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	<title>mundo - Portal NDC</title>
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		<title>Mundo terá que aprender a viver com ondas de calor, adverte ONU</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Jul 2025 14:35:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Como resultado da mudança climática causada pela humanidade, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta que o calor extremo está se tornando mais intenso e situação pode piorar O mundo terá que aprender a conviver com as ondas de calor, afirmou a Organização Meteorológica Mundial (OMM) nesta terça-feira (1º), enquanto a...]]></description>
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<p>Como resultado da mudança climática causada pela humanidade, a Organização Meteorológica Mundial (OMM) alerta que o calor extremo está se tornando mais intenso e situação pode piorar <br /><br />O mundo terá que aprender a conviver com as ondas de calor, afirmou a Organização Meteorológica Mundial (OMM) nesta terça-feira (1º), enquanto a Europa enfrenta altas temperaturas há dias. “Como resultado da mudança climática causada pelo homem, o calor extremo está se tornando mais frequente e intenso. É algo com o qual temos que aprender a conviver”, disse a porta-voz da OMM, Clare Nullis. “O que podemos esperar para o futuro? Mais do mesmo, até pior”, acrescentou. Nullis observou que julho é tradicionalmente o mês mais quente do ano no Hemisfério Norte, mas que episódios de calor extremo tão cedo quanto nestas semanas são raros.<br /><br />A porta-voz se referiu a um “assassino silencioso”, alertando que o número de mortes relacionadas ao calor costuma ser subnotificado nas estatísticas oficiais, em comparação, por exemplo, com as mortes por ciclones tropicais. “É importante observar que toda morte relacionada ao calor é evitável: temos o conhecimento, temos as ferramentas, podemos salvar vidas”, enfatizou. Segundo a agência da ONU, alertas precoces e planos de ação coordenados são cruciais para proteger as pessoas.<br /><br />A onda de calor na Europa Ocidental se deve a vários fatores, como o “ar quente do Norte da África” e o aumento da temperatura da superfície do mar no Mediterrâneo, “que tende a intensificar as temperaturas extremas” em terra, explicou Nullis.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Cachorro esfomeado devora cadáver de homem no meio da rua; veja vídeo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/cachorro-esfomeado-devora-cadaver-de-homem-no-meio-da-rua-veja-video/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Nov 2024 20:06:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cachorro]]></category>
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					<description><![CDATA[Mundo – Um vídeo chocante que tem viralizado em aplicativos de mensagens instantâneas nesta terça-feira (26) mostra um cachorro devorando o corpo de um homem. O caso teria ocorrido no Haiti. Nas imagens, é possível ver o momento em que o animal come o cadáver e ninguém impede a situação....]]></description>
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<p><strong>Mundo</strong> – Um vídeo chocante que tem viralizado em aplicativos de mensagens instantâneas nesta terça-feira (26) mostra um cachorro devorando o corpo de um homem. <br /><br />O caso teria ocorrido no Haiti. Nas imagens, é possível ver o momento em que o animal come o cadáver e ninguém impede a situação. De acordo com a gravação, a pessoa que filma não interage com o animal, mas apenas observa e registra o momento. <br /><br />Veja:</p>
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<video class="wp-video-shortcode" id="video-46975-1" width="480" height="848" preload="metadata" controls="controls"><source type="video/mp4" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/67453d36dc693.mp4?_=1" /><a href="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/67453d36dc693.mp4">https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/11/67453d36dc693.mp4</a></video></div>
<p>De acordo com informações preliminares, o homem teria morrido vítima de um acidente de trânsito. Enquanto o corpo não era removido do local, um cachorro abandonado foi atraído pelo forte odor de sangue e, esfomeado, mordiscava o cadáver, conforme registrado no vídeo.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: CM7</p>
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		<title>Contribuição de países ricos na preservação da floresta Amazônica é pagamento de dívida, diz Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 15:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (14) que a contribuição de países ricos para a preservação da floresta amazônica não é favor, mas o pagamento de uma dívida com o planeta. Em seu programa semanal Conversa com o presidente, Lula destacou que, após a conclusão da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (14) que a contribuição de países ricos para a preservação da floresta amazônica não é favor, mas o pagamento de uma dívida com o planeta. Em seu programa semanal Conversa com o presidente, Lula destacou que, após a conclusão da Cúpula da Amazônia na semana passada, os países da região têm condições de participar da COP28, nos Emirados Árabes, no fim do ano, cobrando essa contribuição.</p>
<p>“É muito simples compreender. Os países ricos tiveram a sua introdução na Revolução Industrial bem antes que o Brasil. Então, eles são responsáveis pela poluição do planeta muito antes de nós. Eles conseguiram derrubar suas florestas muito antes de nós. Agora, o que eles têm que fazer é contribuir financeiramente para que os outros países possam se desenvolver. Nós não queremos ajuda. Nós queremos um pagamento efetivo. É como se estivessem pagando uma coisa que eles devem à humanidade,” diz Lula.</p>
<p>“Temos condições de chegar ao mundo, lá nos Emirados Árabes, e dizer o seguinte, &#8220;olha, a situação é essa. Nós queremos essa contribuição de vocês. E isso não é favor. É pagamento de uma dívida que vocês têm com o planeta Terra porque vocês derrubaram a floresta de vocês 100 ou 150 anos antes de nós. Então, agora, vocês paguem pra que a gente possa preservar as nossas florestas gerando emprego, oportunidades de trabalho e condições de melhorar a vida das pessoas,” explicou o presidente.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Um em cada cem nascidos tem cardiopatia congênita em todo o mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Aug 2022 13:14:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em todo o mundo, um em cada cem nascidos tem cardiopatia congênita, segundo a American Heart Association, chegando a 1,35 milhão de doentes por ano. O acompanhamento pré-natal e o diagnóstico precoce são fundamentais para o tratamento adequado de bebês com o problema. Segundo o diretor acadêmico da Escola Brasileira...]]></description>
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<p>Em todo o mundo, um em cada cem nascidos tem cardiopatia congênita, segundo a American Heart Association, chegando a 1,35 milhão de doentes por ano. O acompanhamento pré-natal e o diagnóstico precoce são fundamentais para o tratamento adequado de bebês com o problema.<br /><br />Segundo o diretor acadêmico da Escola Brasileira de Medicina (Ebramed), Leonardo Jorge Cordeiro, a cardiopatia congênita é uma malformação ou incompleta formação do coração e do sistema circulatório, que pode ocorrer nas primeiras oito semanas de gestação, fase do desenvolvimento embrionário cardíaco.<br /><br />“Com a complexidade do sistema cardiocirculatório, as alterações podem ser as mais diversas, pois podem se dar pela formação errática ou mesmo não desenvolvimento tanto de cavidades do coração, como problemas nas válvulas, veias e artérias relacionados com o coração”, explicou.<br /><br />As cardiopatias congênitas são divididas em cianóticas e acianóticas. Assim como os demais tipos de doenças cardíacas, há diferentes graus de comprometimento. Assim como há diferentes tipos de tratamentos, procedimentos e cirurgias. Para descobrir se um bebê já desenvolve o problema, o diagnóstico é feito por um ecocardiograma transtorácico, com doppler colorido, preferencialmente por um médico especializado em patologias congênitas.<br /><br />O coração de um bebê já está com a formação completa por volta de 20 semanas de gravidez, momento no qual costuma ser realizado o ultrassom morfológico pelo pré-natal. De acordo com o cardiologista, sociedades ligadas à obstetrícia e cardiologia pediátrica e congênita são favoráveis a realização de ecocardiograma fetal, ou seja, com a criança dentro do útero, de forma rotineira nas gestações em geral, mesmo quando não há uma suspeita forte de problemas cardíacos durante o ultrassom morfológico.<br /><br /><strong>Fatores</strong><br />Segundo Cordeiro, não há um fator específico associado ao desenvolvimento de uma cardiopatia congênita. Há fatores que aumentam a chance de problemas de desenvolvimento cardíaco, como doenças crônicas maternas, como diabetes mellitus e lúpus eritematoso sistêmico, assim como a infecção por rubéola, podem afetar o desenvolvimento do coração fetal nessas primeiras oito semanas do feto. Também medicações como o lítio, certos anticonvulsivantes e mesmo drogas ilícitas podem levar a mal formação.<br /><br />Também são considerados fatores de risco a gravidez gemelar e a fertilização in vitro. Além dessas condições, histórico de cardiopatia congênita prévia ou em parentes de primeiro grau, também se mostram como fatores para maior incidência de alterações cardíacas nos bebês.<br /><br />De acordo com especialista, qualquer doença cardíaca que seja diagnosticada mais tardiamente, e não tenha relação com o desenvolvimento embrionário do coração, recebe o nome de cardiopatia adquirida.<br /><br /><strong>Tratamento</strong><br />Os sintomas podem ser divididos de acordo com a manifestação da doença no bebê. Em casos de recém-nascidos, há dificuldade de mamar, cansaço, coração acelerado, suor excessivo na cabeça e nos pés. No primeiro ano de vida, há dificuldade de ganho de peso, problemas com o crescimento e aparecimento de sopro no coração, cianose (quando a criança fica com aparência roxa), desmaio, dor no peito e palpitações.<br /><br />Para o tratamento pode não haver a necessidade de intervenção cirúrgica, ou até precisar de três ou mais cirurgias para correção dos fluxos sanguíneos do paciente. Além disso, há possibilidade de as cirurgias serem curativas, ou seja, reestabelecem o sistema cardíaco habitual, levando a cura do indivíduo, ou paliativas.<br /><br />“A vida de um cardiopata congênito depende tanto do diagnóstico do tipo de cardiopatia, quanto da precocidade do diagnóstico e do tratamento realizado. Existem algumas condições que sequer necessitam de cirurgia, de forma que a vida segue totalmente normal, mas temos também casos de cardiopatias bastante complexas que foram precocemente diagnosticadas e passaram por todos os procedimentos necessários nos momentos adequados”, explicou o cardiologista.<br /><br /><strong>Panorama</strong><br />De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 130 milhões de crianças no mundo têm algum tipo de cardiopatia congênita. No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, cerca de 29 mil crianças nascem com cardiopatia congênita por ano – dessas, cerca de 23 mil precisarão de cirurgia para tratar o problema. Nas regiões Sul e Sudeste, aproximadamente 80% das crianças cardiopatas são diagnosticadas e tratadas. O cenário no Norte e Nordeste é o oposto, no qual até 80% dessas crianças não conseguem diagnóstico nem tratamento.<br /><br />Em muitos casos, as famílias só identificam que o bebê tem algum problema no coração após o nascimento, quando o teste do coraçãozinho é realizado. Realizado nos primeiros dias de vida, ainda na maternidade, o exame é feito com um oxímetro, que mede o nível de oxigênio no sangue do bebê e seus batimentos cardíacos. O teste é de baixo custo, rápido, não invasivo, indolor e obrigatório, oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>Foto: Arquivo Agência Brasil</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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