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	<title>Norte - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Norte - Portal NDC</title>
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		<title>Inverno Amazônico: cidades do Norte enfrentam chuvas intensas enquanto o resto do país vive o verão; entenda o fenômeno</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inverno-amazonico-cidades-do-norte-enfrentam-chuvas-intensas-enquanto-o-resto-do-pais-vive-o-verao-entenda-o-fenomeno/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jan 2025 18:43:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas intensas]]></category>
		<category><![CDATA[inverno amazônico]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[Fenômeno intensifica as chuvas na região, contribuindo para a cheia dos rios, que em 2024 enfrentaram secas extremas, e agrava o aumento de doenças respiratórias. Enquanto o Brasil se aquece com o verão, o Norte vive o &#8216;inverno amazônico&#8217;, uma temporada de chuvas intensas que altera o clima da região e causa impactos no cotidiano [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1086039957" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Fenômeno intensifica as chuvas na região, contribuindo para a cheia dos rios, que em 2024 enfrentaram secas extremas, e agrava o aumento de doenças respiratórias.</p>
<div id="chunk-dt6pp">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Enquanto o Brasil se aquece com o verão, o Norte vive o &#8216;inverno amazônico&#8217;, uma temporada de chuvas intensas que altera o clima da região e causa impactos no cotidiano e no meio ambiente das cidades locais.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-dk3bg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">⛈️☔ O fenômeno intensifica as chuvas na região, contribuindo para a cheia dos rios, que em 2024 enfrentaram secas extremas na Amazônia.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-a2699">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">😷🤧 Além disso, a elevação da umidade do ar causa um aumento nas doenças respiratórias, como observado na última quinta-feira (2), quando 5.261 pessoas procuraram unidades de saúde em Manaus em um único dia devido ao aumento de casos de síndromes gripais leves, associadas ao período de chuvas intensas, segundo a Secretaria de Saúde do Amazonas.</p>
<div id="chunk-daual">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A meteorologista Andrea Ramos explica que o fenômeno, presente em todos os estados da Região Norte — Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins — é resultado de uma combinação de diversos fatores:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5qdnv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="14">
<ul class="content-unordered-list">
<li><strong>🌦️ A ausência de estações bem definidas na Região Norte;</strong></li>
<li><strong>🌦️ A oscilação de uma faixa de nebulosidade sobre a linha do Equador;</strong></li>
<li><strong>🌦️ O transporte de umidade do Atlântico Norte;</strong></li>
<li><strong>🌦️ E, por fim, especificamente neste ano, o fenômeno La Niña.</strong></li>
</ul>
</div>
</div>
<div id="chunk-56ucr">
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="15">
<div class=" mc-column  content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/SabLKuYEWmHmq71VhGhqrHAf8R0=/0x0:4032x3024/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/E/s/rrnYbFQW6IWuAbgj6a3w/tempestade-manaus.jpeg" sizes="(max-width: 1536px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/y4pSOuk7MpT7jMop0WFiv84EdJw=/0x0:4032x3024/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/E/s/rrnYbFQW6IWuAbgj6a3w/tempestade-manaus.jpeg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/SabLKuYEWmHmq71VhGhqrHAf8R0=/0x0:4032x3024/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/E/s/rrnYbFQW6IWuAbgj6a3w/tempestade-manaus.jpeg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/JL0V578iK5hvWlSjwMD6dO8omtc=/0x0:4032x3024/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/E/s/rrnYbFQW6IWuAbgj6a3w/tempestade-manaus.jpeg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/f-a458SwyrF0FMgZe4eKrfuoFx4=/0x0:4032x3024/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2025/E/s/rrnYbFQW6IWuAbgj6a3w/tempestade-manaus.jpeg 600w" alt="Registro de formação de tempestade em Manaus — Foto: Daniel Landazuri, g1 AM" width="647" height="485" /><p class="wp-caption-text">Registro de formação de tempestade em Manaus — Foto: Daniel Landazuri, g1 AM</p></div>
</figure>
</div>
<div id="chunk-37ujh">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="50" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">&#8220;Ao contrário do restante do país, onde as estações são mais bem definidas, na Região Norte não é possível perceber essa divisão. Lá, temos o período chuvoso — o inverno amazônico — e o período menos chuvoso, conhecido como verão. <strong><span class="highlight highlighted">O período de chuvas vai de outubro a março</span></strong>&#8220;, explicou.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fbanb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="39" data-block-id="19">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">➡️ Sobre o La Niña — que se refere ao resfriamento da faixa Equatorial Central e Centro-Leste do Oceano Pacífico —, Andrea acredita que, apesar de ser um fenômeno importante, ele terá pouca influência na Região Norte este ano.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-2p8mk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="74" data-block-id="20">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;Não estamos observando algo muito acentuado. O fenômeno deve atingir seu pico entre janeiro e fevereiro, mas não será algo significativo. As chuvas que ocorrem neste período na Amazônia são originadas dessa faixa de nebulosidade que fica sob a Linha do Equador e avança, em determinados momentos do ano, para a América Central e, durante este período, para a Região Norte do Brasil. Esse avanço é acompanhado também pela umidade vinda do Atlântico&#8221;, explicou.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-bidfm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="18" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Isso, no entanto, não significa que a Região Norte não enfrente altas temperaturas durante o período chuvoso.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-fv810">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="42" data-block-id="22">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A chuva segue dentro do padrão, mas ocorre em grandes volumes, podendo chover em dois ou três dias o que seria esperado para um mês inteiro. Além disso, temos o calor excessivo e a umidade trazida por esses fenômenos&#8221;, explicou Andrea Ramos.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-85upu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="15" data-block-id="23">
<div class="content-intertitle">
<h2>☔ Umidade da Amazônia também influencia o volume de chuvas em outras partes do país</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-3gjcq">
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<div style="width: 657px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2-g1.glbimg.com/V7MI0-blpH7AkDh_g8fDCwlA7eM=/0x0:3000x2004/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/V/Jlz3PQRASrYIuGpPWTyQ/picada-mariante-dsc07848-fabio-tito.jpg" sizes="(max-width: 1536px) 648px, 100vw" srcset="https://s2-g1.glbimg.com/Zy970gaAdRPbiy5zLJeHHsdCMsk=/0x0:3000x2004/1000x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/V/Jlz3PQRASrYIuGpPWTyQ/picada-mariante-dsc07848-fabio-tito.jpg 1000w, https://s2-g1.glbimg.com/V7MI0-blpH7AkDh_g8fDCwlA7eM=/0x0:3000x2004/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/V/Jlz3PQRASrYIuGpPWTyQ/picada-mariante-dsc07848-fabio-tito.jpg 984w, https://s2-g1.glbimg.com/3hjIybxlKHW6DMhzQuQpwxQvhb8=/0x0:3000x2004/640x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/V/Jlz3PQRASrYIuGpPWTyQ/picada-mariante-dsc07848-fabio-tito.jpg 640w, https://s2-g1.glbimg.com/Z4OfZtGE0iH0FujgodYjQOnExq4=/0x0:3000x2004/600x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_59edd422c0c84a879bd37670ae4f538a/internal_photos/bs/2024/d/V/Jlz3PQRASrYIuGpPWTyQ/picada-mariante-dsc07848-fabio-tito.jpg 600w" alt="Umidade da Amazônia também influencia no volume de chuvas do restante do país. — Foto: Fábio Tito/g1" width="647" height="432" /><p class="wp-caption-text">Umidade da Amazônia também influencia no volume de chuvas do restante do país. — Foto: Fábio Tito/g1</p></div>
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</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-frqrb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><span class="highlight highlighted">Mas o inverno amazônico não é o único fator que faz o clima da Região Norte ser diferente do restante do país</span>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dfnb7">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">☀️⛱️Isso ocorre porque, enquanto as outras regiões do país vivenciam o inverno entre junho e setembro, <span class="highlight highlighted">os nortistas enfrentam o auge do calor no </span><strong><span class="highlight highlighted">&#8220;verão amazônico&#8221;</span></strong>, com temperaturas que podem ultrapassar os 35ºC e a sensação térmica chegar a 40ºC. 🥵</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-544mk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="70" data-block-id="27">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">&#8220;A umidade presente na Amazônia influencia as chuvas em todo o país, pois transporta essa umidade, que, associada ao calor, favorece as precipitações. Embora as frentes frias afetem as regiões Sul e Sudeste, são os rios atmosféricos que saem da Amazônia e se dirigem para o restante do país que têm um impacto significativo. A Amazônia desempenha um papel crucial no transporte da umidade para outras regiões&#8221;, explicou a meteorologista.</blockquote>
</div>
</div>
<div id="chunk-2qc7u">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="12" data-block-id="28">
<div class="content-intertitle">
<h2>🌦️ Região tem previsão de chuva intensa para o fim de semana</h2>
</div>
</div>
</div>
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</figure>
</div>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-6tcf9">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Cumprindo o padrão do inverno amazônico, os estados do Acre, Amapá, Pará, Rondônia, Tocantins e parte do Amazonas estão em alerta para chuvas intensas neste fim de semana.<strong> Apenas Roraima deve registrar tempo firme, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet)</strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-9r6qk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A previsão indica que a região pode enfrentar chuvas de 20 a 30 milímetros por hora, com uma média de 50 milímetros por dia. Além disso, há risco de corte de energia elétrica, queda de galhos, alagamentos e descargas elétricas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6hojl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><strong>🌦️ O alerta também abrange os estados do Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro e o Distrito Federal</strong>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5d93a">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O Inmet orienta que, em caso de rajadas de vento, as pessoas não se abriguem debaixo de árvores, devido ao risco de queda e descargas elétricas, e evitem estacionar veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-16p12">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Também é recomendado não utilizar aparelhos eletrônicos ligados à tomada e acionar a Defesa Civil ou o Corpo de Bombeiros caso surjam problemas devido à tempestade.</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">48679</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Limpeza urbana avança no Brasil, mas lixões ainda predominam no Norte e Nordeste</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/limpeza-urbana-avanca-no-brasil-mas-lixoes-ainda-predominam-no-norte-e-nordeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Nov 2024 14:49:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Limpeza urbana]]></category>
		<category><![CDATA[lixões]]></category>
		<category><![CDATA[Nordeste]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
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					<description><![CDATA[A Região Norte registrou o maior percentual de municípios que ainda utilizam lixões para destinação de resíduos sólidos, segundo a Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2023 – Suplemento de Saneamento (Munic), divulgada pelo IBGE. Na região, 76,1% das cidades destinam os resíduos a lixões, enquanto apenas 10,8% adotam aterros sanitários e 19,3% utilizam aterros controlados, considerados uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1059168622" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Região Norte registrou o maior percentual de municípios que ainda utilizam lixões para destinação de resíduos sólidos, segundo a <a href="https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/educacao/10586-pesquisa-de-informacoes-basicas-municipais.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Pesquisa de Informações Básicas Municipais 2023</a> – Suplemento de Saneamento (Munic), divulgada pelo IBGE.</p>
<p>Na região, 76,1% das cidades destinam os resíduos a lixões, enquanto apenas 10,8% adotam aterros sanitários e 19,3% utilizam aterros controlados, considerados uma solução intermediária. O cenário evidencia a desigualdade na gestão ambiental entre as regiões brasileiras.</p>
<p>No Nordeste, a dependência de lixões também é alta, com 58,7% dos municípios ainda utilizando essa prática, enquanto 25,5% adotam aterros sanitários e 17,2%, aterros controlados.</p>
<p>Já o Sudeste mostra uma situação mais equilibrada, com 43,3% dos municípios usando aterros sanitários, 29,2% optando por aterros controlados e apenas 13,7% recorrendo a lixões.</p>
<p>O Sul apresentou os melhores índices de destinação final dos resíduos. Apenas 7,5% dos municípios utilizam lixões, enquanto 45% recorrem a aterros sanitários e 18,7% a aterros controlados.</p>
<p>O Distrito Federal também se destacou ao erradicar os lixões, antes abrigando o maior lixão a céu aberto da América Latina.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Serviços de limpeza urbana abrangem quase todo o país</strong></h2>
<p>Quase todos os municípios brasileiros (99,8%) declararam ter serviços de limpeza urbana em 2023. O Norte e o Sul apresentaram a menor cobertura, com 99,6%, enquanto o Nordeste liderou com 99,9% dos municípios atendidos. No entanto, a qualidade da destinação final dos resíduos permanece desigual.</p>
<p>Dos municípios brasileiros, 31,9% ainda utilizam lixões, 28,6% empregam aterros sanitários e 18,7% optam por aterros controlados. O IBGE alerta que a má gestão dos resíduos pode causar contaminação do solo, emissão de gases de efeito estufa e proliferação de doenças.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Políticas municipais e educação ambiental ainda são desafios</strong></h2>
<p>Cerca de 46,5% dos municípios possuem Política Municipal de Resíduos Sólidos, enquanto 42,7% não adotaram nenhuma medida nesse sentido. Em termos de educação ambiental, apenas 31,8% das cidades desenvolvem programas voltados à limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos.</p>
<p>O IBGE reforça que municípios com maior porte populacional tendem a apresentar melhores índices de regulamentação e programas educativos, o que contribui para a conscientização ambiental e a gestão sustentável dos resíduos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: RealTime1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Região Norte registra maior tremor de terra da história do Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/regiao-norte-registra-maior-tremor-de-terra-da-historia-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jan 2024 14:51:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
		<category><![CDATA[Norte]]></category>
		<category><![CDATA[Terremoto]]></category>
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					<description><![CDATA[Com 6,6 graus, abalo foi sentido no Acre e Amazonas A Região Norte, registrou, neste sábado (20), o maior tremor de terra da história do Brasil. Com 6,6 graus na Escala Richter, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o terremoto ocorreu às 18h31 no horário de Brasília, 16h31 no horário local. Embora o Serviço [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-87121243" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Com 6,6 graus, abalo foi sentido no Acre e Amazonas</p>
<p>A Região Norte, registrou, neste sábado (20), o maior tremor de terra da história do Brasil. Com 6,6 graus na Escala Richter, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, o terremoto ocorreu às 18h31 no horário de Brasília, 16h31 no horário local.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1577212&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1577212&amp;o=node" /></p>
<p>Embora o Serviço Geológico dos Estados Unidos informe que o terremoto tenha ocorrido em Tarauacá, no Acre, as coordenadas exatas do tremor apontam para uma área isolada em Ipixuna, no Amazonas.</p>
<p>Até agora, não há registro de danos. Isso porque o abalo ocorreu a 614,5 quilômetros de profundidade, o que permite a dissipação da energia. Segundo os geólogos, um tremor nessa profundidade dificilmente é sentido pela população.</p>
<p>Em 7 de junho de 2022, Tarauacá, no noroeste do Acre, tinha registrado um abalo de 6,5 graus, o segundo maior tremor da história do país. Na ocasião, o terremoto não deixou vítimas, nem danos materiais.</p>
<p>Os tremores ocorrem porque a região está próxima da Cordilheira dos Andes, uma das zonas com maior atividade sísmica do planeta. Nos últimos 45 anos, houve cerca de 96 abalos sísmicos em um raio de 250 quilômetros de Tarauacá, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, nenhum com consequências graves.</p>
<p>Até agora, nem o governo do Acre, nem a prefeitura de Tarauacá se manifestaram. Antes das ocorrências no município acriano, o maior abalo sísmico da história do Brasil tinha sido registrado na região da Serra do Tombador, em Mato Grosso, em 31 de janeiro de 1955, com 6,2 graus na Escala Richter.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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