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	<title>Peixes - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Peixes - Portal NDC</title>
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		<title>Mais oito espécies de pescado entram em período de defeso no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mais-oito-especies-de-pescado-entram-em-periodo-de-defeso-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Nov 2024 17:23:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[DEFESO]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes]]></category>
		<category><![CDATA[pescado]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao todo, são dez espécies que já estão sob proteção, com proibição de pesca até março de 2025, exceto o pirarucu, que tem pesca controlada o ano todo em áreas de manejo A Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) informa que começa o período de defeso, na sexta-feira (15/11), de oito espécies de pescado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-711008098" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ao todo, são dez espécies que já estão sob proteção, com proibição de pesca até março de 2025, exceto o pirarucu, que tem pesca controlada o ano todo em áreas de manejo</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A Secretaria de Estado de Produção Rural (Sepror) informa que começa o período de defeso, na sexta-feira (15/11), de oito espécies de pescado no Amazonas, e segue até o dia 15 de março de 2025. Durante quatro meses a pesca é proibida, assim como a comercialização sem comprovação de que o produto foi pescado e armazenado antes.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Está proibida a pesca de aruanã, caparari, surubim, matrinxã, pirapitinga, mapará, sardinha e pacu, durante quatro meses, em obediência ao período anual de defeso das espécies.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h4 class="styled__HeadingFour-sc-fdx3oi-3 ilXYMe">Declaração de Estoque</h4>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Os proprietários de frigoríficos que armazenam peixes dessas espécies devem apresentar declaração de estoque até o segundo dia útil após o início do Defeso, ou seja, até 19 de novembro de 2024. A declaração será recebida pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) para as espécies capararí e surubim, e pelo Ibama para as demais espécies, conforme previsto na Resolução nº 21, de 27 de outubro de 2015, do Conselho Estadual de Meio Ambiente (Cemaam).</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<h4 class="styled__HeadingFour-sc-fdx3oi-3 ilXYMe">Defeso de outras espécies</h4>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A pesca do pirarucu está sob proteção durante todo o ano. Para esta espécie só é permitida a pesca nas áreas manejadas, em municípios e comunidades específicas, desde que autorizada pelo Ibama, obedecendo quantidade e selo de identificação de origem de todos os indivíduos capturados. A captura só é permitida de 1º de junho a 30 de novembro, anualmente.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O tambaqui está sob proteção do atual período de defeso desde 1º de outubro de 2024 até 31 de março de 2025.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: A Crítica </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">46390</post-id>	</item>
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		<title>Manaus pode sofrer escassez de peixes devido a seca que atinge o Amazonas, dizem pescadores</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/manaus-pode-sofrer-escassez-de-peixes-devido-a-seca-que-atinge-o-amazonas-dizem-pescadores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Sep 2024 11:41:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[escassez]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes]]></category>
		<category><![CDATA[pescadores]]></category>
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					<description><![CDATA[Impactos já são sentidos no bolso de quem compra e de quem depende da venda do animal para sobreviver. g1 foi as feiras ouvir comerciantes e consumidores. A seca severa que atinge o Amazonas deve ocasionar a escassez de peixe nas feiras e mercados de Manaus ainda em 2024, é o que diz a Federação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-371163392" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Impactos já são sentidos no bolso de quem compra e de quem depende da venda do animal para sobreviver. g1 foi as feiras ouvir comerciantes e consumidores.<br /><br />A seca severa que atinge o Amazonas deve ocasionar a escassez de peixe nas feiras e mercados de Manaus ainda em 2024, é o que diz a Federação de Pescadores do Amazonas (Fepesca-AM). Os impactos já são sentidos no bolso de quem compra e de quem depende da venda do animal para sobreviver.<br /><br />Na sexta-feira (20), data da atualização mais recente, o nível do Rio Negro em Manaus era de 15,08 metros. No último dia 11, a Prefeitura de Manaus declarou situação de emergência na cidade.<br /><br />Segundo a Fepesca-AM, com a redução drástica dos níveis dos rios, muitos pescadores enfrentam dificuldades para acessar os pontos de pesca tradicionais, o que pode significar uma redução na oferta de peixe no estado.<br /><br />A situação se agrava com o aumento dos custos operacionais, uma vez que os pescadores precisam se deslocar para áreas mais distantes e menos produtivas. Durante o período de seca, as embarcações têm dificuldade de acesso aos locais. Por conta dessas variáveis, o preço dos peixes também pode subir.<br /><br />“Nessa estiagem a água também pode esquentar mais do que o normal e afetar o oxigênio para os peixes. Isso faz com que a produção desembarcada na cidade de Manaus tenha uma redução, e quando há essa redução é a lei da oferta e procura, a tendência do preço é aumentar”, destacou o presidente da entidade, Walzenir Falcão.<br />O pescador ainda ressalta que, o jaraqui, uma das espécies mais consumida pelos amazonenses, pode sofrer um aumento de até 40% neste devido a dificuldade da logística no atual cenário do estado.<br /><br />Luiz Carvalho, de 52 anos, é vendedor de peixes na Feira da Manaus Moderna e garante que o frete para trazer o peixe está mais caro.<br /><br />“Hoje tem mais dificuldade do peixe chegar até o consumidor. O que vem sendo caro é a logística, canoa, carreteiro, gelo”, explicou o feirante.<br />Outro trabalhador da feira, Thiago Queiroz, de 22 anos, afirmou que a dificuldade para o transporte da produção vem desde o início da seca, em julho deste ano.<br /><br />“Quando o produto chega aqui para a gente já está muito caro. Desde que começou a secar os preços estão subindo. Por isso a gente tem que repassar o preço para o consumidor para ver se a gente ganha alguma coisa. Muita das vezes o freguês já sente isso, antigamente um peixe de 4 quilos era R$70 , hoje em dia já está R$80&#8243;, disse Thiago.</p>
<div id="chunk-79miq">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/4io2ZV4sKxy_9rPhgpvfvJQ97Ac=/0x0:1600x1200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/f/XAiXSaTPib1ZhDRR435g/whatsapp-image-2024-08-22-at-11.32.18.jpeg" sizes="(max-width: 2400px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/j9rHS-Ds-8Lk0NQnANE51QHR4PE=/0x0:1600x1200/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/f/XAiXSaTPib1ZhDRR435g/whatsapp-image-2024-08-22-at-11.32.18.jpeg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/4io2ZV4sKxy_9rPhgpvfvJQ97Ac=/0x0:1600x1200/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/f/XAiXSaTPib1ZhDRR435g/whatsapp-image-2024-08-22-at-11.32.18.jpeg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/-cftpmKXqi3PLATklE9SLQQCW_k=/0x0:1600x1200/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/f/XAiXSaTPib1ZhDRR435g/whatsapp-image-2024-08-22-at-11.32.18.jpeg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/8niCFdwDw-WazYRETEjowLI3CQs=/0x0:1600x1200/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/9/f/XAiXSaTPib1ZhDRR435g/whatsapp-image-2024-08-22-at-11.32.18.jpeg 600w" alt="A piracema que ocorre no estado ainda garante estabilidade nos preços — Foto: Lucas Macedo/g1 Amazonas" width="647" height="485" /><p class="wp-caption-text">A piracema que ocorre no estado ainda garante estabilidade nos preços — Foto: Lucas Macedo/g1 Amazonas</p></div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6jcqa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Os impactos já são sentidos pelos consumidores. A autônoma Célia Amazonas, 62 anos, diz que não abre mão do peixe na mesa de casa, mas se surpreendeu negativamente com os valores.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8qp8d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="21">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Eu consumo bastante peixe, só que hoje o peixe está mais caro que a carne, um absurdo. Antes comprávamos seis unidades de jaraqui por R$10, hoje em dia está custando seis (unidades) por R$25 ou R$30&#8243;, comentou.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-3ab8t">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="22">
<div class="content-intertitle">
<h2>Impacto Econômico</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-fq4bc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Segundo a economista Michele Aracaty, uma alternativa para driblar a escassez é a importação de pescado do estado de Rondônia, mas a medida pode não surtir efeito por muito tempo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ut4h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="36" data-block-id="24">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Tal cenário contribui para a estabilidade do preço do produto neste período de estiagem, mas poderemos ter impacto no futuro devido a elevação no preço da ração utilizada para a alimentação do pescado” explicou a economista.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-fhv49">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A economista, ressalta ainda, que o impacto da seca não se aplica só aos peixes, mas em toda a produção que é comercializada no estado por meio dos rios.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-anpt1">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="55" data-block-id="26">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">Levando-se em consideração a relevância regional dos rios todo e qualquer alteração ocorrida neste cenário impacta sobre o cotidiano de todos. No período da estiagem ou seca dos rios culturalmente os produtos ficam mais escassos o que eleva o seu preço para o consumidor final sem contar a ampliação do prazo de entrega&#8221;, explicou Michele</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-3rb5j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="5" data-block-id="27">
<div class="content-intertitle">
<h2>Medidas do Governo do Amazonas</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-1p1ou">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em nota, o Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (IDAM), informou que o Governo do Amazonas está em fase inicial de estudos para encontrar uma solução para os pescadores que sofrem o impacto da estiagem.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-flj14">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Para mitigar os impactos da estiagem, algumas iniciativas estão sendo propostas, informou o Idam. Organizações locais e entidades governamentais estão discutindo estratégias para a recuperação dos habitats aquáticos e a implementação de sistemas de monitoramento que ajudem a prever e gerenciar melhor os recursos pesqueiros.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aoj41">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="55" data-block-id="30">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“O Instituto de Desenvolvimento Agropecuário e Florestal Sustentável do Estado do Amazonas (Idam) informa que está em fase de levantamento de informações, por meio de 75 Unidades Locais (UnLoc&#8217;s) e postos avançados próprios, para identificar as necessidades dos pescadores artesanais no estado, que, atualmente, são mais de 60 mil, durante a estiagem”, afirma a nota.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-6mbg4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O órgão também explica que mesmo com a grande vazante das calhas dos rios, os valores dos pescados que são comercializados no estado, ainda não sofrem um grande aumento.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4e41n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="72" data-block-id="32">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“Com relação ao preço do pescado durante a estiagem, embora a captura seja mais fácil por conta da baixa da água dos rios, a tendência é o aumento do valor em algumas regiões do estado devido aos entraves logísticos. Por isso, o Idam tem realizado ações de crédito para que o pescador artesanal tenha meios para custear a atividade e garantir a chegada da produção dele nos mercados consumidores”, conclui o IDAM.</blockquote>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1 AM</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">44073</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Nova espécie de peixe da Amazônia ganha nome de vilão de “O Senhor dos Anéis”</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/nova-especie-de-peixe-da-amazonia-ganha-nome-de-vilao-de-o-senhor-dos-aneis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jun 2024 15:58:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Peixes]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo os pesquisadores, marcas do peixe se assemelham ao símbolo do olho ardente do vilão Sauron da série de filmes Milhares de espécies de peixes — cerca de 2.500 delas nomeadas — vivem no rio Amazonas, mas os cientistas estimam que quase metade das criaturas marinhas que habitam essa imensa extensão de água ainda não [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3402033712" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Segundo os pesquisadores, marcas do peixe se assemelham ao símbolo do olho ardente do vilão Sauron da série de filmes<br /><br />Milhares de espécies de peixes — cerca de 2.500 delas nomeadas — vivem no rio Amazonas, mas os cientistas estimam que quase metade das criaturas marinhas que habitam essa imensa extensão de água ainda não foram descobertas.<br /><br />Enquanto estudavam piranhas e pacus em um esforço para avaliar melhor a biodiversidade vital dos peixes no rio de 6.400 quilômetros de comprimento, uma equipe internacional de pesquisadores encontrou e identificou uma nova espécie de pacu, um parente da piranha com uma dieta baseada em plantas e dentes parecidos com os de humanos.<br /><br />Além de seus estranhos dentes perolados, a nova espécie possui marcantes marcas laranja e preta — incluindo uma ousada barra vertical preta que se estende pela sua lateral — que, segundo os pesquisadores, se assemelham ao símbolo do olho ardente do vilão Sauron da série de livros escritos por J.R.R. Tolkien, que depois foram adaptados ao cinema nos filmes “O Senhor dos Anéis. As marcas inspiraram o nome do peixe, Myloplus sauron, de acordo com um estudo publicado na segunda-feira na <a href="https://www.ni.bio.br/content/v22n2/1982-0224-2023-0095/1982-0224-ni-22-02-e230095.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">revista Neotropical Ichthyology</a>.</p>
<p>“Eu e os coautores achamos que (o nome) seria uma boa ideia — realmente parece o olho de Sauron”, disse a coautora do estudo Victória Pereira, estudante de pós-graduação em biologia na Universidade Estadual Paulista Júlio Mesquita Filho (Unesp), em Botucatu (SP). Os pesquisadores esperavam que a referência à cultura pop atraísse atenção para o peixe e para os esforços de proteção da biodiversidade na Amazônia, acrescentou Pereira.</p>
<p>O peixe chamativo não é o único animal nomeado em homenagem ao Senhor das Trevas de Tolkien. Um <a href="https://www.cnn.com/2023/05/12/world/saurona-butterflies-lord-of-the-rings-study-scn/index.html" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">gênero de borboletas</a> foi encontrado em maio de 2023 com manchas que pareciam olhos em suas asas, lembrando os pesquisadores do conhecido símbolo da trilogia. Há também uma espécie de rã arborícola, um besouro de esterco e um gênero de dinossauros nomeados em homenagem ao personagem.</p>
<h2>A confusão em torno dos pacus</h2>
<p>Além do <em>Myloplus sauron</em>, os pesquisadores também descobriram a espécie <em>Myloplus aylan</em>, que descreveram como tendo uma barra preta ligeiramente mais grossa em sua lateral. O gênero <em>Myloplus</em> pertence à família de peixes <em>Serrasalmidae</em>, que é composta por espécies de piranhas e pacus.</p>
<p>Como as piranhas e os pacus são estreitamente relacionados e possuem características semelhantes, diferenciar as espécies pode ser difícil, observaram os autores do estudo. Tanto as espécies de pacu quanto as de piranha podem mudar de aparência ao longo das várias fases de suas vidas, e machos e fêmeas frequentemente têm aparência diferente entre si, o que também torna difícil distinguir as diversas espécies, de acordo com o Museu de História Natural de Londres.</p>
<p><em>Myloplus sauron</em> e <em>Myloplus aylan</em> têm dentes achatados e rombudos usados para mastigar plantas, em forte contraste com os dentes afiados encontrados nas piranhas, mas semelhantes aos de outros pacus. Enquanto algumas espécies de piranhas são conhecidas por suas dietas carnívoras, todas as espécies de pacus são principalmente herbívoras.</p>
<p>Anteriormente, essas duas novas espécies eram agrupadas com outro peixe, <em>Myloplus schomburgkii</em>, devido ao desenho comum da marca preta no corpo arredondado dos peixes. No entanto, através de uma inspeção mais detalhada e <a href="https://www.cnnbrasil.com.br/tecnologia/como-surgiu-o-cupuacu-estudo-revela-efeito-da-domesticacao-por-indigenas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">análise de DNA</a>, os pesquisadores descobriram que três espécies diferentes compartilhavam o mesmo design chamativo.</p>
<p>Os pesquisadores esperam estudar <em>Myloplus sauron</em> e <em>Myloplus aylan</em> mais a fundo para aprender mais sobre sua evolução e relação com outras espécies, disse Pereira.</p>
<p>“As pessoas que estudam pacus reconheceram há algum tempo que havia múltiplas espécies ‘escondidas à vista de todos’”, disse Matthew Kolmann, professor assistente do departamento de biologia da Universidade de Louisville, em Kentucky, que estudou os peixes. Ele não estava envolvido no novo estudo.</p>
<p>“O tamanho da Amazônia e de outras bacias, e sua inacessibilidade, fazem dela um lugar de descobertas constantes”, disse Kolmann em um e-mail. “O que isso significa é que tem e continuará a exigir gerações de esforços de cientistas para aumentar nosso conhecimento da área.”</p>
<h2>Impacto dos pacus em seu ecossistema</h2>
<p>Os pacus são importantes para seu ecossistema em grande parte devido ao seu papel na dispersão de sementes através de sua dieta principalmente de frutas, o que os torna vitais para o crescimento de árvores da floresta tropical e outras plantas. Os peixes tendem a espalhar sementes longe de suas plantas-mãe, ajudando a expandir a floresta e limitar doenças que se espalham facilmente através de árvores aglomeradas, disse Kolmann.</p>
<p>Ao descobrir e identificar as espécies que vivem em certos ecossistemas, os pesquisadores poderão liderar melhor os esforços de conservação para proteger animais que estão em perigo ou em risco, disse Kolmann. Isso é particularmente importante para áreas como a Amazônia, que estão ameaçadas pela destruição de habitats, acrescentou.</p>
<p>“Corremos o risco muito real de perder milhares, senão centenas de milhares, de espécies antes mesmo de saber que elas existem e, por consequência, nunca entender como essas espécies contribuem para um ecossistema saudável e funcional”, disse Kolmann. “Inventariar quais espécies são encontradas onde, e quando, é o primeiro passo em qualquer esforço futuro de conservação.”</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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