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	<title>Pantanal - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Pantanal - Portal NDC</title>
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		<title>Brasil tem 22,38 milhões de hectares atingidos pelo fogo em nove meses</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-tem-2238-milhoes-de-hectares-atingidos-pelo-fogo-em-nove-meses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Oct 2024 14:48:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Cerrado]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[MapBiomas]]></category>
		<category><![CDATA[Monitor do Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[Setembro concentrou mais da metade de toda área queimada em 2024 Entre janeiro e setembro de 2024 o Brasil teve 22,38 milhões de hectares queimados pelos focos de incêndio que avançaram por todo país, mostrou o MapBiomas, no Monitor do Fogo divulgado nesta sexta-feira (11). Apenas em setembro foram 10,65 milhões de hectares – quase [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-617074814" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Setembro concentrou mais da metade de toda área queimada em 2024<br /><br />Entre janeiro e setembro de 2024 o Brasil teve 22,38 milhões de hectares queimados pelos focos de incêndio que avançaram por todo país, mostrou o MapBiomas, no Monitor do Fogo divulgado nesta sexta-feira (11). Apenas em setembro foram 10,65 milhões de hectares – quase metade de toda a área atingida nos oito meses anteriores.<br /><br />O total equivale ao tamanho do estado de Roraima e é 150% maior que no mesmo período de 2023, quando o fogo atingiu 8,98 milhões de hectares. A vegetação nativa representa 73% da área queimada, principalmente formação florestal. Áreas de uso agropecuário também foram atingidas representando 20,5%.<br /><br />Os estados Mato Grosso, Pará e Tocantins somaram mais da metade do território queimado e tiveram respectivamente 5,5 milhões, 4,6 milhões e 2,6 milhões de hectares atingidos pelo fogo. O município paraense de São Félix do Xingu foi o que mais queimou, seguido de Corumbá, no Mato Grosso do Sul.</p>
<h2>Amazônia</h2>
<p>Dentre os biomas brasileiros, a Amazônia foi a mais afetada e representou 51% do total do que o fogo alcançou nos nove primeiros meses do ano. Foram 11,3 milhões de hectares queimados no período.</p>
<p>De acordo com a diretora de ciências do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam), Ane Alencar, que coordena o MapBiomas Fogo, a crise dos incêndios na região em 2024 foi agravada <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/meio-ambiente/noticia/2024-09/incendios-e-seca-na-amazonia-e-no-pantanal-batem-marcas-historicas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">por uma seca mais severa</a> decorrente da intensificação das mudanças climáticas.</p>
<blockquote>
<p>“Isso se reflete nos números de setembro, onde metade da área queimada na região foi em formações florestais.”</p>
</blockquote>
<p>A exemplo do que ocorreu em todo o país, o bioma amazônico queimou mais em setembro. Foram 5,5 milhões de hectares, dos quais 2,8 milhões eram de formação florestal. Entre as áreas em que o solo já havia sido convertido anteriormente pelo homem, as pastagens foram as mais afetadas pelo fogo, tendo 1,8 milhão de hectares queimados.</p>
<h2>Cerrado</h2>
<p>Em nove meses, o Cerrado teve 8,4 milhões de hectares consumidos pelo fogo, dos quais 4,3 milhões queimaram em setembro, maior área afetada nos últimos cinco anos, para o mesmo mês.</p>
<p>“Setembro marca o pico da seca no Cerrado e isso torna o impacto do fogo ainda mais severo. Com a vegetação extremamente seca e vulnerável, o fogo se espalha rapidamente, resultando inclusive na baixa qualidade do ar nas cidades próximas”, explica Vera Arruda, pesquisadora no Ipam e coordenadora técnica do Monitor do Fogo.</p>
<h2>Pantanal</h2>
<p>Na média dos últimos cinco anos, o Pantanal foi o bioma que observou maior aumento de área queimada nos nove primeiros meses do ano. O crescimento foi de 2.306% em 2024, na comparação com a média.</p>
<p>Foram1,5 milhão de hectares consumidos pelo fogo, dos quais 318 mil hectares foram atingidos no mês de setembro, quando 92% da área queimada foram de vegetação nativa.</p>
<h2>Outros biomas</h2>
<p>De todo o território afetado pelo fogo, a Mata Atlântica queimou 896 mil hectares, sendo a maioria, 71%, de área agropecuária. Já a Caatinga e os Pampas tiveram redução na área atingida por incêndios de janeiro a setembro de 2024, com respectivamente 151 mil hectares e 3,1 mil afetados.</p>
<p><a href="https://docs.google.com/document/d/1QCJdJFxo3xH7ibwvQuyh5SjSYhzuig0ToC3EDcADgEQ/edit?tab=t.0" target="_top" rel="noopener noreferrer nofollow">Clique aqui e acesse o documento do MapBiomas</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Fumaça de queimadas atinge cidades de dez estados</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fumaca-de-queimadas-atinge-cidades-de-dez-estados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Aug 2024 19:59:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[BOMBEIROS]]></category>
		<category><![CDATA[Florestas]]></category>
		<category><![CDATA[Incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[Fogo na Amazônia é visto no sul do Amazonas e na Transamazônica Com a intensificação da temporada de incêndios na Amazônia e no Pantanal, em decorrência da mudança do clima, cidades de dez estados registraram episódios de fumaça e diminuição na qualidade do ar. Imagens obtidas pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-797719553" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Fogo na Amazônia é visto no sul do Amazonas e na Transamazônica</p>
<p>Com a intensificação da temporada de incêndios na Amazônia e no Pantanal, em decorrência da mudança do clima, cidades de dez estados registraram episódios de fumaça e diminuição na qualidade do ar.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1608576&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1608576&amp;o=node" /></p>
<p>Imagens obtidas pelo Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos mostram a concentração do monóxido de carbono sobre uma faixa que se estende do Norte do Brasil até as regiões Sul e Sudeste, passando sobre o Peru, Bolívia e Paraguai. Na última semana, o Fundo Internacional de Emergência das Nações Unidas para a Infância (Unicef) fez um alerta sobre os cuidados necessários para a saúde nesses casos.</p>
<p>Segundo nota divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o fogo na Amazônia estava concentrado principalmente no sul do Amazonas e nos arredores da Rodovia Transamazônica (BR-230).</p>
<p>“Amazonas e Pará concentram, juntos, mais da metade (51,6%) dos focos de incêndio registrados no bioma de 1º de janeiro a 18 de agosto de 2024, segundo dados do   Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Desde 1º de julho, 67,2% dos focos registrados estão nos dois estados.”, informou o ministério.</p>
<h2>Área afetada</h2>
<p>De acordo com o Laboratório de Aplicações de Satélites Ambientais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Lasa-UFRJ), este ano o fogo consumiu 3,2 milhões de hectares da Amazônia, o que representa 0,77% do bioma. No Pantanal, quase 1,9 milhão de hectares foi consumido pelo fogo, atingindo 12,5% do território.</p>
<p>Um alerta de perigo extremo de fogo do Sistema de Alarmes do Lasa-UFRJ foi divulgado com previsões para a Bacia do Paraguai, no Pantanal. Segundo o informativo, até a próxima quinta-feira (22), toda a região enfrentará condições climáticas que dificultam o combate a incêndios até por meios aéreos, com alta velocidade de propagação do fogo.</p>
<p>O ministério (MMA), 1.489 brigadistas do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) atuam no combate aos incêndios florestais na Amazônia. Desde o dia 24 de julho, 98 incêndios teriam sido extintos, mas 75 persistem ativos e podem reunir até milhares de focos de calor.</p>
<h2>Resposta a incêndios</h2>
<p>No Pantanal de Mato Grosso atuam 348 brigadistas do Ibama e ICMBio, além de 454 militares das Forças Armadas, 95 da Força Nacional e mais dez da Polícia Federal. Das 98 áreas de incêndio, 50 teriam sido extintas e 46 permanecem ativas, das quais 27 estão controladas.</p>
<p>Uma sala de situação criada pelo governo federal concentra a resposta federal aos incêndios no país desde junho. Na Amazônia Legal, foram disponibilizados R$ 405 milhões do Fundo Amazônia para apoiar as guarnições do Corpo de Bombeiros dos estados. No Pantanal, também foi liberado um crédito extraordinário de R$ 137,6 milhões, além do repasse de mais R$ 13,4 milhões ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional para assistência humanitária e combate a incêndios florestais.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Pantanal poderá ter crise hídrica histórica em 2024, aponta estudo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pantanal-podera-ter-crise-hidrica-historica-em-2024-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 14:01:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[biomas]]></category>
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		<category><![CDATA[hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[seca]]></category>
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					<description><![CDATA[Bioma está cada vez mais seco, o que o torna mais vulnerável O Pantanal enfrenta desde 2019 o período mais seco das últimas quatro décadas e a tendência é que 2024 tenha a pior crise hídrica já observada no bioma, de acordo com um estudo inédito lançado nesta quarta-feira (3). Os resultados apontam que, nos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1541843958" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Bioma está cada vez mais seco, o que o torna mais vulnerável<br /><br />O Pantanal enfrenta desde 2019 o período mais seco das últimas quatro décadas e a tendência é que 2024 tenha a pior crise hídrica já observada no bioma, de acordo com um estudo inédito lançado nesta quarta-feira (3). Os resultados apontam que, nos primeiros quatro meses do ano, quando deveria ocorrer o ápice das inundações, a média de área coberta por água foi menor do que a do período de seca do ano passado.<br /><br />O estudo foi encomendado pelo WWF-Brasil e realizado pela empresa especializada ArcPlan, com financiamento do WWF-Japão. O diferencial em relação a outras análises baseadas em dados de satélite é o uso de dados do satélite Planet.<br /><br />“Graças à alta sensibilidade do sensor do satélite Planet, pudemos mapear a área que é coberta pela água quando os rios transbordam. Ao analisar os dados, observamos que o pulso de cheias não aconteceu em 2024. Mesmo nos meses em que é esperado esse transbordamento, tão importante para a manutenção do sistema pantaneiro, ele não ocorreu”, ressalta Helga Correa, especialista em conservação do WWF-Brasil que é também uma das autoras do estudo.<br /><br />“De forma geral, considera-se que há uma seca quando o nível do Rio Paraguai está abaixo de 4 metros. Em 2024, essa medida não passou de 1 metro. O nível do Rio Paraguai nos cinco primeiros meses deste ano esteve, em média, 68% abaixo da média esperada para o período”, afirma Helga. “O que nos preocupa é que, de agora em diante, o Pantanal tende a secar ainda mais até outubro. Nesse cenário, é preciso reforçar todos os alertas para a necessidade urgente de medidas de prevenção e adaptação à seca e para a possibilidade de grandes incêndios.”<br /><br />Na Bacia do Alto Rio Paraguai, onde se situa o Pantanal, a estação chuvosa ocorre entre os meses de outubro e abril, e a estação seca, entre maio e setembro. De acordo com o estudo, entre janeiro e abril de 2024, a média da área coberta por água foi de 400 mil hectares, em pleno período de cheias, abaixo da média de 440 mil hectares registrada na estação seca de 2023.<br /><br />De acordo com os autores do estudo, os resultados apontam uma realidade preocupante: o Pantanal está cada vez mais seco, o que o torna mais vulnerável, aumentando as ameaças à sua biodiversidade, aos seus recursos naturais e ao modo de vida da população pantaneira. A sucessão de anos com poucas cheias e secas extremas poderá mudar permanentemente o ecossistema do Pantanal, com consequências drásticas para a riqueza e a abundância de espécies de fauna e flora, com grandes impactos também na economia local, que depende da navegabilidade dos rios e da diversidade de fauna.<br /><br />“O Pantanal é uma das áreas úmidas mais biodiversas do mundo ainda preservadas. É um patrimônio que precisamos conservar, por sua importância para o modo de vida das pessoas e para a manutenção da biodiversidade”, ressalta Helga.<br /><br />Além dos eventos climáticos que agravam a seca, a redução da disponibilidade de água no Pantanal tem relação com ações humanas que degradam o bioma, como a construção de barragens e estradas, o desmatamento e as queimadas, explica Helga.<br /><br />De acordo com a especialista em conservação do WWF-Brasil, diversos estudos já indicam que o acúmulo desses processos degradação, acentuados pelas mudanças climáticas, pode levar o Pantanal a se aproximar de um ponto de não retorno &#8211; isto é, perder sua capacidade de recuperação natural, com redução abrupta de espécies a partir de um certo percentual de destruição.<br /><br />Outra preocupação é que as sucessivas secas extremas e as queimadas por elas potencializadas afetam a qualidade da água devido à entrada de cinzas no sistema hídrico, causando mortalidade de peixes e retirando o acesso à água das comunidades. “É preciso agir de forma urgente e mapear onde estão as populações tradicionais e pequenas comunidades que ficam vulneráveis à seca e à degradação da qualidade da água”, diz ela.<br /><br />A nota técnica traz uma série de recomendações como mapear as ameaças que causam maiores impactos aos corpos hídricos do Pantanal, considerando principalmente a dinâmica na região de cabeceiras; fortalecer e ampliar políticas públicas para frear o desmatamento; restaurar áreas de Proteção Permanente (APPs) nas cabeceiras, a fim de melhorar a infiltração da água e diminuir a erosão do solo e o assoreamento dos rios, aumentando a qualidade e a quantidade de água tanto no planalto quanto na planície, e apoiar a valorização de comunidades, de proprietários e do setor produtivo que desenvolvem boas práticas e dão escala a ações produtivas sustentáveis.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Pantanal enfrenta recorde histórico de incêndios com mais de 3 mil focos registrados</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/pantanal-enfrenta-recorde-historico-de-incendios-com-mais-de-3-mil-focos-registrados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 Nov 2023 01:42:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[aumento de incêndio]]></category>
		<category><![CDATA[ICMBio]]></category>
		<category><![CDATA[Inpe]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso]]></category>
		<category><![CDATA[Mato Grosso do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[mês de Novembro]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[Há mais de um mês, o fogo consome o Pantanal, e não há previsão de trégua. Em 16 dias de novembro deste ano, foram registrados 3.098 focos de incêndio no bioma, um recorde histórico para o mês desde 2002, quando foram contabilizados 2.328 focos. Em relação ao mesmo período de 2022, o aumento de queimadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-302342950" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Há mais de um mês, o fogo consome o Pantanal, e não há previsão de trégua. Em 16 dias de novembro deste ano, foram registrados 3.098 focos de incêndio no bioma, um recorde histórico para o mês desde 2002, quando foram contabilizados 2.328 focos.</p>
<p>Em relação ao mesmo período de 2022, o aumento de queimadas ultrapassa 1.400%, conforme monitoramento do Programa Queimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).</p>
<p>O tempo seco e a onda de calor favorecem o grande número de incêndios, que destroem a vegetação e a fauna.</p>
<p>Na última quarta-feira (15), o fogo chegou a invadir a rodovia Transpantaneira. As chamas foram controladas pelas equipes de brigadistas e não alcançaram as casas.</p>
<p>Os incêndios levaram os governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, estados que abrigam o bioma, a decretar situação de emergência na região norte do Pantanal.</p>
<h3>Causas</h3>
<p>A causa dos incêndios ainda está sob investigação. Os especialistas avaliam se começaram por causa da queda de raios ou por ação humana.</p>
<p>“Não foi possível esclarecer se todos os incêndios no Pantanal se iniciaram com um raio, uma descarga elétrica, ou não, como em 2020, quando muitos foram por crime ambiental, alguém botando fogo para destruir a vegetação”, disse o climatologista Carlos Nobre, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo.</p>
<p>Em 2020, o fogo queimou mais de 30% do território do Pantanal, na porção brasileira, o equivalente a 44.998 quilômetros quadrados.</p>
<p>No dia 21 de outubro deste ano, três raios atingiram o Parna do Pantanal, a Reserva Particular do Patrimônio Natural Dorochê e uma propriedade particular.</p>
<p>Para tentar controlar as chamas, as equipes de brigadistas foram reforçadas.</p>
<p>Atualmente, há mais de 300 servidores no combate aos incêndios no Pantanal, com o apoio de quatro aeronaves e veículos especiais de combate a incêndios.</p>
<p>O contingente foi reforçado recentemente pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">32315</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Turistas flagram momento em que onça-pintada caça jacaré no Pantanal; veja</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/turistas-flagram-momento-em-que-onca-pintada-caca-jacare-no-pantanal-veja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Aug 2022 11:50:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[jacaré]]></category>
		<category><![CDATA[onça-pintada]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de turistas vivenciou uma experiência única durante um passeio ecológico na região pantaneira. A bordo de um carro preparado para avistamentos da vida selvagem no Refúgio Ecológico Caiman, em Miranda (MS), e monitorados pelo jornalista e guia de ecoturismo Fábio Paschoal, os participantes puderam apreciar o raro momento em que uma onça-pintada caçava [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-294530278" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um grupo de turistas vivenciou uma experiência única durante um passeio ecológico na região pantaneira. A bordo de um carro preparado para avistamentos da vida selvagem no Refúgio Ecológico Caiman, em Miranda (MS), e monitorados pelo jornalista e guia de ecoturismo Fábio Paschoal, os participantes puderam apreciar o raro momento em que uma onça-pintada caçava um jacaré em um açude.</p>
<p>As imagens foram captadas em vídeo pelo turista norte-americano Kurt Zelnak, que mora na Geórgia. O momento da caça também acabou registrado em fotografias por Paschoal. Segundo ele, foi um momento de rara beleza, em plena luz do dia.</p>
<p>&#8220;Essa época do ano é período de seca no Pantanal. Saímos cedo para fazer o passeio e paramos num açude que estava repleto de água. O local ideal para fazermos avistamento de vida selvagem, pois é onde os animais param para se refrescar e beber água&#8221;, contou o guia, que também é biólogo.</p>
<p>No tempo em que ficou parado no açude, o grupo pôde avistar tucanos, macacos-prego, papagaios e outros animais que chegavam para matar a sede. Depois de uns 40 minutos, Paschoal decidiu seguir caminho, contornou a lagoa e voltou para a estrada. Foi quando ele avistou um filhote de onça, a Oriba, cruzando a estrada. Logo depois, surgiu sua mãe, chamada Isa. Paschoal pediu para que o carro parasse e fizesse a volta.</p>
<p>&#8220;Na hora percebi que elas estavam indo para o açude. Então retornamos ao local. Chegando lá, havia uma terceira onça. Pelo binóculo, identifiquei a Aracy, que é uma onça que perdeu uma parte da orelha. Nisso a Isa e a Oriba chegaram e a Isa fez uma demonstração de domínio territorial. A Aracy rolou no chão para demonstrar submissão e elas não brigaram&#8221;, descreveu o guia.</p>
<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Cg7Xo3XDUGf/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/Cg7Xo3XDUGf/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; justify-content: center;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; margin-bottom: 6px; width: 100px;"></div> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 4px; flex-grow: 0; height: 14px; width: 60px;"></div></div></div><div style="padding: 19% 0;"></div> <div style="display:block; height:50px; margin:0 auto 12px; width:50px;"><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div style="padding-top: 8px;"> <div style=" color:#3897f0; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:550; line-height:18px;">View this post on Instagram</div></div><div style="padding: 12.5% 0;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: row; margin-bottom: 14px; align-items: center;"><div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(0px) translateY(7px);"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; height: 12.5px; transform: rotate(-45deg) translateX(3px) translateY(1px); width: 12.5px; flex-grow: 0; margin-right: 14px; margin-left: 2px;"></div> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; height: 12.5px; width: 12.5px; transform: translateX(9px) translateY(-18px);"></div></div><div style="margin-left: 8px;"> <div style=" background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 20px; width: 20px;"></div> <div style=" width: 0; height: 0; border-top: 2px solid transparent; border-left: 6px solid #f4f4f4; border-bottom: 2px solid transparent; 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<p>Depois, ele diz que Isa deitou de um lado do lago e Aracy, do outro. Num dado momento, Aracy se aproximou novamente do açude e acabou pisando num jacaré. Ela mergulhou e, quando emergiu, já saiu da água com o animal na boca.</p>
<p>&#8220;As onças são os felinos com a mordida mais forte&#8221;, afirmou o guia, que já trabalhou como jornalista para a National Geographic durante cinco anos. &#8220;Ela não sufoca os animais ou busca a veia jugular. Ela simplesmente morde a cabeça, para quebrar o osso do crânio ou então morde o pescoço, para quebrar a medula espinhal. E foi o que ela fez com o jacaré&#8221;.</p>
<h2>Olhando no fundo da alma</h2>
<p>Segundo Paschoal, essa foi a primeira vez em 14 anos que conseguiu obter uma imagem tão próxima e tão rara de uma onça-pintada em seu hábitat natural. &#8220;Ela estava a apenas quatro metros de nós e caminhou ao sair do açude em nossa direção&#8221;.</p>
<p>Para o guia, essa será uma cena que ele nunca mais se esquecerá.</p>
<p>&#8220;É como se tudo parasse no momento em que uma onça surge no ambiente, como se a floresta inteira parasse para vê-la passar. Na gente, a sensação que dá é que os músculos ficam tensos, o coração acelera e a respiração quase para. É nesse momento que você tem a sensação que algo mágico está acontecendo. Quando uma onça olha no seu olho, parece que ela está olhando no fundo da sua alma&#8221;, afirmou.</p>
<p>O Refúgio Ecológico Caiman, um santuário da vida selvagem em pleno Pantanal, é o cenário para um projeto de conservação e turismo ecológico chamado Onçafari. Uma associação criada para promover a conservação do meio ambiente e contribuir com o desenvolvimento socioeconômico das regiões em que está inserida por meio do ecoturismo e de estudos científicos. O projeto trabalha com a biodiversidade em diversos biomas brasileiros, com ênfase em onças-pintadas e lobos-guarás.</p>
<p>Imagem: Arquivo Pessoal/Fabio Paschoal</p>
<p>*UOL</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>VÍDEO: Em dia de pescaria no Pantanal, guia avista sete onças-pintadas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/video-em-dia-de-pescaria-no-pantanal-guia-avista-sete-oncas-pintadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Aug 2022 13:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[sete onças-pintadas]]></category>
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					<description><![CDATA[De raridade à rotina, ver uma onça pintada no Pantanal está mais fácil do que nunca. Em um único dia, o guia de pesca Matheus Reis viu sete onças nas margens do rio Miranda, na região do Passo do Lontra. Guia de pesca há cinco anos, ele contou ao Jornal Midiamax que é comum avistar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2306344043" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>De raridade à rotina, ver uma onça pintada no Pantanal está mais fácil do que nunca. Em um único dia, o guia de pesca Matheus Reis viu sete onças nas margens do rio Miranda, na região do Passo do Lontra.<br /><br />Guia de pesca há cinco anos, ele contou ao Jornal Midiamax que é comum avistar uma onça, mas não tantas em um único dia. “Estava pescando com turista e ficamos surpresos ao ver sete onças durante o caminho. Como o Pantanal está seco, elas vêm até a margem do rio para beber água”, conta.<br /><br />O caso ocorreu na terça-feira (2) na região do Passo do Lontra, município de Corumbá. A pescaria aconteceu entre o Morro do Azeite e o local conhecido por laranjeiras.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Guia vê sete onças em um dia de pesca" width="740" height="416" src="https://www.youtube.com/embed/IbJxeIWqJ2A?start=89&#038;feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<h2><strong>Movimento atípico</strong></h2>
<p>Em julho, a <a href="https://midiamax.uol.com.br/cotidiano/2022/com-seca-e-incendios-no-pantanal-de-ms-animais-domesticos-estariam-sendo-devorados-por-oncas/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">ONG (Organização Não-Governamental) Ecoa divulgou um alerta</a> sobre casos de onças que estariam se aproximando de comunidades ribeirinhas no Pantanal de Corumbá para se alimentar de animais domésticos. A situação pode ter relação com incêndios e a seca que a região enfrenta novamente neste ano. Vários são os relatos da presença de onças próximas às pessoas.</p>
<p>“A Ecoa está divulgando através das redes que participa, incluindo a Rede Clima Pantanal e Rede Pantanal, informe sobre este quadro e pedindo que as pessoas redobrem os cuidados, principalmente com as crianças. Neste momento, entendemos que é necessário estruturar um grupo científico de estudo para recolher informações mais detalhadas sobre toda a situação. Continuaremos com nossos alertas, ao mesmo tempo que no trabalho de prevenção com as brigadas comunitárias contra incêndios e o Prevfogo/Ibama para reduzir a possibilidade de fogo, situação que aproxima animais das casas dos moradores”.</p>
<p>Foto: Alan da Silva Paronchi/Fala Povo</p>
<p>Fonte: Midiamax / UOL</p>
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		<title>VÍDEO: Sucuri gigante é flagrada devorando um rato-do-campo em fazenda no Pantanal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/video-sucuri-gigante-e-flagrada-devorando-um-rato-do-campo-em-fazenda-no-pantanal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jul 2022 14:08:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Sucuri gigante]]></category>
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					<description><![CDATA[Um flagrante impressionante mostra o momento em que um rato-do-campo vira “almoço” de uma sucuri-amarela, na fazenda San Francisco, em Miranda, região do Pantanal sul-mato-grossense. A sucuri gigante, de aproximadamente 4 metros de comprimento, ficou cerca de 15 minutos se alimentando do animal. Guia de turismo há mais de 15 anos na região, Roberta Coelho, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2292720433" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um flagrante impressionante mostra o momento em que um rato-do-campo vira “almoço” de uma sucuri-amarela, na fazenda San Francisco, em Miranda, região do Pantanal sul-mato-grossense. A sucuri gigante, de aproximadamente 4 metros de comprimento, ficou cerca de 15 minutos se alimentando do animal.</p>
<div class="wall protected-content">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Guia de turismo há mais de 15 anos na região, Roberta Coelho, 39 anos, descreve que o registro da sucuri se alimentando é algo “raro”. Segundo ela, mesmo tendo familiaridade com os animais silvestres, o momento foi de emoção.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O flagrante aconteceu durante um passeio com 27 turistas no Pantanal. Os visitantes ficaram encantados com a beleza e a proximidade da sucuri, que não se importou com a presença deles.</p>
</div>
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</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="6">
<p class="content-text__container">“Foi um momento muito especial, estava guiando um safári, quando percebi algo amarelo brilhando na trilha. Paramos e vimos que era uma sucuri que tinha entrado no meio da vegetação para predar um rato-do-campo”, disse ao site g1.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Roberta destaca que o vídeo foi gravado após um tempo de observação e respeito ao animal. A guia pontuou que o turismo feito na região do Pantanal de Mato Grosso do Sul é o de contemplação, sendo realizado apenas avistamentos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="25" data-block-id="9">
<p class="content-text__container">“Ficamos alguns minutos admirando a sucuri, mas sempre respeitando o espaço dela. Seguimos alguns protocolos de não tocar na fauna e flora da região”, disse.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="55" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o biólogo Pedro Guimarães, o processo de digestão da serpente pode levar semanas, o que varia de acordo com o tamanho da presa. “O processo de digestão da sucuri é longo, e pode levar mais de 20 dias. Como ela predou um rato, o processo não deve ser mais rápido”, disse.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A sucuri é uma cobra da família Boidae, pertencente ao gênero Eunectes e sua distribuição geográfica é restrita à América do Sul. Apesar de não serem ágeis em ambiente terrestre, elas são muito rápidas dentro d’água podendo ficar até 30 minutos sem respirar.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p><strong>CONFIRA O VÍDEO:</strong></p>
<div style="width: 740px;" class="wp-video"><video class="wp-video-shortcode" id="video-5588-1" width="740" height="925" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cobra-2.mp4?_=1" /><a href="https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cobra-2.mp4">https://quetudiz.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cobra-2.mp4</a></video></div>
<p>Fonte: O Sul Mato Grossesnse</p>
]]></content:encoded>
					
		
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		<item>
		<title>Veja o Vídeo: Guia fica frente a frente com anaconda gigante no Pantanal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/veja-o-video-guia-fica-frente-a-frente-com-anaconda-gigante-no-pantanal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2022 02:23:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[anaconda gigante]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
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					<description><![CDATA[Como diz o ditado, quem procura acha. E foi o que aconteceu com o guia de turismo ecológico Vilmar Teixeira, que costuma publicar vídeos de suas aventuras em um canal no Youtube. Vilmar gosta de avistar sucuris, comuns em seu local de trabalho, no Pantanal sul-mato-grossense. De tanto navegar pelo Rio Formoso, deu de cara [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3726899589" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Como diz o ditado, quem procura acha. E foi o que aconteceu com o guia de turismo ecológico Vilmar Teixeira, que costuma publicar vídeos de suas aventuras em um canal no Youtube. Vilmar gosta de avistar sucuris, comuns em seu local de trabalho, no Pantanal sul-mato-grossense. De tanto navegar pelo Rio Formoso, deu de cara com uma anaconda enorme, sobre um tronco.</p>
<p>Por sorte, a sucuri estava em estado de sono profundo, fazendo a digestão do que seria uma capivara. É possível ver na imagem o volume enorme na barriga da sucuri. <strong>Confira!</strong></p>
<p>https://youtu.be/sw2jTiFQNE8?t=2</p>
<p>Feito o flagrante, Vilmar se embrenhou pelas folhagens para achar melhores ângulos do animal. Acabou fazendo um registro incrível, de frente para a cobra.</p>
<p>“Ooooi, sucuri!”, diz o guia. “Ela está cheirando, sentindo um cheiro inédito para ela, porque é a primeira vez que ela fica de frente para um ser humano”, completa.</p>
<p>Por fim, o Vilmar se afasta e deixa o animal quieto em seu habitat, curtindo a digestão.</p>
<p>Foto: Reprodução</p>
<p>Fonte: ND+</p>
<p>&nbsp;</p>
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