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	<title>Ozempic® - Portal NDC</title>
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	<title>Ozempic® - Portal NDC</title>
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		<title>Além da obesidade: Ozempic e similares reduzem risco de outras doenças</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2024 15:22:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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<p>Excesso de peso aumenta o risco de cerca de 200 doenças, entre elas, problemas metabólicos, cardiovasculares e vários tipos de câncer<br /><br />Após promover transformações em estrelas de Hollywood, valorizar as ações do fabricante em 65% e sumir das prateleiras das farmácias devido à alta procura, o Ozempic agora está sendo estudado para tratar condições de saúde diferentes da diabetes e da obesidade.<br /><br />Desenvolvida pela empresa Novo Nordisk, a medicação foi criada para combater a diabetes, e a perda de peso era um efeito colateral esperado. Com o tempo, o uso off label se tornou mais comum e a caneta injetável virou uma aliada importante contra a obesidade, hoje considerada uma epidemia global.</p>
<blockquote>
<p>“Os benefícios adicionais do Ozempic são de grande importância, já que muitos pacientes com obesidade sofrem de comorbidades, aumentando o risco de complicações graves de saúde”, explica a médica Andrea Pereira, cofundadora da ONG Obesidade Brasil, que presta assistência a pacientes com a condição.</p>
</blockquote>
<figure id="attachment_2841528" class="wp-caption aligncenter m-img-wrap" aria-describedby="caption-attachment-2841528">
<figure id="attachment_2841528" aria-describedby="caption-attachment-2841528" style="width: 2560px" class="wp-caption aligncenter m-img-wrap"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-2841528 size-full" src="https://uploads.metroimg.com/wp-content/uploads/2023/09/26140242/Wegovy-ozempic-injecoes-compressed-scaled.jpg" alt="Mãos em close seguram caneta injetora wegovy injeção semaglutida ozempic" width="2560" height="1440" data-description="Getty Images" data-pin="pinIt" /><figcaption id="caption-attachment-2841528" class="wp-caption-text">Getty Images</figcaption></figure>
<figcaption id="caption-attachment-2841528" class="wp-caption-text">Medicamentos como o Ozempic foram criados para tratar diabetes, e um dos efeitos colaterais é a perda de peso</figcaption>
</figure>
<h4>Achados científicos além da obesidade</h4>
<p>Até aqui, a diminuição do risco cardiovascular entre os que usam a medicação é um dos achados mais consistentes. No ano passado, a Novo Nordisk anunciou que o Wegovy, remédio similar ao Ozempic, reduziu em 20% o risco de eventos cardiovasculares graves em adultos com sobrepeso ou obesidade. A medicação tem o mesmo princípio ativo do Ozempic: a semaglutida.</p>
<p>Em março, o Wegovy foi aprovado nos Estados Unidos como medicação preventiva para doenças cardíacas em pessoas obesas ou com excesso de peso: é a primeira vez que um medicamento dessa classe é autorizado para esse fim.</p>
<p>Os resultados de outro ensaio clínico também demonstraram benefícios da semaglutida para a saúde renal. O uso da medicação reduziu o risco de eventos relacionados com doenças renais em 24% dos pacientes. A possibilidade de falência renal é maior para pessoas com obesidade, uma vez que o fígado trabalha com sobrecarga devido à massa corporal elevada.</p>
<blockquote>
<p>“Conforme novos estudos vão surgindo, estão sendo investigados diferentes benefícios promissores dos agonistas do receptor de GLP-1, como o Ozempic. Por exemplo, uma pesquisa avançada mostrou que o medicamento melhorou significativamente os sintomas da apneia do sono; um outro apontou benefícios contra a doença hepática gordurosa”, afirma o médico Rodrigo Schröder, que tem especialização em nutrologia.</p>
</blockquote>
<h4>Ozempic e inflamações cerebrais</h4>
<p>Uma outra vertente interessante de estudos investiga se a medicação pode ter efeitos protetores para o cérebro contra as doenças neurodegenerativas. A hipótese é que a medicação seja capaz de reduzir as inflamações de neurônios que provocam declínio cognitivo e são características de pacientes com Alzheimer e Parkinson.</p>
<p>A farmacêutica já está realizando ensaios clínicos com esse fim para avaliar a eficácia do medicamento e a expectativa é que os primeiros resultados sejam divulgados em 2025.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">40533</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Anvisa publica alerta sobre lotes falsificados de medicamentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Nov 2023 02:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[anvisa]]></category>
		<category><![CDATA[Laboratório Biogen]]></category>
		<category><![CDATA[lotes falsificados]]></category>
		<category><![CDATA[medicamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Ozempic®]]></category>
		<category><![CDATA[Resolução 3.874/2023]]></category>
		<category><![CDATA[Tysabri®]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta sexta-feira (3), em seu site, um alerta aos profissionais de saúde e à população sobre lotes falsificados de dois medicamentos: Tysabri® (que contém a substância ativa natalizumabe), indicado para tratamento de formas mais ativas de esclerose múltipla, e Ozempic® (o princípio...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou, nesta sexta-feira (3), em seu site, um alerta aos profissionais de saúde e à população sobre lotes falsificados de dois medicamentos: Tysabri® (que contém a substância ativa natalizumabe), indicado para tratamento de formas mais ativas de esclerose múltipla, e Ozempic® (o princípio ativo semaglutida), para tratar, em conjunto com dieta e atividades físicas, pacientes adultos com diabetes tipo 2, quando o corpo não produz insulina ou cria resistência a ela.</p>
<p>O alerta sobre o medicamento Tysabri ocorre após a empresa detentora do registro, Biogen Brasil Produtos Farmacêuticos Ltda., comunicar à Anvisa a identificação, no país, da falsificação do produto biológico Tysabri (natalizumabe), lote FF00336, válido até janeiro de 2026.</p>
<p>De acordo com o laboratório Biogen, o lote foi produzido apenas para fins institucionais, e não comerciais, e tem características divergentes das constantes no medicamento original, vendido nas farmácias.</p>
<p>Para este caso, a Anvisa publicou no Diário Oficial da União a Resolução 3.874/2023, que adota medidas preventivas, como apreensão e proibição de distribuição, comercialização e uso do produto falsificado.</p>
<p>Para identificar itens do lote em questão (FF00336), a empresa informa que há erros de ortografia do endereço da empresa responsável pela importação e distribuição do produto no país, diferença na cor da faixa laranja e azul da embalagem, formatação das letras e ausência da inscrição em braile na embalagem, tratando-se, portanto, de falsificação, conforme imagem abaixo.</p>
<p><figure id="attachment_32014" aria-describedby="caption-attachment-32014" style="width: 754px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="size-full wp-image-32014" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/11/fd70c1a1-f952-4e07-9f22-349e1df70ed4.webp" alt="" width="754" height="400" /><figcaption id="caption-attachment-32014" class="wp-caption-text">Erros de ortografia e diferença de cores e de fonte evidenciam falsificação do Tysabri. Foto: Avisa/ Divulgação</figcaption></figure></p>
<p>Sobre a falsificação do Ozempic, a Anvisa recebeu outro comunicado, desta vez, da empresa responsável pelo produto biológico Ozempic (semaglutida), a Novo Nordisk Farmacêutica do Brasil Ltda. A empresa denunciou como falso, no mercado brasileiro, o lote LP6F832, que indicaria ser válido até novembro de 2025.</p>
<p>O laboratório Novo Nordisk não considera esse lote das canetas válido e, portanto, trata-se de um produto falsificado.</p>
<p>Da mesma forma que no caso do Tysabri, a agência publicou a Resolução 3.945/2023, que determina, igualmente, a apreensão e a proibição de comercialização, distribuição e uso do medicamento falsificado.</p>
<p>Em seu site, A Novo Nordisk orienta o consumidor a desconfiar de preços muito baixos, pontos de vendas não tradicionais e atenta que o Ozempic é vendido apenas em canetas pré-preenchidas injetáveis. Não existe outra apresentação.</p>
<h3>Orientações</h3>
<p>A Anvisa recomenda que a população e os profissionais de saúde somente adquiram medicamentos em estabelecimentos devidamente regularizados, sempre na embalagem completa (dentro da caixa) e com nota fiscal.</p>
<p>Em caso de identificação de unidades de remédios com suspeita de falsificação, a população ou os profissionais de saúde não devem usar o produto e devem entrar em contato com as empresas detentoras do registro desses produtos, para verificar sua autenticidade.</p>
<p>Além disso, o fato deve ser comunicado imediatamente à Anvisa, preferencialmente por meio do sistema <a href="https://notivisa.anvisa.gov.br/frmLogin.asp">Notivisa</a>, no caso de profissional de saúde. Já os pacientes podem denunciar a existência do medicamento falsificado na ouvidoria, por meio da plataforma FalaBR, com login (CPF) e senha cadastrados no portal <a href="https://falabr.cgu.gov.br/Errors/NotFound.aspx?pagina=/publico/LoginBrasilCidadao.aspx">Gov.br</a>.</p>
<p>A consulta do histórico de produtos irregulares já identificados no Brasil pode ser realizada no sistema de consultas da Anvisa, disponível em seu website.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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