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	<title>obesidade - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>obesidade - Portal NDC</title>
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		<title>Jovem a partir dos 14 anos passa a poder fazer cirurgia bariátrica</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/jovem-a-partir-dos-14-anos-passa-a-poder-fazer-cirurgia-bariatrica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 May 2025 21:44:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Bariátrica]]></category>
		<category><![CDATA[CFM]]></category>
		<category><![CDATA[cirurgia]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida vale para casos de obesidade grave com complicações clínicas O Conselho Federal de Medicina (CFM) passou a reconhecer a realização da cirurgia bariátrica em pacientes a partir dos 14 anos de idade nos casos de obesidade grave (IMC maior que 40) associada a complicações clínicas, desde que com a devida avaliação da equipe multidisciplinar e consentimento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4082501478" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Medida vale para casos de obesidade grave com complicações clínicas</p>
<p>O <strong>Conselho Federal de Medicina (CFM) passou a reconhecer a realização da cirurgia bariátrica em pacientes a partir dos 14 anos de idade nos casos de obesidade grave (IMC maior que 40) </strong>associada a complicações clínicas, desde que com a devida avaliação da equipe multidisciplinar e consentimento dos responsáveis.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1643367&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1643367&amp;o=node" /></p>
<p>Resolução anterior definia que <strong>pacientes menores de 16 anos</strong> só poderiam fazer a cirurgia em caráter experimental e de acordo com as normas dos <strong>Comitês de Ética em Pesquisa/Comissão Nacional de Ética em Pesquisa.</strong></p>
<p><strong>Adolescentes entre 16 e 18 anos que estejam enquadrados nos critérios estabelecidos para os adultos passam a ter acesso à cirurgia</strong>. Em todos os casos, os responsáveis e a equipe médica devem concordar com o procedimento.</p>
<p>O <strong>CFM publicou nesta terça-feira (20) mudanças para a realização da cirurgia bariátrica em adultos e adolescentes</strong>. A <a href="https://sistemas.cfm.org.br/normas/visualizar/resolucoes/BR/2025/2429" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">autorização está na Resolução CFM nº 2.429/25</a>, que estabelece novos parâmetros para o tratamento cirúrgico da obesidade e da doença metabólica.</p>
<blockquote>
<p>“Sessenta por cento das crianças obesas possuem tendência para atingir a obesidade mórbida, sendo benéfica a intervenção em casos bem indicados. Hoje há comprovação científica que a cirurgia bariátrica e metabólica é segura na população, como estabelecido na resolução, produz perda de peso durável, melhora as comorbidades e não atrapalha o crescimento dos adolescentes”, afirmou o relator da Resolução CFM nº 2.429/25, Sérgio Tamura.</p>
</blockquote>
<p>Ele destacou que a <strong>cirurgia bariátrica</strong> <strong>não impacta negativamente no desenvolvimento da puberdade ou no crescimento linear.</strong></p>
<p>Pacientes com Índice de Massa Corpórea (IMC) acima de 40, tendo ou não comorbidades, e pacientes com IMC acima de 35 e inferior a 40 com doenças associadas continuam sob os mesmos critérios para submissão à cirurgia.</p>
<p>Já <strong>pacientes com IMC entre 30 e 35 passam a ser elegíveis à cirurgia desde que tenham diabetes tipo 2</strong>,<strong> doença cardiovascular grave, doença renal crônica precoce em decorrência do diabetes tipo 2, apneia do sono grave, doença gordurosa hepática não alcoólica com fibrose, afecções com indicação de transplante, refluxo gastroesofágico com indicação cirúrgica ou osteoartrose grave.</strong></p>
<p>A Resolução CFM nº 2.429/25 não restringe a idade nem define tempo mínimo ou máximo de convivência com a doença. <strong>Pelas regras anteriores, só poderiam se submeter à cirurgia pacientes com até 10 anos como diabético e desde que tivessem mais de 30 anos e menos de 70. </strong>Também era exigido que o <strong>paciente tivesse sido acompanhado por um endocrinologista por mais de dois anos, tendo apresentado refratariedade aos tratamentos propostos.</strong></p>
<h2>Hospital</h2>
<p>A <strong>Resolução CFM nº 2.429/25</strong> é mais específica em relação às características do local de realização da cirurgia, <strong>definindo que deve ser realizada em hospital de grande porte, com capacidade para cirurgias de alta complexidade, com UTI e plantonista 24 horas.</strong> Os hospitais também devem obedecer a critérios específicos estabelecidos pelo <strong>Ministério da Saúde (Portarias 424/2013 e 425/2013).</strong></p>
<p>Cirurgias em <strong>pacientes com IMC superior a 60</strong> <strong>devem ser realizadas em hospitais com capacidade física</strong> (camas, macas, mesa cirúrgica, cadeira de rodas e outros equipamentos) e equipe multidisciplinar preparados para atendimento a esses pacientes “por serem mais propensos a eventos adversos devido a maior complexidade de sua doença”, destaca o CFM na Resolução nº 2.429/25.</p>
<p><strong>Antes, a exigência era que o procedimento fosse realizado em hospital com UTI e com condições para atender pacientes com obesidade mórbida.</strong></p>
<h2>Tipos</h2>
<p>Para deixar mais claras as indicações para cada tipo de cirurgia bariátrica, o <strong>CFM fez uma nova divisão dos tipos de cirurgias e suas recomendações</strong>.</p>
<p>Em primeiro plano estão as <strong>cirurgias altamente recomendadas, que são a Bypass gástrico em Y de Roux e a gastrectomia vertical (sleeve gástrico)</strong>. </p>
<blockquote>
<p>“Essas cirurgias são atualmente as operações com maior embasamento científico na literatura mundial, sendo altamente recomendadas na maioria absoluta das situações clínicas devido à segurança e eficácia”, esclarece o CFM.</p>
</blockquote>
<p><strong>Cirurgias alternativas, com indicação primordial para procedimentos revisionais, também são definidas na norma,</strong> sendo elas: duodenal switch com gastrectomia vertical, bypass gástrico com anastomose única, gastrectomia vertical com anastomose duodeno-ileal e gastrectomia vertical com bipartição do trânsito intestinal.</p>
<p>A <strong>Resolução CFM nº 2.429/25</strong> enumera ainda como <strong>cirurgias não recomendadas a banda gástrica ajustável e a cirurgia de scopinaro, antes permitidas.</strong> Para o <strong>CFM, esses procedimentos apresentaram resultados insatisfatórios e “percentual proibitivo de complicações graves pós-operatórias”.</strong></p>
<p><strong>Entre os procedimentos endoscópicos reconhecidos pelo CFM estão o balão intragástrico e a gastroplastia endoscópica.</strong> Acerca deste último procedimento, Tamura ressalta que ele pode ser associado ao <strong>tratamento medicamentoso</strong>, sendo uma boa alternativa para otimização dos resultados. Além disso, as <strong>técnicas minimamente invasivas são hoje a melhor opção para cirurgia bariátrica.</strong></p>
<blockquote>
<p>O relator da Resolução CFM nº 2.429/25 argumenta que “mesmo a cirurgia bariátrica ou metabólica não determinando a cura, ela é parte essencial de um tratamento multidisciplinar, podendo ser uma terapêutica eficaz no controle da obesidade e de sua comorbidades metabólicas”.</p>
</blockquote>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>FAO: uma em cada 11 pessoas no mundo pode ter passado fome em 2023</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/fao-uma-em-cada-11-pessoas-no-mundo-pode-ter-passado-fome-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 13:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Anemia]]></category>
		<category><![CDATA[FAO]]></category>
		<category><![CDATA[Fome]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo está longe do objetivo de erradicar a fome até 2030 Uma em cada 11 pessoas pode ter passado fome no mundo em 2023. segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado na manhã desta quarta-feira (24). Há uma prevalência global de subnutrição em nível semelhante por três anos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2039728826" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Mundo está longe do objetivo de erradicar a fome até 2030</p>
<p>Uma em cada 11 pessoas pode ter passado fome no mundo em 2023. segundo relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), divulgado na manhã desta quarta-feira (24). Há uma prevalência global de subnutrição em nível semelhante por três anos consecutivos depois de ter aumentado acentuadamente após a pandemia de covid-19. O documento afirma que o mundo está longe de alcançar o objetivo de desenvolvimento sustentável (ODS-2) de erradicar a fome até 2030,  <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1605119&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1605119&amp;o=node" /></p>
<p>“Entre 713 e 757 milhões de pessoas podem ter enfrentado a fome em 2023 – uma em cada 11 pessoas no mundo, e uma em cada cinco em África”. São diferentes motivos que impactam os povos em maior vulnerabilidade, como conflitos, mudanças climáticas, desacelerações econômicas e as recessões. </p>
<p>No ano passado, a estimativa era que 28,9% da população mundial (ou 2,33 bilhões de pessoas) estava em moderada ou grave insegurança alimentar.</p>
<p>“O aumento da fome é maior nos países pobres afetados por mais do que um grande impulsionador. Isso porque o sistema agroalimentar nestes países não são resilientes a essas forças externas”. Um alerta é que a fome, a insegurança alimentar e a desnutrição continuam a aumentar “e afetam desproporcionalmente as crianças”.</p>
<p>Outros públicos mais vulneráveis têm sido as mulheres, os jovens e os povos indígenas, de acordo com o documento.</p>
<h2>Obesidade</h2>
<p>Tendências crescentes de obesidade de adultos e também de anemia entre mulheres de 15 a 49 anos são consideradas preocupantes, segundo a FAO.</p>
<p>O documento mostra que a prevalência de obesidade entre adultos teve um aumento constante ao longo das últimas décadas, de 12,1% (591 milhões de pessoas, em 2012) para 15,8% (881 milhões de pessoas, em 2022). “A previsão é do número aumentar para mais de 1,2 bilhão até 2030. Sobre a anemia de mulheres de 15 a 49 anos, aumentou de 28,5%, em 2012, para 29,9%, em 2019 e há uma projeção para atingir 32,3% até 2030.</p>
<p>Por outro lado, o documento identificou que haveria menos crianças afetadas pelo atraso no crescimento. Aliás, o relatório aponta que o atraso no crescimento infantil pode ter diminuído em um terço nas últimas duas décadas, o que mostraria uma mudança positiva global. Na avaliação da FAO, são mudanças positivas, como o “direito à alimentação adequada e um padrão de vida que garanta a dignidade, saúde e bem-estar de todas as pessoas, especialmente para gerações futuras”.</p>
<h2>Financiamento</h2>
<p>A FAO avalia que um problema grave é a falta de uma solução comum em relação ao financiamento para a segurança alimentar e nutricional. &#8220;No caso de financiamento para a segurança alimentar e nutricional, não é possível avaliar adequadamente os níveis existentes, muito menos monitorar progressos ou retrocessos (para cumprir as metas)”.</p>
<p>A entidade explica que existe uma necessidade urgente de avançar para uma ação comum para o financiamento da segurança alimentar. Uma análise de 10 países de baixa e média renda (que inclui o Brasil) mostra que os gastos públicos com segurança alimentar e nutrição estavam crescendo antes da pandemia de covid-19. </p>
<p>Na avaliação da FAO, governos em alguns países de renda média também parecem estar gastando relativamente mais parte do seu orçamento para resolver as principais causas da insegurança alimentar e da desnutrição em comparação com países de baixa renda. A FAO argumenta que o relatório é um apelo “forte e urgente” à ajuda global e também às ações nacionais para resolver este problema como parte da agenda global de ação dos objetivos de desenvolvimento sustentável. “Há desigualdades no acesso ao financiamento para segurança alimentar e nutrição entre países e dentro dos países”. </p>
<p>O estudo identifica que cerca de 63% dos países com alta ou crescente fome, insegurança alimentar e desnutrição lutam para obter financiamento para a segurança alimentar e nutrição. “A maioria destes países (82%) são afetados por um ou mais dos principais impulsionadores da fome (&#8230;). E, por isso, é importante aumentar o financiamento para países com níveis mais elevados de fome&#8221;. </p>
<h2>Parcerias</h2>
<p>O relatório argumenta que somente fontes oficiais e públicas de financiamento não serão suficientes para preencher a lacuna de financiamento para acabar com a fome. “Aumentar o financiamento privado, através de parcerias público-privadas, também será essencial para complementar os esforços”. A FAO argumenta que não atender à agenda de 2030 acarreta custos sociais, econômicos e ambientais incomensuráveis. “Não há tempo a perder, já que o custo da inação excede em muito o custo da ação”.</p>
<p>Os dados do relatório servirão de base para discussões, segundo a FAO, na Cúpula do Futuro, em setembro deste ano, e na Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento, no ano que vem. </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">42417</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Além da obesidade: Ozempic e similares reduzem risco de outras doenças</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/alem-da-obesidade-ozempic-e-similares-reduzem-risco-de-outras-doencas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 18 May 2024 15:22:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[doenças]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ozempic®]]></category>
		<category><![CDATA[reduzem]]></category>
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					<description><![CDATA[Excesso de peso aumenta o risco de cerca de 200 doenças, entre elas, problemas metabólicos, cardiovasculares e vários tipos de câncer Após promover transformações em estrelas de Hollywood, valorizar as ações do fabricante em 65% e sumir das prateleiras das farmácias devido à alta procura, o Ozempic agora está sendo estudado para tratar condições de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4094935391" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Excesso de peso aumenta o risco de cerca de 200 doenças, entre elas, problemas metabólicos, cardiovasculares e vários tipos de câncer<br /><br />Após promover transformações em estrelas de Hollywood, valorizar as ações do fabricante em 65% e sumir das prateleiras das farmácias devido à alta procura, o Ozempic agora está sendo estudado para tratar condições de saúde diferentes da diabetes e da obesidade.<br /><br />Desenvolvida pela empresa Novo Nordisk, a medicação foi criada para combater a diabetes, e a perda de peso era um efeito colateral esperado. Com o tempo, o uso off label se tornou mais comum e a caneta injetável virou uma aliada importante contra a obesidade, hoje considerada uma epidemia global.</p>
<blockquote>
<p>“Os benefícios adicionais do Ozempic são de grande importância, já que muitos pacientes com obesidade sofrem de comorbidades, aumentando o risco de complicações graves de saúde”, explica a médica Andrea Pereira, cofundadora da ONG Obesidade Brasil, que presta assistência a pacientes com a condição.</p>
</blockquote>
<figure id="attachment_2841528" class="wp-caption aligncenter m-img-wrap" aria-describedby="caption-attachment-2841528">
<div id="attachment_2841528" style="width: 2570px" class="wp-caption aligncenter m-img-wrap"><img decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2841528" class="wp-image-2841528 size-full" src="https://uploads.metroimg.com/wp-content/uploads/2023/09/26140242/Wegovy-ozempic-injecoes-compressed-scaled.jpg" alt="Mãos em close seguram caneta injetora wegovy injeção semaglutida ozempic" width="2560" height="1440" data-description="Getty Images" data-pin="pinIt" /><p id="caption-attachment-2841528" class="wp-caption-text">Getty Images</p></div>
<figcaption id="caption-attachment-2841528" class="wp-caption-text">Medicamentos como o Ozempic foram criados para tratar diabetes, e um dos efeitos colaterais é a perda de peso</figcaption>
</figure>
<h4>Achados científicos além da obesidade</h4>
<p>Até aqui, a diminuição do risco cardiovascular entre os que usam a medicação é um dos achados mais consistentes. No ano passado, a Novo Nordisk anunciou que o Wegovy, remédio similar ao Ozempic, reduziu em 20% o risco de eventos cardiovasculares graves em adultos com sobrepeso ou obesidade. A medicação tem o mesmo princípio ativo do Ozempic: a semaglutida.</p>
<p>Em março, o Wegovy foi aprovado nos Estados Unidos como medicação preventiva para doenças cardíacas em pessoas obesas ou com excesso de peso: é a primeira vez que um medicamento dessa classe é autorizado para esse fim.</p>
<p>Os resultados de outro ensaio clínico também demonstraram benefícios da semaglutida para a saúde renal. O uso da medicação reduziu o risco de eventos relacionados com doenças renais em 24% dos pacientes. A possibilidade de falência renal é maior para pessoas com obesidade, uma vez que o fígado trabalha com sobrecarga devido à massa corporal elevada.</p>
<blockquote>
<p>“Conforme novos estudos vão surgindo, estão sendo investigados diferentes benefícios promissores dos agonistas do receptor de GLP-1, como o Ozempic. Por exemplo, uma pesquisa avançada mostrou que o medicamento melhorou significativamente os sintomas da apneia do sono; um outro apontou benefícios contra a doença hepática gordurosa”, afirma o médico Rodrigo Schröder, que tem especialização em nutrologia.</p>
</blockquote>
<h4>Ozempic e inflamações cerebrais</h4>
<p>Uma outra vertente interessante de estudos investiga se a medicação pode ter efeitos protetores para o cérebro contra as doenças neurodegenerativas. A hipótese é que a medicação seja capaz de reduzir as inflamações de neurônios que provocam declínio cognitivo e são características de pacientes com Alzheimer e Parkinson.</p>
<p>A farmacêutica já está realizando ensaios clínicos com esse fim para avaliar a eficácia do medicamento e a expectativa é que os primeiros resultados sejam divulgados em 2025.</p>
<p>Siga a editoria de Saúde no Instagram e fique por dentro de tudo sobre o assunto!</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Metrópoles </p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas, revela estudo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/criancas-brasileiras-estao-mais-altas-e-mais-obesas-revela-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Apr 2024 12:21:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Má nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[obesas]]></category>
		<category><![CDATA[obesidade]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Obesidade infantil é preocupante, diz responsável pela pesquisa As crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas. É o que mostra estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cidacs/Fiocruz Bahia), em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a University College [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2860942701" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Obesidade infantil é preocupante, diz responsável pela pesquisa</p>
<p>As crianças brasileiras estão mais altas e mais obesas. É o que mostra estudo conduzido por pesquisadores do Centro de Integração de Dados e Conhecimento para Saúde da Fundação Oswaldo Cruz (Cidacs/Fiocruz Bahia), em colaboração com a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a University College London.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1588245&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1588245&amp;o=node" /></p>
<p>Os resultados do estudo indicaram que, entre 2001 e 2014, a estatura infantil, em média, aumentou 1 centímetro. A prevalência de excesso de peso e obesidade também teve aumento considerável entre os dados analisados. A prevalência de obesidade entre os grupos analisados subiu até cerca de 3%.</p>
<p>A pesquisa foi publicada na revista <em>The Lancet Regional Health – America</em> e baseou-se na observação das medidas de mais de 5 milhões de crianças brasileiras. Segundo os pesquisadores, tais resultados indicam que o Brasil, assim como os demais países em todo o mundo, está longe de atingir a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de deter o aumento da prevalência da obesidade até 2030.</p>
<p>De acordo com a pesquisadora associada ao Cidacs/Fiocruz Bahia e líder da investigação, Carolina Vieira, a obesidade infantil é preocupante. O Ministério da Saúde explica que tanto o sobrepeso quanto a obesidade referem-se ao acúmulo excessivo de gordura corporal. A obesidade é fator de risco para enfermidades como doenças cardiovasculares, diabetes, hipertensão e alguns tipos de câncer.</p>
<p>“Tem estudos que indicam que a criança que vive com obesidade aumenta a chance de persistir com essa doença durante todo o ciclo da vida dela”, diz Carolina. “Em termos de saúde pública,  pensamos que a carga dessas doenças crônicas não transmissíveis e os custos associados à obesidade aumentam ao longo do tempo. Então, é necessária uma ação efetiva e coordenada, porque senão as repercussões dessa doença para a saúde pública nos próximos anos serão bem alarmantes.” </p>
<h2>A pesquisa</h2>
<p>O estudo analisou dados de 5.750.214 crianças, de 3 a 10 anos, que constam em três sistemas administrativos: o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), o Sistema de Informação de Nascidos Vivos (Sinasc) e o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (Sisvan). Isso possibilitou uma análise longitudinal, ou seja, ao longo da vida de cada uma das crianças, por meio de informações coletados ao longo dos anos.</p>
<p>Os dados analisados foram divididos em dois grupos: nascidos de 2001 a 2007 e nascidos de 2008 a 2014. Foram levadas em conta também as diferenças entre os sexos declarados. Com isso, estimou-se uma trajetória média de índice de massa corporal (IMC) – indicador usado para determinar o peso ideal e variações que indicam magreza, sobrepeso ou obesidade – e altura para as meninas, e outra para os meninos.</p>
<p>Na comparação entre os dois grupos, ou seja, dos nascidos até 2007 e dos nascidos até 2014, considerados aqueles com idades de 5 a 10 anos, a prevalência de excesso de peso aumentou 3,2% entre os meninos e 2,7% entre as meninas. No caso da obesidade, a prevalência entre os meninos passou de 11,1% no primeiro grupo (nascidos até 2007) para 13,8% no segundo grupo (nascidos até 2014) o que significa aumento de 2,7%. Entre as meninas, a taxa passou de 9,1% para 11,2%, aumento de 2,1%. </p>
<p>Na faixa etária de 3 e 4 anos, o aumento foi menor na comparação entre os dois grupos. Quanto ao excesso de peso, houve alta de 0,9% entre os meninos e de 0,8% entre as meninas. Em termos de obesidade, a prevalência passou de 4% para 4,5% entre os meninos e de 3,6% para 3,9% entre as meninas, ou seja, houve crescimento de 0,5% e 0,3%, respectivamente. </p>
<p>O estudo constatou ainda o aumento na trajetória média de altura do grupo de nascidos entre 2008 e 2014 de aproximadamente 1 centímetro em ambos os sexos. De acordo com Carolina Vieira, tal crescimento reflete a melhoria nas condições de vida e de saúde.</p>
<p>“Os estudos demonstram que ter mais altura tem sido associado a alguns desfechos positivos na saúde, como menor probabilidade de doenças cardíacas e derrames e mais longevidade. Mas a altura do indivíduo, a altura da criança, reflete muito o desenvolvimento econômico, a melhoria das condições de vida. Maior escolaridade materna, mais pessoas vivendo na área urbana, são alguns dos exemplos de melhoria dessas condições no Brasil nos últimos anos”, diz a pesquisadora.</p>
<h2>Má nutrição</h2>
<p>Além do aumento da obesidade, o Brasil enfrenta a fome. Estudo do Instituto Fome Zero revela que o número de pessoas em situação de insegurança alimentar grave no Brasil chegou a 20 milhões no quarto trimestre do ano passado.</p>
<p>Apesar de estar aumentando a prevalência da obesidade, o Brasil hoje vive a dupla carga de má nutrição: prevalência de crianças desnutridas e de crianças com obesidade. &#8220;É preciso olhar realmente para esses dois extremos – da desnutrição e da obesidade – ocorrendo simultaneamente”, destaca Carolina Vieira.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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