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	<title>ObMigra - Portal NDC</title>
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		<title>Regiões brasileiras têm diferentes desafios na acolhida a imigrantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 15:19:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Dia Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados são divulgados no Dia Internacional dos Migrantes O último relatório do Observatório das Migrações Internacionais (Obmigra), que deve ser integralmente divulgado na semana que vem, mostra que as cinco regiões brasileiras enfrentam diferentes desafios na acolhida a pessoas estrangeiras que escolhem o Brasil para viver.  “Uma política pública para imigrantes no Nordeste tem que ser [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3592881645" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Dados são divulgados no Dia Internacional dos Migrantes</p>
<p>O último relatório do Observatório das Migrações Internacionais (Obmigra), que deve ser integralmente divulgado na semana que vem, mostra que as cinco regiões brasileiras enfrentam diferentes desafios na acolhida a pessoas estrangeiras que escolhem o Brasil para viver. <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1624154&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1624154&amp;o=node" /></p>
<p>“Uma política pública para imigrantes no Nordeste tem que ser diferente para o Norte, o Sul e o Sudeste. A formulação dessas políticas deve ser a partir de evidências”, afirmou o professor Leonardo Cavalcanti, da Universidade de Brasília, e que esteve presente no lançamento de um resumo dos dados no Ministério da Justiça. O evento teve a intenção de marcas o Dia Internacional dos Migrantes, que é celebrado nesta quarta-feira (18). “As Dinâmicas Migratórias nas Macrorregiões do Brasil” é o nome do relatório.</p>
<p>O levantamento anual Obmigra abrange o período de 2022 ao primeiro semestre de 2024. O documento apresenta análise detalhada das dinâmicas migratórias nas cinco regiões brasileiras. Os pesquisadores que apresentaram o resumo do documento explicaram que a pesquisa contou com informações e participação dos ministérios da Justiça, do Trabalho e Emprego e das Relações Exteriores, além de dados da Polícia Federal e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Informações do Cadastro Único (CadÚnico) foram utilizadas como fonte primária para analisar o acesso de imigrantes a benefícios sociais. </p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" title="Wilson Dias/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/W7QALbHBBboaX6goMtVxN5JYYgE=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/12/17/imgl5770.jpg?itok=gHFCYpO8" alt="Brasília (DF), 23/11/2024 - Prof. Leonardo Cavalcamti, OBMigra/UNB, na apresentação do Relatório Anual OBMigra, " width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Brasília &#8211; Professor Leonardo Cavalcanti, da OBMigra/UNB, na apresentação de relatório anual &#8211; Wilson Dias/Agência Brasil</p></div>
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<h2>Diferenças</h2>
<p>“A forma como os imigrantes se inserem no mercado de trabalho ou na escola e como solicitam acesso a benefícios sociais por meio do CadÚnico, além da composição das nacionalidades, é completamente diferente entre uma região e outra”, afirma o pesquisador da UnB. Ele explica que os dados baseados em evidências fazem com que os gestores e os formuladores de políticas públicas possam orientar essas políticas de forma mais racional e efetiva. </p>
<p>O pesquisador observa ainda que a Região Norte, apesar de ser o caminho de ingresso para imigrantes, apresenta mais vulnerabilidades de acesso a benefícios e políticas públicas. Por isso, eles ficam menos tempo naqueles estados. “É a principal porta de entrada hoje dos venezuelanos, por exemplo”, diz Leonardo Cavalcanti.</p>
<h2>Desafios</h2>
<p>O coordenador de imigração laboral do Ministério da Justiça, Jonatas Pabis, avalia que a maior parte dos imigrantes entra no Brasil, de fato, pela Região Norte, mas se fixa no Sul, incluindo áreas como o oeste de Santa Catarina, o oeste do Paraná e Mato Grosso do Sul, trabalhando no final da cadeia agroindustrial. </p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" title="Wilson Dias/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/AmoBmny7gjokupWGgavxu0w02h4=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/12/17/imgl5685.jpg?itok=xDCN_oWz" alt="Brasília (DF), 23/11/2024 - Jonatas Luis Pabis, CNIG/MJSP, na apresentação do Relatório Anual OBMigra, " width="754" height="503" /><p class="wp-caption-text">Brasília &#8211; Jonatas Luis Pabis, do Ministério da Justiça, na apresentação do Relatório Anual OBMigra &#8211; Wilson Dias/Agência Brasil</p></div>
</div>
<div class="dnd-caption-wrapper">
<div class="meta">“O relatório pode lançar luz para a gente pensar o desafio de fazer a regularização migratória e o acolhimento na Região Norte, que nos apresenta desafios logísticos, ao mesmo tempo de garantias e direitos de inserção desses imigrantes na sociedade nas regiões Sul e Sudeste”, diz Pabis.</div>
</div>
</div>
<h2>Venezuelanos</h2>
<p>O pesquisador Leonardo Cavalcanti explica que as imigrações dos haitianos (nos primeiros cincos anos da década passada) e dos venezuelanos, na sequência, marcam o fluxo de pessoas para o Brasil. “Os venezuelanos superaram os haitianos em todos os registros. Eles superaram as nossas migrações clássicas, de portugueses e pessoas do norte global. Agora, vemos gente da África, do Sudeste Asiático e da América Latina”, diz. </p>
<p>Jonatas Pabis entende que o Brasil é um país acolhedor, tanto por sua identidade cultural quanto pela legislação robusta, em sintonia com os mecanismos internacionais de proteção de direitos humanos. “Hoje em dia, a gente vê que pessoas de todo o sul global têm interesse de criar uma vida aqui no Brasil. </p>
<p>Os dois maiores contingentes de imigrantes haitianos e venezuelanos são movimentos dos últimos 20 anos”. Ele destaca que a possibilidade de regularização migratória está em consonância com as garantias dos direitos humanos e acrescenta que essa consolidação ficou ainda mais visível depois da pandemia em busca de trabalho no Brasil.</p>
<h2>Trabalho</h2>
<p>Na Região Sudeste, por exemplo, a de maior população do país, entre 2022 e 2023 houve crescimento de 10,4% no volume de trabalhadores imigrantes, que passaram de 73,9 mil para 81,5 mil. O período de janeiro a junho de 2024 mostrou, segundo os pesquisadores, tendência de continuidade no crescimento do estoque de trabalhadores, que chegou a 87,5 mil.</p>
<p>Ainda em relação ao mercado de trabalho, os pesquisadores observaram que a Região Sul absorve crescente número de imigrantes, principalmente venezuelanos. Outro registro é que os imigrantes empregados estão, em sua maioria, em setores de mão de obra intensiva, como abate de aves e suínos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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