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	<title>Meta - Portal NDC</title>
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	<title>Meta - Portal NDC</title>
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		<title>Inflação de 2025 ficará abaixo do teto da meta, em 4,46%</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/inflacao-de-2025-ficara-abaixo-do-teto-da-meta-em-446/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Nov 2025 14:23:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[Boletim Focus manteve previsão de PIB fechando 2025 em 2,16%, diz BC Pela segunda semana consecutiva, as projeções para a inflação de 2025 no Brasil está abaixo do teto da meta. É o que mostra o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (24), com as previsões do mercado financeiro indicando que o ano fechará com o Índice [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1310470857" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Boletim Focus manteve previsão de PIB fechando 2025 em 2,16%, diz BC</p>
<p><strong>Pela segunda semana consecutiva, as projeções para a inflação de 2025 no Brasil está abaixo do teto da meta.</strong> É o que mostra o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (24), com as previsões do mercado financeiro indicando que o ano fechará com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, em 4,45%.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1669215&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1669215&amp;o=node" /></p>
<p>Com relação ao Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas riquezas produzidas no país), o <strong>mercado manteve as projeções registradas nas semanas anteriores, de crescimento de 2,16% em 2025; de 1,78% em 2026; e de 1,88% em 2027.</strong></p>
<h2>Inflação</h2>
<p>Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta para a inflação é 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,5% e o superior 4,5%.</p>
<p>A melhora na previsão veio após o resultado da inflação de outubro (0,09%), anunciada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), ser a menor para o mês, desde 1998. Com isso, a inflação acumulada em 12 meses, findando em outubro, ficou em 4,68%.</p>
<p>Foi, portanto, a primeira vez, em oito meses, que o patamar apresentado ficou abaixo da casa de 5%.</p>
<p><strong>A revisão do Boletim Focus para o IPCA de 2025 estava em 4,56% há quatro semanas; e em 4,46% na semana passada. Para os anos subsequentes, as projeções inflacionárias apresentadas pelo mercado está em 4,18%, em 2026; e em 3,80% para 2027.</strong></p>
<h2>Selic</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic &#8211; definida em 15% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do BC. O recuo da inflação e a desaceleração da economia levaram à manutenção da Selic pela terceira vez seguida, na última reunião, no início deste mês.</p>
<p>No entanto, o Copom não descarta a possibilidade de voltar a elevar os juros “caso julgue apropriado”.</p>
<p>Em nota, o BC informou que o ambiente externo se mantém incerto por causa da conjuntura e da política econômica nos Estados Unidos, com reflexos nas condições financeiras globais.</p>
<p><strong>Já no Brasil, a autarquia destacou que a inflação continua acima do centro da meta (3%), apesar da desaceleração da atividade econômica, o que indica que os juros continuarão alto por bastante tempo.</strong></p>
<p>A estimativa dos analistas de mercado é, há 22 semanas, de que a Selic encerre 2025 em 15% ao ano. <strong>No entanto, foi revista para baixo nas projeções para 2026, passando dos 12,25% projetados nas semanas anteriores, para 12% nesta edição do boletim. Para 2027, as projeções estão estáveis, em 10,50%.</strong></p>
<p>Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida; e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.</p>
<p>Os bancos ainda consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Assim, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando a taxa Selic é reduzida, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<h2>Câmbio</h2>
<p>Com relação ao câmbio, as projeções do mercado financeiro se manteve estável, indicando que o dólar fechará o ano cotado a R$ 5,40. O mercado manteve também as mesmas projeções divulgadas nas semanas anteriores para a moeda norte-americana, tanto para 2026 como 2027: R$ 5,50.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Haddad diz que alternativa ao aumento do IOF pode ser antecipada</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/haddad-diz-que-alternativa-ao-aumento-do-iof-pode-ser-antecipada/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Jun 2025 17:53:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[IOF]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
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					<description><![CDATA[Ministro manifesta conforto para implantar soluções estruturais O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que as conversas com os presidentes das duas Casas legislativas durante o fim de semana deixaram a equipe econômica “muito confortável” para chegar a uma solução estrutural visando o cumprimento das metas fiscais tanto de 2025 como dos anos seguintes. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2941749693" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ministro manifesta conforto para implantar soluções estruturais</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse que as conversas com os presidentes das duas Casas legislativas durante o fim de semana deixaram a equipe econômica “muito confortável” para chegar a uma solução estrutural visando o cumprimento das metas fiscais tanto de 2025 como dos anos seguintes.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1645103&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1645103&amp;o=node" /></p>
<p>A afirmação foi feita nesta segunda-feira (2) na chegada dele ao ministério, em meio a críticas vindas do mercado sobre a elevação de alíquotas do IOF para o crédito de empresas, para operações cambiais e para grandes investidores em previdência privada.</p>
<blockquote>
<p>“Quero deixar claro que as conversas [neste fim de semana com os presidentes da Câmara e do Senado] evoluíram e nos deixaram, nós, aqui da Fazenda e da área econômica, muito confortáveis”, disse Haddad.</p>
</blockquote>
<p>“Esse é o jogo que interessa ao país. Não simplesmente uma situação paliativa para resolver um problema de cumprimento da meta do ano, mas voltar para questões estruturais para dar conforto a qualquer governante. Tanto ao presidente Lula o ano que vem, como a quem for eleito o ano que vem, em uma perspectiva de mais longo prazo”, acrescentou.<br /><br /></p>
<h2>Acolhimento</h2>
<p>Segundo o ministro, tanto o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta; como do Senado, Davi Alcolumbre, passaram uma impressão “de acolhimento” ao que foi apresentado pela equipe econômica durante a reunião.</p>
<p>Ele elogiou as agendas das duas casas tanto para resolver problemas estruturais, como para avançar em reformas mais amplas.</p>
<p><strong>Segundo o ministro, tanto Lula como os dois presidentes do Legislativo sabem da necessidade de se debruçar sobre essas questões e tomar uma decisão antes do embarque de Lula para a França.</strong></p>
<p>“Nós [da equipe econômica] já sabemos exatamente o que está na mesa. Vamos definir qual vai ser o recorte a ser feito nas medidas e apresentar para os três presidentes”, disse Haddad ao garantir que não abrirá mão de cumprir as metas estabelecidas em comum acordo entre Executivo e Legislativo.</p>
<p>A expectativa do ministro é de que tudo seja resolvido muito rapidamente. </p>
<blockquote>
<p>“Ninguém está aqui querendo postergar. Aliás, eu disse [a Motta e Alcolumbre] que não preciso dos 10 dias de prazo, como foi dado na reunião da semana passada”.</p>
</blockquote>
<h2>Soluções estruturais</h2>
<p>De acordo com Haddad, “sabemos o que precisa ser feito, mas precisa tomar a decisão política do que será feito. Mas diante do que eu ouvi, acredito que essa semana a gente possa resolver e melhorar tanto a regulação do IOF [Imposto sobre Operações Financeiras] como as questões estruturais. Não dá para dissociar mais uma coisa da outra”.</p>
<p>Haddad reiterou a preferência “deste e de todos ministros da Fazenda” por soluções estruturais. </p>
<p><strong>“Se o Congresso também está dizendo que prefere isso, por que eu vou dizer o contrário? É muito melhor para o país soluções estruturais”, acrescentou.</strong></p>
<p>“Se chegamos a uma boa definição, de 70%, 80% ou 90% daquilo que foi discutido, e se houver uma compreensão de avançar, acredito que teremos uma perspectiva muito mais sustentável, sem a necessidade de medidas apenas paliativas que, sabemos, que não seriam estruturais. Para nós, é muito melhor fazer as correções no atacado do que fazer no varejo”, argumentou o ministro.</p>
<p>Na avaliação do ministro, o que a Fazenda não pode fazer é perder a iniciativa de levantar essas discussões consideradas tão relevantes. </p>
<blockquote>
<p>“Se deixarmos a acomodação falar mais alto, nós não vamos avançar. Nós abrimos uma excelente oportunidade de voltar a falar do que importa”, disse.</p>
</blockquote>
<p>“[Queremos] fazer o debate voltar à mesa porque, caso contrário, em vez de conseguirmos grau de investimento, vamos ficar patinando. As agências [de classificação de risco] reagem à capacidade de iniciativa do país. Se elas percebem que o país deu uma parada e não está enfrentando os temas, elas também param e esperam para ver o que acontece”, complementou.</p>
<h2>Transparência</h2>
<p>Haddad lembrou que o governo, desde sempre, defendeu a correção de “benefícios fiscais injustificados que ainda existem”. </p>
<p><strong>Essas isenções e benefícios fiscais a determinados setores somarão, segundo projeções da Receita Federal, R$ 800 bilhões em gastos tributários.</strong></p>
<p>Haddad disse que a estratégia do governo federal é mostrar isso “de forma muito transparente”, colocando todas as informações disponíveis na internet. </p>
<p><strong>“Vocês conseguem fazer a consulta até por CNPJ das empresas que estão deixando de pagar seus impostos”, observou o ministro.</strong></p>
<p>Haddad disse que não faz parte dos objetivos do governo fazer uso de decretos para ampliar a agenda que está sendo posta.</p>
<blockquote>
<p>“O decreto foi para resolver um problema pontual, distorções pontuais. Se nós ficarmos de decreto em decreto, não vamos fazer o que o país precisa, que é apontar um horizonte de médio e longo prazo de sustentabilidade”, explicou.</p>
</blockquote>
<p>Na quarta-feira (28), o governo anunciou o resgate de R$ 1,4 bilhão de dois fundos, o Fundo Garantidor de Operações (FGO) e o Fundo de Garantia de Operações do Crédito Educativo (FGEDUC), administrado pela Caixa Econômica Federal, para compensar a revogação de dois pontos do decreto que aumentou o IOF.</p>
<p><strong>A elevação de alíquotas do IOF para o crédito de empresas, para operações cambiais e para grandes investidores em previdência privada pretendia arrecadar R$ 20,5 bilhões neste ano para impedir a paralisação da máquina pública este ano. Com a retirada de dois pontos do decreto, a estimativa caiu para R$ 19,1 bilhões.</strong></p>
<p>Embora inicialmente o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tenha anunciado que a revogação parcial do decreto reduziria a arrecadação em R$ 2 bilhões este ano, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, confirmou que o impacto será menor e ficará em R$ 1,4 bilhão neste ano e R$ 2,8 bilhões em 2026. </p>
<p><strong>Segundo ele, as projeções foram reduzidas durante o recálculo das medidas.</strong></p>
<p><br /><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Meta autoriza insultos homofóbicos, misóginos e xenofóbicos nos EUA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/meta-autoriza-insultos-homofobicos-misoginos-e-xenofobicos-nos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jan 2025 13:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[homofóbicos]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[misóginos]]></category>
		<category><![CDATA[xenofóbicos]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova regra permite associar homossexualidade a doença mental Logo após a Meta anunciar, nessa terça-feira (7), mudanças na sua política de moderação de conteúdos para se adequar ao governo do presidente eleito dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, a empresa que controla o Facebook, o Instagram e o Whatsapp modificou os critérios utilizados para remover [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-724328427" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Nova regra permite associar homossexualidade a doença mental</p>
<p>Logo após a Meta anunciar, nessa terça-feira (7), mudanças na sua política de moderação de conteúdos para se adequar ao governo do presidente eleito dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, a empresa que controla o Facebook, o Instagram e o Whatsapp modificou os critérios utilizados para remover conteúdos com discurso de ódio nas plataformas nos EUA, autorizando insultos e pedidos de exclusão de grupos em debates sobre imigrantes, homossexuais e transgêneros.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1626242&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1626242&amp;o=node" /></p>
<p>O texto atualizado no <em>site</em> da Meta para língua inglesa cita uma série de comportamentos de usuários que passarão a ser permitidos, incluindo insultos de caráter homofóbico, transfóbico, xenófobo ou mesmo misógino, considerando o contexto de fim de relacionamentos.</p>
<p>A misoginia é o ódio ou aversão às mulheres, já a xenofobia é o ódio ao estrangeiro.</p>
<p>“[As pessoas] pedem exclusão ou usam linguagem insultuosa no contexto de discussão de tópicos políticos ou religiosos, como ao discutir direitos transgêneros, imigração ou homossexualidade. Finalmente, às vezes as pessoas xingam um gênero no contexto de um rompimento romântico. Nossas políticas são projetadas para permitir espaço para esses tipos de discurso”, afirma a Meta.</p>
<p>A <strong>Agência Brasil</strong> questionou se as mudanças na política sobre discurso de ódio nas redes sociais serão aplicadas também no Brasil no futuro, mas não obteve retorno até o fechamento desta reportagem.</p>
<p>Nessa terça-feira (7), o dono da companhia Mark Zuckerberg disse que as mudanças começariam pelos EUA, mas que <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2025-01/meta-promete-se-aliar-trump-contra-paises-que-regulam-redes-sociais" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">trabalharia com Trump contra países </a>que criam regras para o ambiente digital.</p>
<p>A Meta também passou a permitir associar a homossexualidade ou transsexualidade a doenças mentais. As mudanças podem favorecer o discurso do <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2025-01/grupo-trans-aciona-mp-apos-meta-permitir-associar-lgbt-com-doenca" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">presidente Donald Trump</a>, frequentemente acusado pelos adversários de discriminar mulheres, <em>gays</em> e imigrantes em seus pronunciamentos.</p>
<p>A fundadora da Rede Nacional de Combate à Desinformação (RNCD), a professora Ana Regina Rego avaliou que as mudanças são “muito preocupantes” e um retrocesso em relação ao combate ao discurso de ódio nas plataformas. Para a professora de comunicação da Universidade Federal do Piauí (PI), essa violência digital tende a ser transferida para o mundo físico.</p>
<p>“Além de ferir direitos, de não respeitar as diversidades, há uma convocação para uma violência simbólica que tem se transformado, sim, em violência física. [A Meta] vai permitir que as pessoas se comuniquem da maneira como quiserem. Pode ter insulto, pode ter violência. A permissão de ofender mulheres em final de relacionamento não é só misoginia, é uma violência simbólica complicada no mundo em que a gente tem, a cada 10 minutos, o assassinato de uma mulher”, comentou.</p>
<h2>Participação feminina</h2>
<p>A nova política da Meta ainda substituiu o termo “discurso” por “conduta” de ódio, ou conduta odiosa. Além disso, a gigante da tecnologia passou a permitir discursos, nas redes dos EUA, contrários à participação de mulheres em meios militares, policiais ou de ensino.</p>
<p>“Nós permitimos conteúdo que defenda limitações de gênero em empregos militares, policiais e de ensino. Também permitimos o mesmo conteúdo com base na orientação sexual, quando o conteúdo é baseado em crenças religiosas”, diz o texto.</p>
<p>Até então, a Meta proibia a publicação de conteúdo que defendia a exclusão econômica de grupos por considerar que essas medidas limitam a participação no mercado de trabalho.</p>
<h2>Remoções mantidas</h2>
<p>Por outro lado, a Meta sustenta a posição de que removerá, nos Estados Unidos, os discursos “desumanizantes, alegações de imoralidade grave ou criminalidade e calúnias”, assim como não permitirão “conduta odiosa no Facebook, Instagram ou Threads”, que são as redes controladas pela <em>big tech</em>.</p>
<p>“Definimos conduta odiosa como ataques diretos contra pessoas — em vez de conceitos ou instituições — com base no que chamamos de características protegidas (PCs): raça, etnia, nacionalidade, deficiência, afiliação religiosa, casta, orientação sexual, sexo, identidade de gênero e doença grave”, afirma a companhia.</p>
<p>Ao comentar as mudanças na plataforma, o diretor de assuntos globais da Meta, Joel Kaplan, sustentou que as regras estavam muito restritivas e que o objetivo é se livrar de restrições sobre imigração, identidade de gênero e gênero. </p>
<p>“Não é certo que as coisas possam ser ditas na TV ou no plenário do Congresso, mas não em nossas plataformas. Essas mudanças de política podem levar algumas semanas para serem totalmente implementadas”, justificou Kaplan, ex-advogado do Partido Republicado dos EUA que assumiu a nova função na companhia na semana passada.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mark Zuckerberg anuncia mudanças nas políticas de moderação da Meta para aumentar a liberdade de expressão</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mark-zuckerberg-anuncia-mudancas-nas-politicas-de-moderacao-da-meta-para-aumentar-a-liberdade-de-expressao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 18:09:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[acebook]]></category>
		<category><![CDATA[Community Notes]]></category>
		<category><![CDATA[Instagram e WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[Mark Zuckerberg]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[WhatsApp]]></category>
		<category><![CDATA[X]]></category>
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					<description><![CDATA[Mark Zuckerberg, CEO da Meta, responsável pelas plataformas Facebook, Instagram e WhatsApp, anunciou um conjunto de mudanças significativas nas políticas de moderação de conteúdo. As novas diretrizes buscam reduzir o impacto de censuras excessivas, especialmente em conteúdos políticos e debates públicos. Fim da verificação de fatos por terceiros Uma das principais mudanças é a descontinuação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-384660469" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Mark Zuckerberg, CEO da Meta, responsável pelas plataformas F<strong>acebook, Instagram e WhatsApp,</strong> anunciou um conjunto de mudanças significativas nas políticas de moderação de conteúdo. As novas diretrizes buscam reduzir o impacto de censuras excessivas, especialmente em conteúdos políticos e debates públicos.</p>
<h3><strong>Fim da verificação de fatos por terceiros</strong></h3>
<p>Uma das principais mudanças é a descontinuação do programa de verificação de fatos por entidades terceirizadas, ativo desde 2016. A <strong>Meta</strong> adotará um sistema semelhante ao &#8220;<strong>Community Notes</strong>&#8220;, usado na plataforma X (antigo Twitter). Este modelo permitirá que os próprios usuários adicionem informações contextuais e correções em postagens, promovendo um debate mais aberto e colaborativo.</p>
<h3><strong>Reestruturação interna</strong></h3>
<p>Zuckerberg anunciou a transferência das equipes de moderação da Califórnia para o Texas, com a promessa de revisar as diretrizes internas da empresa. Os sistemas automáticos de moderação terão foco exclusivo em violações graves, como:</p>
<ul>
<li>Terrorismo</li>
<li>Exploração infantil</li>
<li>Drogas ilícitas</li>
<li>Fraudes e golpes</li>
</ul>
<p>Com isso, a intervenção em discussões políticas e sociais será reduzida, permitindo maior liberdade nos debates.</p>
<h3><strong>Restauração da liberdade de expressão</strong></h3>
<p>O CEO reconheceu que as políticas anteriores restringiram debates legítimos e, em muitos casos, censuraram conteúdos triviais. “Estamos comprometidos em criar um espaço onde discussões relevantes e presentes em outras mídias possam ocorrer de maneira segura e respeitosa em nossas plataformas”, afirmou Zuckerberg.</p>
<h3><strong>Impacto esperado</strong></h3>
<p>As mudanças vêm em resposta a críticas enfrentadas pela Meta nos últimos anos, incluindo acusações de excesso de censura e manipulação de debates políticos. A reformulação das políticas reflete a busca por equilíbrio entre liberdade de expressão e combate à desinformação e conteúdos prejudiciais.</p>
<p>Com as novas regras, a Meta espera estabelecer um ambiente digital mais inclusivo e aberto, alinhado com as demandas da sociedade moderna por transparência e respeito à liberdade de opinião.</p>
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		<item>
		<title>Usuários relatam instabilidade em plataformas da Meta</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/usuarios-relatam-instabilidade-em-plataformas-da-meta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Dec 2024 19:50:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ciência e Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (11), usuários do WhatsApp, Instagram e Facebook enfrentaram instabilidades de acesso e falhas de conexão, conforme relatos nas redes sociais. As plataformas, todas administradas pela Meta, registraram problemas que dificultaram o envio de mensagens e o acesso às redes sociais. De acordo com o site DownDetector, que monitora problemas em serviços digitais: O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1930347399" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>Nesta quarta-feira (11), usuários do WhatsApp, Instagram e Facebook enfrentaram instabilidades de acesso e falhas de conexão, conforme relatos nas redes sociais. As plataformas, todas administradas pela Meta, registraram problemas que dificultaram o envio de mensagens e o acesso às redes sociais.</p>
<p>De acordo com o site <strong>DownDetector</strong>, que monitora problemas em serviços digitais:</p>
<ul>
<li>O WhatsApp recebeu mais de <strong>70 mil notificações</strong> de falhas até as 15h03.</li>
<li>O Instagram registrou <strong>14 mil reclamações</strong>, apontando dificuldades de acesso.</li>
<li>O Facebook, embora menos afetado, acumulou cerca de <strong>6 mil notificações</strong> no mesmo período.</li>
</ul>
<p>A instabilidade gerou grande repercussão nas redes sociais, com usuários relatando dificuldades para realizar tarefas diárias e manter comunicações essenciais. A Meta ainda não se pronunciou oficialmente sobre as causas do problema até o momento.</p>
<p>Os relatos reforçam a importância dessas plataformas no cotidiano digital e o impacto significativo quando ocorrem falhas em serviços tão amplamente utilizados.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Meta anuncia demissão de 13% dos funcionários do Facebook, Instagram e WathsApp</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/meta-anuncia-demissao-de-13-dos-funcionarios-do-facebook-instagram-e-wathsapp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2022 12:24:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Meta]]></category>
		<category><![CDATA[WathsApp]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente-executivo da Meta Platforms, Mark Zuckerberg, anunciou que a empresa cortará mais de 11 mil empregos na primeira grande rodada de demissões na história da gigante de mídia social. As demissões, equivalentes a cerca de 13% da força de trabalho do grupo, foram divulgadas nesta quarta-feira em comunicado. Zuckerberg também confirmou que está cortando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3582895428" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O presidente-executivo da Meta Platforms, Mark Zuckerberg, anunciou que a empresa cortará mais de 11 mil empregos na primeira grande rodada de demissões na história da gigante de mídia social. As demissões, equivalentes a cerca de 13% da força de trabalho do grupo, foram divulgadas nesta quarta-feira em comunicado.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="23" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Zuckerberg também confirmou que está cortando gastos e estendendo o congelamento de contratações de novos profissionais até o primeiro trimestre de 2023.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="28" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">“Quero assumir a responsabilidade por essas decisões e por como chegamos aqui”, disse Zuckerberg no comunicado. “Sei que isso é difícil para todos e lamento especialmente os afetados.”</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As demissões na Meta acontecem depois que <a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2022/11/volta-pra-mim-twitter-procura-parte-dos-demitidos-e-pede-que-retornem-ao-trabalho.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">o Twitter cortou quase 3.700 posições </a>na semana passada, após o bilionário <a href="https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2022/10/twitter-e-musk-pedem-encerramento-do-processo-judicial.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Elon Musk finalizar sua aquisição de US$ 44 bilhões</a> da plataforma de mídia social.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="25" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Meta, cujas ações caíram 71% este ano, está tomando medidas para reduzir custos após vários trimestres de lucros decepcionantes e queda na receita.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A redução, a mais drástica da empresa desde a fundação do Facebook em 2004, reflete uma forte desaceleração no mercado de publicidade digital, uma economia à beira da recessão e o investimento multibilionário de Zuckerberg no mundo de realidade virtual, chamado Metaverso.</p>
</div>
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<div id="banner_materia2" class="tag-manager-publicidade-container mc-has-reveal mc-has-ad-lazyload" data-id="banner_materia2">No final de setembro, Zuckerberg já havia alertado os funcionários que a Meta pretendia cortar despesas e reestruturar as equipes para se adaptar a um mercado em mudança.</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A empresa com sede em Menlo Park, na Califórnia, que também é a controladora do Instagram e do WhatsApp, implementou um congelamento de contratações, e, na época, o CEO disse que a Meta esperava que o número de funcionários fosse menor em 2023 do que neste ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="9" data-block-id="13">
<p>&#8211; Este é obviamente um modo diferente do que estamos acostumados a operar &#8211; disse Zuckerberg em uma sessão de perguntas e respostas com funcionários em setembro, acrescentando:</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8211; Nos primeiros 18 anos da empresa, basicamente crescemos rapidamente a cada ano e, mais recentemente, nossa receita ficou estável ou ligeiramente baixa pela primeira vez. Então temos que nos ajustar.</p>
</div>
<div class="row medium-uncollapsed content-media content-photo" data-block-type="backstage-photo" data-block-id="16">
<div class="mc-column content-media__container">
<div class="content-media-container glb-skeleton-box">
<figure class="content-media-figure"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://s2.glbimg.com/Eg3MFfoHku3A8lkqsN26KQ9pGzE=/0x0:5472x3647/984x0/smart/filters:strip_icc()/i.s3.glbimg.com/v1/AUTH_da025474c0c44edd99332dddb09cabe8/internal_photos/bs/2022/T/j/Q36xAhQZyO6wtVkAsOOQ/393241979.jpg" alt="Mark Zuckerberg, CEO da Meta — Foto: Bloomberg" /></figure>
</div>
<p class="content-media__description ">Mark Zuckerberg, CEO da Meta — Foto: Bloomberg</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="57" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Zuckerberg tem pedido paciência aos investidores enquanto investe bilhões em sua visão para a próxima grande plataforma de computação depois dos telefones celulares: o Metaverso, uma coleção de mundos digitais acessados ​​por meio de dispositivos de realidade virtual e aumentada. O esforço requer investimento intensivo em hardware e pesquisa que pode não compensar daqui a muitos anos.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="20">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Enquanto isso, o crescimento da principal rede social Facebook está estagnando. A empresa está trabalhando para acelerá-lo e continuar a adicionar usuários ao aplicativo de compartilhamento de fotos Instagram, experimentando um algoritmo mais baseado em interesses e vídeos curtos chamados Reels.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="43" data-block-id="21">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A estratégia está atraindo mais atenção para os Reels, onde o negócio de publicidade da Meta não está tão estabelecido, custando receita potencial até que os anúncios comecem a ter sucesso. Agora, Zuckerberg precisa realizar suas principais transições corporativas com uma equipe menor.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="22">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">As demissões da Meta seguem cortes em muitas outras grandes empresas de tecnologia. A fabricante de software corporativo Salesforce informou nesta terça-feira que cortou centenas de funcionários das equipes de vendas, enquanto Apple, Amazon e Alphabet desaceleraram ou interromperam suas contratações.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="22" data-block-id="23">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Snap Inc., controladora do aplicativo rival Snapchat, também está diminuindo, dizendo em agosto que eliminaria 20% de sua força de trabalho.</p>
</div>
<div data-track-category="multicontent" data-track-action="ultimo chunk conteudo" data-track-noninteraction="false" data-track-scroll="view">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="67" data-block-id="24">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Twitter Inc. na semana passada eliminou cerca de 50% de sua força de trabalho após sua venda ao bilionário Elon Musk. Essas demissões foram caóticas, com muitos funcionários descobrindo que perderam seus empregos quando foram subitamente cortados do Slack ou do e-mail. Musk disse que as medidas são necessárias para conter as perdas na rede social. Mais tarde, ele pediu a alguns trabalhadores demitidos que voltassem.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Foto: Bloomberg</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*O Globo</p>
</div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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