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	<title>Pesquisa - Portal NDC</title>
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	<title>Pesquisa - Portal NDC</title>
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		<title>Pesquisa aponta que 40% dos brasileiros já foram alvo de fraudes digitais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pesquisa-aponta-que-40-dos-brasileiros-ja-foram-alvo-de-fraudes-digitais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jun 2025 15:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Digital]]></category>
		<category><![CDATA[fraude]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os golpes mais comuns está o ‘vishing’, uma técnica onde golpistas se passam por representantes de empresas legítimas para obter informações confidenciais Um estudo global realizado pela TransUnion revelou que 40% da população já foi vítima de fraudes por meio de e-mails, internet, telefone ou mensagens de texto. Este...]]></description>
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<p>Entre os golpes mais comuns está o ‘vishing’, uma técnica onde golpistas se passam por representantes de empresas legítimas para obter informações confidenciais<br /><br />Um estudo global realizado pela TransUnion revelou que 40% da população já foi vítima de fraudes por meio de e-mails, internet, telefone ou mensagens de texto. Este levantamento destacou que o prejuízo médio para essas vítimas é de aproximadamente R$ 6.300.</p>
<p>Entre os golpes mais comuns está o “vishing”, uma técnica onde golpistas se passam por representantes de empresas legítimas, como operadoras de celular, planos de saúde ou instituições financeiras, para obter informações confidenciais, como senhas bancárias e números de cartão de crédito.<br /><br />A pesquisa, que abrangeu adultos de 18 países, mostrou que 29% dos entrevistados sofreram algum tipo de golpe no último ano, com um prejuízo médio de R$ 10.600. A geração Z, composta por nascidos entre 1997 e 2010, foi a mais afetada, com 38% relatando terem sido vítimas de fraudes. Em contraste, apenas 11% dos baby boomers, nascidos entre 1946 e 1964, relataram ter caído em golpes.</p>
<p>O Brasil apresentou um índice de fraude digital de 5,4%, acima da média global, o que destaca a vulnerabilidade do país frente a essas ameaças. Recentemente, um mega vazamento de dados expôs 16 bilhões de senhas, ressaltando a necessidade de maior vigilância ao navegar na internet. Especialistas alertam para a importância de verificar a autenticidade de sites antes de realizar compras e de estar atento a ligações suspeitas.<br /><br /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Brasil sobe cinco posições no ranking do IDH e está na 84ª colocação</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-sobe-cinco-posicoes-no-ranking-do-idh-e-esta-na-84a-colocacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 May 2025 14:58:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[84ª colocação]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[IDH]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[ranking]]></category>
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					<description><![CDATA[Índice vai de 0,780 em 2022 para 0,786 em 2023 O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud ou UNDP, na sigla em inglês) divulgou, nesta terça-feira (6), a edição deste ano do relatório de Desenvolvimento Humano. O documento atualiza o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 193 países, com...]]></description>
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<p>Índice vai de 0,780 em 2022 para 0,786 em 2023</p>
<p><strong>O Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud ou UNDP, na sigla em inglês) divulgou, nesta terça-feira (6), a edição deste ano do relatório de Desenvolvimento Humano</strong>. O documento atualiza o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) de 193 países, com base em informações de 2023, sobre indicadores de expectativa de vida, escolaridade e Produto Interno Bruto (PIB) <em>per capita</em> &#8211; por<em>  </em>indivíduo.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1641555&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1641555&amp;o=node" /></p>
<p><strong>O Brasil aparece na 84ª colocação com um IDH de 0,786 (em uma escala de 0,000 a 1,000), um índice considerado de desenvolvimento alto</strong>. Em relação a 2022, o IDH do país cresceu 0,77% porque o índice era de 0,780 (ajustado este ano).</p>
<p>Em 2022, o Brasil estava na 89ª posição, o que significa que o país subiu cinco colocações. No IDH de 2022 ajustado este ano, no entanto, o país estava na 86ª posição e, portanto, subiu duas colocações no ranking (ultrapassando a Moldávia e empatando com Palau).</p>
<p>O relatório também mostra a evolução do país nos períodos de 2010 a 2023 (um aumento médio anual de 0,38%) e de 1990 a 2023 (um crescimento médio de 0,62%).</p>
<p><strong>Segundo o Pnud, os países são divididos em quatro grupos, de acordo com o IDH. Aqueles com pontuação a partir de 0,800 são considerados de alto desenvolvimento humano. Setenta e 74 países estão nessa situação. O Chile é o país na melhor posição entre as nações da América Latina e Caribe (45ª posição, com 0,878 ponto).</strong></p>
<p><strong>Outros nove latino-americanos e caribenhos estão neste grupo (Argentina, Uruguai, Antígua e Barbuda; São Cristóvão e Névis; Panamá; Costa Rica; Bahamas; Barbados; e Trinidad e Tobago). Na média, o IDH da região subiu 0,778 em 2022 para 0,783 em 2023 (alta de 0,64%).</strong></p>
<h2>Pontuação</h2>
<p>Além do Brasil, outros 49 países são considerados de desenvolvimento alto (com pontuação de 0,700 a 0,799). As nações de desenvolvimento médio (de 0,550 a 0,699) somam 43, enquanto aqueles com desenvolvimento baixo (abaixo de 0,550) são 26.</p>
<p>A Islândia ultrapassou a Suíça e a Noruega e agora é o país com maior IDH do mundo (0,972). As seis primeiras colocações, aliás, são de países europeus (Dinamarca, Alemanha e Suécia, além dos três mencionados).</p>
<p>Já o Sudão do Sul, nação mais jovem do mundo, criada em 2011, tem o pior indicador (0,388). As nove últimas posições são ocupadas por países africanos. O Iêmen, palco de uma guerra civil que dura anos no Oriente Médio, tem o décimo menor IDH.</p>
<blockquote>
<p>O IDH médio mundial chegou a 0,756 em 2023, um aumento de 0,53% em relação ao ano passado (0,752). Segundo o coordenador do relatório, Pedro Conceição, esse é o maior patamar de desenvolvimento humano desde o início do levantamento.</p>
</blockquote>
<p>“Mas há dois aspectos preocupantes nessa conquista. Primeiro é o fato de que estamos progredindo de forma mais lenta. Na verdade, é o progresso mais lento na história, se não considerarmos o período de declínio do IDH [devido à pandemia de covid-19]. Se continuássemos a ter o progresso que tínhamos antes de 2020, estaríamos vivendo em um índice de desenvolvimento muito alto em 2030. Mas a tendência agora é que [o progresso] achatou um pouco e esta marca de viver num Índice de Desenvolvimento Humano muito elevado foi adiada por décadas”, disse Pedro Conceição.</p>
<p>Para ele, o segundo aspecto é que países com IDH baixo estão ficando para trás. “[Isso aconteceu] pelo quarto ano consecutivo. E isso representa uma ruptura com uma tendência que já vinha ocorrendo há décadas, na qual víamos uma convergência no Índice de Desenvolvimento Humano entre os países”.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a média dos países de IDH muito alto é de 0,914 ponto, enquanto aqueles com IDH baixo têm uma média de 0,515.</p>
<h2>Outros dados</h2>
<p><strong>O relatório da ONU também apresenta um ajuste do IDH levando em consideração o aspecto da desigualdade social. Nesse caso, o IDH do Brasil é ajustado para 0,594, o que faz com o país fique apenas na 105ª posição global e caindo para categoria de IDH médio.</strong> No caso da primeira colocada, Islândia, por exemplo, o IDH tem pouco ajuste, ficando em 0,923. O IDH mundial ajustado fica em 0,590.</p>
<p>No caso da comparação entre gêneros, o IDH das mulheres (0,785) é um pouco melhor do que o dos homens (0,783) no país. As mulheres brasileiras têm indicadores melhores de expectativa de vida e de escolaridade, mas perdem no PIB <em>per capita</em>.</p>
<p>Já em relação ao IDH ajustado pela pegada de carbono de cada país, o Brasil apresenta IDH de 0,702, mas se posiciona melhor no ranking mundial, na 77ª posição.</p>
<h2>Inteligência artificial</h2>
<p><strong>O tema deste ano do relatório é a inteligência artificial.</strong> O administrador do Pnud, Achim Steiner, afirmou que é importante não ser governado por uma tecnologia, mas sim usá-la para o progresso do desenvolvimento humano.</p>
<p>“Nossa capacidade de explorar no sentido positivo essa nova fronteira, mas também de nos proteger, exige, por definição, cooperação internacional, inclusive por parte de países mais ricos, ajudando os países mais pobres a, antes de tudo, se tornarem parte dessa economia de desenvolvimento emergente do futuro”, explicou Steiner.</p>
<p>Para ele, é importante garantir que a Inteligência Artificial ​​“seja realmente algo que nos dará, como seres humanos, a oportunidade de aumentar nossa engenhosidade, nossa diversidade, nossa imaginação, nosso empreendedorismo e, acima de tudo, uma confiança de que, no século XXI, podemos nos desenvolver e prosperar juntos, ao mesmo tempo em que enfrentamos os riscos para o nosso futuro juntos” finalizou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Desemprego sobe para 6,8%, mas é o menor do trimestre desde 2014</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/desemprego-sobe-para-68-mas-e-o-menor-do-trimestre-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Mar 2025 16:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[carteira assinada]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[IBGE diz que trabalho com carteira assinada atinge recorde A taxa de desocupação no trimestre encerrado em fevereiro é de 6,8%. O resultado fica 0,7 ponto percentual acima do registrado no trimestre móvel anterior, terminado em novembro de 2024 (6,1%). No entanto, é a menor para um trimestre encerrado em...]]></description>
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<p>IBGE diz que trabalho com carteira assinada atinge recorde</p>
<p>A taxa de desocupação no trimestre encerrado em fevereiro é de 6,8%. O resultado fica 0,7 ponto percentual acima do registrado no trimestre móvel anterior, terminado em novembro de 2024 (6,1%). No entanto, é a menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde 2014, quando marcou 6,8%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1636573&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1636573&amp;o=node" /></p>
<p>Os dados do mercado de trabalho fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada nesta sexta-feira (28), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>De acordo com a coordenadora da pesquisa, Adriana Beringuy, a elevação da desocupação em relação ao trimestre móvel anterior é um comportamento comum nesta época do ano.</p>
<p>&#8220;É um movimento esperado porque no período de transição do encerramento de um ano para os primeiros meses do ano seguinte, há, de fato, esse movimento de queda na ocupação&#8221;, garante.</p>
<p>O número de pessoas sem trabalho alcançou 7,5 milhões no período, elevação de 10,4% ante o trimestre móvel anterior. Entretanto, esse contingente está 12,5% menor que o anotado no mesmo trimestre de 2024.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>Dos dez grupamentos de atividade pesquisados pelo IBGE, três apresentaram recuo no número de ocupados, construção (-4,0%, ou menos 310 mil pessoas), administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (-2,5%, ou menos 468 mil pessoas) e serviços domésticos (-4,8%, ou menos 290 mil pessoas).</p>
<p>De acordo com Beringuy, a redução de vagas no grupo de administração pública também é sazonal e tem a ver com o fim de vínculo de trabalhadores temporários.</p>
<p>A pesquisadora afirma, ainda, que esse comportamento sazonal do mercado de trabalho faz com que não seja possível afirmar que há efeitos recessivos da escalada da taxa de juros, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/copom-eleva-juros-basicos-da-economia-para-1425-ao-ano" target="_blank" rel="noopener">medida adotada pelo Banco Central (BC) para conter a inflação</a>.</p>
<p>“Não atribuiria nesse momento efeito dessa variável juros e afetação do consumo de famílias no mercado de trabalho”, diz.</p>
<p>No trimestre encerrado em janeiro de 2025, a taxa ficou em 6,5%, abaixo dos 6,8% do período terminado em fevereiro. Mas o IBGE não faz a comparação entre os intervalos imediatamente seguidos, pois há meses que se repetem nos dois períodos (dezembro e janeiro), o que distorce a comparação.</p>
<h2>Ocupados e carteira assinada</h2>
<p>No trimestre encerrado em fevereiro, a população ocupada no país era de 102,7 milhões de pessoas. O contingente é 1,2% menor que o do período terminado em novembro (1,2 milhão de pessoas a menos), mas 2,4% maior que o do mesmo período do ano passado (2,4 milhões de pessoas a mais).</p>
<p>A pesquisa do IBGE aponta ainda que o país alcançou recorde no número de trabalhadores com carteira assinada. Eram 39,6 milhões de contratos, o maior volume desde o início da série histórica, em 2012. Em um ano, foram 1,6 milhões de pessoas a mais (+4,1%) com a carteira assinada.  </p>
<p>O estudo do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja emprego com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.</p>
<p>A taxa de informalidade &#8211; trabalhadores que não têm garantidos direitos como férias, contribuição para a Previdência Social e 13º salário &#8211; teve “ligeira redução”, indo a 38,1% da população ocupada, o que representa 39,1 milhões de trabalhadores informais. Tanto no trimestre encerrado em novembro e no mesmo período de 2024, a taxa estava em 38,7%.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Pesquisa expõe vulnerabilidade de Terras Indígenas frente ao desmatamento</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pesquisa-expoe-vulnerabilidade-de-terras-indigenas-frente-ao-desmatamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Jan 2025 14:23:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Desmatamento]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[O relatório Desmatamento em Terras Indígenas na Amazônia e Cerrado – Prodes 2024, divulgado pelo Instituto Socioambiental (ISA), apresenta um panorama atualizado sobre a preservação e os desafios enfrentados pelas Terras Indígenas (TIs) nos dois biomas. Apesar de desempenharem um papel fundamental na conservação ambiental, essas áreas continuam sob intensa...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>O relatório Desmatamento em Terras Indígenas na Amazônia e Cerrado – Prodes 2024, divulgado pelo Instituto Socioambiental (ISA), apresenta um panorama atualizado sobre a preservação e os desafios enfrentados pelas Terras Indígenas (TIs) nos dois biomas.<br /><br />Apesar de desempenharem um papel fundamental na conservação ambiental, essas áreas continuam sob intensa pressão de atividades ilegais e atrasos nos processos de demarcação.<br /><br />Entre agosto de 2023 e julho de 2024, o desmatamento na Amazônia caiu 30,6% em relação ao período anterior, a maior redução percentual em 15 anos.<br /><br />No Cerrado, houve uma queda de 25,7%, marcando a menor taxa desde 2019. Contudo, a situação das Terras Indígenas é contrastante: enquanto o bioma amazônico registrou estabilidade no desmatamento dessas áreas, o Cerrado apresentou um aumento expressivo de 34,2%, com 10.150 hectares desmatados.<br /><br />A Amazônia abriga 337 TIs oficialmente reconhecidas, cobrindo mais de 107,5 milhões de hectares, o equivalente a 25,4% do bioma. Dentro dessas terras, apenas 1,74% da vegetação original foi desmatada até 2024, em contraste com os 27% perdidos em áreas fora das TIs.<br /><br />Entre as Terras Indígenas mais afetadas, destacam-se a TI Sararé (MT), que registrou um aumento de 520% no desmatamento em relação a 2023, e a TI Cachoeira Seca (PA), impactada pela presença de ocupantes ilegais e pelo avanço do garimpo.<br /><br />Na TI Andirá-Marau (PA/AM), o desmatamento cresceu 795%, associado a queimadas que devastaram quase 10 mil hectares de floresta entre agosto e dezembro de 2023.<br /><br />No Cerrado, que já perdeu 52,2% de sua vegetação original, as Terras Indígenas enfrentam maior fragilidade. Das 120 TIs mapeadas, 79% do desmatamento ocorreu em áreas sem demarcação concluída.<br /><br />A TI Porquinhos dos Canela-Apanyekrá (MA) foi a mais desmatada em 2024, com perda de 5.876 hectares, representando 58% do total desmatado em TIs no bioma.<br /><br />A TI Wedezé (MT), território do povo Xavante, registrou um aumento de 979% no desmatamento em relação a 2023. O avanço da agropecuária é apontado como um dos principais fatores de pressão, com dados indicando mais de 13 mil hectares de lavouras mecanizadas dentro da TI.<br /><br />O relatório apresenta o papel estratégico das Terras Indígenas na conservação ambiental, mas indica a necessidade de avanços nos processos de demarcação para garantir maior proteção.<br /><br />“A delimitação por si só não é suficiente para conter ocupações ilegais. A homologação plena é essencial para assegurar a integridade desses territórios”, afirmou Tiago Moreira dos Santos, antropólogo do ISA.<br /><br />Além da proteção ambiental, relatório alerta que as TIs são fundamentais para preservar a sociobiodiversidade e os direitos dos povos indígenas, no entanto, a falta de regularização contribui para o avanço de atividades ilegais, como garimpo, queimadas e pecuária irregular, comprometendo a integridade desses territórios e ampliando os impactos ambientais em escala regional.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: RealTime1</em></p>
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		<item>
		<title>Pesquisa revela que maioria dos brasileiros é contra apostas online</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pesquisa-revela-que-maioria-dos-brasileiros-e-contra-apostas-online/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 24 Nov 2024 17:38:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Apostas]]></category>
		<category><![CDATA[apostas online]]></category>
		<category><![CDATA[contra apostas]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[A oposição às apostas é mais expressiva entre mulheres e pessoas com mais de 60 anos. A regulamentação das apostas esportivas online gerou grande debate no Brasil, com a população dividida sobre a legalização e os impactos dessa prática. Uma pesquisa do Datafolha revelou que dois em cada três brasileiros...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>A oposição às apostas é mais expressiva entre mulheres e pessoas com mais de 60 anos.<br /><br />A regulamentação das apostas esportivas online gerou grande debate no Brasil, com a população dividida sobre a legalização e os impactos dessa prática. Uma pesquisa do Datafolha revelou que dois em cada três brasileiros são contra as apostas esportivas na internet.<br /><br />Realizada em 113 municípios com 1.935 entrevistados, o levantamento também mostrou que 78% defendem a proibição dos jogos de caça-níquel online, como o “jogo do tigrinho”.<br /><br />A oposição às apostas é mais expressiva entre mulheres e pessoas com mais de 60 anos. Entre os evangélicos, 66% são contra as bets, enquanto os católicos chegam a 63%.<br /><br />A regulamentação das apostas, que foi formalizada em 2018 e incluiu os caça-níqueis virtuais em 2023, passará a ser efetiva em 2025. Contudo, o debate continua, com questões sobre saúde pública e economia.<br /><br /><br /><br />Fonte: BNC Amazonas</p>
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		<item>
		<title>Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/maioria-dos-trabalhadores-leva-marmita-para-o-trabalho-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Oct 2024 19:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aberc]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Marmita]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo A maior parte dos trabalhadores brasileiros (56% do total) leva marmita ou um lanche para se alimentar no ambiente de trabalho. Pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho foi realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore, multinacional brasileira de serviços...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Maioria dos trabalhadores leva marmita para o trabalho, diz estudo</p>
<p>A maior parte dos trabalhadores brasileiros (56% do total) leva marmita ou um lanche para se alimentar no ambiente de trabalho. Pesquisa Panorama da Alimentação no Trabalho foi realizada pelo Instituto QualiBest e encomendada pela Sapore, multinacional brasileira de serviços de alimentação e facilities. Desse total apontado pelo estudo, 42% disseram levar marmita para o trabalho.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1617799&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1617799&amp;o=node" /></p>
<p>Os demais 14%, levam lanches ou salgados. O <a href="https://sapore.com.br/pesquisa/" target="_blank" rel="noopener">estudo</a>, que ouviu 816 pessoas de todas as regiões do país, foi apresentado ontem (30), durante o 2º Seminário Aberc (Associação Brasileira de Refeições Coletivas), realizado na capital paulista. Para esta pesquisa, os trabalhadores puderam escolher mais de uma opção.</p>
<p>De acordo com o estudo, outros 31% dos entrevistados afirmaram comprar marmitas ou lanches na rua, 28% disseram utilizar o vale refeição/alimentação, 21% os restaurantes corporativos e 7% respondeu que não se alimenta no ambiente de trabalho.</p>
<p>Levantamento teve como foco entender como se dá a alimentação dos trabalhadores em restaurantes corporativos. E apontou que 87% dos entrevistados consideram o restaurante corporativo um grande benefício para o trabalhador.</p>
<p>Segundo a Aberc, o setor de refeições coletivas movimenta mais de R$ 21 bilhões na economia brasileira a cada ano, alimentando mais de 37 milhões de pessoas em empresas, hospitais e instituições de ensino públicas e privadas.</p>
<h2>Gastos</h2>
<p>A pesquisa mostrou também que 45% dos trabalhadores brasileiros gastam entre R$ 220 e R$ 440 por mês para se alimentar no trabalho. Outros 18% responderam que gastam entre R$ 450 e R$ 660 e 23% declarou que não gasta porque tem acesso a restaurantes corporativos.</p>
<h2>Arroz e feijão</h2>
<p>O levantamento mostrou que o chamado prato feito, composto por arroz, feijão, proteína e acompanhamento é a preferência de 77% dos trabalhadores. Isso demonstra, segundo o estudo, a busca do trabalhador por uma alimentação equilibrada.</p>
<p>Apesar da preferência pelo arroz e feijão, a curiosidade pode levar o brasileiro a se arriscar. Quando perguntados sobre qual a opinião de ter à disposição pratos temáticos &#8211; tais como comida oriental, italiana ou mineira &#8211; 72% dos usuários de restaurantes corporativos disseram que seria ótimo, pois poderiam conhecer outros tipos de culinária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Estudo revela que 24% dos jovens brasileiros não estão trabalhando nem estudando</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/estudo-revela-que-24-dos-jovens-brasileiros-nao-estao-trabalhando-nem-estudando/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 12:43:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[emprego]]></category>
		<category><![CDATA[estudo]]></category>
		<category><![CDATA[OCDE]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[No Brasil, apenas 44% das mulheres jovens com nível educacional abaixo do ensino médio estão empregadas, enquanto essa taxa é de 80% entre os homens Um estudo recente da OCDE, intitulado Education at a Glance 2024, revela que 24% dos jovens brasileiros entre 25 e 34 anos não estão nem...]]></description>
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<p>No Brasil, apenas 44% das mulheres jovens com nível educacional abaixo do ensino médio estão empregadas, enquanto essa taxa é de 80% entre os homens<br /><br />Um estudo recente da OCDE, intitulado Education at a Glance 2024, revela que 24% dos jovens brasileiros entre 25 e 34 anos não estão nem trabalhando nem estudando, conhecidos como “nem-nem”. Embora essa taxa tenha diminuído de 29,4% em 2016, ainda é considerada elevada. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) de 2022 apontou que 20% dessa faixa etária, o que equivale a 9,6 milhões de jovens, se enquadra nessa categoria.</p>
<p>Os principais fatores que levam à evasão escolar incluem a necessidade de ingressar no mercado de trabalho, que afeta 40,2% dos jovens, além de gravidez, que impacta 22,4%, e responsabilidades domésticas, que atingem 10,3% dos jovens nessa faixa etária. Esses dados refletem um cenário preocupante, especialmente quando comparados à média da OCDE, que é de 13,8% para jovens “nem-nem”.<br /><br />A crise econômica enfrentada entre 2015 e 2016, juntamente com os efeitos da pandemia, teve um impacto significativo na oferta de empregos no Brasil. Para reverter essa situação, especialistas recomendam a melhoria da qualidade do ensino básico e o fortalecimento da educação técnica e profissionalizante. Atualmente, apenas 10% dos estudantes brasileiros estão matriculados em cursos técnicos, em contraste com 68% na Finlândia.</p>
<p>Outro ponto destacado pelo estudo é a desigualdade de gênero no mercado de trabalho. Apesar de as mulheres apresentarem melhores resultados educacionais, elas ainda enfrentam dificuldades para se inserir no mercado.<br /><br />No Brasil, apenas 44% das mulheres jovens com nível educacional abaixo do ensino médio estão empregadas, enquanto essa taxa é de 80% entre os homens. Mesmo entre aquelas com ensino superior, as mulheres recebem, em média, apenas 75% do salário dos homens.</p>
<p>Além disso, a estrutura do ensino superior no Brasil é marcada pela predominância de instituições privadas, com 81% dos alunos matriculados em 2022. Em contraste, na média da OCDE, 63% dos estudantes se formam em instituições públicas.</p>
<p>A internacionalização dos estudantes brasileiros é quase inexistente, com uma participação que se aproxima de 0%, o que limita as oportunidades de intercâmbio e experiências internacionais para esses jovens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Jovem Pan</p>
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		<title>Pesquisa mostra que 80% dos brasileiros temem impacto de fake news nas eleições municipais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pesquisa-mostra-que-80-dos-brasileiros-temem-impacto-de-fake-news-nas-eleicoes-municipais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 14:25:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Acervo dos Pesquisadores]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[eleições municipais]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisa do Instituto DataSenado divulgada esta semana mostra o temor que as fake news causa nas eleições e na política em geral entre os brasileiros. Segundo o resultado da sondagem, 72% afirmaram ter tido contato com informações que desconfiam serem falsas nos últimos seis meses. Para 81% dos ouvidos, essas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Pesquisa do Instituto DataSenado divulgada esta semana mostra o temor que as fake news causa nas eleições e na política em geral entre os brasileiros. Segundo o resultado da sondagem, 72% afirmaram ter tido contato com informações que desconfiam serem falsas nos últimos seis meses.<br /><br />Para 81% dos ouvidos, essas notícias falsas podem afetar significativamente o resultado eleitoral, enquanto 31% acreditam que o principal motivo de compartilhar uma notícia falsa é querer mudar a opinião das pessoas. Outros 30% alegam que a razão é não saber que a notícia é falsa.<br /><br />“A população brasileira é majoritariamente usuária das redes socais; 93% da população utiliza alguma rede social, inclusive de aplicativos de mensagens, como o WhatsApp e o Telegram”, disse o coordenador da pesquisa, José Henrique Varanda.<br /><br />Ele reforça que os resultados desta pesquisa respaldam a Justiça Eleitoral nas regulamentações que possam evitar vantagens indevidas.<br /><br /><strong>Democracia</strong><br />A pesquisa também revelou que para dois terços dos entrevistados, a democracia é sempre a melhor forma de governo, principalmente entre os brasileiros que conseguem identificar notícias falsas e quem possui o maior nível de escolaridade.<br /><br />Para mais de 80% dos entrevistados, a responsabilidade de conter a disseminação das fake news é das plataformas de redes sociais.<br /><br />O Instituto DataSenado realiza pesquisa nacional sobre o panorama político desde 2008. Na edição de 2024, foram entrevistados 21.808 brasileiros de todas as regiões do país.<br /><br />Com informações da Agência Senado</p>
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		<title>BRENA DIANNÁ LIDERA PESQUISA PARA A PREFEITURA DE PARINTINS</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brena-dianna-lidera-pesquisa-para-a-prefeitura-de-parintins/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 14:27:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Parintins]]></category>
		<category><![CDATA[Brena Dianná]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Prefeitura de Parintins]]></category>
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					<description><![CDATA[Em nova pesquisa de intenção de votos para a Prefeitura de Parintins, a vereadora Brena Dianná (União Brasil) desponta como a favorita para vencer as eleições municipais. É o que aponta o levantamento do Instituto Projeta Pesquisa de Mercado e Opinião Pública, divulgado nesta segunda-feira (17/06). Na sondagem espontânea, quando...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em nova pesquisa de intenção de votos para a Prefeitura de Parintins, a vereadora Brena Dianná (União Brasil) desponta como a favorita para vencer as eleições municipais. É o que aponta o levantamento do Instituto Projeta Pesquisa de Mercado e Opinião Pública, divulgado nesta segunda-feira (17/06).<br /><br />Na sondagem espontânea, quando o nome dos pré-candidatos não é citado para o eleitor, Dianná lidera com 20,96% da intenção de votos, seguida pelo vereador Mateus Assayag, com 12,20%, e pela ex-primeira-dama do município, Michele Valadares, com 2,41%. Em quarto e quinto lugar, respectivamente, aparecem o atual prefeito da cidade, Bi Garcia, e a vereadora Vanessa Gonçalves, ambos com 0,86%. Em sexta colocação, aparece a deputada estadual Mayra Dias, com 0,52%. Por já possuir dois mandatos consecutivos, Bi não pode mais se reeleger.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-41345" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Parintins-2024_Pagina_09-1536x864-1.webp" alt="" width="1536" height="864" /></p>
<h2><strong>ESTIMULADA</strong></h2>
<p>A pré-candidata do União Brasil também é a favorita em todos os cenários de sondagem estimulada, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados ao eleitor.</p>
<p>No primeiro cenário estimulado, Brena Dianná aparece com 46,52%, contra 27,88% de Mateus Assayag. O terceiro lugar é de Michele Valadares, com 13,06%.</p>
<p>Em uma sondagem de segundo cenário estimulado, com uma disputa somente entre Brena Dianná e Mateus Assayag, a vereadora também lidera a preferência do eleitorado, com 58,08% contra 28,35% de Mateus Assayag.</p>
<p>A pesquisa também simulou um cenário de disputa entre Brena Dianná e Michele Valadares. No levantamento, Dianná aparece com 60,14% da intenção de votos e Michele Valadares com 24,23%.<img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-42765 td-animation-stack-type0-2" src="https://portalprojeta.com.br/wp-content/uploads/2024/06/Parintins-2024_Pagina_10.png" alt="" width="2667" height="1500" /></p>
<h2><strong>REJEIÇÃO</strong></h2>
<p>O vereador Mateus Assayag lidera o índice de rejeição, com 41,41% dos entrevistados afirmando que não votariam no candidato para as eleições de 2024. Na sequência, aparece Michele Valadares, com 21,13%, seguida de Brena Dianná, com 14,43%.</p>
<h2><strong>SOBRE A PESQUISA</strong></h2>
<p>A pesquisa foi realizada no mês de junho de 2024, com 582 pessoas entrevistadas. A margem de erro é de 4,05%, para mais ou para menos, com um grau de confiabilidade de 95%. Com Número de registro: AM-01769/2024</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Portal Projeta</p>
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		<item>
		<title>Crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas, revela estudo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/criancas-brasileiras-estao-mais-altas-e-mais-obesas-revela-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2024 12:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Má nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[obesas]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Obesidade infantil é preocupante, diz responsável pela pesquisa As crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas. É o que mostra estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cidacs/Fiocruz Bahia), em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Obesidade infantil é preocupante, diz responsável pela pesquisa</p>
<p>As crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas. É o que mostra estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cidacs/Fiocruz Bahia), em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a University College London.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1588245&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1588245&amp;o=node" /></p>
<p>Os resultados do estudo indicaram que, entre 2001 e 2014, a estatura infantil, em média, aumentou 1 centímetro. A prevalência de excesso de peso e obesidade também teve aumento considerável entre os dados analisados. A prevalência de obesidade entre os grupos analisados subiu até cerca de 3%.</p>
<p>A pesquisa foi publicada na revista <em>The Lancet Regional Health – America</em> e baseou-se na observação das medidas de mais de 5 milhões de crianças brasileiras. Segundo os pesquisadores, tais resultados indicam que o Brasil, assim como os demais países em todo o mundo, está longe de atingir a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de deter o aumento da prevalência da obesidade até 2030.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora associada ao Cidacs/Fiocruz Bahia e líder da investigação, Carolina Vieira, a obesidade infantil é preocupante. O Ministério da Saúde explica que tanto o sobrepeso quanto a obesidade referem-se ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para enfermidades como doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer.</p>
<p>“Tem estudos que indicam que a criança que vive com obesidade aumenta a chance de persistir com essa doença durante todo o ciclo da vida dela”, diz Carolina. “Em termos de saúde pública,  pensamos que a carga dessas doenças crônicas não transmissíveis e os custos associados à obesidade aumentam ao longo do tempo. Então, é necessária uma ação efetiva e coordenada, porque senão as repercussões dessa doença para a saúde pública nos próximos anos serão bem alarmantes.” </p>
<h2>A pesquisa</h2>
<p>O estudo analisou dados de 5.750.214 crianças, de 3 a 10 anos, que constam em três sistemas administrativos: o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), o Sistema de Informação de Nascidos Vivos (Sinasc) e o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan). Isso possibilitou uma análise longitudinal, ou seja, ao longo da vida de cada uma das crianças, por meio de informações coletados ao longo dos anos.</p>
<p>Os dados analisados foram divididos em dois grupos: nascidos de 2001 a 2007 e nascidos de 2008 a 2014. Foram levadas em conta também as diferenças entre os sexos declarados. Com isso, estimou-se uma trajetória média de índice de massa corporal (IMC) – indicador usado para determinar o peso ideal e variações que indicam magreza, sobrepeso ou obesidade – e altura para as meninas, e outra para os meninos.</p>
<p>Na comparação entre os dois grupos, ou seja, dos nascidos até 2007 e dos nascidos até 2014, considerados aqueles com idades de 5 a 10 anos, a prevalência de excesso de peso aumentou 3,2% entre os meninos e 2,7% entre as meninas. No caso da obesidade, a prevalência entre os meninos passou de 11,1% no primeiro grupo (nascidos até 2007) para 13,8% no segundo grupo (nascidos até 2014) o que significa aumento de 2,7%. Entre as meninas, a taxa passou de 9,1% para 11,2%, aumento de 2,1%. </p>
<p>Na faixa etária de 3 e 4 anos, o aumento foi menor na comparação entre os dois grupos. Quanto ao excesso de peso, houve alta de 0,9% entre os meninos e de 0,8% entre as meninas. Em termos de obesidade, a prevalência passou de 4% para 4,5% entre os meninos e de 3,6% para 3,9% entre as meninas, ou seja, houve crescimento de 0,5% e 0,3%, respectivamente. </p>
<p>O estudo constatou ainda o aumento na trajetória média de altura do grupo de nascidos entre 2008 e 2014 de aproximadamente 1 centímetro em ambos os sexos. De acordo com Carolina Vieira, tal crescimento reflete a melhoria nas condições de vida e de saúde.</p>
<p>“Os estudos demonstram que ter mais altura tem sido associado a alguns desfechos positivos na saúde, como menor probabilidade de doenças cardíacas e derrames e mais longevidade. Mas a altura do indivíduo, a altura da criança, reflete muito o desenvolvimento econômico, a melhoria das condições de vida. Maior escolaridade materna, mais pessoas vivendo na área urbana, são alguns dos exemplos de melhoria dessas condições no Brasil nos últimos anos”, diz a pesquisadora.</p>
<h2>Má nutrição</h2>
<p>Além do aumento da obesidade, o Brasil enfrenta a fome. Estudo do Instituto Fome Zero revela que o número de pessoas em situação de insegurança alimentar grave no Brasil chegou a 20 milhões no quarto trimestre do ano passado.</p>
<p>Apesar de estar aumentando a prevalência da obesidade, o Brasil hoje vive a dupla carga de má nutrição: prevalência de crianças desnutridas e de crianças com obesidade. &#8220;É preciso olhar realmente para esses dois extremos – da desnutrição e da obesidade – ocorrendo simultaneamente”, destaca Carolina Vieira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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