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	<title>Ministério da Fazenda - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Thu, 22 May 2025 19:20:04 +0000</lastBuildDate>
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	<title>Ministério da Fazenda - Portal NDC</title>
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		<title>Governo congela R$ 31,3 bi do Orçamento de 2025</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-congela-r-313-bi-do-orcamento-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2025 19:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[7 Orçamento 2025]]></category>
		<category><![CDATA[LOA]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Orçamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Cortes por órgãos serão detalhados no próximo dia 30 O Orçamento de 2025 terá um congelamento de R$ 31,3 bilhões de gastos não obrigatórios, informaram há pouco os Ministérios da Fazenda e do Planejamento. O valor consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento enviado ao Congresso a cada dois meses que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2682020284" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Cortes por órgãos serão detalhados no próximo dia 30</p>
<p><strong>O Orçamento de 2025 terá um congelamento de R$ 31,3 bilhões de gastos não obrigatórios</strong>, informaram há pouco os Ministérios da Fazenda e do Planejamento. O valor consta do Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, documento enviado ao Congresso a cada dois meses que orienta a execução do Orçamento.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1643774&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1643774&amp;o=node" /></p>
<p>Desse total, <strong>R$ 20,7 bilhões serão contingenciados, bloqueados temporariamente para cumprir a meta de resultado primário.</strong> Embora a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2025 estabeleça meta de resultado primário zero (nem déficit nem superávit), a equipe econômica considerou o limite inferior de tolerância, que permite déficit de R$ 31 bilhões para este ano.</p>
<p><strong>Os R$ 10,6 bilhões de gastos discricionários (não obrigatórios) restantes foram bloqueados para cumprir o limite de gastos do arcabouço fiscal, </strong>que prevê crescimento dos gastos até 2,5% acima da inflação para este ano. Segundo os Ministérios da Fazenda e do Planejamento, esse bloqueio foi necessário porque o governo terá de abrir crédito de R$ 12,4 bilhões para acomodar o crescimento de gastos obrigatórios.</p>
<p>O congelamento dos R$ 31,3 bilhões será detalhado no próximo dia 30, quando o governo publicar um decreto presidencial com os limites de empenho (autorização de gastos) por ministérios e órgãos federais).</p>
<p><strong>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, justificou o bloqueio dos R$ 10,6 bilhões pelo crescimento dos gastos com a Previdência Social e com o Benefício de Prestação Continuada (BPC).</strong></p>
<blockquote>
<p>“O que está no nosso radar é a questão da Previdência, que ainda é um desafio no Brasil, apesar das reformas feitas, e a questão do BPC. É um programa [o BPC] que está com alto índice de judicialização. Não é uma competência exclusiva do Poder Executivo, que tem regras de concessão do benefício na forma da Constituição”, justificou Haddad.</p>
</blockquote>
<p>Em relação ao contingenciamento de R$ 20,7 bilhões, Haddad explicou que a <strong>frustração de receitas levou à medida.</strong> A principal, ressaltou o ministro, é a insuficiência das medidas para compensar a desoneração da folha de pagamento, aprovadas pelo Congresso no ano passado.</p>
<p>“Esses [cerca de] R$ 20 bilhões do contingenciamento se devem ao fato de que ocorreram algumas circunstâncias posteriores ao encaminhamento do Orçamento. São fatos que precisam ser avaliados. O primeiro fato é que não houve a compensação da desoneração da folha, que ficou parada no STF [Supremo Tribunal Federal]. O segundo problema é a paralisação parcial da Receita Federal, que afeta o desempenho da arrecadação”, explicou.</p>
<p><strong>O ministro acrescentou que a alta da taxa de juros também afetou a arrecadação neste ano, ao provocar a desaceleração da economia.</strong> “A taxa de juros prevista na elaboração do Orçamento não é a mesma em vigor atualmente”, comentou Haddad.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Quem banca somos nós, diz ex-secretário sobre prejuízo dos Correios</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/quem-banca-somos-nos-diz-ex-secretario-sobre-prejuizo-dos-correios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 May 2025 15:53:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Correios]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo dados divulgados na sexta-feira (9), prejuízo da empresa quadruplicou em 2024, alcançando R$ 2,6 bilhões Em entrevista à CNN neste sábado (10), o ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda Márcio Holland avaliou as consequências do prejuízo de R$ 2,6 bilhões registrado pelos Correios em 2024. Segundo ele, essa é uma conta que [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2862322598" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Segundo dados divulgados na sexta-feira (9), prejuízo da empresa quadruplicou em 2024, alcançando R$ 2,6 bilhões<br /><br />Em entrevista à CNN neste sábado (10), o ex-secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda Márcio Holland avaliou as consequências do prejuízo de R$ 2,6 bilhões registrado pelos Correios em 2024. Segundo ele, essa é uma conta que sobrará para os próprios cidadãos.<br /><br /><em>“O cenário não é bom e quem banca isso, infelizmente, somos nós mesmos, porque isso volta para a taxa de juros alta, volta para o custo do crédito elevado. A gente está falando de um governo que está fazendo uma expansão de serviços em um momento um tanto quanto delicado para a macroeconomia”, afirmou.</em><br /><br />Os dados publicados no Diário Oficial da União (DOU) na sexta-feira (9) mostram que o prejuízo da empresa quadruplicou quando comparado ao resultado do ano anterior.<br /><br />De acordo com os Correios, uma das explicações para o resultado negativo é de que somente 15% das 10.638 unidades situadas em localidades assistidas pelos Correios alcançaram um superávit.<br /><br />Holland destaca que “85% das unidades dos Correios pelo Brasil afora deram um prejuízo, e dão um prejuízo porque, de um lado, os Correios alega a necessidade de dar acesso a toda a população aos seus serviços de postagens, de encomendas em geral, entretanto, é necessário repensar o modelo de negócio”.</p>
<p>Para o economista, que foi secretário de Política Econômica entre 2011 e 2014, o modelo de negócios atual “<span class="NormalTextRun SCXW192254335 BCX0">está fadado a gerar prejuízo para a União </span><span class="NormalTextRun SpellingErrorV2Themed SCXW192254335 BCX0">recorrentemente”.</span></p>
<p>“<span class="NormalTextRun SCXW64702843 BCX0">E ainda pior, em uma situação fiscal brasileira muito ruim, você gerar um prejuízo desse de um ano para outro, quando o Brasil precisa melh</span><span class="NormalTextRun SCXW64702843 BCX0">orar as suas contas públicas, é uma notícia muito ruim”, acrescentou.</span></p>
<h2>Transformações digitais</h2>
<p>Na avaliação do ex-secretário, a necessidade mudança de modelo de negócios dos Correios também está associada às “<span class="TextRun SCXW72800409 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW72800409 BCX0">grandes transformações da sociedade, chamadas transformações digitais da comunicação digital em geral”.</span></span></p>
<p><span class="TextRun SCXW229613430 BCX0" lang="PT-PT" xml:lang="PT-PT" data-contrast="auto"><span class="NormalTextRun SCXW229613430 BCX0">“Esse é um lado da história que, em grande parte, requer que os Correios passem por um processo de transformação, de mudança de modelo de negócio”, afirmou.</span></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: CNN</em></p>
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		<item>
		<title>Justiça tributária: mudança no IR pode reduzir desigualdade no Brasil</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/justica-tributaria-mudanca-no-ir-pode-reduzir-desigualdade-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Mar 2025 14:54:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Importo de Renda]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[tributação progressiva]]></category>
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					<description><![CDATA[Novas regras aproximam país de nações mais igualitárias O projeto de lei (PL) que prevê a isenção do imposto de renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil e a taxação de pessoas que recebem mais de R$ 50 mil por mês, se aprovado pelo Congresso Nacional, aproxima o Brasil do sistema tributário de países mais igualitários, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2609067910" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Novas regras aproximam país de nações mais igualitárias</p>
<p><strong>O projeto de lei (PL) que prevê a isenção do imposto de renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil</strong> e a taxação de pessoas que recebem mais de R$ 50 mil por mês, se aprovado pelo Congresso Nacional, <strong>aproxima o Brasil do sistema tributário de países mais igualitários, como França e Alemanha</strong>. A avaliação é da professora de economia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Clara Zanon Brenck.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1635600&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1635600&amp;o=node" /></p>
<blockquote>
<p>“Países mais igualitários, como os mais desenvolvidos da Europa, tendem a tributar de maneira mais progressiva. O Brasil, fazendo essa mudança, vai se aproximar desses países”, disse à <strong>Agência Brasil</strong>.</p>
</blockquote>
<p>Na última terça-feira (18), o <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2025-03/lula-entrega-projeto-de-isencao-de-ir-para-quem-ganha-ate-r-5-mil" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">presidente Luiz Inácio Lula da Silva entregou ao Congresso o PL</a>. Além de isentar do imposto de renda o trabalhador que recebe até R$ 5 mil mensais, o texto cria descontos na tributação para a faixa entre R$ 5 mil e R$ 7 mil.</p>
<p>Em contrapartida, a proposta cria alíquota de cobrança de imposto para pessoas com renda superior a R$ 600 mil anuais – média de R$ 50 mil mensais. Essa cobrança dos mais ricos proporciona o que os especialistas chamam de neutralidade fiscal, ou seja, <strong>o que o governo deixará de arrecadar das pessoas com menor renda será compensando cobrando dos ricos</strong>.</p>
<p><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-03/entenda-reforma-do-imposto-de-renda-enviada-ao-congresso" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">&gt;&gt; Entenda aqui a reforma do imposto de renda enviada ao Congresso</a></strong></p>
<p>Nas contas do Ministério da Fazenda, <a href="https://www.gov.br/fazenda/pt-br/central-de-conteudo/publicacoes/apresentacoes/2025/marco/brasil-mais-justo-isencao-do-imposto-de-renda-para-quem-ganha-ate-5-mil-18-03-2025" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">10 milhões de brasileiros vão parar de pagar IR</a>, o que representa uma renúncia fiscal prevista em R$ 25,84 bilhões.</p>
<p>Esse valor será compensado com a cobrança de imposto de 141,3 mil pessoas. Na base de cálculo da renda desses contribuintes serão incluídos rendimentos atualmente isentos, como dividendos (distribuição de lucros de empresas).  </p>
<p>Ainda segundo a Fazenda, <strong>nove em cada dez brasileiros que pagam IR terão isenção total ou parcial</strong>. Dos declarantes do IR, mais de 26 milhões (65%) não vão pagar nada. Já a tributação sobre altas rendas atingirá 0,13% dos contribuintes e 0,06% da população.  </p>
<h2>Justiça tributária</h2>
<p><strong>A economista Clara Brenck explica que justiça tributária é a ideia de que “quem recebe mais vai pagar mais proporcionalmente à sua renda”.</strong></p>
<p>Ela exemplifica que, se uma pessoa recebe R$ 5 mil e paga R$ 500 de imposto de renda, isso representa 10% da renda. Se uma pessoa que ganha R$ 500 mil paga R$ 50 mil, isso também representa 10%, e é um caso em que não há justiça tributária.</p>
<p>“Você tem as pessoas pagando o mesmo tanto de imposto, independentemente da sua renda”, aponta a professora, que também é pesquisadora do Centro de Pesquisa em Macroeconomia das Desigualdades (Made) da Faculdade de Administração, Economia e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo (USP).</p>
<p><strong>Segundo ela, ao lado de políticas de distribuição de renda, a justiça tributária é um elemento “muito importante” para a redução da desigualdade de um país.</strong></p>
<h2>Cobrança no topo</h2>
<p>Para a professora, as mudanças propostas caminham para redução da desigualdade, mas ainda não são suficientes. Cálculos do Made apontam maior efetividade caso a alíquota dos ricos ficasse próxima de 15%. Isso faria com que os mais ricos e a maior parte da população que paga imposto sentissem no bolso a mesma carga tributária efetiva ─ o que a pessoa realmente paga de imposto no fim das contas.</p>
<p>Ao defender a proposta, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem demonstrado que a alíquota efetiva da classe média é de cerca de 10%.</p>
<p>“O grande mérito dessa proposta é que ela abre uma avenida para a gente discutir justiça tributária”, afirmou Haddad na quinta-feira (20), em entrevista ao programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, transmitido pelo <strong>Canal Gov</strong>, da <strong>Empresa Brasil de Comunicação (EBC)</strong>.</p>
<p>A professora Brenck avalia que é adequado determinar o piso de renda de R$ 50 mil mensais como alvo da tributação progressiva, mas acha que não são necessariamente super-ricos. “A gente não pode chamá-los de super-ricos”, diz, antes de emendar: “é mais do que justo essas pessoas passarem a pagar mais e ir aumentando progressivamente”.</p>
<p>Outro fator que impede mais igualdade, diz a professora da UFMG, é a tributação indireta, que faz com que consumidores paguem imposto na hora de comprar produtos e serviços. Isso faz com que pessoas de baixa renda paguem, proporcionalmente, mais imposto que os ricos.</p>
<p>Clara Brenck afirma que a primeira parte da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2025-01/entenda-principais-mudancas-da-reforma-tributaria" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">reforma tributária</a>, que unificou tributos e teve a regulamentação sancionada no começo deste ano, não resolveu o problema pelo fato de os dois temas terem sido tratados separadamente.</p>
<p>“A partir do momento em que você separa a reforma indireta da reforma da renda, você mantém a proporção da reforma indireta na carga tributária total, e é esse o problema”, avalia.</p>
<p>“Tinha que mexer nessa composição do quanto [da arrecadação] que vem do imposto direto da renda e quanto que vem do indireto. Fazendo as duas reformas separadas, você não consegue mudar as proporções”, complementa.</p>
<p>A economista defende também que haja, ao longo do tempo, a correção pela inflação do valor das faixas de renda que sofrem a tributação. “Para continuar atingindo os estratos de renda que a gente quer. O que chamamos de super-ricos hoje vai ser diferente daqui a 10 anos”.  </p>
<h2>Desigualdade de renda</h2>
<p><strong><a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/economia/noticia/2024-04/renda-dos-10-mais-ricos-e-144-vezes-superior-dos-40-mais-pobres" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">No Brasil, a renda dos 10% mais ricos é 14,4 vezes superior à dos 40% mais pobres</a></strong>, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O esforço para reduzir a desigualdade é uma das bandeiras do governo para convencer o Congresso a aprovar o projeto de lei.</p>
<blockquote>
<p>“Nós figuramos entre as dez piores distribuições de renda do mundo. É isso que nós temos que explicar para a sociedade. O Brasil está entre os dez países com pior distribuição de renda do mundo”, citou Haddad no <em>Bom Dia, Ministro</em>.</p>
</blockquote>
<p>“Tem muita gente que tem renda que concorda com a justiça social. Não é porque a pessoa tem renda que ela vai deixar de votar em um projeto justo. Você pode ter certeza, muita gente ali [representada no Congresso], empresário, fazendeiro, vai votar a favor desse projeto porque sabe que ele é justo”, espera.</p>
<h2>Tramitação</h2>
<p>O texto enviado pelo governo ao Congresso passará a valer se for aprovado na Câmara dos Deputados e no Senado. Nesse caminho, a matéria pode sofrer alteração por parte dos parlamentares.</p>
<p>O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), disse que o Congresso terá a sensibilidade para ver o alcance social da proposta, mas não descartou alterações no sentido da melhoria das medidas.</p>
<p>O analista da Tendências Consultoria, João Leme, disse à <strong>Agência Brasil</strong> que o PL “pode ser considerado um avanço em termos de justiça tributária” e corrigir algumas distorções próprias da dinâmica brasileira, como o fato de os estratos mais ricos terem a maior parte da renda isenta, como no caso de dividendos.</p>
<p>Mas ele adverte que há o risco de, no Congresso, não haver a aprovação da parte que trata da tributação dos mais ricos.</p>
<blockquote>
<p>“Há risco de que esses mecanismos de contrapartida fiscal acabem sendo diluídos ou excluídos durante a tramitação legislativa, o que tornaria a medida um tiro no pé, dado que o custo fiscal não seria propriamente equalizado, aumentando a incerteza fiscal, deteriorando expectativas e complicando o frágil equilíbrio político e econômico do governo”, analisa. “A expectativa é que as equipes de articulação do governo pressionem pela manutenção desses contrapesos”.</p>
</blockquote>
<h2>Extremos da pirâmide social</h2>
<p>O pesquisador Marcos Hecksher, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão ligado ao Ministério do Planejamento e Orçamento, considera que a parte mais importante e desafiadora do PL é fazer com que os que ganham mais de R$ 50 mil mensais em média passem a pagar mais imposto.</p>
<p>Para ele, tornar a tributação mais progressiva, sem tantas isenções e desonerações para os mais ricos, é essencial para a redução das desigualdades, de forma &#8220;que permita ao país cumprir um de seus objetivos fundamentais estabelecidos no Artigo 3º da Constituição Federal de 1988, que é reduzir as desigualdades sociais e regionais”.</p>
<p>Hecksher, especialista em desigualdade de renda, adverte que a proposta governista beneficia diretamente “quem está no meio da distribuição de renda, não na base”. Dessa forma, ele chama atenção para a parte do Orçamento dos governos dedicada a programas de transferência de renda, como o Bolsa Família.</p>
<p>“A redução das desigualdades de renda realizada de 2001 a 2014 foi muito concentrada em aumento de gasto público destinado aos mais pobres”, cita.</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Governo deve definir nesta quinta-feira o tamanho do corte de gastos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-deve-definir-nesta-quinta-feira-o-tamanho-do-corte-de-gastos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Nov 2024 15:45:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BCP]]></category>
		<category><![CDATA[benefício de prestação continuada]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[seguro-desemprego]]></category>
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					<description><![CDATA[Fernando Haddad, ministro da Fazenda, se encontrará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; são esperadas mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e no seguro-desemprego O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se encontrará nesta quinta-feira (7) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para discutir e definir os cortes de gastos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-924697930" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Fernando Haddad, ministro da Fazenda, se encontrará com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva; são esperadas mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e no seguro-desemprego<br /><br />O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se encontrará nesta quinta-feira (7) com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para discutir e definir os cortes de gastos do governo. Este encontro é crucial, pois a proposta final de cortes ainda depende das decisões do presidente. O principal objetivo é enviar ao Congresso um texto da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que inclua ajustes que facilitem a negociação com o Parlamento. Haddad planeja apresentar ao presidente as reações dos ministros sobre os cortes de gastos. Uma reunião com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), está agendada para viabilizar os ajustes no orçamento federal.<br /><br />Embora o governo ainda não tenha divulgado detalhes específicos, espera-se que os cortes incluam reajustes no Benefício de Prestação Continuada (BPC) e no seguro-desemprego, além de possíveis mudanças no cálculo de repasses para Saúde e Educação. Haddad afirmou que os ministros estão cientes da necessidade de cortes e que as reuniões do primeiro escalão sobre o assunto já foram concluídas. Ele destacou que há um consenso em torno da importância de reforçar a responsabilidade fiscal e garantir a sustentabilidade das finanças a médio e longo prazo.<br /><br />O governo pretende anunciar as medidas de corte de gastos ainda nesta semana, conforme garantiu o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP). Haddad também expressou interesse em dialogar com líderes do governo, e essa agenda deve ocorrer na próxima semana. Nos últimos dias, ocorreram reuniões no Palácio do Planalto sobre o tema, mas sem manifestações públicas das autoridades. A urgência do governo se deve à ansiedade do mercado financeiro e à alta do dólar frente ao real.<br /><br />A expectativa é que, com a definição e anúncio das medidas, o governo consiga acalmar o mercado financeiro e estabilizar a moeda nacional. A reunião entre Haddad e Lula, portanto, não é apenas uma questão de ajuste fiscal, mas também uma tentativa de transmitir confiança e estabilidade ao cenário econômico do país.<br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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		<item>
		<title>“Aposta é entretenimento, não meio de ganhar dinheiro”, diz secretário</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/aposta-e-entretenimento-nao-meio-de-ganhar-dinheiro-diz-secretario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Sep 2024 16:37:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
		<category><![CDATA[apostas esportivas]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[Regis Dudena afirma que governo começou a fazer pente-fino no setor O governo federal começa a endurecer o controle sobre as empresas de apostas de quota fixa, as chamadas de bets. A partir da próxima terça-feira (dia 1º de outubro), quem não houver pedido autorização para atuar terá as operações suspensas. “Se a empresa sequer veio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2467497366" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Regis Dudena afirma que governo começou a fazer pente-fino no setor</p>
<p>O governo federal começa a endurecer o controle sobre as empresas de apostas de quota fixa, as chamadas de bets. A partir da próxima terça-feira (dia 1º de outubro), quem não houver pedido autorização para atuar terá as operações suspensas.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1613794&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1613794&amp;o=node" /></p>
<p>“Se a empresa sequer veio pedir autorização, não podemos reconhecer que ela quer se adequar”, diz o advogado Regis Anderson Dudena, secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda (SPA), e também doutorando em direito na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), onde estuda o sistema financeiro nacional e repressão aos ilícitos administrativos e à criminalidade penal.</p>
<p>Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, o secretário avalia que o atual enrijecimento da autorização só foi possível porque, depois de cinco anos de vácuo, o Brasil passou a ter uma lei que regulamenta o setor (<a href="https://pesquisa.in.gov.br/imprensa/jsp/visualiza/index.jsp?data=30/12/2023&amp;jornal=617&amp;pagina=1&amp;totalArquivos=27" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei nº 14.790</a>). A norma votada no Congresso Nacional e <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-12/lula-sanciona-lei-que-regulamenta-apostas-esportivas" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">sancionada pelo presidente Lula em de 29 de dezembro de 2023</a> estabelece que cabe ao Ministério da Fazenda autorizar a exploração de apostas e fixar condições e prazos para adequação das empresas do ramo. Leia a seguir os principais trechos da entrevista.</p>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>O ministro Fernando Haddad recentemente chamou de “pandemia”, “vício” e “dependência psicológica” as apostas de quota fixa em jogos eletrônicos. Diante desse diagnóstico, por que devemos manter a autorização das bets? Como o processo de regulação feito pela SPA pode reverter esse quadro apontado pelo ministro?<br /><strong>Regis Dudena:</strong> Os diagnósticos que nós temos, associados a esse que o ministro traz, são de que os principais problemas que o setor tem são decorrentes da ausência de regulamentação. Se olharmos os problemas relacionados tanto à saúde mental, quanto à saúde financeira, quanto ao endividamento, ele é muito relacionado com uma atuação descontrolada, desregulada de alguns agentes. Dentre os agentes que estão desse lado, tem dois grupos. Um grupo que são pessoas, conjunto de pessoas ou empresas que se utilizam dos setores apostas para prática de golpes e para cometer crimes. E nós temos um segundo grupo que é aquele que engaja na utilização desse momento para pura e simplesmente explorar o apostador.</p>
<p>Nós achamos importante que o processo de regulação e de autorização se consiga fazer dois tipos de filtro. Um primeiro filtro vai deixar fora aqueles que não querem cumprir lei e regra. Então, esses grupos de pessoas que sequer  vieram pedir autorização, a gente está identificando que eles não se dispuseram a se adaptar a cumprir regras. Então, afastar esse grupo já parece um bom começo para a gente afastar esses problemas mais graves. Mas, obviamente, mesmo para aqueles que ficam e que se dispuseram a cumprir regras, a regulação é aquilo que vai garantir que todas as normas que vierem a ser impostas a esses agentes serão respeitadas.</p>
<p>Então, o binômio regulação-autorização ataca o problema de duas formas. Uma é tirando esses grupos mais nocivos e, dois, olhando de perto esses grupos que vão ficar. Compreendemos que, uma vez que o Congresso Nacional entendeu por legalizar essa atividade no Brasil, é importante atuar regulando, controlando esses dois grupos.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> O governo baixou portaria proibindo a partir de outubro o funcionamento de bets que não tenham pedido autorização. Os senhores decidiram antecipar isso por conta de repercussão negativa?<br /><strong>Dudena: </strong>Tem dois elementos. A repercussão negativa, obviamente, temos que entender o que a sociedade está olhando e as preocupações trazidas. Mas a preocupação central aqui é regulatória. Havíamos identificado a necessidade de um período de transição que se encerraria no final do ano. Mas começamos a perceber que alguns grupos que estão atuando, mas que não vieram pedir autorização, estavam atuando de uma forma mais agressiva ou oportunista contra o apostador. Então, a pedido do ministro Fernando Haddad, começamos um pente-fino já agora considerando que, se a empresa sequer veio pedir autorização, não podemos reconhecer que ela quer se adequar.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Os senhores já divulgaram um balanço parcial de quantas empresas tinham pedido autorização, mas qual é a expectativa da SPA?<br /><strong>Dudena: </strong>Na verdade, o processo de autorização é contínuo. A qualquer momento, qualquer grupo econômico ou empresa pode pedir. Existem dois procedimentos. Há o procedimento padrão, que é um prazo de 180 dias para que seja analisado um processo. Nesse procedimento padrão, as empresas só podem atuar depois de autorizado. No procedimento de adequação, há uma diferenciação para quem está em atividade no país neste momento. No procedimento de adequação garantimos para todas as empresas que fizeram o pedido até 20 de agosto que haverá resposta ainda este ano. Nesses casos, é um prazo menor do que 180 dias. Nós fizemos uma espécie de concentração desses pedidos, para encaminhar logo e para que em janeiro possam começar a operar.</p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" title="Wilson Dias/Agência Brasil" src="https://imagens.ebc.com.br/4WzHeu4OXgkdAhxC2MWi19NMnTk=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/09/27/125a0940.jpg?itok=626-2phh" alt="Brasília (DF), 24/09/2024 - O Secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Régis Dudena, fala com exclusividade à Agência Brasil. Foto: Wilson Dias/Agência Brasil" width="754" height="472" /><p class="wp-caption-text">O secretário de Prêmios e Apostas do Ministério da Fazenda, Régis Dudena, em entrevista à Agência Brasil &#8211; Wilson Dias/Agência Brasil</p></div>
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<p>Agência Brasil: O governo vai antecipar a proibição de uso de cartão de crédito?<br />Dudena<strong>:</strong> Nós temos diversas demandas em relação a normas específicas e acho que uma das que mais aparece é em relação ao cartão de crédito. Mas o pagamento com cartão de crédito representa menos do que 5% das apostas. Cerca de 95% das apostas são feitas com Pix. O volume efetivo de depósitos feitos a partir de cartão de crédito é bem reduzido. [Na última quinta-feira (26), o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, estimou de 10% a 15% o pagamento com cartão e de 85% a 90% o pagamento das apostas via Pix.]</p>
<p>Agência Brasil: Se o Pix é mais usado do que o cartão, é possível inferir que o apostador tem um perfil mais popular do que um consumidor de classes A e B.<br /><strong>Dudena:</strong> Eu não sei se dá para inferir isso. O que dá para inferir é que a maneira que se paga a aposta projeta a nossa pirâmide social. A partir do dia 1º de janeiro, com a entrada de dados das empresas autorizadas, vamos conseguir identificar isso com maior clareza.</p>
<p>Agência Brasil: Alguns estudos divulgados pela imprensa apontam que a melhoria de renda dos brasileiros teria sido absorvida pelo gasto com as apostas. Há reclamação do setor de varejo de que está sendo afetado. Também é reportado que o vício em bets aflige aos mais pobres. Por exemplo, há notícia de que beneficiários do Bolsa Família estão gastando dinheiro com apostas. A SPA tem alguma avaliação sobre isso?<br />Dudena: A gente tem olhado todos esses estudos com bastante atenção. Nós temos um fato: esse setor precisa ser regulado, e apostadores precisam ser protegidos, e é isso que a gente está fazendo. O dimensionamento disso a gente está conhecendo conforme a regulamentação avança. De fevereiro a julho, nós editamos dez portarias, tratamos de temas muito diversos, passando por questões técnicas dos sistemas, quais são os jogos que podem ser ofertados, meios de pagamento, combate à lavagem de dinheiro.</p>
<p>E uma última portaria que me parece bastante relevante, que é a de jogo responsável – que visa proteger o apostador, independente se é de classe A ou se é de classe E. O apostador de classe E tem uma possibilidade de tempo de tela e de disponibilização financeira que tem que ser levada em consideração. O apostador de classe A tem um outro perfil que também tem que ser levado em consideração. Então, o que a regulamentação nessa portaria de jogo responsável especificamente visa fazer? Proteger o apostador de acordo com o seu próprio perfil.</p>
<p>Agência Brasil: Isso já está em vigor?<br />Dudena<strong>: </strong>Isso já está estabelecido em portaria e passa a ser exigido junto com toda a regulamentação específica de 1º de janeiro.</p>
<p>Agência Brasil: E tem alguma frente cuidando da publicidade das apostas?<br />Dudena<strong>:</strong> Uma das coisas interessantes que a Lei 14.790 [de 2023] fez foi nos dar direito, por notificação, de derrubar <em>sites</em> ilegais. Estamos construindo, junto das plataformas e das redes sociais, um mecanismo para que nós possamos notificá-las para derrubar a disponibilidade tanto de<em> site</em> quanto de conteúdo específico de publicidade que infrinja a regulamentação ou seja originária de empresas não autorizadas.</p>
<p>Agência Brasil: Os senhores estudam fazer alguma articulação com Conselho Nacional Autorregulamentação Publicitária, o Conar?<br />Dudena<strong>:</strong> O Conar já tem o Anexo X [do Código Brasileiro de Autorregulamentação Publicitária] que traz regras específicas para o setor de apostas. Um ponto muito interessante no Conar é o fato de ele ser regulador de toda a cadeia da publicidade. Regulamenta desde o anunciante, passando por aqueles que produzem as peças publicitárias e alcança aqueles que veiculam essas peças publicitárias. Segundo a lei, também podemos criar regras específicas para a divulgação. Uma coisa importante que precisa haver compreensão é sobre o que é a aposta. Aposta é entretenimento, não é meio de ganhar dinheiro, não é complementação de renda, não é meio de ficar rico. É mero entretenimento, é dinheiro que as pessoas gastam.</p>
<p>Agência Brasil: As bets já começaram a dizer isso em <em>sites</em> e nas redes sociais.<br />Dudena<strong>:</strong> Nós também. É importante as pessoas terem clareza do que é aposta.</p>
<p>Agência Brasil: Há comerciais na TV de alguma marca onde se diz algo como “para ganhar dinheiro, só com trabalho duro.”<br />Dudena<strong>:</strong> Identificamos como migração relevante da atividade que iniciamos as empresas mesmas entenderem que a publicidade delas não pode induzir a erro, não pode induzir a problemas. Isso está ficando claro, principalmente, na propaganda televisiva. Temos outro desafio que é no mundo digital, no mundo digital dos<em> influencers</em>. É outro lugar que precisamos atuar. É relevante nossa interação com as associações específicas das empresas, das plataformas e das redes sociais.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Na portaria de aposta responsável [<a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-spa/mf-n-1.231-de-31-de-julho-de-2024-575670297" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Portaria SPA/MF nº 1.231/2024</a>] tem alguma cláusula sobre publicidade?<br /><strong>Dudena:</strong> Tem bastante. Tem um capítulo inteiro que trata de restrições à publicidade e tem um capítulo inteiro dedicado especificamente a <em>influencers</em> e ao que eles chamam de afiliados. É um tema que a gente trabalhou com bastante atenção.</p>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>Há estimativas e levantamentos sobre o perfil dos apostadores, o impacto na economia nacional, o volume que o setor movimenta, as remessas de lucro para o estrangeiro&#8230; O que de fato se conhece sobre o mercado de apostas e está correto nesses estudos?<br /><strong>Dudena:</strong> Os números mais baixos que identificamos é na casa da dezena de bilhões e os números mais altos estão na casa de centenas de bilhões. Não há 100% de clareza. Isso reafirma a necessidade de regulamentação, inclusive para saber o tamanho do mercado, para saber quais são os efeitos positivos e negativos desse mercado na atuação no Brasil. A partir do 1º de janeiro, quando a gente tiver o mercado regulado, o Sistema de Gestão de Apostas (Sigap) do Ministério da Fazenda vai receber diariamente a informação das empresas autorizadas e a partir disso a gente vai conseguir criar dados e informação de inteligência sobre esse mercado.<br /> <br /><strong>Agência Brasil: </strong>Em uma entrevista, o senhor disse que já foi identificado o uso das bets para explorar apostadores e cometer crimes. Que crimes foram e que empresas são essas?<br /><strong>Dudena:</strong> Estamos com mais de uma centena de empresas sendo avaliadas. Não comentamos processos específicos de empresas sobre avaliação. O que nós temos visto em observação ao mercado é principalmente fraude: grupos que se utilizam de uma interface de aposta para cometer fraude. Seja um sistema manipulado, que faz com que o apostador perca mais do que normalmente perderia. Ou seja, sistemas fraudulentos onde as pessoas fazem depósitos de algum valor achando que estão em sistema real de apostas, mas, na verdade, não é.</p>
<p>Quando essas pessoas percebem a fraude e querem reaver o valor depositado, o dinheiro já não existe mais. Também temos visto, em cooperação com órgãos de segurança pública, a utilização do setor apostas para a lavagem de dinheiro. Esse é talvez um dos crimes mais praticados.</p>
<p><strong>Agência Brasil:</strong> Sem nominar casos e empresas, podemos dizer que quem está lavando dinheiro é o jogo do bicho ou facções criminosas?<br /><strong>Dudena: </strong>É da natureza da lavagem de dinheiro haver crime antecedente que precisa ser lavado. E aí não é competência do Ministério da Fazenda, da Secretaria de Previdência e Apostas, entrar no detalhe sobre a ocorrência de crimes, sobretudo dessa natureza. As autoridades que têm competência para isso já estão se debruçando sobre o tema.</p>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>Muitos desses problemas acontecem ou aconteceram pelo fato de o país ter uma lei autorizativa do final de 2018 e a regulamentação só ocorrer em 2023. Ou seja, houve um vácuo de regras e decisões que permitiu que o setor de apostas se tornasse terra sem lei, não?<br /><strong>Dudena:</strong> Quando me vem a questão “qual é o grande problema hoje no Brasil relacionado a apostas?”, respondo que foi um vácuo sem regulação que fez com que o setor se desenvolvesse legalmente, mas sem controles. Então, muitos dos problemas são decorrentes disso. A lei de 2018 [<a href="https://www.in.gov.br/materia/-/asset_publisher/Kujrw0TZC2Mb/content/id/54976993/do1-2018-12-13-lei-n-13-756-de-12-de-dezembro-de-2018-54976737" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei nº 13.756</a>] previa a necessidade de regulamentação. Ela impunha um prazo de dois anos, prorrogáveis por mais dois anos, e essa regulamentação não veio nos quatro anos que sucederam 2018. Quando o Ministério da Fazenda assume, no ano passado, e ele resolve olhar para esse setor, ele age mandando uma medida provisória melhorando a lei de 2018, que era uma lei bastante simples para o desafio que se colocava.</p>
<p>Essa medida provisória tramitou no Congresso Nacional, mas não foi aprovada. Por fim, ela foi incorporada em um projeto de lei aprovado em dezembro do ano passado e foi convertido em lei. Hoje, nós temos de fato um problema social relacionado a isso, decorrente de termos legalizado as apostas e não termos regulamentado. Estamos trabalhando intensamente para que a regulação que já está feita passe a ser aplicada.</p>
<p><strong>Agência Brasil: </strong>O projeto de lei, já aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania [CCJ] do Senado, que legaliza o funcionamento de cassinos, bingos e jogo do bicho preocupa o senhor?<br /><strong>Dudena:</strong> Se o Estado brasileiro for regular isso antes que essa atividade se desenvolva, conseguimos fazer isso bem-feito. Me preocupa se por um acaso, de novo, a regulamentação ficar a reboque. Eu acho que há espaço para essas atividades serem legalizadas, desde que primeiro se regulamente e somente depois se permita que ela entre em atividade.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Amazonas é o terceiro estado brasileiro com menos dívida junto à União</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-e-o-terceiro-estado-brasileiro-com-menos-divida-junto-a-uniao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Aug 2024 15:49:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Divida]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[União]]></category>
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					<description><![CDATA[O Amazonas é o terceiro estado da federação que apresenta a menor dívida com a União, correspondendo a 0,04% do total dos valores devidos (R$ 330,07 milhões), segundo dados do Ministério da Fazenda. Todos os estados e o DF possuem dívidas com a União. Só os estados do Sudeste respondem por 77,2% do total das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2662397947" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O Amazonas é o terceiro estado da federação que apresenta a menor dívida com a União, correspondendo a 0,04% do total dos valores devidos (R$ 330,07 milhões), segundo dados do Ministério da Fazenda.<br /><br />Todos os estados e o DF possuem dívidas com a União. Só os estados do Sudeste respondem por 77,2% do total das dívidas. O Sul vem na sequência, com 15,5%. Centro-Oeste e Nordeste respondem por 3,4% e 3,2%, respectivamente.<br /><br />O Norte, por menos de 1% (0,7%).<br /><br />No topo da lista está SP (cerca de R$ 280,82 bi), seguido do RJ (R$ 159,98 bi), MG (R$ 14,88 bi) e RS (R$ 95,17 bi).</p>
<p>A gestão fiscal responsável do governo do Amazonas colabora para a eficiência da administração pública e para as avaliações positivas dos órgãos reguladores e financeiros do país.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz-AM), desde 2019, o Estado do Amazonas tem se destacado pelo compromisso com o equilíbrio fiscal, mantendo indicadores saudáveis e recebendo excelentes avaliações da Secretaria do Tesouro Nacional (STN).</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Gestão e transparência: boa saúde financeira</strong></h2>
<p>Esse esforço contínuo resultou no reconhecimento de organismos multilaterais e bancos públicos, que veem o Amazonas como um mutuário confiável devido ao seu baixo risco de crédito.</p>
<p>Os indicadores fiscais do estado, tais como poupança corrente, liquidez e endividamento são sólidos.  Dentre eles, destaca-se a avaliação “A” do indicador de endividamento pela STN, refletindo na boa saúde financeira do estado.<br /><br />Outro fator é o estoque de dívida do Amazonas, que é inferior à sua receita corrente líquida, sendo muito abaixo do limite de 200% admitido nas boas práticas de finanças públicas.</p>
<p>“Isso demonstra que o estado mantém um perfil de endividamento conservador e responsável, consolidando sua posição como um exemplo de gestão fiscal eficiente no Brasil”, explica o titular da Sefaz, Alex Del Giglio.</p>
<h2 class="wp-block-heading"><strong>Nota “A” na contabilidade contábil e fiscal</strong></h2>
<p>Além dos aspectos financeiros, o Amazonas também se destaca na qualidade da informação contábil e fiscal, alcançando nota “A” nesse quesito.</p>
<p>De acordo com Giglio, “sob a liderança do governador Wilson Lima, o estado tem buscado constantemente aumentar suas receitas de maneira estrutural, expandindo a base econômica ao mesmo tempo em que reduz despesas através de um controle rigoroso”.<br /><br />Na gestão do governador Wilson Lima foi criado o Comitê de Gestão Fiscal, em novembro de 2022, que tem a missão de manter o equilíbrio entre receitas e despesas públicas, assegurando que o estado continue a cumprir suas obrigações financeiras sem comprometer seu crescimento econômico.</p>
<p><em>Com informações da assessoria de comunicação da Sefaz-AM e RealTime1</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Governo arrecada R$ 2,31 trilhões em receitas federais em 2023</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-arrecada-r-231-trilhoes-em-receitas-federais-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 17:06:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[arrecadação de tributos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Receita Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Valor apresenta uma queda de 0,12% em relação a 2022 A arrecadação total das receitas federais fechou, no ano passado, em pouco mais de R$ 2,31 trilhões, informou nesta terça-feira (23) o Ministério da Fazenda. O valor apresenta uma queda de 0,12% em relação a 2022, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3489389844" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Valor apresenta uma queda de 0,12% em relação a 2022</p>
<p>A arrecadação total das receitas federais fechou, no ano passado, em pouco mais de R$ 2,31 trilhões, informou nesta terça-feira (23) o Ministério da Fazenda. O valor apresenta uma queda de 0,12% em relação a 2022, descontada a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1577387&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1577387&amp;o=node" /></p>
<p>Em dezembro do ano passado, a arrecadação totalizou R$ 232,22 bilhões. O valor representa um crescimento real de 5,15% em relação a dezembro de 2022, descontado o IPCA.</p>
<p>Quanto às receitas administradas pela Receita Federal, o valor arrecadado, em dezembro de 2023, foi R$ 225,1 bilhões, representando um acréscimo real, medido pelo IPCA, de 5,48%, enquanto no período acumulado de janeiro a dezembro de 2023, a arrecadação alcançou R$ 2,204 trilhões, registrando acréscimo real pelo IPCA de 1,02%.</p>
<p>Segundo o Ministério, o resultado da arrecadação foi influenciado por alterações na legislação tributária e por pagamentos atípicos, especialmente do Imposto de Renda de Pessoa Jurídica (IRPJ), da Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL), tanto em 2022 quanto em 2023.</p>
<p>“Sem considerar os fatores não recorrentes, haveria um crescimento real de 3,05% na arrecadação do período acumulado e um acréscimo real de 4,54% na arrecadação do mês de dezembro”, explicou o ministério.</p>
<p>A pasta informou ainda que os principais fatores que, em conjunto, contribuíram para o resultado de 2023 foram o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos, a exemplo da produção industrial, massa salarial, valor em dólar das importações e venda de bens e serviços.</p>
<p>Também contribuíram para o resultado o desempenho da arrecadação da Receita Previdenciária, que registrou crescimento real de 5%, e o crescimento real de 21,60% da arrecadação do Imposto sobre a Renda Retido na Fonte Capital (IRRF), especialmente nos itens títulos e fundos de renda fixa.</p>
<p>Os destaques apontados pela Receita Federal, no mês de dezembro, foram o IRRF-Rendimentos de Capital, que apresentou uma arrecadação de R$ 25,2 bilhões, resultando em um crescimento real de 21,57%, decorrente dos acréscimos nominais de 26,30% na arrecadação de aplicações de Renda Fixa de pessoas físicas e jurídicas, e de 1,44% na arrecadação de fundos de Renda Fixa.</p>
<p>Também foram arrecadados R$ 3,9 bilhões decorrentes da tributação dos fundos de investimento no país e da renda auferida por pessoas físicas residentes no país em aplicações financeiras, entidades controladas e trusts no exterior.</p>
<p>A arrecadação do PIS/Pasep e da Cofins fechou o mês de dezembro em R$ 39,6 bilhões, representando crescimento real de 12,15%. Esse desempenho é explicado pela combinação do acréscimo real de 4,30% no volume de vendas e decréscimo real de 0,30% no volume de serviços entre novembro de 2022 e novembro de 2023.</p>
<p>Além de modificação da tributação incidente sobre diesel, gasolina e álcool; e aumento de 3% no montante das compensações tributárias.</p>
<p>Já a Receita Previdenciária alcançou uma arrecadação de R$ 79 bilhões, representando crescimento real de 2,92%.</p>
<p>“Esse resultado pode ser explicado pelo aumento real de 9,08% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 25% nas compensações tributárias com débitos de Receita Previdenciária em razão da Lei 13.670/18”, disse o ministério.</p>
<p>O IRRF-Rendimentos de Residentes no Exterior apresentou uma arrecadação de R$ 10,1 bilhões, representando crescimento real de 8,67%.</p>
<p>No período de janeiro a dezembro do ano passado, os destaques ficaram para a Receita Previdenciária, que totalizou uma arrecadação de R$ 620,31 bilhões, com crescimento real de 5%. Esse desempenho é explicado pelo crescimento real de 7,90% da massa salarial. Além disso, houve crescimento de 32% nas compensações tributárias com débitos de Receita Previdenciária.</p>
<p>Em relação ao IRRF-Rendimentos de Capital houve uma arrecadação de R$ 123,6 bilhões, resultando em um crescimento real de 21,60%.</p>
<p>Já o PIS/Pasep e a Cofins apresentaram, no conjunto, uma arrecadação de R$ 435,7 bilhões, representando crescimento real de 2,4%.</p>
<p>Segundo a Receita Federal, esse desempenho é explicado pela combinação dos aumentos reais de 3,54% no volume de vendas e de 3,08% no volume de serviços entre dezembro de 2022 e novembro de 2023, em relação ao período compreendido entre dezembro de 2021 e novembro de 2022. Também contribuiu para o resultado o retorno gradativo da tributação relativa ao setor de combustíveis (gasolina, álcool e diesel) e pelo aumento de 12,5% no montante das compensações tributárias.</p>
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<p>Foto: Marcello Casal/Agência Brasil</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">34284</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Haddad diz que governo fará nova revisão na faixa de isenção do Imposto de Renda em 2024</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-diz-que-governo-fara-nova-revisao-na-faixa-de-isencao-do-imposto-de-renda-em-2024/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jan 2024 15:35:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COPOM]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=34276</guid>

					<description><![CDATA[Ministro da Fazenda participou do Programa Roda Viva da TV Cultura na noite desta segunda-feira (22). O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (22) que o governo fará uma nova revisão na faixa de isenção do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) em 2024. “Nós vamos fazer uma nova revisão esse ano, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1059753774" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro da Fazenda participou do Programa Roda Viva da TV Cultura na noite desta segunda-feira (22).</p>
<div id="chunk-5dqiu">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="7">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse nesta segunda-feira (22) que o governo fará uma nova revisão na faixa de isenção do Imposto de Renda de Pessoa Física (IRPF) em 2024.</p>
</div>
</div>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-ekmlm">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="9">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Nós vamos fazer uma nova revisão esse ano, até por conta do aumento do salário mínimo, presidente [Lula] já pediu uma análise para nós acertarmos a questão da faixa de isenção”, disse durante participação no Programa Roda Viva da TV Cultura.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-qkit">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="10">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em maio do ano passado, o governo publicou uma Medida Provisória que alterou a faixa de isenção do imposto de renda de R$ 1.903,98 para R$ 2.112. Para isentar quem recebia até dois salários mínimos, o texto também incluiu um desconto mensal de R$ 528 na fonte.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3qufi">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="11">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Na prática, portanto, quem ganhava até R$ 2.640 (R$ 2.112 + R$ 528) — o equivalente a dois mínimos em 2023 — ficou isento do Imposto de Renda para pessoa física.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6h3">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="12">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Porém, em 1º de janeiro deste ano, entrou em vigor um novo patamar de salário mínimo: R$ 1.412. Ou seja, as pessoas que recebem até dois salários mínimos — que agora equivalem a R$ 2.824 — voltarão a ser tributadas, segundo alerta da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Unafisco).</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-d8b6f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="13">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em entrevista na manhã de terça (23), horas depois, Lula confirmou a intenção do governo de corrigir a tabela do Imposto de Renda – e disse que a missão caberá a Haddad.</p>
<div id="chunk-3c68g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="15">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A reforma tributária dos impostos sobre consumo, promulgada pelo Congresso Nacional em dezembro de 2023, prevê um prazo de 90 dias para o governo enviar propostas de mudanças na taxação sobre a renda ao Congresso Nacional.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e1p35">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="16">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ministro da Fazenda disse que a equipe econômica está se espelhando nas melhores experiências internacionais, mas não deu detalhes de quais caminhos estão sendo estudados pelo Executivo.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;O Brasil cobra muito imposto sobre consumo, o que onera mais o pobre do que o rico, que consome mais em proporção da renda do que o rico, e cobra pouco sobretudo de quem ganha muito”, afirmou.</p>
<div id="chunk-5f11p">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="18">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Neste ano, o governo também vai se debruçar sobre a regulamentação da reforma tributária. Apesar das linhas gerais da proposta já estarem na Constituição, alguns pontos ficaram pendentes de regulamentação, tais como:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-dnsbb">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="37" data-block-id="19">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Deliberação sobre quais itens serão incluídos na cesta básica, que contará com isenção dos futuros impostos sobre consumo federal, estadual e municipal;</li>
<li>Funcionamento do &#8220;cashback&#8221;, a devolução de parte do imposto pago às famílias de baixa renda.</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-f5q1g">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="16" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A proposta prevê ainda um prazo de 180 dias para o envio dessa regulamentação ao Legislativo.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-94sn8">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="81" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Nesse primeiro semestre, temos que encaminhar as leis complementares que regulam a emenda constitucional da reforma tributária (&#8230;) nada é tranquilo, mas tá bem organizado, debate tá bem organizado, e vai ter aquela coisa: o que é cesta básica, o que entra, o que não entra, onde vai ter cashback, onde não vai, vai ter disputa em tudo (&#8230;) é da vida democrática, tem o tecnicamente recomendável, mas tem o politicamente possível, tem que conviver com essas duas coisas”, afirmou Haddad.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-4al2v">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="2" data-block-id="22">
<div class="content-intertitle">
<h2>Banco Central</h2>
</div>
</div>
</div>
<div id="chunk-7fthk">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O ministro da Fazenda afirmou que a relação entre governo e Banco Central tem sido desafiadora, mas que as equipes do Ministério da Fazenda e do BC “tiveram papel institucional construtivo”.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e4ton">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="24">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No ano passado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) fez persistentes críticas a Campos Neto, atual presidente do BC, e à condução da política monetária e da taxa básica de juros, a Selic.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-5ri0n">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Cabe ao Comitê de Política Monetária (Copom), formado por oito diretores e o presidente do BC, decidir o patamar da Selic a cada 45 dias. A próxima reunião do colegiado acontece nos dias 30 e 31 de janeiro.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ass18">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Lula é o primeiro presidente que não pôde realizar mudanças na diretoria do BC, incluindo a presidência, em razão da autonomia do BC aprovada pelo Congresso durante a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Campos Neto, por exemplo, tem mandato até 2024.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-23rtq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Questionado sobre quem será indicado à presidência do BC, Haddad disse que ainda não conversou com Lula sobre o tema, mas que decisão pode ficar “mais para o meio do ano”.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-b1o76">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Presidente [Lula] convidou quatro diretores que ele indicou para serem diretores, evidentemente que um deles pode ser designado para presidente [do Banco Central] ou presidente [Lula] convidar uma pessoa que ainda não tá no BC”.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-hgcn">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="4" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em 2023, Lula indicou:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ar20i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="54" data-block-id="30">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Gabriel Galípolo para o cargo de diretor de Política Monetária;</li>
<li>Ailton Aquino para a diretoria de Fiscalização;</li>
<li>Paulo Pichetti para a diretoria de Assuntos Internacionais e de Gestão de Riscos Corporativos; e</li>
<li>Rodrigo Teixeira para a função de diretor de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta, mas Teixeira hoje ocupa a Diretoria de Administração do BC.</li>
</ul>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Foto: TV Cultura/Reprodução</p>
<p>Fonte: G1</p>
<div class="wall protected-content">
<div id="chunk-d8b6f">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="32" data-block-id="13">
<div id="chunk-e1p35">
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div id="chunk-bodrt">
<div class="block-podcast"> </div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Plataforma do Desenrola será utilizada para renegociar dívidas de pequenos produtores rurais</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/plataforma-do-desenrola-sera-utilizada-para-renegociar-dividas-de-pequenos-produtores-rurais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Oct 2023 02:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[B3]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[renegociação de divida]]></category>
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					<description><![CDATA[Desenvolvida pelo Ministério da Fazenda e pela B3, a bolsa de valores brasileira, a plataforma usada para leiloar descontos no Desenrola poderá ser usada para renegociar dívidas de pequenos produtores rurais. A informação foi dada nesta segunda-feira (23), à noite pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após se reunir com o ministro do Desenvolvimento Agrário [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3408810920" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Desenvolvida pelo Ministério da Fazenda e pela B3, a bolsa de valores brasileira, a plataforma usada para leiloar descontos no Desenrola poderá ser usada para renegociar dívidas de pequenos produtores rurais. A informação foi dada nesta segunda-feira (23), à noite pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, após se reunir com o ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Paulo Teixeira.</p>
<p>“A plataforma é um ativo que pode ser mobilizado para outras renegociações. Então coloquei à disposição do MDA [Ministério do Desenvolvimento Agrário], para o futuro, a mesma plataforma construída para o atual Desenrola”, disse Haddad ao deixar o ministério.</p>
<p>Segundo Haddad, Teixeira tinha pedido um programa de renegociação de dívidas de agricultores familiares. O ministro da Fazenda informou que a plataforma não poderá ser usada neste momento por causa da terceira fase do Desenrola, que prevê descontos para dívidas de até R$ 5 mil de quem ganha até dois salários mínimos, mas fez a promessa de estender a ferramenta tecnológica para os produtores rurais de menor porte.</p>
<p>A terceira fase do Desenrola está em vigor desde o início do mês e oferece desconto médio de 83% para dívidas de nove setores: serviços financeiros; securitizadoras; varejo; energia; telecomunicações; água e saneamento; educação; micro e pequena empresa, educação. No entanto, em alguns casos, o abatimento superou esse valor, dependendo da atividade econômica.</p>
<p>A plataforma está disponível no site <a href="http://www.desenrola.gov.br." target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">www.desenrola.gov.br.</a> Para acessá-la, o consumidor precisa ter cadastro no<a href="http://Portal gov.br"> Portal gov.br</a>, com conta nível prata ou ouro e estar com os dados cadastrais atualizados. Em seguida, o devedor tem de escolher uma instituição financeira ou empresa inscrita no programa para fazer a renegociação. A página lista as dívidas por ordem de desconto, do maior para o menor. Basta selecionar o número de parcelas e efetuar o pagamento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: G1</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">31629</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Governo cria regras para compras internacionais de até US$ 50 na internet e taxará quem descumprir normas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/governo-cria-regras-para-compras-internacionais-de-ate-us-50-na-internet-e-taxara-quem-descumprir-normas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 11:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=28084</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Fazenda publicou uma portaria com novas regras para compras internacionais feitas pela internet, nesta sexta-feira (30). Pela norma, o governo vai deixar de cobrar o Imposto de Importação para compras on-line de até US$ 50, desde que as empresas entrem em um programa da Receita e recolham tributos estaduais. Antes, todas as compras [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-611833625" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O Ministério da Fazenda publicou uma portaria com novas regras para compras internacionais feitas pela internet, nesta sexta-feira (30). Pela norma, o governo vai deixar de cobrar o Imposto de Importação para compras on-line de até US$ 50, desde que as empresas entrem em um programa da Receita e recolham tributos estaduais.</p>
<div id="chunk-2c6n6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Antes, <span class="highlight highlighted">todas as compras de importados eram taxadas</span>, independentemente do valor. A isenção de US$ 50 que existia era restrita apenas para remessas internacionais entre pessoas físicas. Ou seja, empresas estavam fora desta isenção.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ba5oa">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pela portaria publicada nesta sexta-feira, as compras on-line de até US$ 50 feitas em empresas que não cumprirem com as novas regras do governo continuarão sendo taxadas. A medida começa a valer a partir de <strong>1º de agosto</strong>.</p>
<div id="chunk-cocqo">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As regras do programa ao qual as empresas terão de aderir também foram publicadas nesta sexta-feira por meio de uma Instrução Normativa da Secretaria Especial da Receita Federal. A medida cria uma série de critérios para empresas de comércio eletrônico, como:</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3c5of">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="50" data-block-id="10">
<ul class="content-unordered-list">
<li>fazer o repasse dos impostos cobrados;</li>
<li>detalhar para o consumidor informações sobre os valores de impostos, tarifas postais e demais despesas;</li>
<li>colocar no pacote enviado ao consumidor de maneira visível, no campo do remetente, a marca e o nome da empresa em questão;</li>
<li>realizar o combate ao descaminho e contrabando.</li>
</ul>
<p>O Ministério da Fazenda também determinou que as empresas recolham o Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para que as compras de até US$ 50 não recebam o Imposto de Importação.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-6uv5j">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No começo do mês, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) decidiu unificar em<a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/06/02/estados-definem-aliquota-de-17percent-de-icms-para-compras-de-varejistas-internacionais.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> 17% a alíquota de ICMS para as compras</a> feitas em plataformas on-line de varejistas internacionais.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-aguus">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em relação à portaria publicada nesta sexta-feira, a regra vale exclusivamente para compras feitas em empresas de comércio eletrônico, nacionais ou estrangeiras.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-36t92">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="14">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Secretaria Especial da Receita Federal do Brasil fará relatórios bimestrais para monitorar os resultados obtidos com a nova regra, podendo propor mudanças na alíquota estabelecida.</p>
<div id="chunk-f9vr5">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="18">
<div class="content-intertitle">
<h2>Polêmica em abril</h2>
</div>
<p>Em abril, o Ministério da Fazenda e a Receita Federal anunciaram que iriam extinguir a isenção para o comércio internacional <strong>entre pessoas físicas </strong>no valor de até US$ 50.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-7bec6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">À época, o governo explicou que a regra de isenção estava sendo usada de maneira irregular por varejistas internacionais, que se &#8220;disfarçavam&#8221; de pessoa física para não pagar impostos.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bn2hv">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Pelas regras atuais, as compras internacionais feitas pela internet entre pessoas físicas que ultrapassem a cota podem ser taxadas em 60% sobre o valor da nota fiscal.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-e731e">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma semana após anunciar a extinção da isenção, o governo voltou atrás e afirmou que não iria acabar com a isenção para remessas entre pessoas físicas.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-bhtb6">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Apesar do recuo, após a polêmica, a Shein assumiu um compromisso com o governo para investimentos no Brasil. Uma fábrica do Rio Grande do Norte <a class="" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/2023/06/29/rn-comeca-a-produzir-roupas-para-venda-na-shein-em-julho.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">vai começar a produzir roupas para vendas na empresa em julho</a>.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-rj6h">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="3" data-block-id="24">
<p class="content-text__container"><span style="color: #111111;font-family: 'Mukta Vaani', sans-serif;font-size: 28px;font-weight: bold">Isenção e taxação</span></p>
<p>A combinação da isenção para compras de até US$ 50 com a criação de uma taxa para quem não cumprir as regras em vendas internacionais faz parte da implementação de um plano de conformidade do governo com os e-commerces globais – principalmente sites chineses, como a Shein.</p>
<div id="chunk-bmk3l">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="27">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em maio, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que a discussão sobre as regras de tributação nas importações também envolvia os estados, já que eles têm direito à cobrança de ICMS sobre os produtos comprados pela internet.</p>
</div>
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<div id="chunk-5iqiu">
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<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A ideia é que, no futuro, os clientes de sites internacionais sejam informados dos preços totais dos itens já com a cobrança do Imposto de Importação, que é federal, além do ICMS.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""> Foto: Pixabay</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*G1</p>
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