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	<title>Nova Cidade - Portal NDC</title>
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	<title>Nova Cidade - Portal NDC</title>
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		<title>Feto é encontrado por morador de rua que procurava comida em uma lixeira no Nova Cidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 16:21:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Cidade]]></category>
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					<description><![CDATA[De acordo com a polícia, o feto ainda estava com a placenta quando foi encontrado Um feto do sexo masculino foi jogado em uma lixeira na rua 39, quadra 43, no bairro Nova Cidade, zona norte, na madrugada desta quinta-feira (6).Ele foi achado por um homem em situação de rua que procurava por comida. De [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-943380959" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>De acordo com a polícia, o feto ainda estava com a placenta quando foi encontrado<br /><br />Um feto do sexo masculino foi jogado em uma lixeira na rua 39, quadra 43, no bairro Nova Cidade, zona norte, na madrugada desta quinta-feira (6).Ele foi achado por um homem em situação de rua que procurava por comida. <br /><br />De acordo com moradores do local, o feta aparentava ter 5 meses. O homem que a encontrou disse que estava revirando o lixo da lixeira quando tocou em um saco e sentiu que havia algo quente no local.<br /><br />Imediatamente, ele retirou o saco da lixeira e se deparou com o feto. De acordo com ele, o feto ainda “estava quentinho”. O homem cuidou para que o bebê não fosse levado pelos coletores de lixo.<br /><br />A polícia foi chamada e pelas características do bebê, ele deve ter sido descartado a poucas horas de ser achado, pois ainda estava com a placenta.<br /><br />Imagens de câmeras de segurança serão utilizadas para tentar identificar a pessoa que descartou o feto na lixeira. Ele foi lebado para o IML.<br /><br /><br /><em>Fonte: A Crítica</em></p>
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		<title>Homem é condenado a mais de 28 anos de prisão por morte de adolescente ocorrida no Nova Cidade, em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/homem-e-condenado-a-mais-de-28-anos-de-prisao-por-morte-de-adolescente-ocorrida-no-nova-cidade-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Oct 2024 13:56:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[bairro Nova Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[condenado]]></category>
		<category><![CDATA[MPAM]]></category>
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					<description><![CDATA[Crime ocorreu em agosto de 2020 após uma bola de futebol usada pela vítima atingir o carro do acusado, diz denúncia do MPAM. Francisco José Arruda do Nascimento, de 45 anos, foi condenado a 28 anos e dez meses de prisão pelo homicídio do adolescente Maurício Braga da Costa, de 15 anos, ocorrido em 28 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3468728660" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Crime ocorreu em agosto de 2020 após uma bola de futebol usada pela vítima atingir o carro do acusado, diz denúncia do MPAM.<br /><br />Francisco José Arruda do Nascimento, de 45 anos, foi condenado a 28 anos e dez meses de prisão pelo homicídio do adolescente Maurício Braga da Costa, de 15 anos, ocorrido em 28 de agosto de 2020. Segundo o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), o crime ocorreu após uma bola de futebol usada pela vítima atingir o carro do acusado.<br /><br />O julgamento teve início na sexta-feira (11) e encerrou na manhã de sábado (12). Em plenário, a acusação pediu a condenação de homicídio duplamente qualificado praticado por motivo fútil. O pedido foi aceito pela Justiça, que após a condenação, não concedeu ao réu o direito de recorrer em liberdade.<br /><br />Francisco José participou da audiência por videoconferência da cidade de Santarém, no estado do Pará, onde vive atualmente.<br /><br />Ao fim do julgamento, o juiz que presidiu a sessão, determinou que o mandado de prisão fosse expedido para o cumprimento imediato da pena. O nome de Francisco José foi publicado no Banco Nacional de Mandados de Prisão (BNMP).<br /><br />O réu já havia sido julgado em 27 de abril de 2022, quando foi absolvido pelos jurados. O MPAM recorreu da sentença e, em março de 2023, o julgamento foi anulado pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). No voto, a relatora, justificou que o Conselho de Sentença dissociou-se do conjunto fático-probatório contido nos autos.</p>
<div id="chunk-6c2h5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="13">
<div class="content-intertitle">
<h2>O crime</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-2looc">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="14">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">De acordo com o MPAM, o crime aconteceu na noite de 28 de agosto de 2020, no loteamento Buritis, localizado na comunidade João Paulo II, bairro Nova Cidade, na Zona Norte de <a class="" href="https://g1.globo.com/am/amazonas/cidade/manaus/" data-mrf-link="https://g1.globo.com/am/amazonas/cidade/manaus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Manaus</a>. Um dia antes do crime, a vítima estava jogando futebol na rua, quando a bola bateu no carro do autor do crime.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d8lkr">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ainda segundo os autos, após ter pedido para os jovens brincarem mais longe do local, ele entrou no carro e acelerou, quase atropelando as pessoas que estavam na rua. Logo depois ele retornou ao local e falou para Maurício: “Ei, tu tá se achando aí!&#8221;.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bbo0v">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No dia do crime Francisco José Arruda, invadiu a casa onde morava Maurício e disparou várias vezes contra o adolescente, que morreu ainda no local.</p>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Fonte: G1 AM</p>
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		<item>
		<title>Prefeitura de Manaus constrói escada hidráulica para conter erosão na rua Albânia, zona Norte</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/prefeitura-de-manaus-constroi-escada-hidraulica-para-conter-erosao-na-rua-albania-zona-norte/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Mar 2024 00:30:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), realiza a construção de uma escada hidráulica de 60 metros em trecho de erosão na rua Albânia, no bairro Nova Cidade, zona Norte. Nesta terça-feira (19/3), a obra de contenção avança após a conclusão do reaterro e terraplanagem do trecho. O equipamento de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3271600480" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf), realiza a construção de uma escada hidráulica de 60 metros em trecho de erosão na rua Albânia, no bairro Nova Cidade, zona Norte. Nesta terça-feira (19/3), a obra de contenção avança após a conclusão do reaterro e terraplanagem do trecho.</p>
<p>O equipamento de 60 metros recebe a concretagem e tem a função de receber toda água pluvial da rua e dissipá-la, com o auxílio de uma boca de lobo tripla que será construída na sequência.</p>
<p>“A Seminf está se esforçando todos os dias para avançar com os trabalhos na erosão da rua Albânia. Os trabalhadores se dedicam para entregar o melhor o quanto antes aos moradores dessa região. Após concluir o aterro e trabalhar na correção da drenagem, as equipes iniciam a concretagem da primeira etapa da escada hidráulica. Esse é o comprometimento que o prefeito David Almeida tem com a população em avançar com as obras nesse ritmo acelerado”, afirma o secretário de Obras, Renato Junior.</p>
<p>A erosão de 23 metros de profundidade chegou nessa abertura e profundidade pelas águas despejadas de forma irregular e o descarte de lixo incorreto, que agravou a situação corroborada também pelo volume da água das chuvas.</p>
<p>A Prefeitura de Manaus concluiu a limpeza de toda a área, o reaterro e agora trabalha de forma hábil na concretagem da escada hidráulica, para restituir o bem-estar e segurança dos moradores na zona Norte.</p>
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<p>Com informações da assessoria.</p>
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		<title>Seminf inicia obra emergencial para conter erosão na rua Albânia</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/seminf-inicia-obra-emergencial-para-conter-erosao-na-rua-albania/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 25 Feb 2024 02:43:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) realiza, de forma emergencial, uma obra para conter uma erosão na rua Albânia, no bairro Nova Cidade, Zona Norte de Manaus. A equipe começou a atuar neste sábado (24), na cratera de 23 metros de profundidade que estava ameaçando a vida dos moradores. “Os trabalhos são executados por uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2153431148" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) realiza, de forma emergencial, uma obra para conter uma erosão na rua Albânia, no bairro Nova Cidade, Zona Norte de Manaus. A equipe começou a atuar neste sábado (24), na cratera de 23 metros de profundidade que estava ameaçando a vida dos moradores.</p>
<p>“Os trabalhos são executados por uma empresa terceirizada em caráter emergencial. Vamos reverter esse problema o quanto antes e garantir o bem-estar e a segurança no local”, afirmou o secretário de Obras, Renato Junior.</p>
<p>Após estudos topográficos na área, a equipe identificou que o descarte incorreto de lixo agravou a situação, corroborada ainda pelo alto volume de água das chuvas.</p>
<p>Conforme a Seminf, a limpeza de toda a área foi realizada. Agora, a equipe trabalha com o apoio de oito caçambas, uma retroescavadeira, escavadeira hidráulica, trator de esteira e dois rolos compactadores, na fase de reaterro.</p>
<p>A Prefeitura de Manaus mapeia áreas de risco e atende demandas em diversos bairros da capital, para reverter e minimizar problemas de deslizamento, que são agravados pelas fortes chuvas.</p>
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<p>Fonte: G1</p>
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		<item>
		<title>Preciosidade arqueológica: conheça a cidade indígena que existe embaixo do bairro Nova Cidade, em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/preciosidade-arqueologica-conheca-a-cidade-indigena-que-existe-embaixo-do-bairro-nova-cidade-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Aug 2022 02:24:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[arqueológica]]></category>
		<category><![CDATA[cidade indígena]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Cidade]]></category>
		<category><![CDATA[Preciosidade]]></category>
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					<description><![CDATA[O bairro Nova Cidade é considerado um dos maiores bairros da cidade de Manaus (AM). Inicialmente, o bairro era conhecido como Conjunto Habitacional, planejado em 1996, como um projeto para abrigar migrantes vindos da região Nordeste, Sul e Sudeste do Brasil. Localizado na região Norte da capital, o início da construção das obras trouxe uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-419851537" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O bairro Nova Cidade é considerado um dos maiores bairros da cidade de Manaus (AM). Inicialmente, o bairro era conhecido como Conjunto Habitacional, planejado em 1996, como um projeto para abrigar migrantes vindos da região Nordeste, Sul e Sudeste do Brasil. Localizado na região Norte da capital, o início da construção das obras trouxe uma preciosidade arqueológica.</p>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Os trabalhos de terraplenagem do bairro foram iniciados no fim do ano 2000 e início de 2001, o projeto tinha como expectativa atender a 48.000 habitantes com a construção de 12 mil casas, entretanto, apenas 9,5 mil foram finalizadas em 2001. Posteriormente, mais 45 mil unidades foram entregues em 2002 e outras 5 mil unidades foram entregues a partir do ano de 2003, com 80% das casas entregues a servidores públicos estaduais.</p>
<p>Anteriormente, o território onde hoje é o bairro, fazia parte da Reserva Florestal Adolpho Ducke, que contém cerca de 10 mil hectares de preservação ecológica florestal. E, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o bairro abriga atualmente mais de 70.428 habitantes, com extensão territorial de pouco mais de 1 hectare (10.000 m²).</p>
<p>Em 8 de janeiro de 2001, durante o processo de terraplanagem da região, foram encontradas cerca de 300 urnas funerárias que foram destruídas durante a construção. O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) recebeu uma denúncia da população que morava nas proximidades e tinha conhecimento dessas peças arqueológicas. </p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="image">
<div class="eb-image style-clear">
<div class="eb-image-figure is-responsive"><a class="eb-image-viewport"> <img decoding="async" src="https://d1c51fywilmmrx.cloudfront.net/images/p/34487/Captura-de-Tela-2021-11-18-as-14.55.50.png" /></a></div>
<div class="eb-image-caption">Foto: Acervo pessoal / Carlos Augusto da Silva</div>
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</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>Em 2001, o Museu Amazônico da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) estava com um projeto de divulgação da cultura material nas escolas na área urbana de Manaus. Um senhor que tirava bacaba (fruta) na época na região da Cidade Nova, identificou vários vestígios e achava que lá seria uma olaria.</p>
<p>O Portal Amazônia entrevistou o professor doutor Carlos Augusto da Silva, que estava presente durante a visitação do sítio arqueológico Nova Cidade, em 2001. Ele possui graduação em Ciências Sociais, mestrado em Ciência do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia e doutorado em Sociedade e Cultura na Amazônia, todos realizados pela UFAM.</p>
<p>O sítio Nova Cidade é um complexo, uma cidade que ocupava as duas margens do igarapé, conhecido como Igarapé do Paxiubinha. A área é de cerca de 16 a 20 hectares de ocupação dessa área.</p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="image">
<div class="eb-image style-clear">
<div class="eb-image-figure is-responsive"><a class="eb-image-viewport"> <img decoding="async" src="https://d1c51fywilmmrx.cloudfront.net/images/p/34487/b2ap3_large_Captura-de-Tela-2021-11-18-as-14.57.46.png" /></a></div>
<div class="eb-image-caption">Exumação de recipiente cerâmico no sítio Nova Cidade II. Foto: Reprodução</div>
</div>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>&#8220;Veio através de uma informação de um popular. Em 2001, o Museu Amazônico da Universidade Federal do Amazonas estava com um projeto de divulgação da cultura material nas escolas na área urbana de Manaus. E aí saíram algumas matérias na mídia e esse senhor que tirava bacaba na época da cidade nova, ele identificou vários vestígios e achava que lá seria uma olaria. Ele ligou para o museu, nós fizemos uma visita técnica e constatamos que não se tratava de uma olaria, mas sim de um grande sítio arqueológico ocupado nos últimos dois mil anos pelas populações humanas&#8221;, explica.</p>
<p>As peças encontradas no sítio Nova Cidade são entre os séculos XIX e XII, por cerca de aproximadamente 2 mil anos. Essa população viveu nesse ambiente que a história é composta a partir dessa ação no meio ambiente, deixando vestígios de cerâmica e lítico, além da grande cobertura florestal.</p>
<p>Os fragmentos que foram encontrados, estão associados à urna funerária, ou seja, as pessoas quando morriam, após um tempo, eram tiradas partes importantes, colocavam ao fogo e o que sobrasse eram colocados em grandes vasilhames cerâmicos e enterravam, uma espécie de ritual fúnebre. </p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="image">
<div class="eb-image style-clear">
<div class="eb-image-figure is-responsive"><a class="eb-image-viewport"> <img decoding="async" src="https://d1c51fywilmmrx.cloudfront.net/images/p/34487/b2ap3_large_Captura-de-Tela-2021-11-18-as-15.16.29.png" /></a></div>
<div class="eb-image-caption">Foto: Reprodução</div>
</div>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>&#8220;Essa região do braço do Rio Negro e Solimões, e Amazonas, foram densamente povoadas na Amazônia pré-colombiana. Então geralmente esses locais são áreas que foram habitadas pelas populações humanas. Nesse processo de habitação, eles transformaram a paisagem, onde foram deixados objetos que geralmente estão associados à cerâmica e lítico. A cerâmica é produzida do recurso mineral, ou seja, da argila, e o lítico também tem o mineral da pedra, a pedra lascada. Então seria mais ou menos os artefatos encontrados no sítio Nova Cidade. Além desses artefatos, teria a cobertura vegetal&#8221;, afirma o professor.</p>
<p>Em 2001, foram mapeados 222 recipientes e 238 concentrações cerâmicas. Além dos materiais cerâmicos, 92 artefatos de pedra foram coletados, de forma, lascados, polidos e picotados.</p>
<p>Um novo mapeamento realizado em maio constatou a presença de um segundo sítio arqueológico. O sítio arqueológico Nova Cidade II possui 1,8 hectare de extensão. Entre junho e julho de 2004, indicou a presença de 39 novos recipientes, 11 fragmentos e 140 recipientes perdidos. </p>
<p>Entre os objetos encontrados, estavam cestas com alça, urnas, cuias, alguidares, torradoras ou assadeiras e cuias com pedestal, além de lâminas feitas de material da pedra lascada. Ao todo, 30 novos artefatos líticos foram encontrados durante a exploração do sítio.</p>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="image">
<div class="eb-image style-clear">
<div class="eb-image-figure is-responsive"><a class="eb-image-viewport"> <img decoding="async" src="https://d1c51fywilmmrx.cloudfront.net/images/p/34487/b2ap3_large_Captura-de-Tela-2021-11-18-as-15.15.06.png" /></a></div>
<div class="eb-image-caption">Vestígios ósseos encontrados. Foto: Reprodução</div>
</div>
</div>
<div class="ebd-block   " data-type="text">
<p>&#8220;Ainda não é possível saber de vestígios da arqueologia, mas é sabido que essa região do braço do Rio Negro e Solimões era densamente ocupado por uma série de etnias, e uma dessas etnias era exatamente os manaós. Não estou dizendo que lá eram os manaós, mas talvez fossem seus ancestrais&#8221;, comentou Carlos Augusto da Silva.</p>
<p><strong data-redactor-tag="strong" data-verified="redactor"><span data-redactor-tag="span" data-verified="redactor" data-redactor-style="font-size: 16px">Perdas e estimativas</span></strong></p>
<p>Cerca de 70% dos objetos encontrados no local pela primeira vez em 2001, foram destruídos pela ação da chuva até 2004. A destruição do material ósseo é talvez a maior perda relacionada à destruição do sítio e eliminou qualquer possibilidade de datação do local. Sendo assim, a idade do sítio só pode ser estimada através da identificação dos restos cerâmicos.</p>
<p>A presença de diferentes cerâmicas indica que os sítios Nova Cidade e Nova Cidade II foram ocupados por pelo menos três vezes: a ocupação mais antiga ocorreu no sítio Nova Cidade II, entre os séculos IV e VIII DC, o que é atestado por datas para cerâmicas da fase Manacapuru obtidas em Manaus e adjacências. </p>
<p>De acordo com as pesquisas, a ocupação com maior visibilidade arqueológica, associada ao cemitério da fase Paredão no sítio Nova Cidade I, ocorreu entre os séculos VIII e X DC. É provável que o cemitério tenha se formado ao longo de algumas décadas ou séculos, e que, portanto, essa tenha sido uma ocupação de longa duração. A última ocupação, associada à fase Guarita no sítio Nova Cidade I, ocorreu entre os séculos IX e XVI DC.</p>
</div>
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<div class="eb-image-figure is-responsive"><a class="eb-image-viewport"> <img decoding="async" src="https://d1c51fywilmmrx.cloudfront.net/images/p/34487/b2ap3_large_Captura-de-Tela-2021-11-18-as-15.08.23.png" /></a></div>
<div class="eb-image-caption">Foto: Reprodução</div>
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<p>As três ocupações identificadas no sítio Nova Cidade e nos sítios próximos se estendem até o período da chegada dos europeus. Os materiais cerâmicos coletados estão associados às fases Manacapuru e Paredão, da tradição Borda Incisa, e à fase Guarita da Tradição Policrômica.</p>
<p>Segundo o Professor, ainda é possível encontrar  nos dias atuais fragmentos desses objetos, apesar de grande parte ter sido destruída com o tempo e a ocupação. Uma das consequências que podem vir a surgir são o aparecimento de valas e crateras que se formam no ambiente, chamadas de voçorocas.</p>
<p><strong data-redactor-tag="strong" data-verified="redactor">Saiba mais:</strong><a title="" href="https://portalamazonia.com/estados/amazonas/conheca-o-fenomeno-das-vocorocas-as-crateras-que-se-formam-na-regiao-urbana-de-manaus" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Conheça o &#8220;fenômeno&#8221; das Voçorocas; as crateras que se formam na região urbana de Manaus.</a></p>
<p>Assim, ainda podem vir a superfície novos pedaços e fragmentos no local, &#8220;a medida que for retirando a cobertura vegetal e as águas pluviais forem cavando o solo&#8221; que é arenoso e argiloso, como explica o professor.</p>
<p>Foto: Acervo pessoal / Carlos Augusto da Silva</p>
<p>Fonte: Portal Amazônia</p>
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