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		<title>Justiça Restaurativa chega às escolas municipais de Manaus em parceria com o Tribunal de Justiça</title>
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		<pubDate>Sat, 19 Aug 2023 11:16:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Justiça Restaurativa na Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[A parceria entre a Prefeitura de Manaus e o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM) vai levar às unidades de ensino da Secretaria Municipal de Educação (Semed) o projeto Justiça Restaurativa. A escola municipal Dom Jackson Damasceno, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste, é a primeira unidade de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A parceria entre a Prefeitura de Manaus e o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJAM) vai levar às unidades de ensino da Secretaria Municipal de Educação (Semed) o projeto Justiça Restaurativa. A escola municipal Dom Jackson Damasceno, no bairro Jorge Teixeira, zona Leste, é a primeira unidade de educação a ter recebido a visita, na sexta-feira (18). A atividade faz parte das ações do Núcleo de Parcerias Institucionais (Nupi), da Semed.</p>
<p>A conversa com os alunos foi no refeitório da escola, onde os representantes dos órgãos explicaram a importância do projeto. “A partir de agora, estamos iniciando as práticas da Justiça Restaurativa nas escolas, onde vamos construir a cultura da paz com os alunos”, explicou o coordenador do Nupi, Ricardo Simões.</p>
<p>Esse projeto ocorre justamente quando o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) declarou 2023 como o “Ano da Justiça Restaurativa na Educação”, para reforçar o combate à violência nas escolas.</p>
<p>O juiz de Direito do TJAM e coordenador da Central da Justiça Restaurativa, Luís Cláudio Cabral Chaves, falou sobre o objetivo do projeto.</p>
<p>“Este ano foi eleito pelo CNJ, como o ano da Justiça Restaurativa nas escolas, e é isso que estamos fazendo. A iniciativa é basicamente uma cultura de paz, baseada no diálogo, de ouvir o outro e com isso resolver os conflitos que ainda não chegaram ao Judiciário e que podem ser resolvido de forma simples. O que queremos com isso é tentar diminuir e quem sabe eliminar a violência. A Justiça vai continuar existindo e fazendo seu papel, mas queremos evitar que situações simples cheguem tão longe”, comentou o juiz.</p>
<p>Após esse primeiro momento, os alunos foram para as salas de aula e falaram sobre conflitos e situações que já vivenciaram.</p>
<p>O aluno do 6º ano, Ryan Jesus, 11, entendeu o que deve ser feito diante de um problema. “A gente tem que se colocar no lugar do outro, de como a gente gostaria de ser tratado. Em uma confusão, precisamos manter a calma e tentar conversar, partir para briga não adianta nada e ainda causa mais problemas”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Com informações da Assessoria</p>
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