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	<title>OMS - Portal NDC</title>
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	<title>OMS - Portal NDC</title>
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		<title>Prefeitura de Manaus realiza &#8216;Dia S&#8217; de Mobilização contra o Sarampo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/prefeitura-de-manaus-realiza-dia-s-de-mobilizacao-contra-o-sarampo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2024 02:29:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Seguindo a recomendação do Ministério da Saúde para municípios e estados brasileiros, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realizou, nesta quinta-feira, (14/3), o “Dia S” de Mobilização contra o sarampo, com a intensificação da busca ativa de casos suspeitos, não investigados, e que não foram inseridos no sistema integrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1865870617" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Seguindo a recomendação do Ministério da Saúde para municípios e estados brasileiros, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa), realizou, nesta quinta-feira, (14/3), o “Dia S” de Mobilização contra o sarampo, com a intensificação da busca ativa de casos suspeitos, não investigados, e que não foram inseridos no sistema integrado de Vigilância em Saúde.</p>
<p>A chefe do Núcleo de Controle de Doenças de Notificação Compulsória e Agravos Imunopreveníveis (Nuncai), enfermeira Sulamita Maria da Silva, explicou que a estratégia foi executada a partir de três ações: reforço da busca ativa de casos suspeitos da doença nas Unidades de Saúde, identificando pessoas com sintomas do sarampo, garantindo a notificação em tempo oportuno no sistema de informação; busca retrospectiva de casos suspeitos nos prontuários clínicos e fichas de atendimento em serviços de saúde; e mobilização da vigilância laboratorial para resgatar amostras de casos suspeitos que possam ter sido notificados como dengue ou outra arbovirose, mas que não tiveram confirmação para essas doenças, realizando o exame para sarampo e rubéola.</p>
<p>“A intenção do Ministério da Saúde é garantir que os todos os casos suspeitos de sarampo foram notificados e ter certeza que as notificações de casos nos sistemas de informação refletem a situação atual do cenário epidemiológico no Brasil. Com a intensificação da busca ativa, poderemos ter mais certeza que não há casos de sarampo que não foram identificados pela Vigilância Epidemiológica”, esclareceu Sulamita.</p>
<p>Segundo informações do Nuncai, os últimos casos de sarampo em Manaus foram registrados nos anos de 2018 (7.145 casos), 2019 (quatro casos) e 2020 (cinco casos), mas o trabalho de vigilância ainda notificou 109 casos suspeitos entre os anos de 2021 e 2023, realizando a investigação necessária para descartar ou confirmar a doença.</p>
<h3>Certificação</h3>
<p>A diretora de Vigilância Ambiental, Epidemiológica, Zoonoses e Saúde do Trabalhador (Dvae), Marinélia Ferreira, lembra que no ano de 2016 o Brasil recebeu da Organização Mundial da Saúde (OMS) a certificação de “País Livre do Sarampo”, que foi perdida em 2019 após um ano de franca circulação da doença no país.</p>
<p>“Mas no ano passado, com as ações de prevenção e controle executadas por municípios e estados, o país obteve a elevação do status de ‘País Endêmico’ para ‘País Pendente de Reverificação’. A estratégia de busca ativa do Dia S faz parte do esforço dos serviços de saúde brasileiros para que o país recupere a certificação de país livre do sarampo”, informa Marinélia Ferreira.</p>
<p>Também segundo informações do Nuncai, em 2018, o Brasil registrou 9.325 casos de sarampo, com o número aumentando para 20.901 no ano de 2019. O número apresentou decréscimo em 2020 com 8.100 casos e em 2021 com 676 casos. Em 2022, foram registrados 41 casos nos estados do Rio de Janeiro, Pará, São Paulo e Amapá. Não houve registro de casos no ano passado no país, mas, em janeiro deste ano, o Ministério da Saúde informou um caso importado de sarampo em uma criança, sem histórico de vacinação, que morava no Paquistão, país que tem circulação endêmica de sarampo.</p>
<p>No ano passado, o Brasil atingiu 86,99% da meta para a Dose 1 e 63,44% para a Dose 2 da vacina tríplice viral. Já o município de Manaus apresenta 86,10% para a Dose 1 e 54,88% para a Dose 2.</p>
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<p>Com informações da assessoria.</p>
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		<title>Com estoque crítico, maternidade de Manaus pede doação de leite materno</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/com-estoque-critico-maternidade-de-manaus-pede-doacao-de-leite-materno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2024 02:53:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[leite materno]]></category>
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					<description><![CDATA[Após o período de festas de fim de ano, férias e Carnaval, o Posto de Coleta de Leite Humano da Maternidade Dr. Moura Tapajóz (MMT), da Prefeitura de Manaus, mais uma vez está com seu estoque em nível crítico. Para efeito comparativo, em janeiro deste ano, a maternidade recebeu 10.650 mililitros de leite materno doado, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2191120343" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Após o período de festas de fim de ano, férias e Carnaval, o Posto de Coleta de Leite Humano da Maternidade Dr. Moura Tapajóz (MMT), da Prefeitura de Manaus, mais uma vez está com seu estoque em nível crítico. Para efeito comparativo, em janeiro deste ano, a maternidade recebeu 10.650 mililitros de leite materno doado, entretanto, foram necessários 20.130 mililitros para alimentar os bebês prematuros internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN) da unidade, um déficit de 9.480 mililitros.</p>
<p>Em 2023, o Posto de Coleta de Leite Humano da MMT contou com a colaboração de 77 mulheres, que, ao longo do ano, doaram 364.819 mililitros de leite materno. Setembro foi o mês com recorde de doações, com mais de 60.000 mililitros de leite recebidos, enquanto dezembro foi o pior mês de 2023, com apenas 17.570 mililitros de leite recebidos.</p>
<p>“Em janeiro deste ano não conseguimos captar nem a quantidade recebida no pior mês do ano passado. Precisamos agir rapidamente, porque os bebês doentes e prematuros, que não podem ser amamentados por suas próprias mães, não devem e nem conseguem esperar muito tempo” destacou a enfermeira obstetra Núbia Cruz, diretora da MMT.</p>
<p>A diretora ainda destaca que toda mulher saudável que esteja amamentando pode ser voluntária e ajudar a salvar a vida de vários recém-nascidos, inclusive aquelas que tiveram seus filhos em qualquer outra maternidade, pública ou particular. “É importante que as mulheres lactantes tenham consciência de que doar leite literalmente salva vidas”, completou a diretora.</p>
<p>A coleta domiciliar agora pode ser agendada por meio de dois telefones: (92) 99240-8080 e o novo número (92) 98842-8514 (ambos somente mensagem de WhatsApp), de segunda a sexta-feira, em horário comercial, ou a doação pode ser realizada presencialmente na própria sede da maternidade, localizada na avenida Brasil, n°1.335, bairro Compensa I, todos os dias, no horário das 8h às 17h.</p>
<p>A enfermeira Lílian Aguiar, responsável pelo Cantinho da Amamentação, ressalta que o processo de doação é simples. “Deixamos os potes esterilizados na casa das doadoras, buscamos o leite e orientamos sobre todo processo”, explicou a enfermeira. “Garanto para vocês que doar leite não é complicado. Todas as mães que estão em casa e que produzam excedente de leite, por favor, entrem em contato conosco pelo WhatsApp para que possamos orientar e agendar a coleta”, explicou Lílian Aguiar. “E quem não puder doar pode ajudar divulgando essa informação para os amigos, família e em suas redes sociais”, concluiu a enfermeira.</p>
<p>Todo o leite doado é analisado, pasteurizado e submetido a um rigoroso controle de qualidade antes de ser ofertado a uma criança, conforme rege a legislação que regulamenta o funcionamento dos bancos de leite humano no Brasil, a RDC Nº 171.</p>
<p>A amamentação é recomendada pelo Ministério da Saúde para crianças por pelo menos dois anos ou mais, sendo, de maneira exclusiva, até os seis meses. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), cerca de 6 milhões de vidas são salvas todos os anos devido ao aumento das taxas de amamentação exclusiva até o sexto mês de idade.</p>
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<p>Com informações da assessoria.</p>
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		<title>Coren define normas para atuação de enfermeiros obstétricos em parto domiciliar</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/coren-define-normas-para-atuacao-de-enfermeiros-obstetricos-em-parto-domiciliar/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Feb 2024 22:23:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[caráter privativo]]></category>
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		<category><![CDATA[parto domiciliar]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Federal de Enfermagem (Coren) estabeleceu normas para a atuação de enfermeiros obstétricos e obstetriz &#8211; profissional responsável pela assistência à mulher da gestação ao puerpério – no parto domiciliar planejado. A resolução, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (5), além de autorizar e orientar a participação dos profissionais, estabelece os equipamentos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-563021377" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O Conselho Federal de Enfermagem (Coren) estabeleceu normas para a atuação de enfermeiros obstétricos e obstetriz &#8211; profissional responsável pela assistência à mulher da gestação ao puerpério – no parto domiciliar planejado. A resolução, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira (5), além de autorizar e orientar a participação dos profissionais, estabelece os equipamentos necessários ao procedimento.</p>
<p>Entre as medidas, a resolução destaca o caráter privativo de atuação desses profissionais como representantes da equipe de enfermagem no parto domiciliar, além de reforçar a necessidade de qualquer equipe médica, ou não, contratada para relizar o procedimento, deverá ter uma responsável técnica de enfermagem registrada no Coren.</p>
<p>O documento foi baseado nas orientações da assistência ao parto normal, estabelecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), a qual considera que a mulher “deve dar à luz num local onde se sinta segura, e no nível mais periférico onde a assistência adequada for viável e segura. A atuação dos profissionais também é ressaltada, uma vez que “no Brasil, a redução da mortalidade materna está relacionada à ampliação da oferta da saúde reprodutiva, e uma assistência obstétrica qualificada e segura no campo do parto e nascimento”</p>
<h3>Norma</h3>
<p>Em norma técnica foram atribuídas competências para a assistência segura de enfermagem obstétrica para mulheres e seus filhos atendidos em domicílio, incluindo avaliação contínua do risco obstétrico e o acompanhamento em caso de transferência do parto para instituição hospitalar.</p>
<p>O período de 45 dias de acompanhamento do puerpério e a obrigatoriedade de permanência no domicílio foram estabelecidos em, no mínimo, três horas após a realização do parto.</p>
<p>Aos profissionais de enfermagem foram atribuídas a sistematização do procedimento, a avaliação sobre a adequação do domicílio e a organização dos recursos necessários. Também foram autorizadas a prescrição de medicamentos, a solicitação de exames e a atuação da coleta de sangue do cordão umbilical e da placenta.</p>
<p>O fornecimento da Declaração de Nascido Vivo é considerada medida de assistência integral no parto domiciliar, que pode ser prestada por enfermeiros obstétricos e obstetriz.</p>
<p>As normas trazem ainda orientações administrativas aos profissionais, como a necessidade de pactuação de um contrato formal de prestação de serviço e um modelo de termo de consentimento livre e esclarecido para ser assinado pela cliente, na contratação do serviço.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Ataques aéreos em hospitais de Gaza dificultam evacuação de brasileiros e estrangeiros</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ataques-aereos-em-hospitais-de-gaza-dificultam-evacuacao-de-brasileiros-e-estrangeiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 23:28:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[confronto em hospitais]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques aéreos de Israel atingiram ao menos três hospitais na Faixa de Gaza nesta sexta-feira (10), segundo informes do Ministério da Saúde local e da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS). Como a saída dos brasileiros e demais estrangeiros está condicionada à transferência dos feridos da Faixa de Gaza ao Egito, os confrontos em torno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1504332956" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Ataques aéreos de Israel atingiram ao menos três hospitais na Faixa de Gaza nesta sexta-feira (10), segundo informes do Ministério da Saúde local e da Sociedade do Crescente Vermelho Palestino (PRCS). Como a saída dos brasileiros e demais estrangeiros está condicionada à transferência dos feridos da Faixa de Gaza ao Egito, os confrontos em torno dos hospitais podem dificultar a logística para saída das ambulâncias.</p>
<p>Entre os hospitais atacados nesta sexta-feira está o maior da Faixa de Gaza, o Al-Shiva, que fica na cidade de Gaza. “As forças de ocupação israelenses atacaram o Complexo Médico Al-Shifa cinco vezes consecutivas e ainda têm como alvo as proximidades do hospital”, informou a entidade palestina.</p>
<p>Em uma rede social, o secretário-geral da ONU para Assuntos Humanitários, Martin Griffiths, comentou sobre os “relatos horríveis” que estão chegando sobre o ataque ao Al-Shiva e destacou que as vidas de milhares de pacientes, funcionários e civis deslocados, estão em risco.</p>
<p>“Ao abrigo do direito humanitário internacional, os hospitais devem ser protegidos. Como já disse antes, os atos de guerra em lugares protegidos devem parar. Na verdade, eles nunca devem acontecer”, afirmou.</p>
<p>De acordo com o direito humanitário internacional, atacar unidades de saúde configura crime de guerra.</p>
<p>Também nesta sexta-feira, a PRCS informou em uma rede social que “as forças de ocupação israelenses abriram fogo contra a unidade de terapia intensiva do hospital Al-Quds”. O hospital Al-Quds, na cidade de Gaza, está sob os cuidados dessa organização.</p>
<p>“Um mártir e 28 feridos entre os deslocados no Hospital Al-Quds, a maioria crianças, com dois deles em estado crítico devido aos atiradores de elite da ocupação que visavam o hospital. Além disso, há ferimentos causados ​​por estilhaços de artilharia a oeste do hospital”, publicou hoje o PRCS.</p>
<p>Israel tem defendido que o grupo Hamas constrói túneis embaixo das unidades da saúde, colocando os civis em risco. Todos esses hospitais ficam na parte norte do enclave palestino, onde Israel informa que tem concentrado as batalhas contra o Hamas. A Embaixada de Israel no Brasil foi procurada para comentar as informações, mas não respondeu aos questionamentos.</p>
<p>Além do hospital Al-Shiva, há relatos de confrontos em torno dos hospitais infantis Al-Rantisi e Al-Nasr, ambos no centro da cidade de Gaza, o que teria levado a incêndios no Al-Rantisi e a suspensão de serviços prestados pelas unidades. “As forças de ocupação israelitas sitiam os hospitais infantis Al-Rantisi e Al-Nasr, expondo as vidas de milhares de pacientes, pessoal médico e pessoas deslocadas”, diz a comunicado do Ministério da Saúde de Gaza.</p>
<p>Além disso, o Escritório de Assuntos Humanitários da ONU (Ocha) informou que o único hospital psiquiátrico de Gaza deixou de funcionar “depois de sofrer danos devido a um ataque do dia 5 de novembro”.</p>
<h3>Brasileiros em Gaza</h3>
<p>Os 34 brasileiros ou familiares foram autorizados a deixar a Faixa de Gaza, mas não conseguiram atravessar a fronteira de Rafah com o Egito porque há um entendimento entre os atores responsáveis pela evacuação dos estrangeiros de que as pessoas de outras nacionalidades só podem sair da zona de guerra depois dos feridos, segundo informou nesta sexta-feira o ministro das Relações Exteriores do Brasil, Mauro Viera.</p>
<p>Hoje passaram ao menos 12 crianças com câncer ou outras doenças para o Egito e Jordânia, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Porém, ainda há dezenas de feridos retidos no norte de Gaza, segundo o Escritório da Representação do Brasil em Ramala, na Cisjordânia ocupada. O embaixador do Brasil no local, Alessandro Candeas, disse que a forte presença militar israelense e os combates ao redor de hospitais impedem ou dificultam a saída das ambulâncias.</p>
<p>“Se ambulâncias puderem sair amanhã, os estrangeiros também sairão, inclusive nossos brasileiros. Estamos todos mobilizados. Assim que sair a notícia da abertura da fronteira, levaremos em poucos minutos todos de novo para lá”, informou.</p>
<p>Em nota, a Embaixada de Israel no Brasil disse que, “apesar dos muitos esforços de Israel e do Brasil, o Hamas impediu hoje a abertura da passagem de Rafah e impediu que os cidadãos brasileiros saíssem da Faixa de Gaza”.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Setembro Amarelo: Hospital Nilton Lins oferta atendimentos gratuitos de psiquiatria</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/setembro-amarelo-hospital-nilton-lins-oferta-atendimentos-gratuitos-de-psiquiatria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Sep 2023 02:07:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[HNL]]></category>
		<category><![CDATA[levantamento de dados]]></category>
		<category><![CDATA[Nilton Lins]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro Amarelo]]></category>
		<category><![CDATA[suicídio]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; O mês da campanha Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio, está chegando ao final, mas não a necessidade de debater o tema e principalmente, de buscar informações e assistência especializada para casos pessoais ou familiares. Apesar da falta de informações oficiais e da subnotificação, inclusive em Manaus e no Amazonas, estimativas da Organização Mundial [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3770618476" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
<p>O mês da campanha Setembro Amarelo, de prevenção ao suicídio, está chegando ao final, mas não a necessidade de debater o tema e principalmente, de buscar informações e assistência especializada para casos pessoais ou familiares.</p>
<p>Apesar da falta de informações oficiais e da subnotificação, inclusive em Manaus e no Amazonas, estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam que em todo o mundo, a cada 20 segundos uma pessoa tenta tirar a própria vida e a cada 40 segundos, uma destas tentativas é totalmente concluída.</p>
<p>De acordo com o professor e psiquiatra do Hospital Nilton Lins (HNL), Fernando Spolidoro, ao contrário do que muitos pensam, é necessário acabar com o tabu que paira sobre grande parte da sociedade e tratar o assunto abertamente, inclusive com o próprio paciente.</p>
<p>“Muita gente evita falar porque acha que pode incentivar. Mas as estatísticas dizem o oposto. Quanto mais a pessoa fala de seus incômodos, frustrações e desabafa, maiores são as chances de ‘tirar esse peso’, procurar atendimento especializado e de salvar uma vida porque a vontade ficará inibida”, destacou Spolidoro.</p>
<p>O especialista ressalta ainda, que o número de atendimentos destes pacientes tem crescido no HNL e que a família, amigos e pessoas próximas devem estar atentas aos sinais e prestar toda a assistência necessária.</p>
<p>“Os próprios familiares e amigos devem evitar o preconceito e abordar o problema de forma séria e eficaz, sem guardar culpa ou rancores e em momentos de crise, chamar imediatamente o Samu (193) e quando for possível, levar imediatamente o paciente a um especialista”, acrescentou.</p>
<h3>Atendimento</h3>
<p>Semanalmente, o setor psiquiátrico do HNL realiza cerca de 120 atendimentos, em média, na sua sede no bairro Parque das Laranjeiras. Spolidoro explica que o hospital tem a proposta inovadora e única no Amazonas de oferecer suporte e acompanhamento permanente aos pacientes psiquiátricos 24 horas por dia, inclusive com atendimento domiciliar quando necessário.</p>
<p>“Disponibilizamos nossos telefones pessoais para emergências e orientamos na realização de exames, internações e adquirir medicamentos”, afirmou o especialista que mantém um perfil no Instagram para facilitar o contato com os pacientes (@psico.duvidas).</p>
<p>Os agendamentos de consultas no Hospital Nilton Lins são realizados diariamente pelo número de WhatsApp (92) 3643-2133. Além dos atendimentos particulares, o HNL possui convênio com os planos You Saúde, Fundo de Saúde do Exército (Fusex), Ordem dos Advogados do Brasil e Tribunal de Justiça do Amazonas.</p>
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<p>Com informações da assessoria</p>
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		<item>
		<title>Estado no sul da Índia enfrenta surto do vírus Nipah</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/estado-no-sul-da-india-enfrenta-surto-do-virus-nipah/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Sep 2023 16:46:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[CDC]]></category>
		<category><![CDATA[doença rara]]></category>
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		<category><![CDATA[vírus mortal]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estado no sul da Índia está tomando medidas para conter um surto do vírus Nipah depois de duas pessoas terem morrido devido à doença rara e muitas vezes mortal, fechando escolas e testando centenas para evitar a sua propagação. O ministro-chefe do estado de Kerala, Pinarayi Vijayan, disse que o vírus foi detectado no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2772869644" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Um estado no sul da Índia está tomando medidas para conter um surto do vírus Nipah depois de duas pessoas terem morrido devido à doença rara e muitas vezes mortal, fechando escolas e testando centenas para evitar a sua propagação.</p>
<p>O ministro-chefe do estado de Kerala, Pinarayi Vijayan, disse que o vírus foi detectado no distrito de Kozhikode e pediu aos residentes que tenham cautela e sigam as diretrizes de segurança do departamento de saúde.</p>
<p>Duas pessoas morreram devido ao vírus, disse ele em comunicado na quarta-feira (14). É o quarto surto no estado desde 2018. “Não devemos ter medo, mas enfrentar esta situação com cautela”, escreveu Vijayan nas redes sociais.</p>
<p>Nipah é um vírus zoonótico transmitido de animais para humanos, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). No entanto, também pode ser transmitido por alimentos contaminados ou diretamente entre pessoas.</p>
<p>Os sintomas geralmente começam com dor de cabeça e sonolência, mas rapidamente se transformam em coma em questão de dias, segundo os Centros de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA.</p>
<p>Pode causar síndrome respiratória aguda, em que os pulmões não conseguem fornecer oxigênio suficiente ao corpo, e encefalite fatal, uma inflamação do cérebro.</p>
<p>Não existe vacina e o tratamento é limitado a cuidados de suporte.</p>
<p>Até agora, em Kerala, mais de 700 pessoas foram identificadas como contatos próximos e estão sendo testadas para o vírus, disse a ministra da Saúde do estado, Veena George, aos jornalistas nesta quarta-feira.</p>
<p>Destes, 77 são considerados de “alto risco”, disse ela, acrescentando que foi pedido ao grupo que permanecesse em casa e monitorizasse a sua saúde.</p>
<p>As autoridades em Kozhikode fecharam algumas escolas do distrito, disse o coletor distrital em um comunicado na quarta-feira. Entretanto, sete aldeias foram declaradas “zonas de contenção”, informou a Reuters.</p>
<h3>Vários surtos em Kerala</h3>
<p>Kerala sofreu um surto mortal do vírus Nipah em 2018, matando 17 pessoas e causando pânico generalizado no estado. Mais de 230 pessoas foram testadas durante esse período, enquanto as autoridades embarcavam numa rígida operação de rastreio de contatos para conter a sua propagação.</p>
<p>Entre os mortos estava uma enfermeira que tratava de pacientes em um hospital em Kozhikode.</p>
<p>No ano seguinte, Kerala colocou mais de 300 pessoas sob vigilância depois que um homem foi diagnosticado com o vírus. O estado teve outro surto em 2021, ceifando a vida de um menino de 12 anos.</p>
<p>O vírus Nipah foi identificado pela primeira vez durante um surto de 1998-1999 na Malásia, onde quase 300 pessoas foram infectadas e mais de 100 morreram, segundo o CDC. Mais de um milhão de porcos foram sacrificados para impedir a sua propagação.</p>
<p>O vírus recebeu o nome da aldeia de Kampung Sungai Nipah, na Malásia, onde os criadores de porcos contraíram a doença.</p>
<p>Durante esse surto, a maioria das infecções humanas resultou do contacto direto com porcos doentes ou dos seus tecidos contaminados, segundo a OMS. Houve surtos subsequentes na Índia e em Bangladesh, com mais de 600 casos humanos relatados entre 1998 e 2015, acrescentou.</p>
<p>A transmissão entre humanos do vírus Nipah também foi relatada. Segundo a OMS, entre 2001 e 2008, cerca de metade dos casos notificados no Bangladesh foram devidos à transmissão entre humanos resultante de trabalhadores que prestavam cuidados a pacientes infectados.</p>
<p>O vírus está na lista da OMS de ameaças epidêmicas que necessitam de investigação e desenvolvimento urgentes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
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		<title>OMS confirma novos casos da variante EG.5 no Brasil e alerta população</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/oms-confirma-novos-casos-da-variante-eg-5-no-brasil-e-alerta-populacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Aug 2023 14:03:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[alerta]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[EG.5]]></category>
		<category><![CDATA[imunização]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[variante da covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde informou na sexta-feira (18), que foi notificado um caso da variante EG.5 do coronavírus SARS-CoV-2 no estado de São Paulo. A paciente, uma mulher de 71 anos, apresentou os primeiros sintomas em (30) de julho e já está curada, de acordo com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2043215967" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>O Ministério da Saúde informou na sexta-feira (18), que foi notificado um caso da variante EG.5 do coronavírus SARS-CoV-2 no estado de São Paulo. A paciente, uma mulher de 71 anos, apresentou os primeiros sintomas em (30) de julho e já está curada, de acordo com o Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (Cievs).</p>
<p>Ela teve febre, tosse, fadiga e dor de cabeça e fez a coleta do exame em 8 de agosto. Segundo o ministério, a paciente estava com o esquema vacinal completo.</p>
<p>A pasta destacou que a recomendação da vacinação como principal medida de combate à covid-19 se torna cada vez mais importante, com atualização das doses de reforço para prevenção da doença. Para pessoas do grupo de risco, é importante o uso de máscaras em situações de maior exposição.</p>
<p>&#8220;Desde o fim da emergência, decretado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em maio deste ano, ainda se mantém a recomendação para que os grupos de maior risco de agravamento pela doença continuem a seguir as medidas de prevenção e controle não farmacológicas, incluindo o uso de máscaras em locais fechados, mal ventilados ou aglomerações, além do isolamento de pacientes infectados com o vírus SARS-CoV-2. A recomendação também vale para pessoas com sintomas gripais&#8221;, explicou o Ministério da Saúde.</p>
<p>Acrescentou que está em contato permanente com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) e com a Organização Mundial da Saúde para avaliar o cenário internacional e as novas subvariantes.</p>
<p>Para evitar o agravamento da doença, está disponível em toda a rede do Sistema Único de Saúde (SUS), gratuitamente, o antiviral nirmatrelvir/ritonavir para ser utilizado no tratamento da infecção pelo vírus logo que os sintomas apareçam e se houver confirmação de teste positivo.</p>
<h3>Aumento de casos</h3>
<p>A OMS informou, na última segunda-feira (14) que foram registrados cerca de 1,5 milhão de novos casos de covid-19 em todo o mundo, entre (10) de julho e (6) de agosto, um aumento de 80% em relação ao período anterior. As mortes, por outro lado, tiveram uma queda de 57%.</p>
<p>O aumento tem relação com a nova variante, que até então tinha sido confirmada em 51 países. Essa variante apresenta maior capacidade de transmissão e escape imune, o que pode fazer com que passe a dominar o cenário epidemiológico global. Apesar dessas características, a OMS classificou a EG.5 apenas como variante de interesse e de baixo risco para a saúde pública em nível global, porque ela não trouxe mudanças no padrão de gravidade de doença (hospitalização e óbitos).</p>
<p>Os dados mostram que, enquanto diversos países registraram queda de novos casos e de óbitos por covid-19, o leste da Ásia e a Oceania anotaram aumento de novas infecções em meio a uma redução nos óbitos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>SBG lança cartilha preventiva para detecção de glaucoma infantil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/sbg-lanca-cartilha-preventiva-para-deteccao-de-glaucoma-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 23:10:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cartilha preventiva]]></category>
		<category><![CDATA[Glaucoma]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção infantil]]></category>
		<category><![CDATA[SBG]]></category>
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					<description><![CDATA[No próximo dia (17), a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) lança em live, no seu canal no YouTube, um novo aliado de pais e pediatras para a detecção precoce do glaucoma infantil. Trata-se da cartilha Glaucoma infantil, diagnóstico precoce é a melhor opção, cujos três personagens (Íris, Glauco e Pio) protagonizam a campanha de prevenção [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1653371374" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>No próximo dia (17), a Sociedade Brasileira de Glaucoma (SBG) lança em live, no seu canal no YouTube, um novo aliado de pais e pediatras para a detecção precoce do glaucoma infantil. Trata-se da cartilha Glaucoma infantil, diagnóstico precoce é a melhor opção, cujos três personagens (Íris, Glauco e Pio) protagonizam a campanha de prevenção ao glaucoma pediátrico que será lançada pela SBG. Embora a doença não tenha cura, ela tem tratamento. Entre adultos, o glaucoma é considerado a principal causa de cegueira irreversível no mundo.</p>
<p>De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o glaucoma é responsável por 5% dos casos de cegueira em crianças em todo o globo. Isso significa que de 1,5 milhão de crianças de 0 a 7 anos de idade, 75 mil ficaram cegas devido à doença.</p>
<p>“A população, os pediatras, são nosso público-alvo da live, porque são as primeiras pessoas que têm contato com a criança com suspeita de glaucoma infantil que dá sintomas”, disse nesta terça-feira (15) à Agência Brasil a oftalmologista Hévila Rolim, professora de oftalmologia da Universidade Federal de Rondônia (Unir) e coordenadora do setor de Glaucoma Pediátrico da SBG. Hévila é uma das autoras da cartilha, ao lado de Ana Flávia Belfort e Regina Cele Silveira Seixas, também coordenadoras do setor de Glaucoma Pediátrico da entidade.</p>
<h3>Tipos</h3>
<p>O tipo mais comum da doença é o glaucoma congênito. “A criança nasce já com sinais, ou desenvolve nos dois primeiros anos de vida. Pais e pediatras que têm o primeiro contato precisam reconhecer os sinais para que um especialista seja procurado”, indicou Hévila. Na criança, o glaucoma não costuma ser silencioso, como ocorre com o adulto.</p>
<p>Há outros tipos de glaucoma infantil, como o congênito secundário, que pode surgir em decorrência de cirurgia de catarata congênita, do uso de corticoides por longos períodos, de trauma ocular e de outras malformações do olho. Hévila Rolim esclareceu que até os 4 anos de idade, o olho da criança está mais maleável, em crescimento.</p>
<p>“Esse olho se distende com o aumento da pressão ocular e muda o formato. Por isso, surgem alterações, como o olho ficar grande, a córnea ficar opaca”. Depois dessa faixa etária, o glaucoma pode vir a ser silencioso. Daí, ser importante a consulta regular com um oftalmologista para que a doença possa ser identificada.</p>
<p>A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda que a criança sem nenhum fator de risco realize, em primeiro lugar, o Teste do Olhinho ainda na maternidade e, depois, a primeira consulta com um oftalmologista entre 6 meses e um ano de vida. “Mas toda criança deve passar por uma consulta de rotina com oftalmologista entre 3 anos e 5 anos”, insistiu a especialista.</p>
<h3>Tratamento</h3>
<p>Para o principal tipo do glaucoma infantil, que é o glaucoma congênito primário, o tratamento é essencialmente cirúrgico, diferente do adulto, em que o tratamento principal começa com colírio. Na criança, ele pode ser usado até a cirurgia ou como um adjunto ao tratamento cirúrgico. Como a doença é causada por uma má formação, o olho produz diariamente um líquido que todo dia é escoado, no sistema de drenagem do olho.</p>
<p>“No glaucoma congênito, esse sistema de drenagem é mal formado e isso leva ao aumento da pressão ocular”. No glaucoma congênito, o objetivo da cirurgia é restaurar o escoamento desse líquido, para restaurar a pressão intraocular”. “É esse glaucoma que assombra a gente, porque ele cega”.</p>
<p>Hévila esclareceu que mesmo com a cirurgia, os médicos podem normalizar a pressão, mas não conseguem fazer o olho reduzir de tamanho, ou seja, não conseguem restaurar a anatomia do olho.</p>
<p>“Essa é a preocupação da gente, porque isso leva ao glaucoma infantil que é a principal causa de cegueira entre crianças”. Advertiu que mesmo fazendo a cirurgia, muitas crianças vão apresentar alguma deficiência porque, na maior parte das vezes, o paciente não chega aos especialistas em estágio inicial.</p>
<p>“Já chega com glaucoma avançado”. Por isso, a SBG está lançado a cartilha para que o diagnóstico seja feito o mais precocemente possível, para que a criança possa ser referenciada a um oftalmologista capacitado a operá-la e normalizar a pressão intraocular. O diagnóstico tem que ser precoce para evitar a deficiência visual, reiterou. Nos outros tipos da doença, o tratamento pode ser cirúrgico ou clínico.</p>
<p>As três personagens da cartilha visam sensibilizar e aproximar as pessoas, falando sobre quais são as funções de cada parte do olho, como o olho funciona, quais são os sinais e sintomas do glaucoma infantil, como é feito o diagnóstico, como é o tratamento, quais são as recomendações de exames para uma criança saudável. “Está um material acessível para a população”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>OMS: vacinação infantil tem a maior queda contínua dos últimos 30 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/oms-vacinacao-infantil-tem-a-maior-queda-continua-dos-ultimos-30-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 Jul 2022 02:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[Em todo o mundo, após dois anos de pandemia, foi registrada a maior queda contínua nas vacinações infantis dos últimos 30 anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Dados divulgados hoje (15) mostram que 25 milhões de crianças estão com as vacinas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1032746013" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em todo o mundo, após dois anos de pandemia, foi registrada a maior queda contínua nas vacinações infantis dos últimos 30 anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Dados divulgados hoje (15) mostram que 25 milhões de crianças estão com as vacinas atrasadas. O Brasil está entre os dez países no mundo com a maior quantidade de crianças com a vacinação atrasada.<br /><br />A queda na vacinação é medida pela vacina contra difteria, tétano e coqueluche (DTP3), usada como marcador de cobertura vacinal. Ao todo, em 2021, são 2 milhões a mais de crianças com atraso vacinal do que eram em 2020 e 6 milhões a mais do que em 2019. As crianças devem receber três doses da vacina. A porcentagem de crianças que estão com o esquema vacinal completo caiu cinco pontos percentuais entre 2019 e 2021, para 81%. No Brasil, as doses são aplicadas em bebês aos 2, 4 e 6 meses de idade.<br /><br />As organizações mostram que entre as 25 milhões de crianças, 18 milhões não receberam nenhuma dose da vacina e a grande maioria delas vive em países de baixa e média renda, com Índia, Nigéria, Indonésia, Etiópia e Filipinas. Entre os países com os maiores aumentos relativos no número de crianças que não receberam uma única vacina entre 2019 e 2021 estão Mianmar e Moçambique.<br /><br />O Brasil está entre os dez países com mais crianças que não estão em dia com o calendário vacinal. No país, três em cada dez crianças não receberam vacinas necessárias. Isso significa que 70,4% das crianças receberam ao menos a primeira dose da DTP, ou pentavalente, ou seja, aproximadamente 700 mil crianças não receberam nenhuma dose da vacina.<br /><br />“A preocupação é muito real porque as coberturas vacinais não têm aumentado e tem um sério risco de volta de doenças que tinham sido eliminadas ou que eram raridade”, diz a oficial de Saúde do Unicef no Brasil Stephanie Amaral.<br /><br />Segundo Stephanie, um dos motivos para a não vacinação é a falsa percepção de que estamos livres de determinada doença porque são doenças que não aparecem mais, como a poliomielite, ou paralisia infantil, e a coqueluche. “Existe a falsa percepção que a vacina não é necessária, mas é o contrário. Muitas doenças não são vistas e a mortalidade infantil melhorou por causa da vacinação”.<br /><br /><strong>Outras vacinas</strong><br />No Brasil, consideradas outras vacinas, como a primeira dose da vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola, a cobertura caiu de 93,1% em 2019 para 71,49% em 2021, o que indica que também cerca de 700 mil crianças não receberam essa vacina.<br /><br />No mundo, a cobertura da primeira dose da vacina contra o sarampo caiu para 81% em 2021, também o nível mais baixo desde 2008. Isso significa que 24,7 milhões de crianças perderam a primeira dose dessa vacina em 2021, 5,3 milhões a mais do que em 2019. Outros 14,7 milhões não receberam a segunda dose necessária.<br /><br />Além disso, em comparação com 2019, mais 6,7 milhões de crianças perderam a terceira dose da vacina contra a poliomielite e 3,5 milhões perderam a primeira dose da vacina contra o HPV, que protege as meninas contra o câncer do colo do útero mais tarde na vida. Mais de um quarto da cobertura de vacinas contra o HPV que foi alcançada em 2019 foi perdida. Isso, de acordo com as organizações internacionais, tem graves consequências para a saúde de mulheres e meninas.<br /><br />A queda na vacinação infantil deve-se, de acordo com o estudo, a muitos fatores, incluindo um número crescente de crianças que vivem em ambientes de conflito e de vulnerabilidade, onde o acesso à imunização é muitas vezes desafiador. As organizações apontam ainda como motivos para a queda, o aumento da desinformação e desafios relacionados à covid-19, como interrupções de serviços e da cadeia de suprimentos, desvio de recursos para resposta à pandemia e medidas de prevenção que limitavam o acesso e a disponibilidade do serviço de imunização.<br /><br /><strong>Incentivo à vacinação</strong><br />Este retrocesso histórico nas taxas de imunização está acontecendo em um cenário de taxas crescentes de desnutrição aguda grave. “Crianças estão perdendo direitos, direito à saúde, à alimentação adequada. São necessárias medidas e estratégias para evitar isso. Em situação de fome, o sistema imunológico fica fragilizado e, em caso de volta de doença ou de contato com a doença, essas crianças ficam mais suscetíveis a ficarem doentes”, diz Stephanie.<br /><br />A vacinação é importante, segundo o estudo, para prevenir surtos de doenças e prevenir mortes de crianças e adolescentes que seriam evitáveis. Níveis de cobertura inadequados já resultaram em surtos evitáveis de sarampo e poliomielite nos últimos 12 meses.<br /><br />As organizações internacionais recomendam que os governos e demais atores responsáveis pela saúde da população intensifiquem os esforços para a recuperação da vacinação para lidar com o retrocesso na imunização de rotina, expandam os serviços de extensão em áreas carentes para alcançar crianças não vacinadas e implementem campanhas para prevenir surtos.<br /><br />Além disso, recomendam que combatam a desinformação e aumentem a aceitação de vacinas, particularmente entre as comunidades vulneráveis; fortaleçam o investimento em atenção primária a saúde e aumentem o investimento em pesquisas para desenvolver e melhorar vacinas e serviços de imunização.<br /><br /><strong>Monitoramento</strong><br />Em nota, o Ministério da Saúde diz que monitora atentamente as coberturas vacinais e tem trabalhado para intensificar as estratégias de vacinação.<br /><br />“Nos últimos anos, a Pasta tem promovido as campanhas de multivacinação para a atualização da carteira de vacinação dos brasileiros. As campanhas nacionais de vacinação contra a poliomielite e de multivacinação para atualização da caderneta de vacinação das crianças e adolescentes estão previstas para o segundo semestre de 2022”, afirma.<br /><br />O Ministério da Saúde acrescenta que a meta de cobertura da vacinação contra o sarampo é de 95% e, até o momento, 46,08% do público-alvo recebeu o imunizante.<br /><br />Já a vacina tríplice viral faz parte do calendário de vacinação e é oferecida nas unidades de saúde a qualquer época do ano. De acordo com a pasta, a cobertura vacinal de 2022 será conhecida apenas após a consolidação dos dados de aplicação de imunizantes do primeiro dia de janeiro até o último dia de dezembro.<br /><br />O Ministério da Saúde destaca que, por intermédio do Programa Nacional de Imunizações (PNI), vem desenvolvendo e intensificando estratégias necessárias para enfrentamento dos desafios e reversão das baixas coberturas vacinais, em parceria com estados e municípios. Além disso, afirma que incentiva a população a se vacinar contra as doenças imunopreveníveis, e esclarece o benefício e segurança das vacinas, por meio dos seus canais oficiais de comunicação.</p>
<p>Foto: Fernando Frazão</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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