<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Mercosul União Europeia - Portal NDC</title>
	<atom:link href="https://noticiasdascomunidades.com.br/palavras-chaves/mercosul-uniao-europeia/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
	<lastBuildDate>Sat, 07 Dec 2024 10:19:54 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2022/07/cropped-favicon-v2-1-32x32.png</url>
	<title>Mercosul União Europeia - Portal NDC</title>
	<link>https://noticiasdascomunidades.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">181767135</site>	<item>
		<title>Acordo UE/Mercosul deve aumentar comércio do Brasil em R$ 94 bilhões</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/acordo-ue-mercosul-deve-aumentar-comercio-do-brasil-em-r-94-bilhoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 10:19:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acordo]]></category>
		<category><![CDATA[Comércio Exterior]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul]]></category>
		<category><![CDATA[Mercosul União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://noticiasdascomunidades.com.br/?p=47490</guid>

					<description><![CDATA[União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil O governo federal estima que o acordo de livre comércio anunciado nesta sexta-feira (6) entre o Mercosul e a União Europeia (UE) deve aumentar o fluxo de comércio entre o Brasil e o bloco europeu em R$ 94,2 bilhões, o que representa um impacto de 5,1% no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3844247053" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil</p>
<p>O governo federal estima que o acordo de livre comércio anunciado nesta sexta-feira (6) entre o Mercosul e a União Europeia (UE) deve aumentar o fluxo de comércio entre o Brasil e o bloco europeu em R$ 94,2 bilhões, o que representa um impacto de 5,1% no comércio atual. O governo ainda estima um impacto de R$ 37 bilhões sobre o Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país), ou seja, cerca de 0,34% da economia brasileira.  <img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1622743&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1622743&amp;o=node" /></p>
<p>Como a redução das tarifas de importação é gradual, o impacto estimado pela equipe econômica é para o ano de 2044. Com a redução das tarifas, o governo estima que haverá um aumento de R$ 42,1 bilhões das importações da UE e um crescimento de R$ 52,1 bilhões das exportações brasileiras para o bloco.</p>
<p>A União Europeia é o segundo maior parceiro comercial do Brasil, atrás apenas da China. Em 2023, a corrente comercial entre Brasil e o bloco europeu representou 16% do comércio exterior brasileiro.</p>
<p>O professor Giorgio Romano Schutte, membro do Observatório da Política Externa e da Inserção Internacional do Brasil (Opeb), avaliou que o acordo está melhor que o negociado em 2019, entre outros motivos, pelo fato de o Brasil ter colocado salvaguardas para o setor automotivo, para impedir que as importações de carros europeus prejudiquem a indústria no Brasil. </p>
<p>“Mas isso vai depender do governo de plantão, se ele vai usar ou não o poder de salvaguarda”, disse. </p>
<p>Professor de relações internacionais da Universidade Federal do ABC paulista (UFABC), ele ponderou que os impactos econômicos do acordo demoram a ser sentidos e são limitados. Ele lembrou que apenas a China tem uma corrente comercial com o Brasil superior aos 27 países da União Europeia somado com o dos Estados Unidos.</p>
<p>“O impacto não é assim tão rápido. A geração de empregos deve demorar a dar resultados. Mas com esse acordo você aumenta o comércio. Além disso, com o acordo, aumenta o poder de negociação com a China e os Estados Unidos. Tem um elemento político também nesse acordo, para além do econômico. Agora, algumas poucas empresas brasileiras e do Mercosul vão conseguir aproveitar para fazer negócios na União Europeia, com certeza”, analisou Giorgio Romano.</p>
<p>O governo brasileiro estima ainda um aumento de R$ 13 bilhões em investimentos no Brasil, o que representa um crescimento de 0,76%. Espera-se ainda uma redução de 0,56% nos preços ao consumidor e aumento de 0,42% nos salários reais. Tudo apenas para 2044, disse Giorgio Romano.</p>
<h2>Cotas </h2>
<p>A redução das tarifas que o Mercosul cobra da UE pode ser imediata ou ao longo de prazos, que variam entre 4 anos a 15 anos. Para o setor automotivo, os períodos de redução tarifária são mais longos, variando de 18 anos a 30 anos para veículos eletrificados, movidos a hidrogênio e com novas tecnologias.</p>
<p>Do lado da UE, a redução tarifária também pode ser imediata ou por períodos que vão de 4 anos a 12 anos, a depender do produto. </p>
<p>Estão previstas ainda cotas para produtos agrícolas e agroindustriais do Brasil. Ou seja, acima de determinada quantidade, alguns produtos começam a pagar a tarifa cheia para entrar no bloco. Entram nessa categoria produtos como carne suína, etanol, açúcar, arroz, mel, milho e sorgo, queijos, entre outros.</p>
<p>Para o professor Giorgio Romano Schutte, essa é a principal assimetria do acordo. “No caso dos produtos industriais da União Europeia, eles entram sem cotas, sem restrições ao volume. E no caso dos produtos agrícolas do Mercosul, tem cotas”, lembrou.</p>
<p><strong>O Brasil exportou US$ 46,3 bilhões para a União Europeia em 2023:</strong></p>
<p>Alimentos para animais &#8211; 11,6%</p>
<p>Minérios metálicos e sucata &#8211; 9,8%</p>
<p>Café, chá, cacau, especiarias &#8211; 7,8%</p>
<p>Sementes e frutos oleaginosos &#8211; 6,4%</p>
<p>Ferro e aço &#8211; 4,6%</p>
<p>Vegetais e frutas &#8211; 4,5%</p>
<p>Celulose e resíduos de papel &#8211; 3,4%</p>
<p>Carne e preparações de carne &#8211; 2,5%</p>
<p>Tabaco e suas manufaturas &#8211; 2,2%</p>
<p><strong>O Brasil importou US$ 45,4 bilhões da União Europeia em 2023:</strong></p>
<p>Produtos farmacêuticos e medicinais &#8211; 14,7%</p>
<p>Máquinas em geral e equipamentos industriais &#8211; 9,9%</p>
<p>Veículos rodoviários &#8211; 8,2%</p>
<p>Petróleo, produtos petrolíferos &#8211; 6,8%</p>
<p>Máquinas e equip. de geração de energia &#8211; 6,1%</p>
<p>Produtos químicos orgânicos &#8211; 5,5%</p>
<p>Máquinas e aparelhos especializados para determinadas indústrias &#8211; 5,3%</p>
<p>Máquinas e aparelhos elétricos &#8211; 4,7%</p>
<p>Materiais e produtos químicos &#8211; 3,6%</p>
<p>Ferro e aço &#8211; 3,4%</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">47490</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
