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	<title>mulher trans - Portal NDC</title>
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	<title>mulher trans - Portal NDC</title>
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		<title>Novembro Azul: Inclusão e Conscientização sobre o câncer de próstata para todos os gênero</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Nov 2023 02:38:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[descriminação]]></category>
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<p>Voltada para a prevenção e conscientização sobre o câncer de próstata, a campanha Novembro Azul deve alcançar a todas as pessoas que podem ser acometidas por essa doença, o que inclui as mulheres transexuais e travestis. O alerta é de urologistas ouvidos pela Agência Brasil, como o médico Ubirajara Barroso Jr., chefe da Divisão de Cirurgia Urológica Reconstrutora do hospital da Universidade Federal da Bahia (SFBA). Barroso foi responsável pela primeira cirurgia de transição de gênero pelo Sistema Único de Saúde (SUS) na Bahia.</p>
<p>Realizada pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), a campanha agora é mais abrangente, chamando a atenção do homem para a necessidade de se consultar com um urologista desde a adolescência. Além de enfatizar que é preciso avaliar a saúde do homem desde a idade mais tenra, com a campanha Vem pra Uro!, a iniciativa volta-se para as pessoas que são designadas como sexo masculino ao nascer, mas passam a se identificar com o sexo feminino, que é o caso das mulheres trans, afirma o urologista.</p>
<p>Ubirajara Barroso Jr. ressalta que não é só a mulher trans precisa ser incluída nos cuidados com a saúde. “Não esqueçamos que muitos homens trans que, inicialmente, podem necessitar de cuidado ginecológico, porque persistem com vagina, útero, trompa e ovários, acabam submetendo-se à correção cirúrgica, com reconstrução de um falo, seja com o próprio clitóris ou com retalhos, e passam a penetrar, ficando sujeitos a riscos de alterações urinárias pela reconstrução da uretra e, também, de infecções sexualmente transmissíveis.”</p>
<h3>Glândula</h3>
<p>No caso da mulher trans, apesar de o sexo designado ao nascer ser o masculino, duas coisas podem acontecer durante ou após transição hormonal ou cirurgias. “Primeiro, todas as mulheres trans mantêm a glândula prostática, que não é abordada no procedimento cirúrgico. E quem não foi submetido a cirurgia ainda tem pênis”. Por isso, Barroso diz que não é raro constatar, entre aquelas que evitam ir ao Sistema Único de Saúde (SUS) por medo de preconceitos, casos de má higiene da genitália e laceração da pele por amarrarem o pênis para escondê-lo, provocando irritações, que são um fator de risco para o câncer.</p>
<p>O médico destaca que, embora seja feita a transição de gênero, muitas pessoas esquecem que ali existe uma próstata. “A própria mulher trans não tem consciência disso. Muitas vezes, no cuidado com a saúde, isso não é abordado”. Há ainda a crença de que o uso de hormônios femininos pode proteger completamente a mulher trans do câncer de próstata. “Mas é possível, mesmo usando hormônios femininos, a mulher trans ser afetada pelo câncer de próstata”. Outro equívoco é achar que a cirurgia engloba a retirada da próstata. “A próstata fatalmente estará lá, a não ser que haja uma doença que exija sua retirada.”</p>
<p>Barroso diz que a mulher trans com próstata precisará do urologista à medida que for envelhecendo, tanto quanto o homem cis. Por outro lado, lembra o médico, o câncer de próstata é 100% curável se for detectado precocemente. Quanto mais tardia for transição, pela própria presença de mais hormônios masculinos, maior será a chance de câncer de próstata. “E há relatos de cânceres que já vêm com metástase, por conta também do mau acesso à saúde, da desinformação”, acrescenta.</p>
<h3>Preconceito</h3>
<p>Embora muitas pessoas transgênero deixem de procurar o SUS com receio de ouvir agressões ou ser discriminadas, ofendidas ou mal recebidas, o especialista lembra que o sistema é para todos, é universal. “Ter acesso à saúde, ao respeito, à dignidade é um direito da população trans. Isso é constitucional”, destaca Barroso. Segundo ele, a SBU tem um departamento que trata dos cuidados urológicos na população trans.</p>
<p>“Portanto, é muito importante que o Novembro Azul seja, de fato, mais abrangente e mais inclusivo, não focando somente na prevenção do câncer de próstata, mas também na conscientização, tanto dos homens cis quanto dos homens trans e das mulheres trans, da necessidade de procurar o urologista”. O tema é sempre abordado nas sessões de educação continuada da entidade, diz Barroso Jr., reiterando que o Novembro Azul passou a ser o mês de conscientização da saúde do homem e, agora, também de todas as pessoas que precisam de um urologista.</p>
<p>De acordo com o urologista e oncologista Carlos Carvalhal, membro da SBU e médico do Hospital São Francisco na Providência de Deus, independentemente da escolha de como a pessoa vai se relacionar com o mundo, os profissionais da saúde têm que fazer o mesmo trabalho com todos. O mais importante é garantir que as pessoas trans sejam acolhidas da mesma forma que qualquer outro paciente, por todos os profissionais da área. Ele diz que preconceito não deveria existir e defende a realização de um trabalho social grande para tornar mais fácil o acesso desses indivíduos tanto no SUS quanto no setor privado.</p>
<p>Assim como Barroso Jr., Carlos Carvalhal enfatiza que ainda não existe protocolo para retirada da próstata em cirurgias de redesignação de sexo. “A retirada da próstata traz malefícios anatômicos que podem gerar complicações Por isso, as mulheres trans ficam com a próstata e devem fazer a mesma avaliação que o público masculino”. Carvalhal ressalta que, como a parte da genitália era do sexo masculino, essas pessoas vão ter problemas comuns aos homens. Algumas medicações podem diminuir a prevalência de câncer, mas não evitam a doença e, “às vezes, até dificultam o diagnóstico”, afirma.</p>
<p>Com a detecção precoce, a chance de cura do câncer de próstata é muito maior, confirma Carvalhal. Segundo ele, os homens têm pouco costume de procurar o urologista. “As mulheres se cuidam muito mais. O homem, não.”</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Ex-fazendeira Cariúcha é mãe de Mirella Basílio, modelo e mulher trans</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ex-fazendeira-cariucha-e-mae-de-mirella-basilio-modelo-e-mulher-trans/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Nov 2023 02:33:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Famosos e Tv]]></category>
		<category><![CDATA[Cariúcha]]></category>
		<category><![CDATA[Mirella Basílio]]></category>
		<category><![CDATA[Modelo]]></category>
		<category><![CDATA[mulher trans]]></category>
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					<description><![CDATA[Muita gente não sabe, mas Cariúcha, famosa pelo meme &#8220;Garota da Laje&#8221;, tem uma filha. A influenciadora carioca, de 33 anos, é mãe de Mirella Basílio, uma mulher trans que ela adotou em 2017 após a jovem ser rejeitada pela família biológica. Mirella é modelo e participou em 2020 do concurso Trans Global São Paulo. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3496865131" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Muita gente não sabe, mas Cariúcha, famosa pelo meme &#8220;Garota da Laje&#8221;, tem uma filha. A influenciadora carioca, de 33 anos, é mãe de Mirella Basílio, uma mulher trans que ela adotou em 2017 após a jovem ser rejeitada pela família biológica.</p>
<p>Mirella é modelo e participou em 2020 do concurso Trans Global São Paulo. Ela conheceu Cariúcha quando ainda não havia iniciado a transição de gênero.</p>
<p><img decoding="async" class="size-full wp-image-32051 aligncenter" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2023/11/whatsapp-image-2023-11-03-at-14.49.17.webp" alt="" width="430" height="432" /></p>
<p>A jovem revela ter visto Cariúcha pela primeira vez num programa de TV e ficou tão fã dela que criou um fã-clube, &#8220;Império Cariúcha&#8221;. As duas se aproximaram, e Cariúcha se sensibilizou com a história de Mirella, que sofria violência doméstica e não tinha o apoio da família.</p>
<p>Cariúcha resolveu acolher a modelo paulista em sua casa, no Rio de Janeiro. Cariúcha foi quem ajudou Mirella na transição, que aconteceu em 2018, e chegou a comprar os hormônios e roupas para a jovem. Isso fez com que as duas criassem uma relação de amor de mãe e filha. Tanto que Mirella tem uma tatuagem em homenagem à cantora.</p>
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<p>Fonte: Extra Globo</p>
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		<title>Júri aceita acusação e PM deve ser julgado por matar mulher trans em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/juri-aceita-acusacao-e-pm-deve-ser-julgado-por-matar-mulher-trans-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Jan 2023 12:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[Crime em Manaus]]></category>
		<category><![CDATA[mulher trans]]></category>
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					<description><![CDATA[O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri aceitou as acusações feitas contra o cabo da Polícia Militar, Jeremias Costa Silva, de ter matado a mulher trans Manuella Otto, em um motel do bairro Monte das Oliveiras, em 2021, e encaminhou o processo para julgamento no Tribunal do Júri. Segundo nota do Tribunal de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4218319000" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri aceitou as acusações feitas contra o cabo da Polícia Militar, Jeremias Costa Silva, de ter matado a mulher trans Manuella Otto, em um motel do bairro Monte das Oliveiras, em 2021, e encaminhou o processo para julgamento no Tribunal do Júri.<br /><br />Segundo nota do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), o processo corre em segredo de Justiça e a defesa do policial militar recorreu da decisão, onde o processo passará pro novo julgamento. Caso o tribunal mantenha sua decisão, a causa, enfim, será pautada julgamento em plenário.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A decisão é tomada quase dois anos depois do crime. Em 13 de fevereiro de 2021, o cabo Jeremias levou Manuella para um motel na zona Norte de Manaus e depois de alguns minutos, funcionários escutaram um grande barulho e viram o cabo fugir da cena do crime, com uma camisa enrolada na cabeça e levando o portão do estabelecimento.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Ao entrarem no quarto alugado, encontraram Manuella morta com um tiro no tórax e acionaram as autoridades policiais. Toda a fuga foi filmada por câmeras de vigilância. O policial militar não foi preso em flagrante, indo prestar esclarecimentos somente na noite do dia seguinte, acompanhado de uma advogada.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em seu depoimento na época, na sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), ele preferiu usar o direito de ficar calado e falar somente em juízo. Não há informações sobre o dia do novo julgamento do processo.</p>
<p>*Acritica.com</p>
</div>
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		<item>
		<title>Majur Traytow é a primeira mulher trans a assumir o posto de cacique</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/majur-traytow-e-a-primeira-mulher-trans-a-assumir-o-posto-de-cacique/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jul 2022 20:23:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cacique]]></category>
		<category><![CDATA[Majur Traytow]]></category>
		<category><![CDATA[mulher trans]]></category>
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					<description><![CDATA[Majur Traytow, da Terra Indígena Tadarimana, no Mato Grosso, afirma ser a primeira mulher trans a assumir o posto de cacique. Dentro de sua comunidade, a indígena conta também ter sido sempre tratada com muito respeito. &#8220;Pelo tamanho da minha responsabilidade, acho que quebrei um tabu&#8221;, conta. Em seu Instagram, ela mostra um pouco do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-911419750" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Majur Traytow, da Terra Indígena Tadarimana, no Mato Grosso, afirma ser a primeira mulher trans a assumir o posto de cacique. Dentro de sua comunidade, a indígena conta também ter sido sempre tratada com muito respeito. &#8220;Pelo tamanho da minha responsabilidade, acho que quebrei um tabu&#8221;, conta.<br /><br />Em seu Instagram, ela mostra um pouco do dia a dia com a família e os costumes de seu povo, além, é claro, de ser uma mulher bem vaidosa.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/CgG-VfOu5JP/?utm_source=ig_embed&#038;ig_rid=4aa64b8b-36ec-43c3-bc3e-0d85e6b6f86d</p>
<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/p/CgDFoyEvwjJ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/p/CgDFoyEvwjJ/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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<p>Aos 30 anos e mesmo com a a cordialidade mostrada por seus pares, ela sabe que a discriminação e transfobia existem dentro e fora da aldeia.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/CfutdYxLTD3/?utm_source=ig_embed&#038;ig_rid=466993ed-b5c2-4220-8a01-97c253573b1c</p>
<p>“Além de ser indígena, sou uma mulher trans. Então, o preconceito é duplicado. Por isso, é tão importante mostrarmos que nos enquadramos na sociedade.&#8221;</p>
<p>Foto: Arquivo Pessoal</p>
<p>Fonte: O Globo</p>
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