreu em 2015, quando o índice atingiu 10,67%, após a retirada de subsídios sobre a energia. O mais recente foi em 2021, quando a inflação encerrou em 10,06%, após a fase mais aguda da pandemia de covid-19.</p>
<h2>Perspectivas</h2>
<p>Em 2024, a inflação começou o ano em desaceleração. O IPCA, que acumulava 4,51% nos 12 meses terminados em janeiro, caiu para 3,69% nos 12 meses terminados em abril. O índice, no entanto, acelerou para 3,93% nos 12 meses terminados em maio, por causa do impacto das enchentes no Rio Grande do Sul e da seca na região central do país. Para os próximos meses, a previsão é de novas altas, com alguns preços influenciados pela recente alta do dólar.</p>
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<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Tânia Rêgo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/glVsmT4fVFTLCp78x0fJ0W6UCv4=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/06/25/trbr0162.jpg?itok=JaDTgMta" alt="Rio de Janeiro (RJ), 25/06/2024 - Lucas de Andrade, 40 anos, produtor audiovisual, na feira livre do Largo do Machado, zona sul da cidade. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil" width="365" height="243" /><p class="wp-caption-text">Lucas de Andrade sabe que muito da inflação é efeito da pandemia de covid-19- Tânia Rêgo/Agência Brasil</p></div>
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<p>Alheios às oscilações econômicas e aos debates teóricos, os consumidores sentem os efeitos da inflação no bolso. “A gente sabe que muito da inflação é um efeito colateral da pandemia, que vai reverberando ao longo de toda a cadeia, mas acho que a comida, os bens de consumo em geral e os serviços também aumentaram. Está tudo um pouco mais caro no geral. Todo mundo vai aumentando o preço para tentar sobreviver e conseguir pagar o resto. As contas também”, diz o produtor audiovisual Lucas de Andrade, 40 anos.</p>
<p>Também cliente da feira do Largo do Machado, Lucas diz ter constatado uma diferença notável nos preços após voltar do Canadá, onde morou entre 2019 e 2021. “Estive fora do país, voltei e achei os preços bem absurdos, comparando com a nossa realidade de poder aquisitivo no país, enfim, toda a desigualdade que a gente vive”, opina.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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