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	<title>Ministério Público do Trabalho no Amazonas - Portal NDC</title>
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	<title>Ministério Público do Trabalho no Amazonas - Portal NDC</title>
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		<title>Empresa é investigada por suspeita de manter trabalhadores em situação análoga a escravidão em Manaus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jan 2025 15:24:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Polícia]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério Público do Trabalho no Amazonas]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação foi realizada após um pedido do Ministério Público do Trabalho no Amazonas (MPT-AM), que relatou receber uma sinalização da situação dos trabalhadores na empresa. Uma empresa foi alvo de uma operação policial que investiga se os funcionários estavam sendo mantidos em condições análogas a escravidão. A ação foi realizada na terça-feira (21), na Zona Leste [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3896787038" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Operação foi realizada após um pedido do Ministério Público do Trabalho no Amazonas (MPT-AM), que relatou receber uma sinalização da situação dos trabalhadores na empresa.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="5">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Uma empresa foi alvo de uma operação policial que investiga se <span class="highlight highlighted">os funcionários estavam sendo mantidos em condições análogas a escravidão</span>. A ação foi realizada na terça-feira (21), na<strong> Zona Leste de Manaus,</strong> pela Secretaria de Estado de Justiça, Direitos Humanos e Cidadania (Sejusc), em conjunto com as forças policiais do estado.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="9" data-block-id="6">
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="53" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">De acordo com a Sejusc, a operação foi realizada após um pedido do Ministério Público do Trabalho no Amazonas (MPT-AM), que relatou receber uma sinalização da situação dos trabalhadores na empresa. No local, os servidores ouviram os funcionários sobre a rotina de trabalho e a alimentação ofertada pelos gestores da empresa.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-nukd">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="30" data-block-id="8">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">Após escuta especializada, foi dado um formulário aos funcionários que irá gerar um relatório pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) e a Sejusc para fundamentar a denúncia do judiciário.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A Sejusc informou que o empresário responsável pela empresa acompanhou a fiscalização. Ele não quis se identificar, mas disse ser a favor da vistoria e da prevenção ao trabalho análogo à escravidão.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">A secretária executiva de Direitos Humanos, Gabriella Campezatto, frisou que qualquer pessoa pode fazer a denúncia e não precisa se identificar.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="49" data-block-id="11">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">“É importante que nós atuemos na prevenção, em campanhas de conscientização da população sobre essa pauta para que possam ser identificadas, e quando ocorrer, que a população denuncie por meio da Sejusc, em alguma delegacia ou pelo Disque 100, que é um canal de denúncias nacional”, acrescentou a secretária</blockquote>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto">O trabalho análogo à escravidão é punido pelo artigo 149 do Código Penal Brasileiro (CPB), que prevê prisão de 2 a 8 anos e multa.</p>
</div>
</div>
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</div>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"> </p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Matéria - Links no Texto"><em>Fonte: G1</em></p>
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