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	<title>orçamento secreto - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>orçamento secreto - Portal NDC</title>
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		<title>Dino chama conciliação e quer garantir proibição ao orçamento secreto</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dino-chama-conciliacao-e-quer-garantir-proibicao-ao-orcamento-secreto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 17:17:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Audiência de Conciliação]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento secreto]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro marca audiência para 1º de agosto O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para 1º de agosto uma audiência de conciliação com o objetivo de garantir o cumprimento da decisão que proibiu o chamado orçamento secreto no Congresso. Pela decisão, devem participar da reunião membros do governo, do Congresso e do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2072787352" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro marca audiência para 1º de agosto<br /><br />O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para 1º de agosto uma audiência de conciliação com o objetivo de garantir o cumprimento da decisão que proibiu o chamado orçamento secreto no Congresso. <br /><br />Pela decisão, devem participar da reunião membros do governo, do Congresso e do Tribunal de Contas da União (TCU), além de representante do Psol, partido que questionou no Supremo o orçamento secreto. <br /><br />A expressão &#8220;orçamento secreto&#8221; foi a alcunha pela qual ficaram conhecidas as emendas parlamentares do tipo RP9 que, entre 2020 e 2022, permitiram aos congressistas direcionar a aplicação de recursos públicos de forma anônima. <br /><br />A decisão de Dino se deu após manifestação da Associação Contas Abertas, Transparência Brasil e Transparência Internacional. As entidades apontaram o descumprimento da decisão do Supremo que considerou o modelo do orçamento secreto inconstitucional. <br /><br />Em dezembro de 2022, a partir de ação protocolada pelo PSOL, o STF entendeu que as emendas do orçamento secreto são inconstitucionais. Após a decisão, o Congresso Nacional aprovou uma resolução que mudou as regras de distribuição de recursos por emendas de relator para cumprir a determinação da Corte.<br /><br />Dino indicou a gravidade de suposto descumprimento da decisão e escreveu que, até o presente momento, “não houve a comprovação cabal nos autos do pleno cumprimento dessa ordem judicial”. <br /><br />Entre novas formas de esconder os padrinhos de emendas parlamentares e de o Congresso voltar a práticas típicas do orçamento secreto, as organizações não-governamentais (ONGs) citaram mudanças em regras de emendas como RP2 (verbas ministeriais) e RP6 (individuais), também chamadas de “emendas PIX”. <br /><br />Diante das acusações, Dino afirmou que, como relator do tema no Supremo, tem o dever de fazer cumprir a decisão do STF. Ele frisou que “todas as práticas viabilizadoras do orçamento secreto devem ser definitivamente afastadas, à vista do claro comando deste Supremo Tribunal declarando a inconstitucionalidade do atípico instituto”. <br /><br />O ministro acrescentou que “não importa a embalagem ou o rótulo (RP 2, RP 8, “emendas pizza” etc.). A mera mudança de nomenclatura não constitucionaliza uma prática classificada como inconstitucional pelo STF, qual seja, a do orçamento secreto”.<br /><br />Pela decisão do Supremo, por exemplo, qualquer destinação de recursos do Orçamento deve ser acompanhada da publicação de “dados referentes aos serviços, obras e compras realizadas com tais verbas públicas, assim como a identificação dos respectivos solicitadores e beneficiários, de modo acessível, claro e fidedigno”. <br /><br />Dino determinou ainda que a Procuradoria-Geral da República (PGR) e o Tribunal de Contas da União (TCU) se manifestem a respeito de distorções nas chamadas “emendas PIX”, que na visão do ministro devem ser alvo de questionamento em nova ação no Supremo, se for o caso. <br /><br />Antes da decisão desta segunda-feira (17), Dino havia dado prazo para manifestação da Câmara e do Senado sobre o assunto. As casas legislativas negaram irregularidades e defenderam as atribuições do Congresso no direcionamento de recursos públicos.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>STF declara &#8216;orçamento secreto&#8217; inconstitucional</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-declara-orcamento-secreto-inconstitucional/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2022 16:38:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento secreto]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta segunda-feira (19), por 6 votos a 5, considerar inconstitucional o chamado &#8220;orçamento secreto&#8220;. &#8220;Orçamento secreto&#8221; é como ficaram conhecidas as emendas parlamentares cuja distribuição de recursos é definida pelo relator do Orçamento. Essas emendas não têm critérios claros ou transparência e passaram a ser questionadas no STF. Em meio ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3248731428" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<div id="chunk-foepp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="2">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Supremo Tribunal Federal (<a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/supremo-tribunal-federal/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">STF</a>) decidiu nesta segunda-feira (19), por 6 votos a 5, considerar inconstitucional o chamado &#8220;<a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/10/12/o-que-e-o-orcamento-secreto.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">orçamento secreto</a>&#8220;.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-cuipn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Orçamento secreto&#8221; é como ficaram conhecidas as emendas parlamentares cuja distribuição de recursos é definida pelo relator do Orçamento. Essas emendas <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/10/12/o-que-e-o-orcamento-secreto.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">não têm critérios claros ou transparência</a> e passaram a ser questionadas no STF.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7ai5g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em meio ao julgamento sobre o tema no STF, o Congresso chegou a <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/12/16/orcamento-secreto-novas-regras-congresso.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aprovar, na semana passada, um novo conjunto de regras para as emendas</a>. As regras definiram os montantes a serem distribuídos, mas sem estabelecer os critérios para a distribuição.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-1t5om">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em novembro de 2021, a relatora do caso no STF, <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/rosa-weber/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Rosa Weber</a>, <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2021/11/05/rosa-weber-suspende-execucao-de-emendas-do-orcamento-secreto.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">suspendeu os repasses</a> de verba do &#8220;orçamento secreto&#8221;. No mês seguinte, após o Congresso <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2021/11/29/congresso-regras-orcamento-secreto.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">aprovar novas regras</a>, a ministra <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2021/12/06/rosa-weber-libera-execucao-das-emendas-do-orcamento-secreto.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">liberou o pagamento</a> das emendas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-52hat">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Agora, no julgamento do tema pelo plenário do Supremo, <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/12/14/orcamento-secreto-destino-de-recurso-e-recoberto-por-um-manto-de-nevoas-diz-rosa-weber.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Rosa Weber votou pela inconstitucionalidade do &#8220;orçamento secreto&#8221;</a>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-8mra0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="4" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/12/15/lewandowski-e-gilmar-pedem-mais-tempo-para-analise-e-stf-adia-decisao-sobre-orcamento-secreto.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">sequência do julgamento</a>:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="102" data-block-id="8">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong><span class="highlight highlighted">mais 5 ministros votaram a favor de extinguir o &#8220;orçamento secreto&#8221;</span></strong> e limitar o uso das emendas de relator apenas para &#8220;correções&#8221; no orçamento, sem indicações parlamentares, como era antes de 2019. Votaram assim, além de Rosa Weber: Edson Fachin, Luiz Fux, Cármen Lúcia, Luis Roberto Barroso e <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/ricardo-lewandowski/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Ricardo Lewandowski</a>.</li>
<li><strong><span class="highlight highlighted">5 ministros votaram entendendo que as emendas de relator podem continuar sendo distribuídas</span></strong> pelo relator do Orçamento, desde que com critérios mais transparentes. Votaram desta forma: André Mendonça, Nunes Marques, Dias Toffoli, Alexandre de Moraes e <a href="https://g1.globo.com/tudo-sobre/gilmar-mendes/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Gilmar Mendes</a>. Entre eles, porém, houve divergência quanto a quais medidas adotar para aprimorar o modelo.</li>
</ul>
<p>O julgamento, foi interrompido quando o placar estava 5 a 4 pela inconstitucionalidade e retomado nesta segunda-feira (19) com o voto de Ricardo Lewandowski, que <strong><span class="highlight highlighted">votou com a relatora e formou maioria de votos</span></strong> para considerar inconstitucional o &#8220;orçamento secreto&#8221; (<em>leia detalhes mais abaixo</em>).</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="12">
<div class="content-intertitle">
<h2>Retomada do julgamento</h2>
</div>
<p>Ao apresentar o voto nesta segunda, Lewandowski acompanhou a relatora e consolidou a maioria no sentido de que a falta de transparência do &#8220;orçamento secreto&#8221; viola a Constituição.</p>
</div>
<div id="chunk-anl2d">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="20" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Lewandowski afirmou que, apesar dos esforços, o Congresso não conseguiu se adequar às exigências e aos parâmetros constitucionais de transparência.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-58tbh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="3" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para o ministro:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="94" data-block-id="16">
<ul class="content-unordered-list">
<li>apesar de ter havido ampliação da publicidade transparência na gestão das emendas de relator, os atos editados até o momento não conseguiram resolver, de forma adequada, questões importantes como a identificação de quem pediu e quem se beneficiou dos recursos, além de medidas de rastreabilidade do dinheiro;</li>
<li>a resolução aprovada na semana passada apresentou &#8220;avanços significativos&#8221;, mas não resolveu as incompatibilidades com a Constituição. Entre os pontos apresentados como problemas, estão: falta de clareza para quais parlamentares dentro das bancadas o recurso vai; o poder que o líder partidário terá para repartir as verbas.</li>
</ul>
<div id="chunk-1d6s">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="17" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Depois, o último a votar foi o decano da Corte, ministro Gilmar Mendes. O ministro entendeu que:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="114" data-block-id="19">
<ul class="content-unordered-list">
<li>apesar da necessidade de se garantir mais transparência ao mecanismo, não é possível simplesmente declarar inconstitucional a possibilidade de emendas de relator prever despesas, restringindo-a a ajustes técnicos. Votou para que sejam tomadas medidas para garantir a publicidade, acesso público e rastreabilidade do dinheiro em 30 dias. E que as instâncias administrativas que receberam esse tipo de verba publiquem as informações sobre elas em 90 dias;</li>
<li>o debate sobre a execução dos recursos por emendas deveria &#8220;ser enfrentado sem demonizações de ocasião&#8221;. Ressaltou que a distribuição de recursos acaba pulverizada no sentido de soluções locais, sem critério técnicos e sem objetivos em linha com o que prevê a Constituição, como o combate à pobreza.</li>
</ul>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="4" data-block-id="22">
<div class="content-intertitle">
<h2>O início do julgamento</h2>
</div>
<p>As ações julgadas pelo STF foram apresentadas por quatro partidos: PV, PSOL, PSB e Cidadania.</p>
</div>
<div id="chunk-6q4tp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na semana passada, 9 ministros apresentaram os votos:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="61" data-block-id="25">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Rosa Weber (relatora): votou por <a href="https://g1.globo.com/politica/noticia/2022/12/14/orcamento-secreto-destino-de-recurso-e-recoberto-por-um-manto-de-nevoas-diz-rosa-weber.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">considerar inconstitucional o mecanismo</a>, entendendo que há violações à Constituição, entre as quais: não garantir a transparência na destinação dos recursos; beneficiar um grupo restrito de parlamentares; e abrir espaço para barganhas políticas. A ministra entendeu ainda que, pela Constituição, o relator não tem o poder de criar novas despesas, só fazer ajustes e correções técnicas;</li>
</ul>
<p>Acompanharam integralmente o voto de Rosa Weber os ministros: Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Luiz Fux e Cármen Lúcia.</p>
</div>
<div id="chunk-661is">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="6" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Houve, porém, os seguintes votos divergentes:</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="244" data-block-id="28">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>André Mendonça:</strong> divergiu parcialmente da relatora. Entendeu que a Constituição permite que as emendas de relator ampliem ou criem novas despesas no orçamento, para além dos ajustes. Mas, assim como Rosa Weber, Mendonça reconheceu que o Congresso deve tomar medidas para garantir maior nível de transparência e publicidade na aplicação desses recursos. E votou por um prazo de 60 dias para que as emendas de relator tenham, nesse sentido, as mesmas regras das emendas individuais e de bancadas.</li>
<li><strong>Nunes Marques:</strong> votou pela rejeição das ações por questões processuais. Para o ministro, eventual apuração de irregularidades deve ser feita por órgãos de controle. Mas ressaltou a necessidade de transparência para este tipo de emenda. E deu um prazo de até 30 dias para que isso ocorra.</li>
<li><strong>Alexandre de Moraes: </strong>também divergiu parcialmente de Rosa Weber. Considerou que o relator do Orçamento tem o direito constitucional de criar ou ampliar gastos. Concordou com os demais ministros que as emendas de relator precisam seguir critérios de transparência. Mas foi além: votou para que as emendas do orçamento secreto sigam regras mais rigorosas para a distribuição entre os parlamentares, seguindo o princípio da proporcionalidade &#8211; ou seja, de acordo com o tamanho das bancadas dos partidos.</li>
<li><strong>Dias Toffoli:</strong> estabeleceu critérios ainda mais específicos para as emendas do orçamento secreto. Além da transparência e proporcionalidade, Toffoli votou para que as emendas se enquadrem dentro dos programas estratégicos do executivo e que tenham limite de valores para cada município.</li>
</ul>
<p>*g1</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>STF começa a julgar orçamento secreto nesta quarta-feira, sob pressão do PT e do Congresso</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/stf-comeca-a-julgar-orcamento-secreto-nesta-quarta-feira-sob-pressao-do-pt-e-do-congresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2022 11:10:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento secreto]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ano após liberar o pagamento do orçamento secreto, com a condição de que fossem adotadas regras de transparência, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve iniciar hoje, sob forte pressão política do Congresso e do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva, o julgamento de quatro ações que questionam a constitucionalidade do mecanismo. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1877238791" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um ano após liberar o pagamento do orçamento secreto, com a condição de que fossem adotadas regras de transparência, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve iniciar hoje, sob forte pressão política do Congresso e do governo eleito de Luiz Inácio Lula da Silva, o julgamento de quatro ações que questionam a constitucionalidade do mecanismo. De um lado, a cúpula do Legislativo tenta convencer ministros da Corte a manter as chamadas emendas de relator, prometendo a criação de novas regras para dar mais transparência e impessoalidade à distribuição dos recursos federais para obras e serviços nas bases eleitorais de parlamentares. Do outro, integrantes do PT defendem o fim do modelo como forma de reduzir o poder do Centrão na futura gestão.</p>
<p>Na prática, no julgamento que começa hoje, a Corte vai dizer se o Congresso poderá ou não manter as emendas de relator, usadas pelo governo para contemplar parlamentares alinhados ao Palácio do Planalto em troca de apoio a pautas de seu interesse. A tendência é que a maioria dos ministros entenda que o mecanismo, usado para que deputados e senadores enviem verba a seus redutos eleitorais sem serem identificados, é inconstitucional.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="7">
<div class="content-intertitle">
<h2>Modulação</h2>
</div>
<p>Pelo mapa atual de votos feito nos bastidores da Corte, podem votar neste sentido, além da presidente do Supremo, Rosa Weber, relatora do caso, os ministros Gilmar Mendes, Edson Fachin, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Luiz Fux. Há, porém, a possibilidade de um pedido de vista (mais tempo para análise) por parte de algum ministro, jogando a decisão final para o ano que vem..</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="23" data-block-id="9">
<p>Desde que o julgamento foi marcado, na sexta-feira passada, parlamentares intensificaram a procura por ministros da Corte para negociar uma solução intermediária, que não represente a extinção das emendas de relator.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), discutem a aprovação de um projeto de resolução que possa “modular” o uso político desses recursos, que equivalem a R$ 19 bilhões no ano que vem.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Hoje, os valores são direcionados para deputados e senadores do “alto clero” — os presidentes das Casas e líderes de partidos maiores —, que distribuem entre os demais parlamentares sem critérios objetivos e de forma desigual.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na proposta avaliada pela cúpula do Congresso, partidos com maior representação receberiam mais verba, cabendo ao líder de cada partido no Congresso a escolha de quais parlamentares teriam direito à indicação. A ideia é criar um critério matemático de distribuição, já que, hoje, o dinheiro é repartido em negociações políticas, inclusive para votações.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="15">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/MIbjrijxpUMn_R9L30jZOg7ewws=/0x0:1560x1024/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/C/1/znBxypT3Gol2MuCSx26w/101393557-mariz-pa-brasilia-02-12-2022-luiz-inacio-lula-da-silva-coletiva-gabinete-de-tr-1-.jpg" alt="Nova relação. Lula quer reduzir o poder do Centrão — Foto: Cristiano Mariz / O Globo" /></figure>
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<p class="content-media__description ">Nova relação. Lula quer reduzir o poder do Centrão — Foto: Cristiano Mariz / O Globo</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Como mostrou a colunista Malu Gaspar, a movimentação política em torno do orçamento secreto não se deu apenas no Congresso, mas também na equipe de transição de Lula. Em conversas reservadas, o próprio presidente eleito teria manifestado a integrantes da Corte interesse em que o orçamento secreto fosse derrubado. O questionamento ao STF chegou por meio de ações movidas pelos PV, PSOL, PSB e Cidadania, que devem fazer parte da base do novo governo. O mecanismo foi alvo de crítica durante a campanha por parte de Lula, que prometeu acabar com ele.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Cotado para assumir a Casa Civil do novo governo, o ex-governador da Bahia Rui Costa (PT) criticou ontem a destinação de recursos por meio do orçamento secreto e defendeu utilizar outros critérios para que o Congresso influencie a execução dos recursos federais.</p>
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— O orçamento secreto é negativo para o país sob todos os aspectos. Não só os aspectos morais de transparência, mas da escolha de como se gasta esse recurso. Eu sempre sou a favor de avaliar as melhores práticas no mundo para a gente tentar rodar nosso país — disse Costa durante o evento “E agora, Brasil?”, promovido pelo GLOBO.</p>
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<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Saída negociada</span></p>
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<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/80oJ-QVArDokAqfUFVe4obW8LDw=/609x656:2971x2362/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/A/b/lePe2iTR2jbDBxnQc5Zw/99266527-19-05-2022-plenario-sessao-deliberativa-paulo-sergio-camara-dos-deputados-discus.jpg" alt="Meio-termo. Lira tenta uma saída intermediária — Foto: Paulo Sérgio / Câmara dos Deputados" /></figure>
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<p class="content-media__description ">Meio-termo. Lira tenta uma saída intermediária — Foto: Paulo Sérgio / Câmara dos Deputados</p>
<p>Diante da pressão de Lira, porém, aliados de Lula têm defendido uma saída negociada. Um dos caminhos articulados por petistas junto aos ministros é que, após o voto de Rosa Weber, ocorra um pedido de vista para que haja tempo para discussão de alterações no mecanismo com o presidente da Câmara.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Para deputados do PT, mudanças no orçamento secreto são importantes para reduzir o poder de Lira. Eles reconhecem, no entanto, que uma extinção definitiva do mecanismo poderia prejudicar a aprovação da “PEC da Transição”, considerada fundamental para Lula poder cumprir promessas de campanha a partir de janeiro, como o Bolsa Família de R$ 600.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="25">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O deputado José Guimarães (PT-CE), um dos articuladores políticos do governo de transição, disse que o Supremo deve balizar a questão desde que “não tire a autonomia do Poder Legislativo”.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="26">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">— Eu prefiro sempre, como sou do Parlamento e gosto do Parlamento, que as saídas para o Brasil sejam feitas via negociações políticas entre o Executivo e o Legislativo — afirmou ele. <em>(Colaboraram Bruno Góes e Manoel Ventura)</em></p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Nelson Jr./SCO/STF</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
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