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	<title>pior seca da história - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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		<title>Amazonas tem prejuízo de R$ 620 milhões em 2024 na pior seca da história, diz Defesa Civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Oct 2024 15:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[pior seca da história]]></category>
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					<description><![CDATA[Os danos acumulados até esta quinta-feira (3) de 2024 já superam os registros de 2023, que até então era considerada a estiagem mais grave a atingir o estado. A seca de 2024 no Amazonas é considerada a pior da história em termos de impactos econômicos e sociais. A Defesa Civil estadual confirmou a informação com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-466382110" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Os danos acumulados até esta quinta-feira (3) de 2024 já superam os registros de 2023, que até então era considerada a estiagem mais grave a atingir o estado.<br /><br />A seca de 2024 no Amazonas é considerada a pior da história em termos de impactos econômicos e sociais. A Defesa Civil estadual confirmou a informação com exclusividade à Expedição Amazonas, da GloboNews. Até quinta-feira (3), os danos acumulados já superaram os números de 2023, que até então era reconhecida como a estiagem mais grave do estado.<br /><br />Segundo a Defesa Civil, quase 770 mil pessoas estão sendo afetadas pela seca, que levou todas as cidades do estado a decretarem situação de emergência. Os prejuízos públicos e privados , que em 2023 totalizaram cerca de R$ 472 milhões, já ultrapassam R$ 620 milhões em 2024, e o cenário pode piorar à medida que a seca persiste.<br /><br />O órgão esclareceu que a análise comparativa considera fatores hidrológicos, sociais e econômicos. Informações fornecidas pelas prefeituras sobre os impactos na agricultura, comércio, indústria, pecuária e fornecimento de serviços básicos, além dos danos a estruturas públicas, confirmam que os índices deste ano são os mais graves já registrados.</p>
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<h2>Seca nos rios no estado</h2>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No contexto hidrológico, as calhas dos rios Alto, Médio e Baixo Solimões, Médio e Baixo Amazonas, Madeira, Purus e Rio Negro apresentam níveis críticos. Estações fluviométricas, como Tabatinga, Fonte Boa e Manacapuru, registram cotas mínimas históricas.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="193" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>Na sexta-feira (4), o <strong>Rio Negro</strong> atingiu a marca de 12,66 metros, fazendo com que Manaus enfrente a pior seca da história pelo segundo ano consecutivo.</li>
<li>Em Tabatinga, na região do Alto Solimões, o<strong> Rio Solimões</strong> está com -1,99 metros. O registro é desta sexta-feira (4). Dados da Defesa Civil apontam que o rio tem descido, em média, 5 centímetros por dia no último mês. A cidade vive a pior seca da história.</li>
<li>💧 Na cidade de Coari, na região do Médio Amazonas, o <strong>Rio Amazonas</strong> registrou a cota de 1,21 metros nesta sexta-feira, segundo medição da Defesa Civil do município.</li>
<li>💧 Em Parintins, no Baixo Amazonas, o Rio Amazonas está em -2,05 metros. O cenário também é crítico na região, segundo o governo do estado.</li>
<li>💧 No município de Itacoatiara, o mesmo Rio Amazonas está medindo 0,41 centímetros nesta sexta-feira. A cidade recebeu um porto flutuante, onde os navios cargueiros, que atendem as empresas do Polo Industrial de Manaus, transferem suas mercadorias para balsas que ainda conseguem chegar na capital amazonense.</li>
<li>💧 Em Humaitá, o<strong> Rio Madeira </strong>registra 8,20 metros nesta sexta-feira. O rio desceu uma média de 4 centímetros por dia.</li>
</ul>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Na capital, a prefeitura já fechou a praia da Ponta Negra, o principal balneário da cidade. No porto, o surgimento de bancos de areia tem afastado as embarcações e alterado a rotina de quem depende do rio para viver. Até o Encontro das Águas se tornou mais difícil de observar devido a essa situação.</p>
</div>
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/EFIwKY1dP1KRI7awzVkX98UZohc=/0x0:2000x1333/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/S/WtKzuMTgmyVla5WyvO3w/2024-09-08t164009z-124770905-rc2bw9a2nxup-rtrmadp-3-brazil-environment-amazon.jpg" sizes="(max-width: 2049px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/Oi8jaT6C7DZDjxK8VIdMkxHWh08=/0x0:2000x1333/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/S/WtKzuMTgmyVla5WyvO3w/2024-09-08t164009z-124770905-rc2bw9a2nxup-rtrmadp-3-brazil-environment-amazon.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/EFIwKY1dP1KRI7awzVkX98UZohc=/0x0:2000x1333/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/S/WtKzuMTgmyVla5WyvO3w/2024-09-08t164009z-124770905-rc2bw9a2nxup-rtrmadp-3-brazil-environment-amazon.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/EztbhuGLJbHB_sAIZumVxsFmh1I=/0x0:2000x1333/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/S/WtKzuMTgmyVla5WyvO3w/2024-09-08t164009z-124770905-rc2bw9a2nxup-rtrmadp-3-brazil-environment-amazon.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/WIhpXPlc_Pw57nYzzTuoGY8Uc18=/0x0:2000x1333/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/t/S/WtKzuMTgmyVla5WyvO3w/2024-09-08t164009z-124770905-rc2bw9a2nxup-rtrmadp-3-brazil-environment-amazon.jpg 600w" alt="Ribeirinhos carregam galões de água enquanto atravessam bancos de areia do rio Madeira até a comunidade Paraizinho, em meio à pior seca da história. Humaitá, Amazonas (10 de setembro) — Foto: Bruno Kelly/Reuters" width="647" height="431" /><p class="wp-caption-text">Ribeirinhos carregam galões de água enquanto atravessam bancos de areia do rio Madeira até a comunidade Paraizinho, em meio à pior seca da história. Humaitá, Amazonas (10 de setembro) — Foto: Bruno Kelly/Reuters</p></div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Na capital, a prefeitura fechou a praia da Ponta Negra, o principal balneário da cidade. No porto, o aparecimento de bancos de areia tem afastado as embarcações, alterando a rotina de quem depende do rio para viver. Além disso, a visualização do Encontro das Águas se tornou mais difícil devido a essa situação.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Desde o início do ano, o governo estadual tem se empenhado em antecipar ações para combater a estiagem. Como parte dessas iniciativas, informou que já enviou <strong>202,1 toneladas</strong> de medicamentos e insumos para os municípios afetados pela seca severa deste ano.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Veja Mais <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2024/10/05/amazonas-tem-prejuizo-de-r-620-milhoes-em-2024-na-pior-seca-da-historia-diz-defesa-civil.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">G1 AM</a></p>
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