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	<title>Nicolás Maduro - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Nicolás Maduro - Portal NDC</title>
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		<title>Forças Armadas planejam grande ação militar próximo à fronteira com Venezuela</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/forcas-armadas-planejam-grande-acao-militar-proximo-a-fronteira-com-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 15:17:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasília]]></category>
		<category><![CDATA[forças armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Um dos objetivos é treinar tropas para uma eventual nova escalada de tensão com o regime de Nicolás Maduro As Forças Armadas planejam seu maior exercício militar de 2025 próximo à fronteira com a Venezuela. Um dos objetivos da ação é justamente treinar suas tropas para o caso de haver uma nova escalada de tensão [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1074465165" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Um dos objetivos é treinar tropas para uma eventual nova escalada de tensão com o regime de Nicolás Maduro</p>
<p>As Forças Armadas planejam seu maior exercício militar de 2025 próximo à fronteira com a Venezuela. Um dos objetivos da ação é justamente treinar suas tropas para o caso de haver uma nova escalada de tensão com o regime de Nicolás Maduro.</p>
<p>Oficiais com quem a <strong>CNN</strong> conversou relataram que o fato de Maduro ter diminuído sua retórica sobre invadir a região de Essequibo, na Guiana, não assegura a estabilidade da região.</p>
<p>Isso porque, na leitura de militares brasileiros, o rumo do país vizinho e em especial a estratégia militar é liderada pelo ministro da Defesa, Vladimir Padrino López, e pelos militares venezuelanos de alta patente que, na prática, sustentam Maduro no poder.</p>
<p>A preocupação aumentou nas últimas semanas conforme chegaram às Forças brasileiras a informação de que, do lado venezuelano, tem havido movimentação militar nas fronteiras da Venezuela com o Brasil e com a Guiana, como a construção de pequenas pistas de pouso, ponte provisórias e acampamentos de lona entricheirados. Além disso, após a posse de Maduro, o país vizinho fechou a fronteira com o Brasil.</p>
<p>Batizada internamente de “Operação Atlas”, a ideia das Forças Armadas é que sejam deslocados já a partir do primeiro semestre grande parte do efetivo de veículos blindados e não blindados, além de estimados 8 mil oficiais.</p>
<p>O mês escolhido é o de novembro, o que coincidirá com a COP30, quando dezenas de autoridades brasileiras e mundiais estarão reunidas em Belém. Militares, porém, garantem que o objetivo da Operação Atlas é muito mais treinar as tropas e mostrar poder de dissuasão do que demonstrar presença militar próximo ao evento.</p>
<p>Tanto que o principal palco da operação será Roraima, estado brasileiro que faz fronteira com a Venezuela. O plano prevê, além do treinamento em si, que deve durar cerca de 15 dias, desenvolver a capacidade militar brasileira de logística e transporte em uma região de difícil acesso.</p>
<p>Uma graduada fonte do governo relatou à <strong>CNN</strong> que, na primeira vez em que Maduro ameaçou invadir Essequibo, no final de 2023, o Exército mandou tropas para Roraima.</p>
<p>Mas houve a leitura de que seria necessária uma maior agilidade caso houvesse real necessidade de utilização da Força. Aí que já nasceu a ideia de que Roraima fosse o palco de uma ampla operação deste ano.</p>
<p>Além disso, fontes civis e militares ligadas ao planejamento da Operação Atlas relataram à <strong>CNN</strong> que há também o interesse de setores do governo de demonstrar aos Estados Unidos — cujo novo presidente Donald Trump assume na semana que vem — e à Europa que o Brasil está comprometido com a estabilidade da região e não assistirá passivo qualquer ameaça. Tampouco que depende de apoio externo para resolver a situação.</p>
<p>Essa avaliação cresceu depois que os americanos ampliaram os sinais de apoio a Guiana. A agora ex-comandante militar do Sul, Laura Richardson, esteve na região em 2024, e os Estados Unidos encaminharam também grupos de militares para intercâmbios com oficiais do país.</p>
<p>Militares brasileiros enxergaram a movimentação como um sinal de que as potências ocidentais não confiam em Brasília para dissuadir Maduro caso ele avance sobre Essequibo.</p>
<p>Embora recentemente tenham se distanciado, o presidente Lula e o PT tem uma relação histórica com Maduro e o chavismo, e lideraram um frustrado movimento de acenos ao regime antes, durante e depois da eleição de Maduro em julho de 2024, apontada pela oposição e por diversos países como fraudada.</p>
<p>Por outro lado, a Guiana, onde fica a região de Essequibo, tem ligação histórica com os Estados Unidos e em especial com a Inglaterra, de quem foi colônia. A Operação Atlas é vista nas Forças como uma espécie de expansão da Operação Perseu, realizada neste ano pelo Exército brasileiro no vale do Paraíba e que contou com ampla mobilização da força terrestre.</p>
<p>No entanto, a ideia do Ministério da Defesa é de que, ao contrário da Perseu, a Operação Atlas seja feita com presença maciça das três Forças: Exército, Marinha e Aeronáutica. Até agora, a Marinha tem tido uma resistência maior a participar, por entender que o palco de ação não favorece suas tropas. Roraima é acessível pelo ar e pela terra, mas o acesso por água é feito somente por rios, já que o estado não é banhado pelo mar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: CNN</em></p>
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		<item>
		<title>Brasil condena prisões, ameaças e perseguições na Venezuela</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/brasil-condena-prisoes-ameacas-e-perseguicoes-na-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jan 2025 18:41:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Itamaraty]]></category>
		<category><![CDATA[MRE]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[violações]]></category>
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					<description><![CDATA[Em nota, Itamaraty disse que denúncias são motivo de preocupação O Ministério das Relações Exteriores afirmou neste sábado (11) que as denúncias de violações de direitos humanos cometidas contra opositores do governo de Nicolás Maduro, na Venezuela, são motivo de preocupação para o Brasil. Em nota, o Itamaraty destaca que o receio do governo brasileiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2167669859" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em nota, Itamaraty disse que denúncias são motivo de preocupação<br /><br />O Ministério das Relações Exteriores afirmou neste sábado (11) que as denúncias de violações de direitos humanos cometidas contra opositores do governo de Nicolás Maduro, na Venezuela, são motivo de preocupação para o Brasil.<br /><br />Em nota, o Itamaraty destaca que o receio do governo brasileiro se ampliou diante da cena política instalada com as eleições presidenciais realizadas no ano passado, no país vizinho. O pleito ocorreu em 28 de julho.<br /><br />&#8220;Embora reconheçamos os gestos de distensão pelo governo Maduro – como a liberação de 1,5 mil detidos nos últimos meses e a reabertura do Escritório do Alto Comissário de Direitos Humanos das Nações Unidas em Caracas, o governo brasileiro deplora os recentes episódios de prisões, de ameaças e de perseguição a opositores políticos&#8221;, escreve a pasta na missiva divulgada nesta manhã.<br /><br />O ministério pondera, ainda, que, &#8220;para a plena vigência de um regime democrático, é fundamental que se garantam a líderes da oposição os direitos elementares de ir e vir e de manifestar-se pacificamente com liberdade e com garantias à sua integridade física&#8221;.<br /><br />&#8220;O Brasil exorta, ainda, as forças políticas venezuelanas ao diálogo e à busca de entendimento mútuo, com base no respeito pleno aos direitos humanos com vistas a dirimir as controvérsias internas.&#8221;<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<title>Nicolás Maduro assume terceiro mandato na Venezuela hoje</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/nicolas-maduro-assume-terceiro-mandato-na-venezuela-hoje/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 13:37:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[terceiro mandato]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Líder chavista de 62 anos governa o país desde 2013; em resposta às tensões, exército colombiano intensificou o patrulhamento na fronteira Nicolás Maduro assume nesta sexta-feira (10) seu terceiro mandato na Venezuela, em um cenário marcado por crescente repressão contra opositores. Em protesto liderado pela líder opositora Maria Corina Machado, que declarou que o regime [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4283588665" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Líder chavista de 62 anos governa o país desde 2013; em resposta às tensões, exército colombiano intensificou o patrulhamento na fronteira<br /><br /><strong><em>Nicolás Maduro</em></strong> assume nesta sexta-feira (10) seu terceiro mandato na <strong>Venezuela</strong>, em um cenário marcado por crescente repressão contra opositores. Em protesto liderado pela líder opositora Maria Corina Machado, que declarou que o regime de Maduro chegou ao fim. Durante o protesto, houve relatos de que Machado foi detida à força por militares chavistas, que teriam disparado armas de fogo e a forçado a gravar vídeos antes de liberá-la. O ministro do Interior venezuelano, Diosdado Cabello, negou as acusações, classificando-as como “invenções”.<br /><br />A tentativa de prender Maria Corina Machado foi vista como um sinal de fraqueza do regime de Maduro, segundo manifestantes. A ação gerou condenação internacional, com o governo espanhol criticando a repressão, Colômbia reprovando o assédio sistemático a líder e os Estados Unidos exigindo que se respeite o direito de Corina de falar livremente.<br /><br />Donald Trump chamou o opositor venezuelano, Edmundo González, de presidente eleito e afirmou que tanto ele quanto Corina expressam a vontade de povo por meio de grandes manifestações contra Maduro. O presidente do Chile, Gabriel Boric, também se manifestou, pedindo esforços para restaurar a democracia na Venezuela. Especialistas, como o professor de relações internacionais Manuel Furriela, destacam que a prisão de Machado poderia ser prejudicial à imagem do governo, que já enfrenta críticas internacionais por manter presos políticos.<br /><br />A posse de Maduro, cercada por denúncias de fraude eleitoral, intensifica o temor de um endurecimento da repressão no país. No poder desde 2013, presidente venezuelano não deve ser reconhecido como presidente legítimo pela maior parte da comunidade internacional. Em resposta às tensões, o exército colombiano intensificou o patrulhamento na fronteira.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Procurador-geral da Venezuela diz que Lula mentiu sobre acidente para não ir à cúpula dos Brics</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/procurador-geral-da-venezuela-diz-que-lula-mentiu-sobre-acidente-para-nao-ir-a-cupula-dos-brics/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Oct 2024 22:28:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[acidente doméstico]]></category>
		<category><![CDATA[Brics]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Declarações foram feitas por Tarek William Saab em publicação nas redes sociais; ele alegou ter ‘fontes diretas’ que confirmariam suposta manipulação do presidente brasileiro, embora não tenha apresentado provas O procurador-geral da Venezuela, Tarek William Saab, acusou o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de ter manipulado o acidente doméstico que sofreu recentemente para justificar sua [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1261079595" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Declarações foram feitas por Tarek William Saab em publicação nas redes sociais; ele alegou ter ‘fontes diretas’ que confirmariam suposta manipulação do presidente brasileiro, embora não tenha apresentado provas</p>
<p>O procurador-geral da <strong>Venezuela</strong>, Tarek William Saab, acusou o presidente brasileiro <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong> (PT) de ter manipulado o acidente doméstico que sofreu recentemente para justificar sua ausência na cúpula do Brics e, com isso, vetar a entrada da Venezuela no bloco.</p>
<p>Segundo Saab, Lula usou o acidente como “álibi” para não comparecer ao evento e evitar a responsabilidade perante outros líderes, incluindo <strong>Nicolás Maduro</strong>. As declarações foram feitas por Saab em uma publicação nas redes sociais, na qual o procurador venezuelano alegou ter “fontes diretas” que confirmariam a suposta manipulação do presidente brasileiro, embora ele não tenha apresentado provas.</p>
<p>O incidente que afastou Lula do encontro ocorreu em 19 de outubro, quando o presidente caiu ao cortar as unhas do pé, resultando em uma batida na cabeça e uma pequena hemorragia.</p>
<p>O petista recebeu atendimento médico e foi orientado a evitar viagens de longa duração. Um vídeo divulgado posteriormente mostra o presidente em um evento público com uma cicatriz na cabeça, o que, segundo Saab, evidenciaria uma recuperação que contradiz a gravidade do acidente alegado.</p>
<p>A ausência de Lula no Brics foi marcada pela presença de representantes do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, que vetaram a inclusão da Venezuela no grupo. Esse veto gerou reações negativas no governo venezuelano, que considerou a postura brasileira uma “agressão” e um “gesto hostil”, expressando “indignação e vergonha” pelo que classificou como uma atitude “inexplicável e imoral”.</p>
<p>Em resposta, o ex-chanceler brasileiro Celso Amorim, assessor especial da Presidência, afirmou que a decisão teve relação com um “rompimento de confiança” entre os dois países, uma vez que o governo Maduro não teria cumprido a promessa de divulgar as atas eleitorais da última eleição, que reconduziu Maduro ao cargo sob acusações de fraude. O procurador-geral venezuelano já havia associado Lula a teorias conspiratórias, alegando que o presidente brasileiro teria sido “cooptado” pela CIA, mas o governo venezuelano esclareceu que essas declarações são de responsabilidade exclusiva de Saab e não refletem a posição oficial de Caracas.</p>
<div class="list-related-posts"> </div>
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<div>Fonte: Jovem Pan</div>
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		<item>
		<title>Maduro antecipa o Natal para outubro em meio a crise política na Venezuela</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/maduro-antecipa-o-natal-para-outubro-em-meio-a-crise-politica-na-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Sep 2024 19:34:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Edmundo González]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições venezuelanas]]></category>
		<category><![CDATA[natal]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Decreto foi emitido no mesmo dia em que o Ministério Público obteve um mandado de prisão para opositor, Edmundo González O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que o Natal começará no dia 1º de outubro no país como expressão de “agradecimento” ao povo venezuelano. O decreto foi emitido no mesmo dia em que o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2129649847" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Decreto foi emitido no mesmo dia em que o Ministério Público obteve um mandado de prisão para opositor, Edmundo González<br /><br />O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, anunciou que o Natal começará no dia 1º de outubro no país como expressão de “agradecimento” ao povo venezuelano. O decreto foi emitido no mesmo dia em que o Ministério Público obteve um mandado de prisão para o candidato presidencial da oposição, Edmundo González.<br /><br />“Setembro está chegando e eu disse: setembro e já cheira a Natal. E é por isso que este ano em homenagem a vocês, em agradecimento a vocês, vou decretar o Natal antecipado para 1º de outubro, com paz, felicidade e segurança”, disse Maduro durante seu programa semanal na segunda-feira (2).<br /><br />A CNN entrou em contato com a Conferência Episcopal Venezuelana e da Arquidiocese de Caracas sobre o anúncio do presidente, mas ainda não obteve resposta.<br /><br />Depois das eleições de 28 de julho, a Conferência Episcopal Venezuelana pediu respeito pelo voto popular nas eleições e manifestou solidariedade com aqueles que “vivem a angústia de não saber a localização dos detidos”.<br /><br />Enquanto isso, as mensagens de apoio a González da comunidade internacional continuam com apelos para garantir a liberdade e a segurança do candidato presidencial da oposição Plataforma Unitária Democrática (PUD).<br /><br /><br /><br /><br />Fonte: CNN</p>
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		<title>Lula diz que governo Maduro tem ‘viés autoritário’, mas evita rotulá-lo como ditadura</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-diz-que-governo-maduro-tem-vies-autoritario-mas-evita-rotula-lo-como-ditadura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Aug 2024 18:07:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eleições na Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[pt]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente sugere esperar a decisão da Suprema Corte da Venezuela e defende solução pacífica para a crise venezuelana O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do Partido dos Trabalhadores, comentou sobre a situação política na Venezuela, descrevendo o governo de Nicolás Maduro como um “regime muito desagradável” e com um “viés autoritário”, mas não o classificou como uma ditadura. Durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3304129674" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Presidente sugere esperar a decisão da Suprema Corte da Venezuela e defende solução pacífica para a crise venezuelana</p>
<p>O presidente <strong>Luiz Inácio Lula da Silva</strong>, do <strong>Partido dos Trabalhadores</strong>, comentou sobre a situação política na <strong>Venezuela</strong>, descrevendo o governo de <strong>Nicolás Maduro</strong> como um “regime muito desagradável” e com um “viés autoritário”, mas não o classificou como uma ditadura. Durante uma entrevista à Rádio Gaúcha, Lula reconheceu as dificuldades enfrentadas pelo país vizinho, mas se distanciou da ideia de rotulá-lo como uma ditadura clássica. “Não acho que é uma ditadura. É diferente de ditadura. É um governo com viés autoritário, mas não é uma ditadura como conhecemos nesse mundo”, afirmou.</p>
<p>Em relação à crise venezuelana, Lula sugeriu a possibilidade de novas eleições ou a formação de um governo de coalizão como alternativas para a resolução dos problemas. No entanto, ele optou por aguardar a decisão da Suprema Corte da Venezuela sobre o resultado das eleições, que declarou Maduro como reeleito, apesar das alegações de fraude por parte da oposição, que afirma que seu candidato obteve 67% dos votos.</p>
<p>O presidente brasileiro também enviou seu assessor especial, <strong>Celso Amorim</strong>, para observar o processo eleitoral na Venezuela. Lula mencionou que houve tentativas iniciais de impedir a viagem de Amorim ao país. “Quando o Celso Amorim ia viajar pra Venezuela, eu fui informado que eles tinha pedido para o Celso Amorim não ir pra Venezuela. Mandei comunciar eles que se ele não pudesse ir, eu ia comunicar imprensa que a Venezuela estava impedindo. Aí deixaram ir”, disse.</p>
<p>Lula não acredita que haja um risco iminente de guerra civil na Venezuela, considerando que os países vizinhos estão dispostos a colaborar para encontrar uma solução pacífica para a crise. Além disso, ele se mostrou em desacordo com a nota oficial do PT que reconheceu a vitória de Maduro, enfatizando que a resolução dos problemas da Venezuela deve ser uma responsabilidade dos próprios venezuelanos.</p>
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<div>Fonte: Jovem Pan</div>
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<div class="container-image-text"> </div>
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		<title>Lula diz que ainda não reconhece eleição de Maduro e afirma que venezuelano deve explicações</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-diz-que-ainda-nao-reconhece-eleicao-de-maduro-e-afirma-que-venezuelano-deve-explicacoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 15:33:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições venezuelanas]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente afirma que relação com o vizinho está “deteriorada” O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (15), que a relação com a Venezuela está “deteriorada” e disse “ainda não reconhecer” a reeleição de Nicolás Maduro. Segundo Lula, o líder venezuelano deve explicações para o Brasil e para o mundo sobre o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2369227526" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Presidente afirma que relação com o vizinho está “deteriorada”<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, nesta quinta-feira (15), que a relação com a Venezuela está “deteriorada” e disse “ainda não reconhecer” a reeleição de Nicolás Maduro.<br /><br />Segundo Lula, o líder venezuelano deve explicações para o Brasil e para o mundo sobre o processo eleitoral realizado no mês passado. A declaração de Lula ocorreu em entrevista à Rádio T, em Curitiba.<br /><br />Questionado sobre reconhecer ou não Maduro como reeleito, Lula respondeu “ainda não”.<br /><br />“Ele sabe que está devendo uma explicação para a sociedade brasileira e para o mundo. Tem que apresentar os dados. Agora, os dados têm que ser apresentados por algo que seja confiável. O CNE [Conselho Nacional Eleitoral], que tem gente da oposição, poderia ser. Mas ele mandou para a Suprema Corte dele. Eu não posso julgar a Suprema Corte de outro país.</p>
<h2>Relação deteriorada</h2>
<p>Lula disse ter tido “muita relação” com Hugo Chávez. “E essa relação ficou deteriorada, porque a situação está ficando deteriorada na Venezuela”, acrescentou.</p>
<p>“Conversei com o Maduro anteriormente, dizendo que a<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/politica/eleicoes-na-venezuela-brasil-se-preocupa-com-divulgacao-paralela-de-resultados/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> transparência eleitoral e leg</a>itimidade do resultado era o que iria permitir a gente continuar brigando para que fossem suspensas as sanções contra a Venezuela”, declarou o presidente.</p>
<p>“Quando começa a divulgar os resultados, começa a confusão. O Maduro anunciou que tinha ganho, a oposição anunciou que tinha ganho. O que eu fiz? Disse que era importante que a gente tivesse alguém para analisar as atas”, continuou Lula.</p>
<p>“Queremos que o Conselho Nacional, que cuidou das eleições, diga publicamente quem ganhou, porque até agora ninguém disse.”</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<title>Mesmo sem auditoria, EUA reconhecem vitória da oposição na Venezuela</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mesmo-sem-auditoria-eua-reconhecem-vitoria-da-oposicao-na-venezuela/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 13:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[auditoria]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[oposição]]></category>
		<category><![CDATA[oposição na Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Maduro diz que o país deve “manter o nariz fora da Venezuela” Venezuela&#8211; Os Estados Unidos (EUA) reconheceram a vitória do opositor Edmundo González na eleição da Venezuela mesmo sem que tenham sido feito as auditorias dos resultados emitidos pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do país. Em resposta, Nicolás Maduro diz que EUA “devem manter [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2443970568" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Maduro diz que o país deve “manter o nariz fora da Venezuela”<br /><br /><strong>Venezuela</strong>&#8211; Os Estados Unidos (EUA) reconheceram a vitória do opositor Edmundo González na eleição da Venezuela mesmo sem que tenham sido feito as auditorias dos resultados emitidos pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE) do país. Em resposta, Nicolás Maduro diz que EUA “devem manter o nariz fora da Venezuela”. <br /><br />O Departamento de Estado dos EUA usou como base os documentos divulgados pela oposição. A campanha de Edmundo González publicou na internet as atas eleitorais das mesas de votação que eles tiveram acesso e que representariam cerca de 80% do total das urnas. De acordo com esses documentos, González venceu Maduro.<br /><br />“Os dados eleitorais demonstram de forma esmagadora a vontade do povo venezuelano: o candidato da oposição democrática Edmundo González obteve o maior número de votos nas eleições de domingo. Os venezuelanos votaram e os seus votos devem contar”, disse o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinker, nesta quinta-feira (1).<br /><br />Até então, a Casa Branca não havia defendido a vitória de Edmundo e apenas pedia a publicação dos dados detalhados de cada uma das 30 mil mesas de votação do país, o que ainda não foi feito pelo CNE.<br /><br />“A rápida declaração do CNE de Nicolás Maduro como o vencedor da eleição presidencial não foi acompanhada de nenhuma evidência. O CNE ainda não publicou dados desagregados ou qualquer uma das atas de apuração de votos”, afirmou a nota divulgada pelo órgão estadunidense.<br /><br />Como o CNE não publicou as atas, o Departamento de Estado dos EUA diz que “a oposição democrática publicou mais de 80% das atas de apuração recebidas diretamente das seções eleitorais em toda a Venezuela. Essas atas indicam que Edmundo González Urrutia recebeu a maioria dos votos nessa eleição por uma margem insuperável”.<br /><br />O governo do país norte-americano diz ainda que fez “amplas consultas a parceiros e aliados em todo o mundo” e que nenhum deles concluiu que Maduro tenha recebido a maioria dos votos.<br /><br />Em resposta ao posicionamento de Washington, o presidente venezuelano afirmou que “os Estados Unidos devem manter o nariz fora da Venezuela, porque o povo soberano é quem governa na Venezuela, quem dá o tom, quem decide”, segundo a Telesur, veículo estatal do país.<br /><br /><strong>Recurso</strong><br />O presidente Nicolás Maduro apresentou na quarta-feira (31) um recurso ao Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) pedindo perícia das atas, dizendo estar disposto a apresentar 100% das atas que estão em mãos do PSUV (partido do governo). O STJ convocou todos os dez candidatos para as 3h da tarde (horário de Brasília) desta sexta-feira (2) à comparecem ao Tribunal para iniciar a investigação sobre os resultados do pleito.<br /><br />Como as atas com os resultados da votação em cada urna são distribuídas aos fiscais de cada partido presentes no local da votação, seria possível conferir os diferentes documentos, que contam com códigos que comprovariam sua veracidade.<br /><br />A posição dos EUA diverge da do Brasil, Colômbia e México que nesta quinta-feira (1) emitiram nota conjunta pedindo que as autoridades venezuelanas apresentem os dados desagregados da eleição, sem afirmar que nenhum dos candidatos tenha ganho a votação do último domingo (28).<br /><br />Na madrugada de segunda-feira (29), o CNE divulgou que Nicolás Maduro venceu a eleição com 51,21% dos votos e Edmundo González teria ficado com 44%. Porém, como não foram publicados os dados por mesa, a oposição, observadores internacionais e diversos países tem questionado o resultado.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: D24am</p>
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		<title>Maduro acusa Elon Musk por ataque hacker ao Conselho Nacional Eleitoral</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/maduro-acusa-elon-musk-por-ataque-hacker-ao-conselho-nacional-eleitoral/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jul 2024 16:18:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[antigo Twitter]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional Eleitoral]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[Hacker]]></category>
		<category><![CDATA[maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<category><![CDATA[X]]></category>
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					<description><![CDATA[Comissão especial com assessoria russa e chinesa foi criada para avaliar o sistema de segurança do país venezuelano Venezuela – O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, disse que o país vai criar uma comissão especial com ajuda de assessorias russa e chinesa para avaliar o sistema de cibersegurança do país. As autoridades venezuelanas afirmam que um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2812427977" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Comissão especial com assessoria russa e chinesa foi criada para avaliar o sistema de segurança do país venezuelano<br /><br /><strong>Venezuela</strong> – O presidente da Venezuela, Nicolas Maduro, disse que o país vai criar uma comissão especial com ajuda de assessorias russa e chinesa para avaliar o sistema de cibersegurança do país. As autoridades venezuelanas afirmam que um ataque hacker desestabilizou o sistema de comunicação do Conselho Nacional Eleitoral (CNE) no dia da eleição, atrasando o trabalho do órgão.<br /><br /></p>
<p>Ainda segundo o mandatário venezuelano, por trás desse ataque estaria o multibilionário Elon Musk, dono da plataforma X, antigo Twitter, e de diversas indústrias, desde carros elétricos até satélites.</p>
<p>“Foi proposta e decidida a criação de uma comissão especial para avaliar, com assessoria russa e chinesa, o sistema de segurança do país que está a ser atacado, e especialmente o ataque que causou graves danos ao sistema de comunicação da CNE. O Poder Eleitoral informará o país, mas já foi solicitado a assessoria, pois tenho certeza de que os ataques foram dirigidos pelo poder de Elon Musk”, disse Maduro.</p>
<p>Nos últimos dias, Elon Musk tem atacado Maduro e as eleições venezuelanas nas redes sociais. Em abril deste ano, o multibilionário atacou a justiça brasileira por tomar decisões contra supostos grupos organizados nas redes sociais envolvidos no 8 de janeiro de 2023 no Brasil, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro invadiram as sedes dos Poderes, em Brasília, questionando o resultado eleitoral de 2022.</p>
<p>CNE<br />O Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela tem sido pressionado nos últimos dias para divulgar as atas eleitorais que permitem a auditoria dos resultados anunciados pelo Conselho Nacional Eleitoral (CNE), que deu 51,21% dos votos à Maduro contra 44% à Edmundo González.</p>
<p>Como as atas não foram publicadas, parte da oposição tem alegado uma suposta fraude e convocado manifestações.</p>
<p>Atos violentos e protestos ocorreram em várias partes do país e já se calculam mortos, dezenas de feridos e centenas de presos. O governo Maduro acusa que há uma tentativa de golpe de Estado e forças opositoras pedem que os militares tomem hajam contra o governo.</p>
<p>“Por detrás desse plano que denunciei está o império dos Estados Unidos, do tráfico de drogas colombiano, de Elon Musk e da direita extremista fascista do mundo. Eles vieram contra a Venezuela porque acreditaram que poderiam tomá-la. Baseado em todas as campanhas da rede sociais para desestabilizar uma sociedade”, disse Maduro em uma reunião com o Conselho de ministros de Estado.</p>
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<p>Fonte: D24am</p>
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		<title>Maduro ataca sistema eleitoral do Brasil e diz que resultados não são auditados</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/maduro-ataca-sistema-eleitoral-do-brasil-e-diz-que-resultados-nao-sao-auditados/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 13:27:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Auditabilidade]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva (Lula)]]></category>
		<category><![CDATA[Nicolás Maduro]]></category>
		<category><![CDATA[TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Urna eletrônica]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Maduro ataca sistema eleitoral do Brasil e diz que resultados não são auditados O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou o sistema eleitoral brasileiro durante comício nesta terça-feira (23), no estado de Aragua. O presidente afirmou, sem provas, que os resultados das urnas eletrônicas do Brasil não são auditados. “No Brasil, nem um único boletim [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-126752251" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Maduro ataca sistema eleitoral do Brasil e diz que resultados não são auditados<br /><br />O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou o sistema eleitoral brasileiro durante comício nesta terça-feira (23), no estado de Aragua. O presidente afirmou, sem provas, que os resultados das urnas eletrônicas do Brasil não são auditados.<br /><br />“No Brasil, nem um único boletim de urna é auditado”, disse Maduro a uma multidão no evento político.<br /><br />“Temos o melhor sistema eleitoral do mundo, temos 16 auditorias”, disse o presidente, argumentando que seu país realiza, ainda, uma auditoria em tempo real de 54% das urnas. “Em que outra parte do mundo se faz isso?”<br /><br />Além do Brasil, Maduro também criticou os processos de apuração eleitoral dos Estados Unidos e da Colômbia, onde, de acordo com ele, os votos também não são auditados. A íntegra do comício foi publicada pelo presidente em sua conta oficial no X.<br /><br />A crítica acontece após o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dizer que Maduro precisa respeitar o processo democrático e o resultado das eleições da Venezuela, que acontecerão neste domingo (28).</p>
<p>Lula acrescentou, em entrevista no Palácio do Alvorada, que ficou “assustado” com a declaração de Maduro sobre um “banho de sangue” na Venezuela caso seja derrotado nas urnas.</p>
<p>“Quem perde as eleições toma um banho de voto. O Maduro tem que aprender: quando você ganha, você fica; quando você perde, você vai embora”, disse Lula.</p>
<p>Em resposta, Maduro disse que, “quem se assustou, que tome um chá de camomila”.</p>
<p>“Eu não disse mentiras, só fiz uma reflexão. Quem se assustou, que tome uma camomila, porque este povo da Venezuela já passou por muita coisa e sabe o que eu estou dizendo. E na Venezuela, vai trunfar a paz”, respondeu o venezuelano.</p>
<figure id="attachment_2278515" class="wp-caption alignnone" aria-describedby="caption-attachment-2278515">
<div id="attachment_2278515" style="width: 1034px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2278515" class="wp-image-2278515 size-large" src="https://www.cnnbrasil.com.br/wp-content/uploads/sites/12/2023/05/lula-maduro-e1685378628991.png?w=1024" alt="" width="1024" height="596" /><p id="caption-attachment-2278515" class="wp-caption-text">Nicolás Maduro e Lula no Palácio do Planalto em maio de 2023 / Ricardo Stuckert/Divulgação</p></div>
</figure>
<h2>As urnas no Brasil são auditadas</h2>
<p>O Brasil conta com um forte sistema de segurança e transparência na contagem de votos, e qualquer partido, coligação e federação partidária pode fiscalizar todas as fases do processo de votação e apuração das eleições, assim como o processamento eletrônico da totalização dos resultados.</p>
<p>A lei permite, ainda, que os partidos políticos contratem empresas privadas para realizar a auditoria dos sistemas, como explica a repórter Manoela Carlucci, da <strong>CNN</strong>.</p>
<p>Essas empresas devem cumprir alguns critérios estabelecidos para então estarem habilitadas a receber os programas de computador utilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que são alimentados em tempo real pelo sistema oficial de apuração e totalização dos votos.</p>
<h2>Como funciona a auditoria das urnas</h2>
<ul>
<li><strong>30 dias antes</strong></li>
</ul>
<p>A auditoria de funcionamento das urnas eletrônicas serve para demonstrar o funcionamento e a segurança dos aparelhos.</p>
<p>Esse processo começa 30 dias antes da eleição, quando os Tribunais Regionais Eleitorais nomeiam uma Comissão de Auditoria de Funcionamento das Urnas Eletrônicas. <b></b></p>
<ul>
<li><b>Um dia antes da eleição</b></li>
</ul>
<p>Um dia antes da votação oficial, a Justiça Eleitoral realiza uma espécie de votação teste, em urnas eletrônicas. Na ocasião, os aparelhos são instalados em salas com câmeras de filmagem onde realizam o pleito. <b></b></p>
<ul>
<li><b>No dia da eleição </b></li>
</ul>
<p>No dia da eleição, a contagem de votos da “votação paralela” começa no mesmo horário da votação oficial. Dessa forma, depois de impresso, o documento que comprova que não há nenhum voto dentro da urna oficial, a contagem de votos da “eleição paralela” se inicia. <b></b></p>
<ul>
<li><b>Ao final da eleição</b></li>
</ul>
<p>No final da votação, a urna imprime um Boletim de Urna e o sistema auxiliar emite um boletim. Esses dois documentos são comparados pela comissão de auditoria. Assim, é possível checar se de fato a urna funcionou normalmente e se os votos registrados estão corretos.</p>
<p>Todo esse processo é monitorado e pode ser acompanhado por qualquer cidadão, já que vários Tribunais Regionais Eleitorais transmitem, via Youtube.</p>
<h2>Teste público de segurança</h2>
<p>A sétima edição do teste público de segurança das urnas foi realizada em dezembro do ano passado pelo TSE.</p>
<p>O processo realizado visa checar a integridade dos aparelhos que serão utilizados na votação para as eleições municipais, em outubro deste ano.</p>
<p>Em maio deste ano, investigadores retornarão ao Tribunal Superior Eleitoral para checar se as melhorias realizadas no sistema são suficientes para combater ataques.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CNN</p>
<p>&nbsp;</p>
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