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	<title>PIB - Portal NDC</title>
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	<title>PIB - Portal NDC</title>
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		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,09%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-509/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Jul 2025 15:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BC]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para o PIB é de 2,23% este ano, diz BC A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,1% para 5,09% este ano. É a nona redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (28). A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2294117669" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa para o PIB é de 2,23% este ano, diz BC</p>
<p>A <strong>previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,1% para 5,09% este ano</strong>. É a nona redução seguida na estimativa, publicada no Boletim Focus desta segunda-feira (28). A pesquisa é divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1652252&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1652252&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Para 2026, a projeção da inflação foi reduzida de 4,45% para 4,44%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,8%, respectivamente.</strong></p>
<p>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC.<strong> Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</strong></p>
<p>Em junho, mesmo pressionada pela energia elétrica, a inflação oficial &#8211; divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; perdeu força e fechou em 0,24%, marcada pela primeira queda no preço dos alimentos depois de nove meses. Apesar da desaceleração nos últimos meses, o índice acumulado em 12 meses alcançou 5,35%, ficando pelo sexto mês seguido acima do teto da meta de até 4,5%.</p>
<p>Esse período de seis meses acima de 4,5% configura estouro da meta pelo novo regime adotado em 2024. Cada vez que isso acontece, o presidente do BC tem que divulgar, por meio de carta aberta ao <a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/historicometas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">ministro da Fazenda</a>, que preside o CMN, a descrição detalhada das causas do descumprimento, as providências para assegurar o retorno da inflação aos limites estabelecidos e o prazo no qual se espera que as providências produzam efeito.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Apesar do recuo recente da inflação, as<strong> incertezas em relação à economia fizeram o colegiado elevar os juros em 0,25 ponto percentual na última reunião, no mês passado, sendo o sétimo aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</strong></p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba. <strong>O próximo encontro do colegiado ocorre nesta terça (29) e quarta-feira (30). </strong></p>
<p>A <strong>decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que não esperava um novo aumento e, nesse cenário, a estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano.</strong> Para o fim de 2026, a expectativa é de que a Selic caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia. </p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano permaneceu em 2,23% nesta edição do Boletim Focus. <strong>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,88% para 1,89%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</strong></p>
<p>Puxada pela agropecuária no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE. <strong>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%.</strong> O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,60 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,70.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Mercado financeiro reduz projeção de inflação para 5,17% em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-projecao-de-inflacao-para-517-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Jul 2025 14:29:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão é de dólar a R$ 5,65 e PIB de 2,23% no fim do ano As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1183772835" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Previsão é de dólar a R$ 5,65 e PIB de 2,23% no fim do ano</p>
<p><strong>As expectativas do mercado financeiro estão mais otimistas com relação à inflação do país. Pela sétima semana consecutiva, são registradas quedas nas projeções para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país. </strong>De acordo com o Boletim Focus divulgado pelo Banco Central, nesta segunda-feira (14), em Brasília, é esperado que o ano feche com uma inflação de 5,17%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1650729&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1650729&amp;o=node" /></p>
<p>Há uma semana esperava-se uma inflação de 5,18% para o ano. Há quatro semanas, o mercado projetava uma inflação de 5,25%. Para os anos subsequentes, as expectativas se mantiveram estáveis, em 4,5% em 2026, e em 4% para 2027.</p>
<p><strong>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</strong> Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior, 4,5%.</p>
<h2>PIB e dólar</h2>
<p><strong>As projeções relacionadas ao Produto Interno Bruto (PIB) &#8211; a soma de todas riquezas produzidas no país &#8211; se mantiveram estáveis para 2025, com um crescimento de 2,23%.</strong> Para 2026, o mercado se mostrou mais otimista do que na semana passada, aumentando as expectativas de crescimento de 1,86% para 1,89%. Para 2027, projeta-se um PIB de 2%.</p>
<blockquote>
<p>Com relação ao câmbio, o Boletim Focus reviu para baixo as expectativas de cotação do dólar. O mercado projeta que, ao final de 2025, a moeda norte-americana custará R$ 5,65. Na semana passada, a projeção era de uma cotação de R$ 5,70 ao final do ano. Há quatro semanas as expectativas estavam em R$ 5,77.</p>
</blockquote>
<p><strong>O mercado financeiro reviu também para baixo as expectativas de cotação. Para o final de 2026, a projeção de cotação do dólar caiu de R$ 5,75 (divulgada na semana passada) para R$ 5,70</strong>. É a terceira semana seguida de queda nas expectativas de cotação. Para o final de 2027, a projeção é de que a moeda norte-americana estará cotada a R$ 5,71.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).</strong></p>
<p>As expectativas do mercado financeiro para a Selic se mantêm em 15% ao ano há três semanas. Para os anos subsequentes, se manteve estável em 12,50% para 2026, e em 10,50% em 2027.</p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba.</p>
<p><strong>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</strong> Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,2%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-52/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 13:36:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para o PIB é de 2,21% este ano A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,24% para 5,20% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-822735547" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa para o PIB é de 2,21% este ano</p>
<p><strong>A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,24% para 5,20% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (30), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC), em Brasília, com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1648878&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1648878&amp;o=node" /></p>
<p>Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,83%, respectivamente.</p>
<p><strong>A estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</strong></p>
<p>Em maio, a inflação oficial fechou em 0,26%, pressionada principalmente pelo aumento da energia elétrica residencial. O resultado mostra desaceleração após o IPCA ter marcado 0,43% em abril. O índice &#8211; divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) &#8211; acumula taxas de 2,75% no ano e de 5,32% em 12 meses.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). Apesar do recuo recente da inflação, as incertezas em relação à economia fizeram o colegiado elevar os juros em 0,25 ponto percentual na última reunião, neste mês, sendo o sétimo aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Em ata, o Copom informou que deverá manter os juros no mesmo patamar nas próximas reuniões, enquanto observa os efeitos do ciclo de alta da Selic sobre a economia. No entanto, não descartou mais aumentos, caso a inflação suba.</p>
<p><strong>A decisão surpreendeu parte do mercado financeiro, que não esperava um novo aumento e, nesse cenário, a estimativa dos analistas é que a taxa básica encerre 2025 em 15% ao ano</strong>. Para o fim de 2026, a expectativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p><strong>A estimativa das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano se manteve em 2,21% nesta edição do Boletim Focus. Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) subiu de 1,85% para 1,87%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</strong></p>
<p>Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%, de acordo com o IBGE.</p>
<p>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A previsão da cotação do dólar está em R$ 5,70 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,79.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>CNI estima que investimento em infraestrutura vai crescer 4,2% em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cni-estima-que-investimento-em-infraestrutura-vai-crescer-42-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jun 2025 16:16:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[CNI]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[infraestrutura]]></category>
		<category><![CDATA[investimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Em relação ao PIB, porém, valor de R$ 277,9 bi representaria recuo Os investimentos em infraestrutura no país devem chegar a R$ 277,9 bilhões este ano, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (13) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Caso se confirme, o valor será 4,2% superior ao observado no ano passado, de acordo com a CNI. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1679947032" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em relação ao PIB, porém, valor de R$ 277,9 bi representaria recuo</p>
<p>Os investimentos em infraestrutura no país devem chegar a R$ 277,9 bilhões este ano, segundo estimativa divulgada nesta sexta-feira (13) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). <strong>Caso se confirme, o valor será 4,2% superior ao observado no ano passado, de acordo com a CNI.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1646666&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1646666&amp;o=node" /></p>
<p>A proporção dos investimentos em infraestrutura em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), no entanto, deve ser reduzida dos 2,27% observados em 2024 para 2,21% projetados para este ano.</p>
<p><strong>O analista da CNI Ramon Cunha explica que o Brasil historicamente investe pouco em infraestrutura.</strong> “Em algumas atividades, o país investe menos do que o necessário para suprir a própria depreciação desses ativos. Isso se reflete, na prática, em estradas com conservação inadequada, instabilidade em termos de fornecimento de energia e serviços de telecomunicações, e, ainda, em precariedade no abastecimento de água e no tratamento de esgoto”.</p>
<p>Segundo a CNI, <strong>os setores onde são esperados mais crescimentos no investimento, neste ano, são saneamento básico e transportes.</strong></p>
<p>A confederação também estima que 72,2% dos investimentos virão da iniciativa privada, mantendo a tendência observada desde 2019, quando o capital privado responde por mais de 70% desses aportes.</p>
<p>Para a CNI, apesar dos avanços observados nos últimos anos, a infraestrutura nacional ainda precisa superar deficiências, a fim de dar condições ao país para concorrer internacionalmente. Entre as principais dificuldades apontadas pela confederação estão entraves regulatórios, demora no processo de licenciamento ambiental e investimentos insuficientes.</p>
<h2>Recomendações</h2>
<p>O estudo da CNI enumerou oito pilares que seriam considerados essenciais para a modernização da infraestrutura brasileira, entre eles tornar o investimento em infraestrutura uma política de Estado e garantir sua melhor governança; e ampliar de forma responsável e com racionalidade econômica os investimentos públicos, direcionando-os para projetos de maior retorno para a sociedade.</p>
<p>Também são recomendações da CNI que o governo seja rigoroso nos critérios de escolha de investimentos públicos e parcerias público-privadas, que haja maior segurança jurídica para os investimentos privados, que seja aprimorada a regulação do setor de infraestrutura, e que seja ampliada a participação dos mercados de capitais no financiamento de projetos de infraestrutura.</p>
<p>Outros pontos considerados importantes são o fortalecimento o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) como estruturador de projetos sustentáveis de infraestrutura e o apoio à expansão gradual dos investimentos em infraestrutura até que seja atingido o patamar de ao menos 4% do PIB.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>PIB do Amazonas cresce quase de 10% no 1º trimestre de 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pib-do-amazonas-cresce-quase-de-10-no-1o-trimestre-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jun 2025 20:15:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Levantamento feito pela Sedecti aponta ainda que Produto Interno Bruto foi impulsionado pela indústria e serviços. O Produto Interno Bruto (PIB) do Amazonas registrou um crescimento de 9,86% nos três primeiros meses de 2025 em relação ao mesmo período de 2024, totalizando R$ 43,7 bilhões, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedecti). Os dados foram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-657677634" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Levantamento feito pela Sedecti aponta ainda que Produto Interno Bruto foi impulsionado pela indústria e serviços.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="3">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O <strong>Produto Interno Bruto (PIB) do Amazonas registrou um crescimento de 9,86% nos três primeiros meses de 2025</strong> em relação ao mesmo período de 2024, totalizando R$ 43,7 bilhões, segundo a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedecti). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (10).</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Ao considerar a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o <span class="highlight highlighted">crescimento real, ou seja, o aumento descontando a inflação, foi de 4,16%</span>, o que mostra que a economia do Amazonas avançou em volume de produção e serviços.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="72" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O setor industrial foi o principal destaque do período, com um total de R$ 16,1 bilhões e um crescimento nominal de 12,63% em relação ao 1º trimestre de 2024. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do IBGE, a indústria geral teve um aumento de 8,91% no 1º trimestre de 2025 em comparação com o 4º trimestre de 2024. No entanto, em relação ao 1º trimestre de 2024, houve uma queda de 3,31%.</p>
</div>
</div>
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</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="68" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Dentro da indústria de transformação, alguns segmentos se destacaram. A fabricação de produtos químicos apresentou um crescimento expressivo: 79,43% no comparativo anual (1º trimestre de 2025 em relação ao 1º trimestre de 2024) e 41,92% em relação ao trimestre anterior (4º trimestre de 2024). A fabricação de máquinas e equipamentos também teve forte desempenho, com aumentos de 23,55% no comparativo anual e 34,76% em relação ao trimestre anterior.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Outro segmento em destaque foi o de outros equipamentos de transporte, que cresceu 9,99% e 15,01%, respectivamente, nos mesmos períodos.</p>
</div>
</div>
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<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O setor de serviços também apresentou resultado positivo, totalizando R$ 19,16 bilhões no 1º trimestre de 2025, um crescimento nominal de 8,21% em comparação ao mesmo período de 2024. Segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) do IBGE, a receita nominal do setor subiu 6,57%, enquanto o volume de serviços prestados teve uma leve alta de 0,08%.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>Agropecuária</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O setor agropecuário alcançou R$ 1,56 bilhão no primeiro trimestre, crescendo 7,18% em comparação com o mesmo período do ano anterior. Entre os principais produtos, a produção de milho se destacou com um aumento de 15,29%. A soja também cresceu 4,04%, enquanto a mandioca apresentou uma leve alta de 0,98%.</p>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercado financeiro reduz previsão da inflação para 5,46%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-financeiro-reduz-previsao-da-inflacao-para-546/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 18:01:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Câmbio]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[IPCA]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Estimativa para o PIB é de 2,13% este ano A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,5% para 5,46% este ano. A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1271641585" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Estimativa para o PIB é de 2,13% este ano</p>
<p>A <strong>previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – considerado a inflação oficial do país – passou de 5,5% para 5,46% este ano.</strong> A estimativa está no Boletim Focus desta segunda-feira (2), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645093&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645093&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Para 2026, a projeção da inflação permaneceu em 4,5%. Para 2027 e 2028, as previsões são de 4% e 3,85%, respectivamente.</strong></p>
<p>A <strong>estimativa para 2025 está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC</strong>. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. <strong>Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</strong></p>
<p>Em abril, a inflação oficial fechou em 0,43%, <strong>pressionada principalmente pelos preços dos alimentos e de produtos farmacêuticos</strong>. O resultado mostra desaceleração pelo segundo mês seguido, após o IPCA ter marcado 1,31% em fevereiro e 0,56% em março. <strong>No acumulado em 12 meses, o índice divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) soma 5,53%</strong>.</p>
<h2>Juros básicos</h2>
<p><strong>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, definida em 14,75% ao ano</strong>. A alta do preço dos alimentos e da energia e as incertezas em torno da economia global fizeram o BC aumentar mais uma vez os juros em 0,5 ponto percentual na última reunião, no início do mês, o sexto aumento seguido da Selic em um ciclo de contração na política monetária.</p>
<p>Em comunicado, o Copom não deu pistas sobre o que deve ocorrer na próxima reunião, na metade de junho. <strong>Afirmou apenas que o clima de incerteza permanece alto e exigirá prudência da autoridade monetária, tanto em eventuais aumentos futuros como no período em que a Selic deve ficar em 14,75% ao ano.</strong></p>
<p>A <strong>estimativa do mercado financeiro é que a taxa básica encerre 2025 neste patamar.</strong> Para o fim de 2026, a estimativa é de que a taxa básica caia para 12,5% ao ano. <strong>Para 2027 e 2028, a previsão é que ela seja reduzida novamente, para 10,5% ao ano e 10% ao ano, respectivamente.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p><strong>Quando a taxa Selic é reduzida a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</strong></p>
<h2>PIB e câmbio</h2>
<p>A <strong>projeção das instituições financeiras para o crescimento da economia brasileira este ano variou de 2,14% para 2,13%.</strong> <strong>Para 2026, a projeção para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) passou de 1,7% para 1,8%. Para 2027 e 2028, o mercado financeiro estima expansão do PIB em 2%, para os dois anos.</strong></p>
<p><strong>Puxada pela agropecuária, no primeiro trimestre de 2025, a economia brasileira cresceu 1,4%</strong>, de acordo com o IBGE.</p>
<p><strong>Em 2024, o PIB fechou com alta de 3,4%</strong>. O resultado representa o quarto ano seguido de crescimento, sendo a maior expansão desde 2021 quando o PIB alcançou 4,8%.</p>
<p>A <strong>previsão da cotação do dólar está em R$ 5,80 para o fim deste ano. No fim de 2026, estima-se que a moeda norte-americana fique em R$ 5,90</strong>.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">54532</post-id>	</item>
		<item>
		<title>PIB atinge patamar recorde pelo 14º trimestre seguido</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pib-atinge-patamar-recorde-pelo-14o-trimestre-seguido/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 May 2025 22:01:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agropecuária]]></category>
		<category><![CDATA[consumo das famílias]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[Agropecuária e serviços atingiram recordes no 1º semestre deste ano Com o crescimento de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior, a economia brasileira atingiu um novo patamar recorde. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB nacional vem atingindo níveis recordes consecutivos há 14 trimestres, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2171334184" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Agropecuária e serviços atingiram recordes no 1º semestre deste ano</p>
<p>Com o <strong>crescimento de 1,4% no Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre deste ano, em relação ao trimestre anterior</strong>, a <strong>economia brasileira atingiu um novo patamar recorde</strong>. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o <strong>PIB nacional vem atingindo níveis recordes consecutivos há 14 trimestres, ou seja, o quarto trimestre de 2021.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1644903&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1644903&amp;o=node" /></p>
<p>No primeiro trimestre deste ano, também <strong>atingiram patamares recordes os setores da agropecuária e dos serviços</strong>. Os <strong>serviços, aliás, vêm atingindo níveis recordes há 15 trimestres, ou seja, desde o terceiro trimestre de 2021.</strong> Sob a ótica da demanda, também <strong>atingiram patamares recordes o consumo das famílias, consumo do governo e exportações.</strong></p>
<p>Por outro lado, <strong>indústria e investimentos</strong> estão longe de seus patamares recordes, ambos atingidos em 2013. A formação bruta de capital fixo, ou seja, os investimentos, por exemplo, está 6,7% abaixo do nível do segundo trimestre de 2013, enquanto a indústria está 4,7% abaixo do nível do terceiro trimestre daquele ano.</p>
<blockquote>
<p>“A indústria é a única das grandes três atividades econômicas que ainda está no patamar abaixo do pico”, ressalta a pesquisadora do IBGE, Rebeca Palis.</p>
</blockquote>
<h2>PIB</h2>
<p>Segundo o IBGE, o <strong>crescimento do PIB do quarto trimestre de 2024 para o primeiro trimestre deste ano foi puxado principalmente pelo desempenho da agropecuária, que teve crescimento de 12,2%.</strong></p>
<blockquote>
<p>“A agro tem dois efeitos principais este ano: um é a questão climática que está favorável e a outra é que as colheitas que estão crescendo muito, como a soja, que é a nossa principal lavoura, está concentrada no primeiro semestre. A gente também tem o milho crescendo, o fumo, o arroz, várias colheitas que estão crescendo esse ano têm muita safra no primeiro semestre”, explica Rebeca.</p>
</blockquote>
<p>Os<strong> serviços, que correspondem a 70% da economia brasileira, também tiveram desempenho positivo, crescendo 0,3% no trimestre em relação ao trimestre anterior</strong>, com destaque para as atividades de informação e comunicação (3%). Já a indústria apresentou taxa negativa (-0,1%), devido a resultados da construção (com queda de 0,8%) e da indústria da transformação (-1%).</p>
<p>Segundo Rebeca Palis, esses são setores que estão sentindo os efeitos da alta taxa básica de juros (Selic).</p>
<p>Sob a ótica da demanda, houve altas em todos os componentes no primeiro trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior: <strong>consumo das famílias (1%), formação bruta de capital fixo (3,1%), exportações (2,9%) e consumo do governo (0,1%).</strong></p>
<blockquote>
<p>“Em relação ao consumo das famílias, a gente ainda tem fatores que prejudicam, como a inflação bem resiliente e a política monetária restritiva. Mas a gente continua tendo melhora no mercado de trabalho, continua tendo programas de transferência de renda do governo para as famílias e o crédito continua crescendo, apesar de estar mais caro, então são várias coisas contribuindo positivamente”, disse a pesquisadora. “Mas o consumo das famílias poderia ser mais alto se a gente não tivesse uma política monetária restritiva”.</p>
</blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Ao reduzir pobreza, Bolsa Família melhora PIB do país, diz ministro</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ao-reduzir-pobreza-bolsa-familia-melhora-pib-do-pais-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Apr 2025 16:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combate à Pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[Municipios em situação de emergência terão benefício antecipado O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, disse nesta terça-feira (15) que os efeitos benéficos do Bolsa Família vão muito além da retirada de dezenas de milhões de pessoas da pobreza, ajudando, ao mesmo tempo, a economia local nos mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2778649308" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Municipios em situação de emergência terão benefício antecipado</p>
<p><strong>O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, disse nesta terça-feira (15) que os efeitos benéficos do Bolsa Família vão muito além da retirada de dezenas de milhões de pessoas da pobreza, ajudando, ao mesmo tempo, a economia local nos mais diversos municípios, resultando no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do país.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1638957&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1638957&amp;o=node" /></p>
<p>Para Wellington Dias, os erros de projeção de crescimento do PIB cometidos pelo mercado, sempre mais pessimista com relação à economia, têm sido uma constante exatamente por não levar em conta os efeitos de políticas públicas, como o Bolsa Família, para a economia.</p>
<blockquote>
<p>Segundo ele, o mercado continuará a errar nessas projeções. “Temos tudo para crescer, de novo, entre 3% e 4% em 2025, enquanto o mercado diz que será 1,5%. Digo isso porque é a economia dos mais pobres o que está alavancando o crescimento no Brasil. São esses milhões de pessoas que antes não tinham dinheiro nem para comer, mas agora têm renda de trabalho; ou que ganha um dinheirinho ao se tornar um empreendedor ou com sua produção rural”, argumentou ao associar, de forma direta, saída da pobreza com crescimento econômico.</p>
</blockquote>
<h2>Colchão de proteção</h2>
<p><strong>O ministro disse ainda que as políticas públicas que vêm sendo implementadas pelo governo federal, como seguro desemprego, aposentadoria rural e o próprio Bolsa Família são, na verdade, “um colchão de proteção” que possibilitou, ao Brasil, retirar 33,1 milhões de brasileiros da fome.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Quando o presidente Lula assumiu, essas pessoas estavam passando fome. Nós já reduzimos [esse índice em] 85%. Este dinheiro que circula na economia no Amazonas, em Brasília, no Rio Grande do Sul, no Piauí e em todas as regiões do Brasil é também um fator para o próprio desenvolvimento do país”, disse.</p>
</blockquote>
<p><strong>“A circulação desse dinheiro ali, onde essas pessoas vivem, gera um mercadinho; uma feira; açougue, verdureira; vira salão de beleza. Enfim, gera uma atividade econômica”, completou.</strong></p>
<p><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-12/ibge-pobreza-e-extrema-pobreza-atingem-menor-nivel-no-pais-desde-2012" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"><strong>&gt;&gt;IBGE: pobreza e extrema pobreza atingem menor nível no país desde 2012</strong></a></p>
<h2>Antecipação do Bolsa Família</h2>
<div class="dnd-widget-wrapper context-cheio_8colunas type-image">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Marcelo Camargo/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/reKWmbuLs6Qv0KJbPmDR4ZrXur8=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2025/04/15/wellington-dias-bdm_mcamgo_abr_15042025-8.jpg?itok=t5oT-Nvs" alt="Brasília (DF), 15/04/2025 - O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, dá entrevista ao programa Bom Dia, Ministro. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil" width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Brasília (DF), 15/04/2025 &#8211; O ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, dá entrevista ao programa Bom Dia, Ministro. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</p></div>
</div>
</div>
<p><strong>Durante o programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, produzido pela Empresa Brasil de Comunicação (EBC), Wellington Dias anunciou que o governo federal libera, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-04/caixa-comeca-pagar-bolsa-familia-de-abril" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">a partir desta terça-feira (15</a>), cerca de R$ 14 bilhões antecipados para os beneficiários que vivem em estados e municípios que se encontram em situação de emergência ou calamidade em razão de enchentes ou de seca.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Tomamos a decisão de antecipar o pagamento para este dia 15, nestes municípios de emergência [devido a enchentes]. Esse pagamento quebra aquele interstício do calendário e paga todo o benefício. Ele é liberado e disponibilizado nas agências da Caixa e na rede autorizada. É uma forma de poder as pessoas ter ali um dinheirinho para esses momentos de grande dificuldade”, disse o ministro, referindo-se a estados do Sul e do Norte, além do Rio de Janeiro, de São Paulo e do Paraná.</p>
</blockquote>
<p>Segundo o ministro, há casos em que essa situação de emergência em razão de seca, em especial no Nordeste, como é o caso do Piauí e Ceará. <strong>A antecipação visa, também, fazer com que as pessoas passem o feriado de Páscoa com o benefício já no bolso.</strong></p>
<h2>Mudança de critérios</h2>
<p><strong>Dias criticou algumas manifestações preconceituosas com relação ao programa. Essas críticas partiriam da premissa de que o Bolsa Família supostamente desestimularia os beneficiários a buscarem outras fontes de renda, como empregos.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Até entendo [essas críticas, quando feitas por] pessoas que não passaram fome ou que não conviveram de perto com quem já viveu a fome”, disse o ministro. “A questão é que quem passa fome não tem disposição para outra coisa a não ser ir atrás de comida. A ponto de se submeter a situações constrangedoras”, acrescentou ao afirmar que, entre as consequências maléficas da fome, está a prostituição e “pessoas que se dispõem a dedicar um dia inteiro de serviço por um prato de comida”.</p>
</blockquote>
<p>A fim de garantir que o programa cumpra a função de ajudar as pessoas a superarem a pobreza, Wellington Dias disse que algumas mudanças profundas foram implementadas a partir de 2023, inclusive possibilitando que o benefício não seja cancelado imediatamente, após o beneficiário ter sua carteira de trabalho assinada.</p>
<blockquote>
<p>“Ter a carteira assinada não pode ser critério para cancelar benefício, uma vez que o objetivo é alcançar a superação da pobreza. Havia um medo [entre os beneficiários] de, quando alcançar uma determinada renda, deixar de receber o Bolsa Família. Isso porque, tinha uma fila do tamanho do mundo [para, posteriormente, caso perca o emprego, se retornar ao Bolsa Família]”.</p>
</blockquote>
<p><strong>“Alteramos isso. Agora quem entra no cadastro único do Bolsa Família só sai para cima, através de uma renda de superação da pobreza. E se perde essa renda, volta automaticamente ao programa”, completou.</strong></p>
<h2>Sazonais e empreendedores</h2>
<p>Dias lembrou que as mudanças que vêm sendo implementadas no <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2024-11/corte-no-orcamento-nao-vai-impactar-bolsa-familia-diz-ministro" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">programa está atenta à situação dos trabalhadores</a> que prestam serviços de modo sazonal, de forma a evitar que alguma renda extra temporária resulte no fim do benefício.</p>
<blockquote>
<p>“Sabemos que tem aquelas pessoas que, em um mês de trabalho apenas, recebe um salário mais elevado do que o primeiro, e acaba saindo por conta do salário daquele mês. Para evitar isso, agora a gente divide esse salário por 12 meses. E consideramos a média da renda de 12 meses”, explicou o ministro.</p>
</blockquote>
<p><strong>Segundo ele, só com essas modificações o sistema beneficiou 4 milhões de famílias, o que equivale a algo como 10 milhões de pessoas que recebem Bolsa Família e salário</strong>.</p>
<p>“Tem também os que estão empreendendo. Quando a renda sobe e chega à faixa de saída da pobreza. Estamos falando aqui de 7 milhões de pessoas que, nesse instante, estão trabalhando e recebendo o Bolsa Família. Foram 16,5 milhões de brasileiros que passaram a trabalhar [empreendendo], além dos muitos com emprego sazonal”.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>BC reduz previsão do PIB de 2,1% para 1,9% em 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/bc-reduz-previsao-do-pib-de-21-para-19-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Mar 2025 15:35:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=51971</guid>

					<description><![CDATA[Inflação para este ano cai para 5,01%, mas segue acima da meta O Banco Central (BC) reduziu a estimativa de crescimento do país de 2,1% para 1,9% em 2025. Dado sobre a projeção do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) consta do relatório de política monetária do primeiro trimestre, divulgado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1202187913" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Inflação para este ano cai para 5,01%, mas segue acima da meta</p>
<p>O Banco Central (BC) <strong>reduziu a estimativa de crescimento do país de 2,1% para 1,9% em 2025</strong>. Dado sobre a projeção do Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) consta do relatório de política monetária do primeiro trimestre, divulgado pela autoridade monetária nesta quinta-feira (27). Segundo o BC, a <strong>projeção de inflação para o ano cai para 5,01%</strong>, ainda fora do intervalo da meta.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1636309&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1636309&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“O PIB cresceu fortemente em 2024, 3,4%, mas desacelerou mais que o esperado no quarto trimestre, ao crescer 0,2%. A desaceleração foi mais nítida nos setores mais sensíveis ao ciclo econômico, no consumo das famílias e na formação bruta de capital fixo. Nesse contexto, a projeção para o crescimento do PIB em 2025 foi revisada para baixo, de 2,1% para 1,9%, com maior redução na expectativa dos componentes mais cíclicos”, diz o relatório.</p>
</blockquote>
<p><strong>Na avaliação do BC, a economia aquecida favorece a alta da inflação, dificultando a convergência para a meta. A inflação acumulada em doze meses, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), aumentou de 4,87% em novembro para 5,06% em fevereiro.</strong></p>
<p>A <strong>meta definida pelo Comitê de política Monetária (Copom) do BC é de 3%, podendo varia 1,5% para mais ou menos</strong>. O documento diz que as projeções de inflação se mantiveram acima da meta, tornando a “convergência para a meta desafiadora”.</p>
<blockquote>
<p>“Nas projeções do cenário de referência, a inflação continua acima do limite do intervalo de tolerância ao longo de 2025, começando a cair a partir do quarto trimestre, mas ainda permanecendo acima da meta. Nesse cenário, a inflação acumulada em quatro trimestres fica na faixa de 5,5%-5,6% nos três primeiros trimestres de 2025, cai para 5,1% no final do ano, 3,7% em 2026 e 3,1% no último período considerado, referente ao terceiro trimestre de 2027”, afirma o BC.</p>
</blockquote>
<p>O documento diz ainda que a projeção de inflação para 2025 aumentou 0,6 ponto percentual (p.p.) em relação ao relatório anterior, especialmente nas projeções relacionadas aos preços livres. Em relação aos preços administrados, a projeção é de redução.</p>
<blockquote>
<p>“Os efeitos dos aumentos das expectativas de inflação e da inércia decorrente das surpresas inflacionárias e da revisão das projeções de curto prazo pressionaram as projeções para cima, enquanto a subida da taxa de juros real, a apreciação cambial e a queda do preço do petróleo contribuíram para baixo”, diz o relatório.</p>
</blockquote>
<p><strong>O documento aponta ainda que o cenário externo permanece desafiador e segue exigindo cautela por parte de países emergentes</strong>.</p>
<p>Na avaliação da autoridade monetária, a conjuntura e a política econômica nos Estados Unidos, em particular a incerteza acerca da sua política comercial, colocam mais dúvidas sobre os ritmos de desaceleração da atividade econômica e da desinflação, com impactos na postura do Banco Central norte-americano, o Fed, e no ritmo de crescimento dos demais países.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Brasil é o sétimo em ranking de crescimento econômico com 40 países</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-e-o-setimo-em-ranking-de-crescimento-economico-com-40-paises/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 09 Mar 2025 14:43:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
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					<description><![CDATA[PIB brasileiro expandiu 3,4% em 2024 O Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo. Em 2024, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2349313810" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>PIB brasileiro expandiu 3,4% em 2024</p>
<p>O <strong>Brasil ocupa a sétima posição no ranking de 40 países que apresentaram dados de crescimento econômico referente a 2024</strong>. A listagem é elaborada pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), conhecida como clube dos países ricos, por reunir nações com as economias mais avançadas do mundo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1633595&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1633595&amp;o=node" /></p>
<p><strong>Em 2024, a economia brasileira cresceu 3,4%, </strong>conforme divulgou nesta sexta-feira (7) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<h2>Países</h2>
<p><strong>A <a href="https://www.oecd.org/en.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">OCDE</a> tem 38 países, e o Brasil não está entre os membros efetivos</strong>, mas iniciou processo de adesão.</p>
<p>A organização lista informações sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB – conjunto de bens e serviços produzidos no país) de 39 países, entre eles os não membros Brasil, China, Índia, Indonésia, Arábia Saudita e África do Sul. A <strong>Agência Brasil</strong> acrescentou o dado da Rússia, que cresceu 4,1% em 2024.</p>
<p>Chile, Grécia, Luxemburgo e Nova Zelândia fazem parte da OCDE, mas não foram listados pois ainda não terem divulgado dados relativos a 2024.</p>
<h2>Comparação</h2>
<p>País mais populoso do mundo, com mais de 1,4 bilhão de habitantes, a <strong>Índia lidera o ranking de crescimento, com taxa anual de 6,7%.</strong> Em seguida aparecem China e Indonésia, ambos com expansão de 5%.</p>
<p>O primeiro país das Américas a figurar no ranking é a Costa Rica, que cresceu 4,3% em 2024. Os Estados Unidos, maior economia do mundo, têm a 11ª maior alta (2,8%).</p>
<p>O salto do PIB do Brasil foi superior à média dos países da OCDE, da União Europeia e do Grupo dos 7 (G7, países mais industrializados do mundo: Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido).</p>
<p>Já entre os primeiros países a formarem o Brics (grupo de nações emergentes: Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul), o Brasil fica na frente apenas da África do Sul.</p>
<p>Cinco países apresentam queda no PIB, incluindo a Alemanha (-0,2%), maior economia da Europa.</p>
<h2>Confira o ranking:</h2>
<p>1) Índia: 6,7% </p>
<p>2) Indonésia: 5% </p>
<p>3) China: 5% </p>
<p>4) Costa Rica: 4,3% </p>
<p>5) Rússia: 4,1% </p>
<p>6) Dinamarca: 3,6% </p>
<p>7) Brasil: 3,4% </p>
<p>8) Espanha: 3,2% </p>
<p>9) Turquia: 3,2% </p>
<p>10) Polônia: 2,9% </p>
<p>11) Estados Unidos: 2,8% </p>
<p>12) Lituânia: 2,7% </p>
<p>13) Noruega: 2,1% </p>
<p>14) Eslováquia: 2% </p>
<p>15) Coreia: 2% </p>
<p>16) Portugal: 1,9% </p>
<p>17) Colômbia: 1,7% </p>
<p>18) Eslovênia: 1,6% </p>
<p>19) Canadá: 1,5% </p>
<p>20) México: 1,5% </p>
<p>21) Suíça: 1,3% </p>
<p>22) Arábia Saudita: 1,3% </p>
<p>23) França: 1,2% </p>
<p>24) República Tcheca: 1,1% </p>
<p>25) Austrália: 1,1% </p>
<p>26) Bélgica: 1% </p>
<p>27) Suécia: 1% </p>
<p>28) Países Baixos: 0,9% </p>
<p>29) Reino Unido: 0,9% </p>
<p>30) Itália: 0,7% </p>
<p>31) África do Sul: 0,6% </p>
<p>32) Hungria: 0,5% </p>
<p>33) Islândia: 0,5% </p>
<p>34) Israel: 0,1% </p>
<p>35) Japão: 0,1% </p>
<p>36) Finlândia: -0,2% </p>
<p>37) Alemanha: -0,2% </p>
<p>38) Estônia: -0,3% </p>
<p>39) Letônia: -0,4% </p>
<p>40) Áustria: -1,2% </p>
<h2>Comparação com grupo de países:</h2>
<p>Brasil: 3,4%</p>
<p>G7: 1,7%</p>
<p>OCDE: 1,7%</p>
<p>União Europeia (27 países): 1%</p>
<p>Zona do Euro (20 países): 0,9%</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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