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	<title>PL das Fake News - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>PL das Fake News - Portal NDC</title>
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		<title>Governo buscará retomar pauta de regulação das redes no Congresso</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-buscara-retomar-pauta-de-regulacao-das-redes-no-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Apr 2025 16:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Federal]]></category>
		<category><![CDATA[João Brandt]]></category>
		<category><![CDATA[PL das Fake News]]></category>
		<category><![CDATA[Plataformas digitais]]></category>
		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>
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					<description><![CDATA[Principal projeto sobre o tema, PL das Fake News está parado na Câmara O governo federal vai tentar uma nova aproximação com o Congresso nas próximas semanas para que o tema da regulação das plataformas digitais volte à agenda dos legisladores, afirmou o Secretário de Politicas Digitais da Presidência da República, João Brant. &#8220;O governo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2466279668" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Principal projeto sobre o tema, PL das Fake News está parado na Câmara</p>
<p>O governo federal vai tentar uma nova aproximação com o Congresso nas próximas semanas para que o tema da regulação das plataformas digitais volte à agenda dos legisladores, afirmou o Secretário de Politicas Digitais da Presidência da República, João Brant.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1638714&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1638714&amp;o=node" /></p>
<p>&#8220;O governo está terminando de definir sua posição de mérito e de estratégia. Nossa compreensão é que essa regulação precisa equilibrar três coisas: primeiro, a responsabilidade civil das plataformas; segundo, o que a gente chama de dever de prevenção e precaução, que significa a necessidade de atuar preventivamente para que não haja disseminação de conteúdos ilegais e danosos a indivíduos ou a coletividades; e terceiro, que elas atuem na mitigação dos riscos sistêmicos da sua atividade&#8221;, defendeu Brant na última semana, em palestra na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).</p>
<p>A principal proposta de regulação das plataformas digitais, o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2256735&amp;fichaAmigavel=nao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei 2.630 de 2020</a>, conhecido como PL das <em>Fake News</em>, já foi aprovado pelo Senado e está em análise na Câmara dos Deputados. A falta de um acordo, porém, impede que ele avance desde o ano passado.</p>
<p>Atualmente, essas empresas respondem ao <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2014/lei/l12965.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Marco Civil da Internet</a>, aprovado em 2014. No seu Artigo 19, a lei diz que que as redes sociais só podem ser responsabilizadas por conteúdo ofensivo ou danoso postado por usuários caso descumpram uma ordem judicial de remoção, à exceção de conteúdo sexuais não autorizado ou casos que violam direitos autorais.</p>
<p>No dia-a-dia, a moderação dos conteúdos cabe às plataformas, que têm políticas próprias para decidir sobre a exclusão de conteúdos violentos ou mentirosos.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Quando você vai discutir regulação ambiental, por exemplo, o tempo inteiro você olha para os riscos sistêmicos, aqueles riscos que são inerentes à atividade, que afetam direitos fundamentais ou outros marcos legais relevantes. E é preciso mitigar esses efeitos, impor responsabilidades e custos. E o que a gente tem é uma distorção do ambiente digital, sem que as plataformas assumam qualquer responsabilidade&#8221;, argumentou o secretário.</p>
</blockquote>
<p>O uso das redes sociais para cometer crimes continua no centro do debate público em meio às denúncias de violências cometidas contra crianças e adolescentes, e tem reacendido a discussão sobre a regulação das chamadas <em>big techs</em>, as empresas que controlam essas plataformas.</p>
<p>O coordenador do Centro de Referência para o Ensino do Combate à Desinformação da Universidade Federal Fluminense, Afonso Albuquerque, concorda que a regulação das redes se tornou uma questão fundamental e é preciso mais do que responsabilizar as plataformas por esses conteúdos.</p>
<p>&#8220;É preciso ter regras relativas ao financiamento dessas plataformas que, de alguma forma, estabeleçam princípios de transparência algorítmica. Nós temos um agente que tem uma capacidade imensa de intervir nos debates nacionais e, hoje, efetivamente, nós operamos no terreno da mais pura ilegalidade&#8221;</p>
<p>No entanto, ele não vê um cenário favorável a essa discussão, no Congresso Nacional, a princípio. Mas uma ajuda indireta e imprevista pode vir dos efeitos do governo de Donald Trump, nos Estados Unidos: &#8220;Nós estamos vivendo um momento muito caótico, no qual não é possível fazer análises muito claras. Algumas semanas atrás, nós tínhamos uma situação de fechamento das plataformas com os interesses do governo Trump. Mas, agora que as tarifas estão afetando o bolso dos bilionários que apoiaram o Trump, esse não é um cenário tão transparente assim&#8221;.</p>
<p>Para Afonso Albuquerque, <strong>as ações de Donald Trump também têm colocado os Estados Unidos em oposição a muitos países, incitando em muitos deles a necessidade de defender sua soberania em diversos campos, inclusive contra a influência das plataformas digitais americanas</strong>.</p>
<p>&#8220;Ele e os personagens envolvidos, particularmente o Elon Musk, mas o [Mark] Zuckerberg também, demonstraram pouca sutileza no seu interesse de intervir em assuntos internos de outros países, particularmente do Brasil. E, ao fazer isso, eles levantam a agenda da soberania. Eu acho que essa ameaça está presente desde que as plataformas existem, mas o comportamento agressivo dos integrantes do governo Trump, particularmente sua aliança com os setores da extrema direita anti-institucional do Brasil, tornam muito visível essa ameaça&#8221;, explica o especialista.</p>
<p>O Secretário de Politicas Digitais da Presidência da República, João Brant, acrescenta que os resultados dos embates entre Musk e o Supremo Tribunal Federal criaram um precedente positivo não só para o Brasil:</p>
<p>&#8220;É um momento em que se testa, se esgarça essa relação com os estados nacionais. O mundo inteiro fica olhando para ver o que que o Brasil vai fazer, e o Brasil toma uma decisão de suspender o serviço enquanto não cumprisse as ordens judiciais.</p>
<blockquote>
<p>O melhor dessa história é que ela termina com o Musk tendo que sucumbir ao Estado brasileiro, topando cumprir as regras para voltar ao ar. &#8220;Eu diria que ali foi um momento de virada em que vários países entenderam que a gente não pode lidar com naturalidade com o fato de que eles escolhem quais regras vão cumprir.&#8221;</p>
</blockquote>
<p>Brant também acredita que duas situações frequentes podem contribuir para que a população pressione os legisladores em direção à regulação: &#8220;A própria proteção de crianças e adolescentes, que eu acho que é um tema chave, em que fica mais explícito o problema, e também a quantidade de golpes e fraudes no ambiente digital, e uma parte das plataformas é inclusive sócia desses golpes, porque recebe dinheiro para veicular conteúdo fraudulento.&#8221;</p>
<p>Já o coordenador do Centro de Referência para o Ensino do Combate à Desinformação da UFF, Afonso Albuquerque, defende que <strong>é preciso ir além das regulações nacionais, com a criação de mecanismos transnacionais pactuados e instituições de governança que estabeleçam e fiscalizem o cumprimento de regras globais.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>PGR pede ao STF inquérito para investigar diretores de Google e Telegram por ação contra PL das Fake News</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pgr-pede-ao-stf-inquerito-para-investigar-diretores-de-google-e-telegram-por-acao-contra-pl-das-fake-news/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 May 2023 12:07:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PL das Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de inquérito para investigar diretores do Google e do Telegram no Brasil que tenham participado da campanha de desinformação contra o chamado PL das Fake News. O caso está sob sigilo no STF e deve ser analisado pelo ministro Alexandre de Moraes. O pedido ocorre após o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3562074207" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div id="chunk-d8ceg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu ao Supremo Tribunal Federal (<a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/supremo-tribunal-federal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">STF</a>) a abertura de inquérito para investigar diretores do <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/google/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Google</a> e do <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/telegram/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Telegram</a> no Brasil que tenham participado da campanha de desinformação contra o chamado PL das Fake News.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-ep76j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O caso está sob sigilo no STF e deve ser analisado pelo ministro <a class="" href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/alexandre-de-moraes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Alexandre de Moraes</a>. O pedido ocorre após o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), acionar a PGR com uma notícia-crime afirmando que as duas empresas têm realizado &#8220;contundente e abusiva &#8220;ação contra a aprovação do Projeto de Lei n. 2.630/2020 [PL das Fake News].</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bd07m">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nesta quarta (10), Moraes determinou ao Telegram <a class="" href="https://g1.globo.com/politica/blog/valdo-cruz/post/2023/05/10/moraes-suspende-telegram-no-brasil-e-determina-multa.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">a exclusão de uma mensagem enviada aos usuários</a> contra o projeto. Já no início do mês, o Google foi obrigado pelo governo <a class="" href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/05/02/governo-manda-google-sinalizar-como-publicidade-material-feito-pela-empresa-contra-pl-das-fake-news.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">a marcar como publicidade</a> um material que criticava o projeto.</p>
<div id="chunk-cnmrr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Questionadas sobre o pedido da PGR, as empresas ainda não de manifestaram.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="8">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Argumentos</span></p>
<p>À PGR, a Câmara afirmou que as empresas atuam para resguardar interesses econômicos e &#8220;têm lançado mão de toda sorte de artifícios em uma sórdida campanha de desinformação, manipulação e intimidação, aproveitando-se de sua posição hegemônica no mercado&#8221;.</p>
<div id="chunk-64csg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Câmara argumentou ainda que Google e Telegram incentivaram os usuários a pressionarem os congressistas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8lo5v">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Segundo a Casa, a campanha de desinformação com a replicação em massa de mensagens causou uma sobrecarga considerável nos serviços de TI da Câmara, provocando instabilidade no portal e nos principais sistemas de apoio aos trabalhos legislativos, o que afetou os trabalhos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6fga8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na avaliação da Câmara, a ação das empresas pode configurar crimes contra as instituições democráticas, crimes contra a ordem consumerista e crimes contra a economia e as relações de consumo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-eun71">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ao requerer abertura de inquérito, a vice-procuradora-geral da República, Lindôra Araújo, afirmou que é preciso esclarecer as condutas narradas por Arhtur Lira.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-asrm8">
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<div id="banner_materia__dc5d28cb-54c5-4842-8c41-0b22adf86127" class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload tag-manager-publicidade-banner_materia__dc5d28cb-54c5-4842-8c41-0b22adf86127 tag-manager-publicidade-container--carregado tag-manager-publicidade-container--visivel" data-id="banner_materia__dc5d28cb-54c5-4842-8c41-0b22adf86127" data-google-query-id="CPfzx46c7f4CFaMwuQYd3wQOEg">
<div id="google_ads_iframe_/95377733/tvg_G1/Politica_4__container__">&#8220;O cenário fático narrado aponta para a existência de elementos de informações mínimos da prática de conduta delituosa que fundamentam a possibilidade de instauração de procedimento de investigação sob a supervisão do Supremo Tribunal Federal, a exemplo do que ocorre em caso similar sob apuração desta Corte no Inquérito n. 4.874 [mílicia digital contra instituições]&#8221;, escreveu a vice-PGR.</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-e9seo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Procuradoria pediu a tomada do depoimento dos diretores e a preservação, extração e juntada, mediante elaboração de laudo pericial, de todas as postagens, publicações e mensagens.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="19">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Decisão contra Telegram</span></p>
<p>Na quarta-feira (10), o ministro Alexandre de Moraes já tinha determinado ao Telegram que apagasse uma mensagem enviada aos usuários no dia anterior. O texto da plataforma dizia que diz que &#8220;o Brasil está prestes a aprovar uma lei que irá acabar com a liberdade de expressão&#8221;.</p>
</div>
<div id="chunk-frm5k">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na mensagem em tom alarmista distribuída aos usuários no Brasil, o Telegram diz que a democracia está sob ataque, que a lei matará a internet no Brasil, e que caso projeto seja aprovado, empresas como a plataforma podem ter que deixar de prestar no serviço no país.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-33mjk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Moraes ordenou a exclusão da mensagem e o envio de uma nova, dizendo que o texto anterior continha &#8220;flagrante e ilícita desinformação atentatória ao Congresso Nacional, ao Poder Judiciário, ao Estado de Direito e à Democracia Brasileira&#8221;, e que distorceu o debate sobre o projeto de lei.</p>
<div id="chunk-7nkap">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em caso de descumprimento, a decisão do ministro previa multa de R$ 500 mil por hora e a suspensão da plataforma por 72 horas. Após a ordem, o Telegram cumpriu a determinação do STF.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="25">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">PL das Fake News</span></p>
<div id="chunk-209bj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Projeto de Lei das Fake News já foi aprovado no Senado e é discutido na Câmara dos Deputados há mais de três anos. No fim de 2021, um grupo de trabalho montado na Câmara para tratar do tema aprovou uma versão anterior do texto.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7n083">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="28">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os deputados já aprovaram, por 238 votos a 192, <a class="" href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/04/25/camara-aprova-urgencia-de-projeto-que-cria-regras-de-combate-a-fake-news-e-texto-pode-ir-a-plenario.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">o pedido de urgência da matéria</a>, o que permite que o texto seja votado diretamente no plenário, sem passar por comissões.</p>
<div id="chunk-60t9n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="30">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No fim de abril, <a class="" href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/04/27/relator-protocola-na-camara-relatorio-do-projeto-das-fake-news-que-pune-divulgacao-de-conteudo-falso.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">o deputado Orlando Silva, relator da proposta, apresentou seu parecer sobre a matéria</a>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fo6hb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="5" data-block-id="31">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><strong>Em linhas gerais, o relatório:</strong></p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="128" data-block-id="32">
<ul class="content-unordered-list">
<li>obriga que provedores sejam representados por pessoa jurídica no Brasil;</li>
<li>criminaliza a divulgação de conteúdos falsos por meio de contas automatizadas, as chamadas contas-robô;</li>
<li>responsabiliza os provedores pelos conteúdos de terceiros cuja distribuição tenha sido impulsionada por pagamento;</li>
<li>determina que as plataformas digitais mantenham regras transparentes de moderação;</li>
<li>determina a retirada imediata de conteúdos que violem direitos de crianças e adolescentes;</li>
<li>estabelece remuneração pelo conteúdo jornalístico utilizado por provedores;</li>
<li>estende a imunidade parlamentar às redes sociais;</li>
<li>deixa claro que a liberdade de expressão é direito fundamental dos usuários dos provedores e que as proibições presentes não lei não podem restringir: o livre desenvolvimento da personalidade individual; a livre expressão; e a manifestação artística, intelectual, de conteúdo satírico, religioso, político, ficcional, literário ou qualquer outra forma de manifestação cultural.</li>
</ul>
<p>*g1</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Dino quer apuração sobre campanha do Google contra PL das Fake News</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dino-quer-apuracao-sobre-campanha-do-google-contra-pl-das-fake-news/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 11:31:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>
		<category><![CDATA[PL das Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[Após relatos sobre uma campanha que estaria sendo promovida por plataformas de busca na internet e de redes sociais contra o Projeto de Lei da Fake News (PL 2630/20), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, publicou nesta segunda-feira (1º), no Twitter, que a pasta irá apurar a possível ocorrência de práticas abusivas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3411682737" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Após relatos sobre uma campanha que estaria sendo promovida por plataformas de busca na internet e de redes sociais contra o Projeto de Lei da Fake News (PL 2630/20), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, publicou nesta segunda-feira (1º), no Twitter, que a pasta irá apurar a possível ocorrência de práticas abusivas pelas empresas.<br /><br /></p>
<p><div class="embed-twitter"><blockquote class="twitter-tweet" data-width="550" data-dnt="true"><p lang="pt" dir="ltr">Estou encaminhando o assunto à análise da Secretaria Nacional do Consumidor, órgão do Ministério da Justiça, à vista da possibilidade de configuração de práticas abusivas das empresas. <a href="https://t.co/amkQe57ffc" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">https://t.co/amkQe57ffc</a></p>&mdash; Flávio Dino 🇧🇷 (@FlavioDino) <a href="https://twitter.com/FlavioDino/status/1653136697159196686?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">May 1, 2023</a></blockquote><script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></div></p>
<p>Ao fazer o anúncio em sua conta oficial, o ministro compartilhou uma publicação da organização de combate à desinformação Sleeping Giants Brasil, segundo a qual a empresa Google estaria “usando a própria plataforma para atacar a PL e, o Twitter deslogando a conta das pessoas para atrapalhar”.</p>
<h2>Inquérito Administrativo</h2>
<p>O senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) escreveu, no Twitter, que irá pedir abertura de inquérito no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), &#8220;por possível infração contra a ordem econômica (Lei 12.529/12) por abuso de posição dominante&#8221;. &#8220;Solicitarei ao Cade, cautelarmente, a remoção do conteúdo, abstenção de reiteração de práticas análogas e fixação de multa no valor máximo de 20% do faturamento bruto, além do bloqueio cautelar nas contas bancárias do Google&#8221;, acrescentou.</p>
<h2>Votação</h2>
<p>O PL das Fake News tem previsão de ser votado nesta terça-feira (2) na Câmara, após os deputados terem aprovado na última terça-feira (25) o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-04/camara-aprova-regime-de-urgencia-para-votacao-do-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">regime de urgência</a> para a matéria. Ainda resta dúvida, contudo, sobre se há consenso entre líderes partidários para que a matéria seja de fato chamada para votação.</p>
<p>O relator, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), também acusou nesta segunda (1º) as grandes empresas de tecnologia de “ação suja” contra o projeto que busca regulamentar as redes sociais no país. A declaração foi dada a jornalistas em São Paulo, após tradicional ato das centrais sindicais pelo Dia do Trabalhador, no Vale do Anhangabaú. “Nunca vi tanta sujeira em uma disputa política. O Google, por exemplo, usa sua força majoritária no mercado para ampliar o alcance das posições de quem é contra o projeto e diminuir de quem é favorável ao projeto”, disse o deputado.</p>
<p>Em paralelo, um relatório publicado pelo NetLab, Laboratório de Estudos de Internet e Mídias Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), aponta o que seria, por exemplo, um enviesamento dos resultados de busca no Google para privilegiar conteúdos críticos ao projeto de lei.</p>
<p>“Reunimos evidências de que o Google vem apresentando resultados de busca enviesados para usuários que pesquisam por termos relacionados ao projeto de lei, insinuando que as buscas são por “PL da Censura”, que é o nome usado pela oposição contra a regulamentação das plataformas, e não pelo nome oficial “PL 2630” ou o nome usado pela imprensa ‘PL das Fake News’”, diz o estudo.</p>
<p>O relatório, disponível online, também aponta denúncia de influenciadores e youtubers, que disseram ter recebido comunicados da plataforma YouTube afirmando que teria menos recursos para monetizar canais em caso de aprovação do PL das Fake News.</p>
<p>Nesta segunda-feira, o Google fixou em sua página oficial a seguinte um <em>link</em> com a seguinte mensagem: “O PL das fake news pode aumentar a confusão sobre o que é verdade ou mentira no Brasil”. Ao clicar, o usuário é remetido a um texto do diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas do Google Brasil, Marcelo Lacerda, com críticas ao projeto.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> tentou contato com o Google para obter um posicionamento sobre as acusações, por e-mail de atendimento à imprensa e por mensagens enviadas à assessoria da empresa, mas até o momento não houve retorno.</p>
<p>imagem: Print da página principal do Google</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<title>PL das Fake News traz imunidade parlamentar e é criticado</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pl-das-fake-news-traz-imunidade-parlamentar-e-e-criticado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 29 Apr 2023 13:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[PL das Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[O parecer do PL das Fake News, apresentado na noite da última quinta-feira (27) pelo relator Orlando Silva (PCdoB-SP), já está repercutindo entre algumas das mais de 100 Organizações da sociedade civil e entidades acadêmicas que integram a Sala de Articulação contra a Desinformação (SAD). Uma dessas entidades é o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-715793368" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-04/relator-protocola-parecer-do-pl-das-fake-news" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">parecer do PL das <em>Fake News</em></a>, apresentado na noite da última quinta-feira (27) pelo relator Orlando Silva (PCdoB-SP), já está repercutindo entre algumas das mais de 100 Organizações da sociedade civil e entidades acadêmicas que integram a Sala de Articulação contra a Desinformação (SAD).</p>
<p>Uma dessas entidades é o Intervozes – Coletivo Brasil de Comunicação Social. Segundo a coordenadora executiva da entidade, Ramênia Vieira, um documento detalhado sobre o parecer apresentado para o PL das <em>Fake News</em> será divulgado em breve. Ela, no entanto, adiantou à <strong>Agência Brasil </strong>algumas críticas ao texto. Entre elas, a questão da imunidade parlamentar, que poderá ser estendida a conteúdos publicados por deputados e senadores em redes sociais e em mensagens privadas.</p>
<p>“A gente já percebeu que, dentro da Câmara dos Deputados, está bem difícil de debater essa questão”, disse. Ela afirmou que essa garantia de imunidade cria uma categoria de usuários acima do restante da população. “Parece uma autorização para que os parlamentares, que são grandes propagadores de desinformação, continuem usando suas redes para distribuir essa desinformação”, complementou.</p>
<h2>Religiões</h2>
<p>Ramênia também chama atenção para um outro ponto que, de acordo com o Intervozes, causa preocupação: a possibilidade de se criar uma “imunidade religiosa”. Algo que, segundo ela, tem como origem a recente “campanha de desinformação” que usou redes sociais para espalhar a falsa notícia de que trechos da bíblia seriam proibidos nas redes sociais.</p>
<p>“A gente vê essa imunidade religiosa com preocupação, porque poderá ser usada para justificar discursos religiosos em ataques a comunidades LGBTQIA+, religiões de matizes africanas e contra o movimento negro, entre tantos outros grupos, como já vemos nas redes sociais”, explicou. Em seu artigo 1º, o projeto garante a livre manifestação religiosa, dentre outras formas de manifestação, como artística e política.</p>
<h2>Limitações</h2>
<p>Coordenadora do programa Criança e Consumo do Instituto Alana, Maria Mello diz que o projeto está limitado ao escopo de redes sociais, ferramentas de busca e mensageria instantânea, e que, dessa forma, acaba por excluir “outros produtos e serviços digitais que podem conter padrões enganosos e de manipulação”, como dispositivos inteligentes, sites e jogos eletrônicos, que são muito voltados a crianças e adolescentes.</p>
<h2>Órgão regulador</h2>
<p>Sobre a questão do órgão regulador, o Intervozes tem ser a favor de “um mecanismo de regulação; uma entidade reguladora que seja autônoma, e que ela seja criada exatamente com esse objetivo”, uma vez que não existe, atualmente, uma entidade com “formação técnica e cuidado para ser um órgão realmente efetivador dos direitos digitais”. A previsão de criação desse órgão, porém, não foi incluída no relatório de Orlando Silva.</p>
<p>“A Anatel [Agência Nacional de Telecomunicações] já tem vários problemas como entidade reguladora das telecomunicações no Brasil, e não tem essa expertise para regulação da internet. Por isso a excluímos completamente deste papel”, acrescentou.</p>
<p>A avaliação de que a Anatel não deve exercer esse papel de órgão regulador é corroborada pela Coalizão Direitos na Rede, entidade que também integra a SAD.</p>
<p>Segundo a integrante da Coalizão – e presidente do Instituto de Pesquisa em Direito e Tecnologia do Recife – Raquel Saraiva, a Anatel tem “falhado recorrentemente” no cumprimento de suas atribuições no setor de telecomunicações.</p>
<p>Além disso, acrescentou, “a Anatel é historicamente refratária à participação da sociedade civil, o que é incompatível com o modelo de governança multissetorial e colaborativa da internet no país”.</p>
<p>“Atribuir a regulação das plataformas a essa agência poderá agravar o cenário, prejudicando o avanço da conectividade significativa no Brasil, e levando os interesses econômicos das plataformas e empresas de telecomunicações a prevalecerem sobre os interesses dos usuários”, complementou.</p>
<h2>Conquistas</h2>
<p>Na avaliação do Intervozes, o texto, de uma forma geral, “vem com várias conquistas importantes”. Ramênia Vieira citou, por exemplo, a questão da transparência de procedimentos.</p>
<p>“A gente vê que a relatoria do projeto fez um grande trabalho ao dar maior transparência para o cidadão. Dá, também, mais poder para reivindicar junto às plataformas, porque hoje não há nada nesse sentido. O cidadão não tem a quem recorrer e não tem direito de recurso. E não há transparência de moderação para se saber os motivos de retirada de conteúdos. Acho que a relatoria conseguiu melhorar e mitigar alguns dos problemas que existem”, concluiu.</p>
<p>Maria Mello, do Instituto Alana, destaca que em relação ao tema de crianças e adolescentes, o texto atual é “bastante bem-vindo” por apresentar parâmetros de serviços positivos para o público infantil e por adotar medidas que asseguram privacidade, proteção de dados e segurança desse público.</p>
<p>O texto do parecer prevê, segundo ela, a possibilidade de vedar a criação de perfis comportamentais de usuários crianças e adolescentes. “A adoção e o aprimoramento dos sistemas de verificação da idade; o desenvolvimento e promoção de ferramentas de controle parental; a notificação de abusos e a busca de apoio por parte de crianças e adolescentes são, também, pontos positivos”, acrescentou.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil </strong>entrou em contato com outras entidades ligadas à Sala de Articulação contra a Desinformação. Elas informaram que o parecer do PL das <em>Fake News</em> está sendo avaliado e que, em breve, serão apresentadas novas manifestações.</p>
<h2>Relatório</h2>
<p>Na véspera da apresentação do parecer, as entidades divulgaram um <a href="https://www.abrasco.org.br/site/wp-content/uploads/2023/04/SAD-Regulacao-das-plataformas-digitais-no-Brasil.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">documento conjunto</a> sobre a regulação das plataformas digitais no Brasil, no qual apresentam seis pontos considerados essenciais para a para a construção de um “ambiente digital democrático, seguro e saudável”.</p>
<p>O maior destaque foi dado à necessidade de criação de um “órgão regulador independente e autônomo” – que acabou sendo retirado da atual versão apresentada por Orlando Silva, para evitar maiores dificuldades na tramitação da matéria.</p>
<p>Entre as reivindicações feitas pelas entidades integrantes da SAD estão, também, a ampliação das exigências de transparências das plataformas digitais; a responsabilização dos provedores pelos conteúdos impulsionados; exigir obrigações específicas para violência política e desinformação socioambiental; ações de fomento à educação; e avanços na regulação econômica.</p>
<p>Foto: Pedro França</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<title>PL das Fake News: Câmara discute limites para empresas de tecnologia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pl-das-fake-news-camara-discute-limites-para-empresas-de-tecnologia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2023 14:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PL das Fake News]]></category>
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					<description><![CDATA[A criminalização das fake news (notícias falsas), a exigência de que empresas de tecnologia tenham sede no Brasil e a proibição de disparos em massa nos aplicativos de mensagens estão entre os principais pontos do Projeto de Lei das Fake News (PL 2630). O tema foi debatido em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana. Em meio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1916915471" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A criminalização das <em>fake news</em> (notícias falsas), a exigência de que empresas de tecnologia tenham sede no Brasil e a proibição de disparos em massa nos aplicativos de mensagens estão entre os principais pontos do Projeto de Lei das <em>Fake News</em> (PL 2630). O tema foi debatido em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF) nesta semana.</p>
<p>Em meio a muita polêmica, deputados e senadores têm o desafio de avançar na discussão da proposta. Depois de aprovado no Senado, em junho de 2020, o texto mudou quase completamente, e está parado desde abril do ano passado na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Na discussão com os deputados, ainda no ano passado, a proposta sofreu uma derrota importante. Por apenas oito votos, a proposta não alcançou os 257 votos necessários para ter a tramitação acelerada e voltou ao estágio em que precisa transitar por comissões ou grupo de trabalho específico. Um novo pedido de urgência deve ser pautado pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL).</p>
<p>O projeto prevê a transparência de redes sociais e de serviços de mensagens privadas, sobretudo quanto à responsabilidade dos provedores no combate à desinformação. O texto também determina o aumento da transparência em relação a conteúdos patrocinados e à atuação do poder público. Além disso, estabelece sanções para eventuais descumprimentos da lei. A previsão do relator da proposta na Câmara, deputado Orlando Silva (PCdoB-SP), é que a votação do PL ocorra ainda este semestre.</p>
<p>Para o deputado, o caminho pode ser a responsabilização da plataforma, quando houver publicidade e impulsionamento. “Uma coisa é alguém publicar algo na rede social, uma ideia. Aí, as plataformas falam que é liberdade de expressão. Se não for conteúdo ilegal, não há problema. Mas, se for publicada uma fake news paga em uma empresa, e essa empresa projetar isso em um alcance que aquilo nunca teria, é outra coisa. As empresas não podem ser sócias da propagação de desinformação, <em>fake news</em> e discurso de ódio. Sempre que houver impulsionamento, patrocínio e ganhos, a plataforma precisa assumir a sua responsabilidade”, afirmou em <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2023-03/relator-diz-que--pl-das-fake-news-pode-ser-votado-ainda-neste-semestre" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">entrevista ao programa<em> Sem Censura</em></a>, da <strong>TV Brasil</strong>. </p>
<h2><em>Big techs</em></h2>
<p>Segundo o advogado e professor de Direito Constitucional Antônio Carlos Freitas Junior, membro da comissão de regulamentação e mídias sociais no Instituto de Advogados de São Paulo, o século 21 exige o debate sobre a regulamentação, principalmente em relação às <em>big techs</em>, grandes empresas de tecnologia que dominam o mercado.</p>
<p>Freitas Junior ressaltou que pesquisas recentes mostram como essas empresas conseguem, através da distribuição de postagem e seus algoritmos, interferir no comportamento eleitoral. “Em algum momento, uma autoridade, até mesmo mundial, e os países vão ter que se debruçar para limitar a atuação livre e desimpedida das <em>big techs</em>”, disse.</p>
<p>No projeto, está previsto que as plataformas guardarem, pelo prazo de três meses, os registros dos envios de mensagens encaminhadas em massa. O acesso a essas informações ocorrerá por ordem judicial, quando houver investigação penal sobre o conteúdo ilegal.</p>
<p>Yasmin Curzi, pesquisadora da FGV Direito Rio, avalia que o mecanismo presente no projeto de lei é o de rastreabilidade pautada no processo penal, ou seja, com ordem judicial específica e por isso, não vê necessidade de atualização.</p>
<p>A pesquisadora afirmou que o projeto traz obrigação de relatórios diversos, direitos e a possibilidade para usuários recorrerem das decisões das empresas. A medida busca reduzir a assimetria de informação e poder na relação entre plataforma e usuários.</p>
<h2>Educação para evitar <em>fake news</em></h2>
<p>Para Maria Helena Weber, coordenadora do Observatório da Comunicação, a propagação de notícias falsas está diretamente ligada ao fato de que as pessoas não entendem o poder dessa comunicação. Segundo ela, em geral, a mensagem é enviada por alguém fundamental na vida da pessoa, que, em tese, não contaria uma mentira. No caso, um amigo ou parente.</p>
<p>Weber defende o processo educativo, que leve as pessoas a entenderem melhor seu papel sobre a propagação de notícias e não que as tornem menos vulneráveis ao abuso digital.</p>
<p>Na avaliação da coordenadora, o grande desafio é sobre o que fazer para que a realidade não seja deturpada e a verdade seja o ponto principal sobre a divulgação.</p>
<p>“Nós acompanhamos, seja no Brexit [saída do Reino Unido da União Europeia], seja com o [ex-presidente norte-americano Donald] Trump e principalmente no Brasil, com a eleição de [Jair] Bolsonaro, por exemplo, descobrimos o poder que tem essas plataformas e o poder da circulação de notícias no campo da política. Então, [é necessário] recuperar a força do que é verdadeiro e do que é real.”</p>
<p>João Brant, secretário de Políticas Digitais do governo federal, avaliou que o maior desafio para regular o setor é o equilíbrio de direitos. Como, ao mesmo tempo, preservar a liberdade de expressão, a privacidade, a proteção de dados do usuário, mas impedir a desinformação, o discurso de ódio, a violação de direitos da criança e do adolescente, além de impedir golpes e fraudes.</p>
<h2>Audiências públicas</h2>
<p>No começo deste mês, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) anunciou a criação de um grupo de trabalho em parceria com as plataformas digitais e redes sociais para apresentar propostas ao Congresso Nacional. O Poder Executivo também deve encaminhar sugestões.</p>
<p>Jade Percassi, do Instituto Palavra Aberta, defende a Educação Midiática como essencial em tempos de revolução digital.</p>
<p>“Somos nós os indivíduos que compartilhamos, que engajamos conteúdos bons ou ruins, que passamos para frente desinformação. Todos nós somos responsáveis por aquilo que a gente posta, por aquilo que a gente compartilha, por aquilo que a gente divide nesse ambiente”, conclui.</p>
<p>Nessa semana, durante dois dias, o STF debateu o Marco Civil da Internet. A audiência pública foi convocada pelos ministros Dias Toffoli e Luiz Fux, relatores de ações que discutem a responsabilidade de provedores de aplicativos ou de ferramentas de internet sobre discursos de ódio e fake news. Foram ouvidos representantes da sociedade civil, dos operadores do direito e das partes do processo.</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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