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	<title>Mercosul - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Mercosul - Portal NDC</title>
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		<title>Mauro Vieira diz que UE e Mercosul têm última chance para acordo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mauro-vieira-diz-que-ue-e-mercosul-tem-ultima-chance-para-acordo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 18:59:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Mauro Vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
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					<description><![CDATA[Caso contrário, não haverá mais o que negociar, alertou o ministro O Ministro das Relações Exteriores (MRE), Mauro Vieira, disse que acredita na possibilidade de Mercosul e União Europeia (UE) assinarem um acordo de livre comércio neste sábado (20), durante a reunião de cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu (PR). Ele reiterou a posição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1465523214" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Caso contrário, não haverá mais o que negociar, alertou o ministro</p>
<p><strong>O Ministro das Relações Exteriores (MRE), Mauro Vieira, disse que acredita na possibilidade de Mercosul e União Europeia (UE) assinarem um acordo de livre comércio neste sábado (20), durante a reunião de cúpula do Mercosul em Foz do Iguaçu (PR).</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1672567&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1672567&amp;o=node" /></p>
<p>Ele reiterou a posição brasileira de que esta será a última chance para se chegar a um acordo entre os blocos e que, caso isso não ocorra, não haverá mais o que negociar.</p>
<p>“Se não for concluído agora, não há mais o que se negociar em termos substantivos. E nós vamos dirigir nossa atenção e energias para outros parceiros importantes que estão na fila”, afirmou Vieira nesta quinta-feira (18) durante o programa <em>Bom Dia, Ministro</em>, produzido pela <strong>Empresa Brasil de Comunicação</strong> (<strong>EBC</strong>).</p>
<p>O ministro, no entanto, disse estar otimista, uma vez que há uma maioria de países favoráveis ao acordo. “Acho que a União Europeia também tem presente a importância de fazer este acordo neste momento, sobretudo quando estamos vivendo um desequilíbrio nas relações externas de todos os países”, acrescentou ao avaliar que o acordo representa “uma espécie de rede de proteção”, tanto aos países da União Europeia como do Mercosul.</p>
<p>A fala de Mauro Vieira vai ao encontro da declaração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ontem (17), durante a última reunião ministerial de 2025. Na ocasião, Lula disse que esta é a última chance de acordo, pelo menos durante o seu mandato. </p>
<p>“Se não fizer agora, o Brasil não fará mais enquanto eu for presidente”, disse Lula. “Se disserem não, vamos ser duros daqui pra frente. Nós cedemos a tudo que era possível”, acrescentou.</p>
<h2>Adesão</h2>
<p><strong>Segundo o ministro, vários países europeus estão “totalmente a favor” do acordo.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Devo dizer que Espanha, Portugal, Alemanha são sólidos e ferrenhos defensores do acordo, porque todos sabem da importância da relação econômica e das exportações de ambos os lados do Atlântico.”</p>
</blockquote>
<p>“Em números, dos 27 [países] da União Europeia, eu diria que 20 ou 22, não tem a menor dúvida [sobre a adesão]. Há dois países que são grandes, importantes e que estão precisando refletir um pouco os pedidos e as posições dos seus setores agrícolas”, acrescentou ao se referir à França e Itália.</p>
<h2>Novos mercados</h2>
<p>Segundo o chanceler, o <strong>Brasil tem conseguido expandir significativamente sua presença na direção de novos mercados externos. A expectativa é de que essas novas frentes aumentem as exportações brasileiras em cerca de US$ 33 bilhões no prazo de cinco anos.</strong></p>
<p>Só para a agropecuária brasileira, foram abertos 500 novos mercados, graças à atuação do presidente Lula nas viagens que fez ao exterior.</p>
<p>“O presidente Lula é o maior divulgador do Brasil e isso é desde o seu primeiro mandato. Neste terceiro mandato, teve um número inacreditável. Foram mais de 60 encontros diretos, presenciais, com chefes de Estado estrangeiros”, acrescentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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		<item>
		<title>Mercosul e EFTA anunciam acordo de livre comércio</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercosul-e-efta-anunciam-acordo-de-livre-comercio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Jul 2025 12:42:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[EFTA]]></category>
		<category><![CDATA[livre comércio]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
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					<description><![CDATA[Países sul-americanos terão acesso a mercado de US$ 1,4 trilhão O bloco econômico Mercosul concluiu as negociações de um acordo comercial com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), integrada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. O anúncio da conclusão das negociações, que começaram em 2017, foi feito nesta quarta-feira (2), durante a 66ª Cúpula [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3039791323" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Países sul-americanos terão acesso a mercado de US$ 1,4 trilhão</p>
<p><strong>O bloco econômico Mercosul concluiu as negociações de um acordo comercial com a Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA)</strong>, integrada por Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. O anúncio da conclusão das negociações, que começaram em 2017, foi feito nesta quarta-feira (2), durante a 66ª Cúpula do Mercosul, em Buenos Aires.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1649239&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1649239&amp;o=node" /></p>
<p>O Mercosul é formado por Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, além da Bolívia &#8211; que está em processo de adesão. </p>
<blockquote>
<p>&#8220;Depois de Singapura, em 2023, e União Europeia, em 2024, o Mercosul finalizou agora suas negociações com a EFTA, bloco que reúne Suíça, Noruega, Liechtenstein e Islândia. Um mercado de elevada renda, que garantirá acesso facilitado a 100% de nossas exportações industriais. Foram 8 anos de trabalho duro, mas o resultado mostra que o diálogo é o caminho para estimularmos nossa economia, gerando emprego e renda&#8221;, celebrou o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin.</p>
</blockquote>
<p>Criada em 1960, a EFTA é uma organização intergovernamental que reúne uma população de 15 milhões de habitantes, e possui um Produto Interno Bruto (PIB) somado de US$ 1,4 trilhão. Em termos de PIB per capita, Liechtenstein é considerado o segundo país mais rico do mundo, com renda média anual de US$ 186 mil por pessoa. Já a Suíça é o quarto mais rico, em termos per capita (US$ 104,5 mil). Islândia e Noruega também aparecem nas primeiras posições de países com maiores rendas médias.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;O mercado de serviços da EFTA é um dos maiores do mundo. Em 2024, o bloco importou US$ 284 bilhões em serviços. Ao se comparar com países, seria o 9º maior importador mundial, à frente de Índia, Japão, Itália, Coreia do Sul e Canadá. O bloco exportou US$ 245 bilhões em serviços em 2024. Também foi o 9º maior exportador, à frente de países como Japão, Espanha, Canadá e Itália&#8221;, destacou o governo brasileiro, em nota.</p>
</blockquote>
<p><strong>Apesar do fim das negociações, os termos do acordo precisam ser ratificados internamente por cada um dos países envolvidos. </strong></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva está em Buenos Aires, onde participa, na manhã desta quinta-feira (3), do encontro com os demais líderes do Mercosul. O governo brasileiro assumirá a presidência pro tempore do bloco pelos próximos seis meses.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula assume presidência do Mercosul nesta semana</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-assume-presidencia-do-mercosul-nesta-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2025 13:22:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva (PT)]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão é que o presidente embarque nesta quarta-feira (2) para participar da cerimônia de posse na Argentina, que acontece entre os dias 2 e 3 de julho O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai assumir nesta semana a presidência rotativa do Mercosul durante a cúpula dos chefes de Estado, que ocorrerá em Buenos Aires, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-163464106" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Previsão é que o presidente embarque nesta quarta-feira (2) para participar da cerimônia de posse na Argentina, que acontece entre os dias 2 e 3 de julho<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai assumir nesta semana a presidência rotativa do Mercosul durante a cúpula dos chefes de Estado, que ocorrerá em Buenos Aires, Argentina. Previsão é que o presidente embarque nesta quarta-feira (2) para participar da cerimônia de posse na Argentina, que acontece entre os dias 2 e 3 de julho. Durante seu mandato temporário, o governo brasileiro estabeleceu como prioridade a conclusão do acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Além disso, o fortalecimento da tarifa externa comum, a incorporação dos setores automotivo e açucareiro ao regime comercial do bloco e o avanço em medidas para consolidar a união aduaneira também estão na agenda.<br /><br />Outro ponto de destaque será a discussão sobre a incorporação de novos códigos à lista de exceções à tarifa externa comum. Durante sua estadia na Argentina, Lula também planeja visitar a ex-presidente Cristina Kirchner, conforme informado pelo ex-ministro da Comunicação Social, Paulo Pimenta, em entrevista a uma rádio argentina. Essa visita reforça os laços diplomáticos entre Brasil e Argentina, dois dos principais membros do Mercosul. Além dos compromissos internacionais, a agenda do presidente Lula inclui eventos no Brasil. Na quarta-feira, ele participará das celebrações da independência da Bahia, em Salvador, e, posteriormente, viajará ao Rio de Janeiro para a cúpula do BRICS, que ocorrerá nos dias 7 e 8 de julho.<br /><br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Acordo UE/Mercosul deve aumentar comércio do Brasil em R$ 94 bilhões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/acordo-ue-mercosul-deve-aumentar-comercio-do-brasil-em-r-94-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 10:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil O governo federal estima que o acordo de livre comércio anunciado nesta sexta-feira (6) entre o Mercosul e a União Europeia (UE) deve aumentar o fluxo de comércio entre o Brasil e o bloco europeu em R$ 94,2 bilhões, o que representa um impacto de 5,1% no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-48922206" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil</p>
<p>O governo federal estima que o acordo de livre comércio anunciado nesta sexta-feira (6) entre o Mercosul e a União Europeia (UE) deve aumentar o fluxo de comércio entre o Brasil e o bloco europeu em R$ 94,2 bilhões, o que representa um impacto de 5,1% no comércio atual. O governo ainda estima um impacto de R$ 37 bilhões sobre o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), ou seja, cerca de 0,34% da economia brasileira.  <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1622743&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1622743&amp;o=node" /></p>
<p>Como a redução das tarifas de importação é gradual, o impacto estimado pela equipe econômica é para o ano de 2044. Com a redução das tarifas, o governo estima que haverá um aumento de R$ 42,1 bilhões das importações da UE e um crescimento de R$ 52,1 bilhões das exportações brasileiras para o bloco.</p>
<p>A União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China. Em 2023, a corrente comercial entre Brasil e o bloco europeu representou 16% do comércio exterior brasileiro.</p>
<p>O professor Giorgio Romano Schutte, membro do Observatório da Política Externa e da Inserção Internacional do Brasil (Opeb), avaliou que o acordo está melhor que o negociado em 2019, entre outros motivos, pelo fato de o Brasil ter colocado salvaguardas para o setor automotivo, para impedir que as importações de carros europeus prejudiquem a indústria no Brasil. </p>
<p>“Mas isso vai depender do governo de plantão, se ele vai usar ou não o poder de salvaguarda”, disse. </p>
<p>Professor de relações internacionais da Universidade Federal do ABC paulista (UFABC), ele ponderou que os impactos econômicos do acordo demoram a ser sentidos e são limitados. Ele lembrou que apenas a China tem uma corrente comercial com o Brasil superior aos 27 países da União Europeia somado com o dos Estados Unidos.</p>
<p>“O impacto não é assim tão rápido. A geração de empregos deve demorar a dar resultados. Mas com esse acordo você aumenta o comércio. Além disso, com o acordo, aumenta o poder de negociação com a China e os Estados Unidos. Tem um elemento político também nesse acordo, para além do econômico. Agora, algumas poucas empresas brasileiras e do Mercosul vão conseguir aproveitar para fazer negócios na União Europeia, com certeza”, analisou Giorgio Romano.</p>
<p>O governo brasileiro estima ainda um aumento de R$ 13 bilhões em investimentos no Brasil, o que representa um crescimento de 0,76%. Espera-se ainda uma redução de 0,56% nos preços ao consumidor e aumento de 0,42% nos salários reais. Tudo apenas para 2044, disse Giorgio Romano.</p>
<h2>Cotas </h2>
<p>A redução das tarifas que o Mercosul cobra da UE pode ser imediata ou ao longo de prazos, que variam entre 4 anos a 15 anos. Para o setor automotivo, os períodos de redução tarifária são mais longos, variando de 18 anos a 30 anos para veículos eletrificados, movidos a hidrogênio e com novas tecnologias.</p>
<p>Do lado da UE, a redução tarifária também pode ser imediata ou por períodos que vão de 4 anos a 12 anos, a depender do produto. </p>
<p>Estão previstas ainda cotas para produtos agrícolas e agroindustriais do Brasil. Ou seja, acima de determinada quantidade, alguns produtos começam a pagar a tarifa cheia para entrar no bloco. Entram nessa categoria produtos como carne suína, etanol, açúcar, arroz, mel, milho e sorgo, queijos, entre outros.</p>
<p>Para o professor Giorgio Romano Schutte, essa é a principal assimetria do acordo. “No caso dos produtos industriais da União Europeia, eles entram sem cotas, sem restrições ao volume. E no caso dos produtos agrícolas do Mercosul, tem cotas”, lembrou.</p>
<p><strong>O Brasil exportou US$ 46,3 bilhões para a União Europeia em 2023:</strong></p>
<p>Alimentos para animais &#8211; 11,6%</p>
<p>Minérios metálicos e sucata &#8211; 9,8%</p>
<p>Café, chá, cacau, especiarias &#8211; 7,8%</p>
<p>Sementes e frutos oleaginosos &#8211; 6,4%</p>
<p>Ferro e aço &#8211; 4,6%</p>
<p>Vegetais e frutas &#8211; 4,5%</p>
<p>Celulose e resíduos de papel &#8211; 3,4%</p>
<p>Carne e preparações de carne &#8211; 2,5%</p>
<p>Tabaco e suas manufaturas &#8211; 2,2%</p>
<p><strong>O Brasil importou US$ 45,4 bilhões da União Europeia em 2023:</strong></p>
<p>Produtos farmacêuticos e medicinais &#8211; 14,7%</p>
<p>Máquinas em geral e equipamentos industriais &#8211; 9,9%</p>
<p>Veículos rodoviários &#8211; 8,2%</p>
<p>Petróleo, produtos petrolíferos &#8211; 6,8%</p>
<p>Máquinas e equip. de geração de energia &#8211; 6,1%</p>
<p>Produtos químicos orgânicos &#8211; 5,5%</p>
<p>Máquinas e aparelhos especializados para determinadas indústrias &#8211; 5,3%</p>
<p>Máquinas e aparelhos elétricos &#8211; 4,7%</p>
<p>Materiais e produtos químicos &#8211; 3,6%</p>
<p>Ferro e aço &#8211; 3,4%</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Mercosul e União Europeia firmam acordo comercial negociado há 25 anos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mercosul-e-uniao-europeia-firmam-acordo-comercial-negociado-ha-25-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2024 15:06:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[acordo comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[Negociações de livre comércio somam 750 milhões de pessoas Os chefes de Estado do Mercosul e a representante da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, anunciaram, nesta sexta-feira (6), que foi firmado o acordo de livre comércio para redução das tarifas de exportação entre os países que compõe esses mercados. As negociações se arrastavam há [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1970431986" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Negociações de livre comércio somam 750 milhões de pessoas</p>
<p>Os chefes de Estado do Mercosul e a representante da União Europeia (UE), Ursula von der Leyen, anunciaram, nesta sexta-feira (6), que foi firmado o acordo de livre comércio para redução das tarifas de exportação entre os países que compõe esses mercados. As negociações se arrastavam há 25 anos.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1622667&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1622667&amp;o=node" /></p>
<p>O acordo foi anunciado em coletiva de imprensa em Montevidéu, no Uruguai, onde ocorre a 65ª Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul.</p>
<p>Com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva; do presidente argentino, Javier Milei; do Uruguai, Luis Alberto Lacalle Pou; e do Paraguai, Santiago Peña, foi anunciado que as negociações foram concluídas para regras de livre comércio entre os países dos blocos. Ao todo, o acordo envolve nações que somam mais de 750 milhões de pessoas.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia destacou que a medida marca o início de uma nova história. “Agora estou ansiosa para discutir isso com os países da UE. Este acordo funcionará para pessoas e empresas. Mais empregos. Mais escolhas. Prosperidade compartilhada”.</p>
<h2>Assinatura</h2>
<p>Apesar das negociações terem sido encerradas, ainda é necessário que o acordo seja assinado. Os textos negociados passarão por revisão jurídica e serão traduzidos para os idiomas oficiais dos países. Em seguida, o acordo precisa ser aprovado internamente em cada uma das nações. Não há prazo para a finalização desse processo.</p>
<p>“Após a assinatura entre as partes, o Acordo será submetido aos procedimentos de cada parte para aprovação interna – no caso do Brasil, o Acordo será submetido à aprovação pelo Poder Legislativo. Uma vez aprovado internamente, o Acordo pode ser ratificado por cada uma das partes, etapa que permite a entrada em vigor do Acordo”, informou o governo brasileiro.</p>
<h2>Oportunidade</h2>
<p>O presidente do Uruguai, anfitrião do encontro que anunciou o fim das negociações, lembrou que o acordo foi possível apesar das diferenças políticas entre os países do Mercosul. Para o mandatário uruguaio, é uma oportunidade.</p>
<p>“Um acordo desse tipo não é uma solução. Não há mais soluções mágicas. Não há burocratas ou governos para firmar a propriedade. É uma oportunidade. É muito importante que os passos sejam pequenos, mas seguros”.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia lembrou dos laços históricos entre os dois continentes e que o acordo é uma &#8220;necessidade política&#8221; em um mundo cada vez mais fragmentado e convulsionado.</p>
<blockquote>
<p>“Num mundo cada vez mais conflituoso, demonstramos que as democracias podem apoiar-se umas às outras. Este acordo não é apenas uma oportunidade econômica, é uma necessidade política. Somos parceiros com mentalidades comuns, que têm raízes comuns”, afirmou Ursula.</p>
</blockquote>
<p>Ursula von der Leyen disse ainda que está consciente da oposição de agricultores europeus, especialmente os franceses, preocupados que uma invasão de produtos do Mercosul lhes tomem mercado. “Este acordo inclui salvaguardas robustas para protegê-los”, comentou.</p>
<p>Segundo ela, o acordo deve beneficiar cerca de 60 mil empresas que exportam para os países do Mercosul, com uma economia de 4 bilhões de euros. “Se beneficiam de tarifas reduzidas, processos aduaneiros mais simples e também de acesso preferencial a algumas matérias-primas essenciais. Isso trará grandes oportunidades de negócios”.</p>
<h2>Meio Ambiente</h2>
<p>Para a representante europeia, o acordo firmado entre os blocos vai permitir que os investimentos feitos respeitem o meio ambiente.</p>
<p>“O acordo entre o Mercosul e a União Europeia é este primeiro passo para o acordo de Paris e para poder combater o desmatamento. O presidente Lula e seus esforços para proteger a Amazônia são bem-vindos e necessários, mas preservar a Amazônia é uma responsabilidade compartilhada de toda a humanidade”, completou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula viaja ao Uruguai nesta quinta para participar da Cúpula do Mercosul</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-viaja-ao-uruguai-nesta-quinta-para-participar-da-cupula-do-mercosul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Dec 2024 15:22:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva (PT)]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre os compromissos, estão reuniões com o presidente da Bolívia, Luis Arce, e o ex-presidente uruguaio, Pepe Mujica O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta quinta-feira (5) para o Uruguai, onde participará da Cúpula do Mercosul. A reunião de cúpula está marcada para essa sexta-feira (6), mas o presidente brasileiro viajará antecipadamente para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4250946564" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Entre os compromissos, estão reuniões com o presidente da Bolívia, Luis Arce, e o ex-presidente uruguaio, Pepe Mujica<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva embarca nesta quinta-feira (5) para o Uruguai, onde participará da Cúpula do Mercosul. A reunião de cúpula está marcada para essa sexta-feira (6), mas o presidente brasileiro viajará antecipadamente para encontros bilaterais. Entre os compromissos, estão reuniões com o presidente da Bolívia, Luis Arce, e o ex-presidente uruguaio Pepe Mujica. A expectativa é alta em torno da possibilidade de finalização do acordo de livre comércio entre o Mercosul e a União Europeia, que enfrenta resistência de alguns países europeus, como França, Polônia e Áustria.<br /><br />A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, confirmou sua participação no encontro, aumentando as esperanças de que o acordo possa ser concluído. Países como Alemanha, Espanha e Portugal apoiam a formalização do tratado. Recentemente, Lula afirmou que os franceses não têm poder de decisão sobre o acordo, reforçando a determinação do Brasil em avançar nas negociações. Caso o acordo seja assinado, ainda será necessário um período de transição para tradução e discussão nos parlamentos dos países envolvidos.<br /><br />Antes de seguir para o Uruguai, Lula participará da inauguração de uma nova fábrica em Ribas do Rio Pardo, Mato Grosso do Sul, como parte do projeto Cerrado. O presidente embarca para Montevidéu ao 12h, com chegada prevista para as 15h30. Às 16h30, ele se encontrará com Pepe Mujica, e às 20h, terá uma reunião bilateral com o presidente boliviano.<br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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		<title>Milei avisa governo sobre visita a SC para evento com Bolsonaro e diz que não vai se encontrar com Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jul 2024 13:18:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Javier Milei]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
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					<description><![CDATA[Argentino pretende desembarcar no país no sábado (6) à noite, e regressar a Buenos Aires no domingo (7); ele terá um jantar com governador Jorginho Melo e Jair Bolsonaro O presidente da Argentina, Javier Milei, participará de um evento conservador neste fim de semana em Santa Catarina. Com o banho de afeto de seus pares [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3461685946" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Argentino pretende desembarcar no país no sábado (6) à noite, e regressar a Buenos Aires no domingo (7); ele terá um jantar com governador Jorginho Melo e Jair Bolsonaro<br /><br />O presidente da Argentina, Javier Milei, participará de um evento conservador neste fim de semana em Santa Catarina. Com o banho de afeto de seus pares ideológicos, o presidente argentino está se posicionando como líder global da direita. Desde que assumiu o cargo em dezembro, Milei fez oito viagens ao exterior, a maioria para os Estados Unidos e a Europa, onde se reuniu com poucos líderes e, em vez disso, participou de eventos religiosos ou de grupos de direita que lhe concederam algum prêmio. <br /><br />Nessas viagens, o economista, que tem a missão de tirar a Argentina de uma crise profunda, afirma que o Estado é uma “organização criminosa” e adverte que “o Ocidente está em perigo” por causa do “avanço do socialismo”. Seus críticos o questionam por essas visitas que, segundo eles, parecem mais encontros privados do que assunto de Estado. Nesta quarta-feira (4) Milei notificou o governo Luiz Inácio Lula da Silva sobre sua viagem ao Brasil. <br /><br />Ele não fará qualquer contato com o presidente Lula, a quem fez novos ataques nesta semana.<br /><br />A Embaixada da Argentina enviou ao Itamaraty formalmente, no início da tarde, uma nota verbal com informações sobre o plano da viagem de Milei. Até então, o Ministério das Relações Exteriores dizia que o governo brasileiro não havia sido nem sequer comunicado da visita. Por decisão de Milei, ele não pediu uma reunião com Lula e autoridades do Palácio do Planalto. Milei havia indicado em duas cartas interesse em se reunir com o petista, mas ficou sem resposta. Os presidentes se encontraram na Itália, durante uma sessão plenária do G-7, mas apenas se cumprimentaram de forma protocolar. Na próxima segunda-feira (8), em Assunção, Paraguai, acontece a cúpula semestral de presidentes do Mercosul (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e a Bolívia, cujo Congresso aprovou, nesta quinta-feira, 4, sua adesão ao bloco), Milei se negou a ir.<br /><br />O argentino pretende desembarcar em Santa Catarina no sábado, dia 6, à noite, e regressar a Buenos Aires no domingo, dia 7, também no período noturno. Milei repete no Brasil o que fez quando visitou a Espanha, em maio, e ignorou o premiê socialista Pedro Sánchez, em um episódio da crise política entre os países, que continua aberta. Ele disse recentemente que o premiê é “motivo de chacota” e o chamou de “incompetente” e “covarde”. Em entrevista, o petista disse que Milei deveria se desculpar por ter dito “muita bobagem” sobre ele e o Brasil durante a campanha eleitoral no ano passado.<br /><br />O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), prepara um jantar com o presidente da Argentina, Javier Milei, e com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Havia a previsão de que a reunião fosse uma agenda pública mas, diante de um entrave logístico, o encontro será feito reservadamente. <br /><br />O encontro entre Jorginho, Bolsonaro e Milei está sendo organizado pelo deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho do ex-presidente, que também vem articulando a realização da CPAC no País. A conferência contará com parlamentares que integram o “núcleo duro” do bolsonarismo no Congresso. Também está prevista a participação de José Antonio Kast, líder da direita no Chile.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Jovem Pan</p>
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