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	<title>pesquisas - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>pesquisas - Portal NDC</title>
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		<title>Quaest: Desaprovação do trabalho de Lula entre os evangélicos cresce e chega a 62%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/quaest-desaprovacao-do-trabalho-de-lula-entre-os-evangelicos-cresce-e-chega-a-62/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Mar 2024 13:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[evangelico]]></category>
		<category><![CDATA[evangélicos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
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					<description><![CDATA[Aprovação caiu 6 pontos percentuais e está em 35% entre os evangélicos. O levantamento ouviu eleitores de 120 municípios, entre 25 e 27 de fevereiro. A margem de erro neste recorte é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos. Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (6) indica que, entre os evangélicos, o índice de desaprovação do trabalho [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1836736180" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Aprovação caiu 6 pontos percentuais e está em 35% entre os evangélicos. O levantamento ouviu eleitores de 120 municípios, entre 25 e 27 de fevereiro. A margem de erro neste recorte é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
<div id="chunk-68jeo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (6) indica que, <strong>entre os evangélicos</strong>, o índice de <strong>desaprovação</strong> do trabalho de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é de <strong>62%</strong>. Enquanto isso, <strong>35%</strong> dos entrevistados deste público <strong>aprovam</strong> o trabalho que o presidente está fazendo.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-bd1da">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O levantamento ouviu eleitores de 120 municípios, entre os dias 25 e 27 de fevereiro, e foi encomendado pela Genial Investimentos. A margem de erro neste recorte é de 4 pontos percentuais para mais ou para menos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b7ju">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A desaprovação do trabalho de Lula entre os evangélicos vem crescendo desde outubro do ano passado, atingindo o maior patamar desde que foi realizada a primeira pesquisa Quaest sobre o atual governo, em fevereiro de 2023.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2fshr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em relação ao levantamento anterior, divulgado em dezembro de 2023, a desaprovação entre os evangélicos cresceu 6 pontos percentuais, passando de <strong>56%</strong> para <strong>62%</strong>. Já a aprovação caiu 6 pontos percentuais, indo de <strong>41%</strong> para <strong>35%</strong>.</p>
<div id="chunk-6k3nj">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="12" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"><strong>Aprovação, entre os evangélicos, do trabalho que o presidente Lula está fazendo</strong></p>
</div>
</div>
<div id="chunk-64qen">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="10" data-block-id="13">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li><strong>Desaprova:</strong> 62%</li>
<li><strong>Aprova: </strong>35%</li>
<li><strong>Não sabem ou não responderam:</strong> 3%</li>
<li>
<h1>Aprovação entre os evangélicos do trabalho que o presidente Lula está fazendo</h1>
</li>
</ul>
<div id="attachment_36734" style="width: 1226px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-36734" class="size-full wp-image-36734" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/03/2024-03-06-1.png" alt="" width="1216" height="423" /><p id="caption-attachment-36734" class="wp-caption-text">Fonte: Quaest/Genial • A soma pode ser diferente de 100% devido ao arredondamento de casas decimais</p></div>
</div>
</div>
<div id="chunk-4fp50">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A avaliação geral do governo também piorou entre os evangélicos, na comparação com o levantamento anterior. Em dezembro, 36% dos entrevistados avaliaram o governo de forma negativa. Agora, esse índice está em 48%.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-28gr2">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Para Felipe Nunes, diretor da Quaest Pesquisa e Consultoria, um dos fatores que pode ter influenciado no aumento da avaliação negativa de Lula entre os evangélicos é a fala que o presidente teve sobre o conflito entre Israel e o Hamas.</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="11">
<div id="chunk-85p2q">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No dia 18 de fevereiro, durante uma entrevista coletiva na Etiópia, o presidente comparou a resposta de Israel em Gaza à ação de Hitler contra judeus.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bssde">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="17">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A fala repercutiu de forma negativa entre lideranças evangélicas que apoiam Israel. A Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional, por exemplo, emitiu uma nota de repúdio.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-c6ujc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="50" data-block-id="18">
<p class="content-text__container" data-mrf-recirculation="Article links">&#8220;Os dados mostram que os evangélicos foram os que mais rejeitaram a comparação feita por Lula entre o que se passa em Gaza e o que aconteceu na Segunda Guerra. Não deve ser por acaso que a rejeição ao governo cresceu mais entre os evangélicos nos últimos meses&#8221;, afirma Nunes.</p>
<div id="chunk-7lrsi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="19">
<div class="content-intertitle">
<h2>Evangélicos se sentem menos cuidados</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-ae89r">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Outros dados da pesquisa apontam uma piora em relação à avaliação de Lula entre os evangélicos. Para 47%, por exemplo, o governo está indo pior do que se esperava. Esse número era de 30% em fevereiro de 2023.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d7ssr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Além disso, 56% dos entrevistados acreditam que o governo de Lula está sendo pior do que o de Jair Bolsonaro, enquanto 31% dizem que a atual gestão é melhor.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ah903">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A Quaest também fez a seguinte pergunta aos entrevistados: &#8220;<strong>O governo Lula se preocupa com pessoas como você?&#8221;. </strong>O dado geral apontou um empate entre sim e não, com 48% para cada.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aco38">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Segundo a pesquisa, o grupo evangélico é o que apresentou o menor índice, com 36% deste público acreditando que o governo se preocupa com pessoas como eles. Veja a comparação na lista a seguir:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6iuh8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="40" data-block-id="24">
<ul class="content-unordered-list" data-mrf-recirculation="Recomendado">
<li>Nordeste: 67%</li>
<li>Até 2 sálarios mínimos: 59%</li>
<li>Pretos: 57%</li>
<li>Católicos: 56%</li>
<li>Feminino: 52%</li>
<li>Pardos: 51%</li>
<li>Masculino: 48%</li>
<li>Centro-Oeste/Norte: 47%</li>
<li>Mais de 5 salários mínimos: 46%</li>
<li>Sudeste: 44%</li>
<li>Entre 2 e 5 salários mínimos: 44%</li>
<li>Brancos: 44%</li>
<li>Sul: 39%</li>
<li><strong>Evangélicos: 36%</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1 </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula &#8216;Robin Hood&#8217; e Bolsonaro, o &#8216;alívio da verdade&#8217;: os achados das pesquisas qualitativas a dois meses das eleições</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-robin-hood-e-bolsonaro-o-alivio-da-verdade-os-achados-das-pesquisas-qualitativas-a-dois-meses-das-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 11:41:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[pesquisas]]></category>
		<category><![CDATA[qualitativas]]></category>
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					<description><![CDATA[As pesquisas qualitativas são feitas Brasil afora para medir, no detalhe, sentimentos de eleitores diante de uma infinidade de situações e perguntas, como o Pulso já explicou em reportagem. Independentemente dos clientes que contratam empresas de pesquisa e seus interesses, as &#8220;qualis&#8221; revelam pensamentos de indivíduos que ajudam tanto um candidato a moldar melhor o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2396344202" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>As pesquisas qualitativas são feitas Brasil afora para medir, no detalhe, sentimentos de eleitores diante de uma infinidade de situações e perguntas, como o Pulso já explicou em reportagem. Independentemente dos clientes que contratam empresas de pesquisa e seus interesses, as &#8220;qualis&#8221; revelam pensamentos de indivíduos que ajudam tanto um candidato a moldar melhor o discurso de acordo com sua estratégia quanto um governo ou marca de bebida a se comunicar melhor com cidadãos e clientes.<br /><br />A dois meses das eleições, essa modalidade de pesquisa de opinião pública, claro, tem abordado muito as impressões sobre os dois pré-candidatos mais bem colocados nos levantamentos: Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL). Sócio do Instituto Travessia, o antropólogo e cientista político Renato Dorgan separou para o Pulso frases representativas de eleitores de diferentes regiões do Brasil que mostram pensamentos, conceitos e preconceitos — por vezes surpreendentes — sobre os dois pré-candidatos, praticamente impossíveis de serem detectadas nas pesquisas quantitativas, aquelas que mostram os números de intenção de voto e que serão cada vez mais constantes daqui a até o fim do primeiro turno.<br /><br />As pesquisas &#8220;quali&#8221;, vale lembrar, buscam leituras específicas e em mais profundidade de eleitores sobre o cenário atual e não têm a capacidade de generalizar seus resultados para a população como um todo. São diferentes das quantitativas, que trabalham com amostras de entrevistados feitas para refletir o universo de eleitores do país</p>
<h2><strong>Bolsonaro e suas &#8216;verdades&#8217;</strong></h2>
<p>Nos grupos focais, eleitores de Bolsonaro demonstram identificação com o temperamento do presidente e, muitas vezes, não citam uma opinião, programa de governo ou discurso específico do pré-candidato à reeleição:<br /><br /><strong>&#8220;O Bolsonaro é aquele cara que diz a verdade como eu. Perde muita coisa por isso, briga com família, amigos e até filhos, mas se sente aliviado em falar a verdade, o que pensa&#8221; Homem, 48 anos, taxista de Mato Grosso do Sul, classe B2 (renda familiar média mensal de R$ 5,7 mil)</strong></p>
<p><br />Para outros entrevistados, a linguagem corporal fala mais alto. Vestir camisas de diversos clubes de futebol ao longo de quatro anos pode trazer conotações altamente positivas:<br /><br /><strong>&#8220;Bolsonaro usa camisa de futebol. Qual é o político que faz isso, tudo engravatado, com camisa bonita, cara? E não é só de time com muita torcida para agradar, é de qualquer time&#8221;. Homem, 29 anos, de Rondônia, classe C2 (renda familiar média mensal de R$ 1,9 mil).</strong></p>
<p>O aspecto religioso de Bolsonaro e da primeira-dama, Michelle Bolsonaro, também é observado como atributo valioso, mesmo que a eleitora abaixo o enxergue como &#8220;crente&#8221; e use uma palavra preconceituosa contra religiões de matrizes africanas. Bolsonaro tem alto trânsito e relações consolidadas com evangélicos, mas considera-se católico.<br /><br /><strong>&#8220;Ele diz as verdades, político normalmente é macumbeiro e finge ser católico. O Bolsonaro é crente, não tem vergonha de assumir, a mulher dele é de Deus, eu gosto disso&#8221;. Mulher, 53 anos, do Acre, classe C2 (renda familiar média mensal de R$ 1,9 mil)</strong></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-6396" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/08/pulsoentevistaprofundidade.jpg" alt="" width="1000" height="677" /><br />Entrevista em profundidade, que também fazem parte das pesquisas qualitativas — Foto: Ilustração de André Mello</p>
<h2><strong>Lula, a memória do governo e o despertar &#8216;do pesadelo&#8217;</strong></h2>
<p>Após as ações penais decorrentes do mensalão e da Lava-Jato, que levaram petistas e políticos do centrão (muitos hoje com Bolsonaro) para a cadeia, o ex-presidente Lula pode ser visto, aos olhares de um jovem em uma pesquisa &#8220;quali&#8221;, como um tipo de Robin Hood. Aos 21 anos, o entrevistado não acompanhou de perto as investigações e julgamentos, mas interpreta o porquê dos acontecimentos de forma clara e direta:<br /><br /><strong>&#8220;Lula é uma espécie de Robin Hood, tira dos ricos e dá para os pobres&#8221;. Jovem, 21 anos, de Mato Grosso do Sul. classe C1 (renda familiar média mensal de R$ 3,2 mil)</strong></p>
<p>Já para quem passou por dificuldades para comprar comida, a memória dos governos Lula e de programas sociais como o Bolsa Família pesa muito. Comer carne conta, como explica essa entrevistada em grupo focal:<br /><br /><strong>&#8220;Eu voto em Lula para voltar a comer carne. E digo o porquê. É fácil quem comeu carne a vida toda achar que é um absurdo votar em Lula por isso. Mas sou do sertão, não comia quase carne até meus 20 anos. Quando Lula ganhou, passei dez anos comendo sem me preocupar com isso e hoje outra vez não como, não consigo comprar nem sobra e osso. Quero acordar desse pesadelo.&#8221; Mulher, 43 anos, da Paraíba. classe C2 (renda familiar média mensal de R$ 1,9 mil).</strong></p>
<p>O antipetismo pode até se manifestar entre eleitores de Lula, mas considerações sobre o que seria o objetivo final do presidente, neste caso positivo, ficam evidentes na frase abaixo:<br /><br /><strong>&#8220;Lula se preocupa com os pobres, qual de nós nunca roubou e mentiu? O mais importante é que nós ajudamos quem precisa&#8221;. Mulher, sem idade especificada, de Pernambuco, classe D (renda familiar média mensal de R$ 860)</strong></p>
<p>Já o antibolsonarismo aparece também relacionado a traumas pessoais vividos por entrevistados:<br /><br /><strong>&#8220;Bolsonaro é tudo de ruim, vejo nele meu vizinho que me abusou, meu pai e o pastor da minha igreja que não me aceitou, meus clientes que me trataram feito lixo&#8221; Transexual, 42 anos, de São Paulo, classe C1 (renda familiar média mensal de R$ 3,2 mil)</strong></p>
<p>Renato Dorgan, do Travessia, ressalta a importância da identificação pessoal com o político, que não está relacionada somente a aspectos econômicos que envolvem o bolso de cada um. Sem esse processo pessoal, dificilmente uma opção de terceira via pode ser competitiva.<br /><br />— A conquista eleitoral, com sinais simples, mostra que a identificação do eleitor com o político faz parte do sucesso eleitoral no Brasil. Bolsonaro e Lula criaram uma identidade popular baseada em estilos de vida, comportamentos e defesas ideológicas semelhantes aos das pessoas comuns. Talvez seja esse, hoje em dia, o principal ativo de cada um, e uma das explicações de a terceira via não se consolidar desde 2018, já que nitidamente existe uma distância dos políticos de centro com o cidadão comum — explica Renato Dorgan, especialista em pesquisas qualitativas e sócio do Instituto Travessia.</p>
<p>Foto: Ilustração de André Mello</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
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