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	<title>Partidos - Portal NDC</title>
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	<title>Partidos - Portal NDC</title>
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		<title>PSDB, PDT, Cidadania e PSOL são varridos de capitais; PL ganha força e PT ressurge</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Nov 2024 14:18:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Partidos]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de partidos com prefeitos eleitos em capitais baixou de 12, nas eleições municipais de 2020, para 8 nas atuais. A redução se deve aos fracassos de PSDB, PDT, Cidadania e PSOL. A queda não foi maior porque PL e PT, que não haviam conseguido vitórias em capitais na...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de partidos com prefeitos eleitos em capitais baixou de 12, nas eleições municipais de 2020, para 8 nas atuais. A redução se deve aos fracassos de PSDB, PDT, Cidadania e PSOL. A queda não foi maior porque PL e PT, que não haviam conseguido vitórias em capitais na última disputa, tiveram eleitos para prefeituras nessas cidades.</p>
<p>A maior decadência é do PSDB. O partido, que protagonizou a política brasileira junto com o PT nos anos 1990, 2000 e começo dos 2010, havia conseguido eleger quatro prefeitos nas capitais nas últimas eleições. Era a segunda legenda com mais prefeitos nessas cidades, só atrás do MDB.</p>
<p>O partido seguinte no ranking da queda é o PDT. A sigla obteve as prefeituras de Aracaju (SE) e Fortaleza (CE) nas últimas eleições municipais, em 2020. Agora, não tem nenhuma. Cidadania e PSOL haviam conseguido uma prefeitura de capital cada um, e agora foram para zero.</p>
<p>O maior crescimento foi do PL. O partido não havia conseguido eleger nenhum prefeito em capital em 2020. Mas no ano seguinte o então presidente Jair Bolsonaro se filiou à legenda e aumentou seu apelo eleitoral. Neste ano, a sigla ganhou em Maceió (AL), Rio Branco (AC), Aracaju (SE) e Cuiabá (MT).</p>
<p>PT, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, experimentou uma espécie de fundo do poço em 2020. Naquele ano, a sigla ficou sem nenhum prefeito de capital pela primeira vez desde a redemocratização. A vitória obtida pelo partido nesta edição da disputa, em Fortaleza, é simbólica: a cidade cearense foi a primeira capital que a legenda governou, ainda nos anos 1980.</p>
<p>Broadcast Político fez o levantamento com base nos dados de apuração das eleições divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Veja quantas prefeituras de capitais cada partido obteve neste ano:</strong></h2>
<p><strong>MDB</strong> – 5 (Belém, Boa Vista, Macapá, Porto Alegre e São Paulo);</p>
<p><strong>PSD</strong> – 5 (Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Rio de Janeiro e São Luís);</p>
<p><strong>PL</strong> – 4 (Aracaju, Cuiabá, Maceió e Rio Branco);</p>
<p><strong>União Brasil </strong>– 4 (Goiânia, Natal, Salvador e Teresina);</p>
<p><strong>Podemos</strong> – 2 (Palmas e Porto Velho);</p>
<p><strong>PP</strong> – 2 (Campo Grande e João Pessoa);</p>
<p><strong>Avante</strong> – 1 (Manaus)</p>
<p><strong>PSB</strong> – 1 (Recife);</p>
<p><strong>PT</strong> – 1 (Fortaleza);</p>
<p><strong>Republicanos</strong> – 1 (Vitória).</p>
<p>A seguir, o ranking de vitórias dos partidos nas capitais nas eleições de 2020. A reportagem contou como parte do União Brasil os eleitos pelo DEM naquele ano, já que o partido surgiu da fusão do próprio DEM com o PSL.</p>
<p><strong>MDB</strong> – 5 (Goiânia, Cuiabá, Teresina, Boa Vista e Porto Alegre);</p>
<p><strong>PSDB</strong> – 4 (Natal, Porto Velho, São Paulo e Palmas);</p>
<p><strong>União Brasil </strong>– 4 (Salvador, Curitiba, Rio de Janeiro e Florianópolis);</p>
<p><strong>PDT</strong> – 2 (Fortaleza e Aracaju);</p>
<p><strong>PP</strong> – 2 (Rio Branco e João Pessoa);</p>
<p><strong>PSB</strong> – 2 (Maceió e Recife);</p>
<p><strong>PSD</strong> – 2 (Belo Horizonte e Campo Grande);</p>
<p><strong>Avante</strong> – 1 (Manaus);</p>
<p><strong>Cidadania</strong> – 1 (Macapá);</p>
<p><strong>Podemos</strong> – 1 (São Luís);</p>
<p><strong>PSOL</strong> – 1 (Belém);</p>
<p><strong>Republicanos</strong> – 1 (Vitória).</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Leia a lista completa de prefeitos eleitos nas capitais:</strong></h2>
<p><strong>Aracaju (SE)</strong> – Emília Corrêa (PL), no segundo turno;</p>
<p><strong>Belém (PA) </strong>– Igor Normando (MDB), no segundo turno;</p>
<p><strong>Belo Horizonte (MG) </strong>– Fuad Noman (PSD), no segundo turno;</p>
<p><strong>Boa Vista (RR) </strong>– Arthur Henrique (MDB), no primeiro turno;</p>
<p><strong>Campo Grande (MS)</strong> – Adriane Lopes (PP), no segundo turno;</p>
<p><strong>Cuiabá (MT) </strong>– Abílio Brunini (PL), no segundo turno;</p>
<p><strong>Curitiba (PR)</strong> – Eduardo Pimentel (PSD), no segundo turno;</p>
<p><strong>Florianópolis (SC) </strong>– Topázio Neto (PSD), no primeiro turno;</p>
<p><strong>Fortaleza (CE) </strong>– Evandro Leitão (PT), no segundo turno;</p>
<p><strong>Goiânia (GO) </strong>– Sandro Mabel (União Brasil), no segundo turno;</p>
<p><strong>João Pessoa (PB) </strong>– Cícero Lucena (PP), no segundo turno;</p>
<p><strong>Macapá (AP) </strong>– Dr. Furlan (MDB), no primeiro turno;</p>
<p><strong>Maceió (AL)</strong> – João Henrique Caldas (PL), no primeiro turno;</p>
<p><strong>Manaus (AM) </strong>– David Almeida (Avante), no segundo turno;</p>
<p><strong>Natal (RN)</strong> – Paulinho Freire (União Brasil), no segundo turno;</p>
<p><strong>Palmas (TO) </strong>– Eduardo Siqueira Campos (Podemos), no segundo turno;</p>
<p><strong>Porto Alegre (RS) </strong>– Sebastião Melo (MDB), no segundo turno;</p>
<p><strong>Porto Velho (RO) </strong>– Léo Moraes (Podemos), no segundo turno;</p>
<p><strong>Recife (PE)</strong> – João Campos (PSB), no primeiro turno;</p>
<p><strong>Rio Branco (AC) </strong>– Tião Bocalom (PL), no primeiro turno;</p>
<p><strong>Rio de Janeiro (RJ) </strong>– Eduardo Paes (PSD), no primeiro turno;</p>
<p><strong>Salvador (BA)</strong> – Bruno Reis (União Brasil), no primeiro turno;</p>
<p><strong>São Luís (MA) </strong>– Eduardo Braide (PSD), no primeiro turno;</p>
<p><strong>São Paulo (SP)</strong> – Ricardo Nunes (MDB), no segundo turno;</p>
<p><strong>Teresina (PI) </strong>– Silvio Mendes (União Brasil), no primeiro turno;</p>
<p><strong>Vitória (ES) </strong>– Lorenzo Pazolini (Republicanos), no primeiro turno.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: RealTime1</p>
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		<title>Partidos questionam regras do TSE sobre repasse de recursos do fundo eleitoral entre candidatos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jul 2022 12:35:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[fundo eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Partidos]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma ação direta de inconstitucionalidade que está no Supremo Tribunal Federal e será analisada pelo ministro Ricardo Lewandowski pede que candidatos a cargos proporcionais, deputados estaduais e federais, de siglas diferentes tenham direito ao fundo partidário e ao fundo especial de financiamento de campanha desde que as legendas estejam coligadas...]]></description>
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<p>Uma ação direta de inconstitucionalidade que está no Supremo Tribunal Federal e será analisada pelo ministro Ricardo Lewandowski pede que candidatos a cargos proporcionais, deputados estaduais e federais, de siglas diferentes tenham direito ao fundo partidário e ao fundo especial de financiamento de campanha desde que as legendas estejam coligadas nas eleições majoritárias, governador, senador e presidente. Para os partidos União Brasil, PL, Republicanos e PP, dispositivos do Tribunal Superior Eleitoral invalidam a competência do Congresso Nacional para estabelecer proibições de repasses, que estariam previstos na lei das eleições, e isso ofenderia a autonomia partidária. O texto questionado por esses partidos proíbe o repasse de recursos por partidos ou candidatos que não pertençam à mesma coligação.</p>
<p>Como as coligações estão proibidas nas eleições proporcionais, mas ainda são permitidas na disputa majoritária, as legendas defendem que não há restrição clara sobre o repasse de recursos entre candidatos a cargos majoritários e proporcionais de partidos diferentes, desde que eles estejam coligados nos pleitos majoritários. Ou seja, na prática, a coligação já existe ainda que não seja pela disputa dos mesmos cargos. Também de acordo com os partidos, o debate tem gerado discussão a respeito da prestação de contas eleitorais de candidatos que concorreram nas eleições de 2020 e teriam sido impugnados ou até mesmo terem as candidaturas desaprovadas no caso de doação de partido diverso daquele pelo qual concorreram, mesmo que coligados no pleito majoritário. Caso as regras do TSE sejam mantidas, os quatro partidos avaliam que nenhum candidato na eleição proporcional poderá ter materiais de campanha financiados pelos dois fundos em conjunto com o concorrente da disputa majoritária da coligação, o que costumava ocorrer.</p>
<p>Foto: Geraldo Magela/Agência Senado</p>
<p>Fonte: JP</p>
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		<title>Partidos já arrecadaram mais de R$ 20 milhões em doações na pré-campanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jul 2022 02:03:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[doações]]></category>
		<category><![CDATA[Partidos]]></category>
		<category><![CDATA[pré-campanha]]></category>
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					<description><![CDATA[16 partidos receberam, por agora, R$ 22 milhões, segundo dados do levantamento realizado pelo Jornal O Globo. A pesquisa foi realizada usando parciais das prestações de contas das legendas disponíveis no site do TSE. Logo, o valor segue se aproximando dos R$ 25 milhões arrecadados pelos mesmos partidos no ano...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>16 partidos receberam, por agora, R$ 22 milhões, segundo dados do levantamento realizado pelo Jornal O Globo. A pesquisa foi realizada usando parciais das prestações de contas das legendas disponíveis no site do TSE. Logo, o valor segue se aproximando dos R$ 25 milhões arrecadados pelos mesmos partidos no ano anterior de 2021.<br /><br />O diretor proprietário da Century Brasil e Vale Sul Shopping, Wagner Louis de Souza, de São José dos Campos (SP), é quem fez a maior contribuição. Em fevereiro, ele deu R$ 2,5 milhões ao PSD. Já o pecuarista Jonas Barcellos Corrêa Filho, dono da Brasif, fez a segunda maior contribuição, dessa vez ao PT, com R$ 2,1 milhões. Em terceiro teve o Emival Ramos Calado Filho, do Grupo Rialma, que deu R$ 1,84 milhão para o União.<br /><br />Já na lista de maiores doadores até o momento, estão quatro integrantes de uma mesma família, a Koren de Lima, dona do plano de saúde Hapvida. Juntos, eles já doaram R$ 4 milhões, entre abril e maio, ao PT, PSD, PSDB e MDB.<br /><br />O PT, em vista disso, lidera com R$ 8,5 milhões. Logo atrás vem o PSD, com R$ 4,1 milhões, e o União Brasil com R$ 3,04 milhões, enquanto que o MDB ficou com R$ 1,7 milhões. Já o partido do presidente Bolsonaro, o PL, não incluiu as suas receitas na prestação de contas deste ano.</p>
<p><br /><em>Foto: Divulgação</em></p>
<p>Fonte: Focus</p>
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