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	<title>MME - Portal NDC</title>
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		<title>Aneel estima aumento médio de 5,6% nas tarifas de energia para este ano</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 21:36:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abrace]]></category>
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		<category><![CDATA[aumento na tarifa]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que as tarifas de energia terão um aumento médio de 5,6% este ano, acima da inflação prevista pelo mercado financeiro, de 3,86%. A informação foi divulgada pelo diretor-geral da agência, Sandoval Feitosa, em entrevista a CNN Brasil, e confirmada pela assessoria do...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estima que as tarifas de energia terão um aumento médio de 5,6% este ano, acima da inflação prevista pelo mercado financeiro, de 3,86%.</p>
<p>A informação foi divulgada pelo diretor-geral da agência, Sandoval Feitosa, em entrevista a CNN Brasil, e confirmada pela assessoria do órgão ao EXTRA.</p>
<p>Umas das principais fontes de pressão sobre as tarifas é o aumento da conta de subsídios. Neste ano, são R$ 37 bilhões em subsídios pagos pelos consumidores, representando quase 15% da tarifa.</p>
<p>Em entrevista, o secretário de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Marcos Barbosa Pinto, afirmou que o Ministério da Fazenda pretende fazer um pente-fino sobre essas despesas. São subsídios por exemplo para comprar óleo diesel e gerar energia em regiões isoladas. Esses subsídios vêm crescendo todos os anos. Em 2018, por exemplo, eram R$ 18,8 bilhões.</p>
<p>&#8220;A gente está chegando a R$ 37 bilhões (de subsídios embutidos). Temos energia barata e conta de luz cara. Este ano queremos fazer uma revisão total, junto com o Ministério de Minas e Energia (MME), sobre como podemos reduzir o impacto desses subsídios na conta de luz&#8221;, disse Pinto.</p>
<p>A projeção da Aneel está abaixo da estimativa feita pela Associação dos Grandes Consumidores de Energia (Abrace), que prevê alta de 6,58%. Para alguns estados, no entanto, como Minas Gerais, os reajustes podem chegar a 15%, segundo a associação.</p>
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<p>Fonte: Extra</p>
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		<title>&#8216;Mercado livre de energia&#8217; traz oportunidades para pequenos negócios reduzirem custos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercado-livre-de-energia-traz-oportunidades-para-pequenos-negocios-reduzirem-custos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Oct 2023 03:03:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ACL]]></category>
		<category><![CDATA[Aneel]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[CCEE]]></category>
		<category><![CDATA[empreendedor]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado livre de energia]]></category>
		<category><![CDATA[migração para as distribuidoras]]></category>
		<category><![CDATA[MME]]></category>
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					<description><![CDATA[Indústrias, padarias, mercearias, pousadas e hotéis, além de bares e restaurantes, que até então não estavam na mesa de negociação junto aos grandes consumidores de energia, poderão fechar contratos diretos com as empresas distribuidoras ou geradoras a partir de janeiro de 2024. A medida conhecida como mercado livre de energia...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Indústrias, padarias, mercearias, pousadas e hotéis, além de bares e restaurantes, que até então não estavam na mesa de negociação junto aos grandes consumidores de energia, poderão fechar contratos diretos com as empresas distribuidoras ou geradoras a partir de janeiro de 2024. A medida conhecida como <strong>mercado livre de energia</strong> faz parte da <strong>portaria 50/2022</strong> do Ministério de Minas e Energia (MME). Com isso, cerca de 72 mil pequenos negócios do grupo A (média e alta tensão) em todo o país podem ser beneficiados com tarifas mais baratas, segundo a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE).</p>
<p>O mercado livre de energia, ou Ambiente de Contratação Livre (ACL), como é oficialmente denominado, propõe que o consumidor de energia elétrica possa escolher o seu fornecedor e estabelecer contratos por fonte, prazo ou preços desde que recebam energia elétrica em tensão igual ou superior a 2,3 kV (média e alta tensão). De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), cerca de 7 mil empresas já solicitaram migração para as distribuidoras.</p>
<p>O Sebrae tem orientado essas empresas por meio do Programa de Transição de Energia Elétrica.</p>
<h3>Transição Energética</h3>
<p>Os donos de pequenos negócios, que consomem menos energia, também serão orientados. Por meio do Programa de Transição Energética dos Pequenos Negócios, o Sebrae tem chamado a atenção para o custo da energia, o consumo e a possibilidade de adotar tecnologias de geração de energia, como a fotovoltaica e o biogás. “Estamos ofertando ferramentas para que os pequenos negócios avaliem a forma como estão consumindo energia, como podem reduzir os gastos e analisando se aquele empreendimento tem a possibilidade de gerar energia própria”, esclarece o presidente do Sebrae.</p>
<p>O Sebrae já disponibiliza a Jornada Custo, Consumo e Geração, que é um é um atendimento estruturado com etapas como perfil energético, contratos de energia e inventário energético, para os quais há momentos de autoatendimento, devolutivas, planos de trabalho, interpretação de relatórios, apoio à tomada de decisão e orientações sobre investimentos visando preparar o empresário para os desafios e ampliar sua visão sobre as oportunidades que o mercado de energia oferece.</p>
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<p>Fonte: ASN</p>
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		<title>Ministro de Minas e Energia solicita que PF e Abin iniciem investigações sobre a causa da queda de energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2023 12:43:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[25 estados]]></category>
		<category><![CDATA[27 Milhões de pessoas afetadas]]></category>
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		<category><![CDATA[Eletrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse na terça-feira (15) que a interrupção no fornecimento de energia elétrica registrada pela manhã em todas as regiões do país foi um evento extremamente raro. Por isso, além das apurações internas do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Agência...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse na terça-feira (15) que a interrupção no fornecimento de energia elétrica registrada pela manhã em todas as regiões do país foi um evento extremamente raro. Por isso, além das apurações internas do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foi solicitado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública que a Polícia Federal e a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) também investiguem com detalhes as causas da falta de energia.</p>
<p>“Tenho absoluta convicção de que o ONS, até pela sua característica técnica, não vai ter condição de dizer textualmente se esses eventos foram eminentemente técnicos, ou se houve também falha humana ou até dolo”, disse o ministro, lembrando que o setor é altamente estratégico, sensível e fundamental para a sociedade brasileira.</p>
<p>O governo já sabe que houve uma sobrecarga em uma linha de transmissão de energia no Ceará, o que fez com o que o sistema entrasse em colapso nas regiões Norte e Nordeste. Quando isso ocorreu, o ONS modulou a carga que estava sendo enviada para o Sul, o Sudeste e o Centro-Oeste, como forma de proteção, o que fez com que a energia fosse reduzida nessas regiões. Houve pelo menos 16 mil megawatts (MW) de interrupção de energia.</p>
<p>Segundo o ministro, o ONS ainda irá avaliar se houve outro evento no mesmo horário, em outro local do país. “O único evento que se pode afirmar é esse no Ceará. Ainda não há outro evento apontado pelo ONS, mas leva-se a presumir que tivemos um segundo evento que causou esse evento dessa magnitude”, disse. Silveira pontuou que o país trabalha com um sistema de energia redundante e, para que tenha havido uma interrupção dessa magnitude, devem ter ocorrido dois eventos ao mesmo tempo. Alexandre Silveira citou os casos de ataques a torres de transmissão de energia registrados em janeiro deste ano.</p>
<p>“Graças à robustez do nosso sistema, para que haja um evento dessa magnitude, há de se haver uma redundância de fatos relevantes”, disse. A previsão é que, em 48 horas, o ONS aponte o que fez com que o sistema tivesse tido essa interrupção.</p>
<p>Segundo o MME, nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste a energia voltou cerca de uma hora depois da interrupção e, no Norte e no Nordeste, o fornecimento foi completamente restabelecido às 14h49.</p>
<p>O ministro explicou que o ocorrido hoje não tem nada a ver com o suprimento e a segurança energética do Brasil. “Vivemos um momento de abundância nos reservatórios”, destacou Silveira, lembrando que recentemente o Brasil exportou energia para a Argentina quando os reservatórios de Itaipu e Furnas estavam vertendo água.</p>
<p>A queda de energia atingiu 25 estados e o Distrito Federal. O único estado que não foi afetado foi Roraima, que não é integrado ao Sistema Interligado Nacional. Cerca de 27 milhões de pessoas foram atingidas, o que representa um terço dos consumidores brasileiros.</p>
<p>Durante a entrevista coletiva, o ministro fez críticas à privatização da Eletrobras, que detém a maior parte da geração e transmissão no Brasil. “Eu seria leviano em apontar que há uma causa direta [desse evento] com a privatização da Eletrobras. Mas a minha posição sempre foi a de que um setor como este deve ter uma mão firme do Estado brasileiro, como saúde, segurança e educação”, disse.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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