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	<title>medidores aéreos - Portal NDC</title>
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	<title>medidores aéreos - Portal NDC</title>
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		<title>Justiça declara inconstitucional lei municipal que proibiu instalação de medidores aéreos em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/justica-declara-inconstitucional-lei-municipal-que-proibiu-instalacao-de-medidores-aereos-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2024 10:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Decisão]]></category>
		<category><![CDATA[inconstitucional]]></category>
		<category><![CDATA[inconstitucional lei municipal]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[lei municipal]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[medidores aéreos]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão foi do juiz Ricardo Sales, que concluiu que a matéria não compete ao município. A Justiça Federal declarou inconstitucional uma lei municipal que impedia a instalação de medidores aéreos em Manaus. A decisão, proferida em 22 de novembro pelo juiz Ricardo Sales, da 3ª Vara Federal Cível do Amazonas, ainda cabe recurso. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2024649693" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A decisão foi do juiz Ricardo Sales, que concluiu que a matéria não compete ao município.<br /><br />A <strong>Justiça Federal</strong> declarou inconstitucional uma lei municipal que impedia a instalação de medidores aéreos em <strong>Manaus</strong>. A decisão, proferida em 22 de novembro pelo juiz Ricardo Sales, da 3ª Vara Federal Cível do Amazonas, ainda cabe recurso.<br /><br />A lei, aprovada pela Câmara Municipal de Manaus em março de 2023 e sancionada pelo prefeito David Almeida, foi contestada.<br /><br />O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Manaus para questionar sobre os próximos passos, possíveis recursos e os impactos da decisão, e aguarda resposta.<br /><br />Na sentença, o juiz argumentou que a instalação dos medidores está respaldada por uma resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que visa à modernização e à melhoria dos serviços prestados pelas concessionárias.<br /><br />&#8220;Nesse contexto, as concessionárias de serviços públicos têm o dever de observar as regulamentações expedidas pelas agências reguladoras, não havendo, em regra, violação ao direito do consumidor quando tais medidas buscam o aprimoramento da prestação dos serviços&#8221;, entendeu o juiz.<br /><br />O juiz é o mesmo que, em maio de 2023, proibiu a Prefeitura de Manaus de punir a concessionária com base na lei. Para ele, na época, havia &#8220;evidentes vícios de inconstitucionalidade&#8221; na norma municipal.<br /><br />Por fim, o magistrado ainda condenou à prefeitura a pagar honorários para Amazonas Energia em de 10% do valor atualizado da causa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veja mais: <a href="https://g1.globo.com/am/amazonas/noticia/2024/12/06/justica-declara-inconstitucional-lei-municipal-que-proibiu-instalacao-de-medidores-aereos-em-manaus.ghtml" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">G1</a></p>
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		<item>
		<title>Amazonas Energia diz que vai manter medidores aéreos instalados e recorrer na justiça contra lei municipal</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/amazonas-energia-diz-que-vai-manter-medidores-aereos-instalados-e-recorrer-na-justica-contra-lei-municipal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 02 Apr 2023 12:55:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas Energia]]></category>
		<category><![CDATA[medidores aéreos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Amazonas Energia planeja recorrer à justiça para manter os medidores aéreos de energia elétrica já instalados em algumas ruas do bairro Parque Dez de Novembro em Manaus, após a Lei 375/2022, sancionada pelo prefeito David Almeida (Avente), proibir novas instalações de medidores aéreos devido a poluição visual. A empresa afirma que está seguindo as [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3061602531" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Amazonas Energia planeja recorrer à justiça para manter os medidores aéreos de energia elétrica já instalados em algumas ruas do bairro Parque Dez de Novembro em Manaus, após a Lei 375/2022, sancionada pelo prefeito David Almeida (Avente), proibir novas instalações de medidores aéreos devido a poluição visual. A empresa afirma que está seguindo as determinações jurídicas que regem a questão energética do país e que a lei municipal é inconstitucional, de acordo com o Supremo Tribunal Federal (STF).</p>
<p>A concessionária afirmou ainda por meio de nota ao <strong>AM POST </strong>que continuará a realizar outros serviços, como manutenção, atendimento à falta de energia, serviços de ligação de energia e substituição de medidores convencionais.</p>
<p>“Reafirmamos que esta lei municipal é inconstitucional e a Concessionária está agindo rigorosamente dentro da base legal das determinações jurídicas que regem a questão energética do país, que as outorgam praticarem o que estão fazendo. Conforme já decidido pelo Supremo Tribunal Federal (STF)”, diz a nota enviada pela concessionária de energia.</p>
<p>Em janeiro deste ano, a Amazonas Energia instalou 3,2 mil novos medidores de energia elétrica em Manaus, e tem como meta instalar mais 86 mil novos aparelhos no sistema de medição até o final do ano. O objetivo da empresa é chegar a 480 mil medidores instalados até 2030. No entanto, a Lei 375/2022, proposta pelo presidente da Câmara Municipal de Manaus, vereador Caio André, altera o Plano Diretor da cidade para considerar medidores aéreos como poluição visual, com exceção de passagens de energia, transformadores e cabeamento de internet e TV a cabo que estejam a 500 metros de distância um do outro.</p>
<p>Embora a atualização dos sistemas de medição tenha sido suspensa desde a última terça-feira (28) por determinação do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), a Amazonas Energia manterá os medidores já instalados e seguirá as medidas judiciais cabíveis. A empresa afirma que paralisar as novas instalações está atendendo a lei municipal, enquanto a empresa toma as providências judiciais. A Concessionária afirma que a Lei 375/2022sancionada pelo prefeito David Almeida (Avante) na sexta-feira (31) é inconstitucional e que está seguindo rigorosamente as determinações jurídicas que regem a questão energética do país.</p>
<p>*Am Post</p>
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		<item>
		<title>DPE tenta nova liminar para barrar medidores</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dpe-tenta-nova-liminar-para-barrar-medidores/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Mar 2023 12:49:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[DPE-AM]]></category>
		<category><![CDATA[medidores aéreos]]></category>
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					<description><![CDATA[A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) busca novamente uma decisão liminar &#8211; em carácter de urgência &#8211; para barrar a instalação dos medidores aéreos de energia elétrica. A questão tem movido a classe política, após a Amazonas Energia encontrar resistência da população ao novo aparelho. O recurso deve ser protocolado junto ao Tribunal [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2622923527" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE-AM) busca novamente uma decisão liminar &#8211; em carácter de urgência &#8211; para barrar a instalação dos medidores aéreos de energia elétrica. A questão tem movido a classe política, após a Amazonas Energia encontrar resistência da população ao novo aparelho. O recurso deve ser protocolado junto ao Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM).<br /><br />No mês passado, o plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu pela inconstitucionalidade da lei 5.981/2022, aprovada pela Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), ao seguir o entendimento do ministro Luís Roberto Barroso de que “qualquer lei estadual ou municipal que interfira na relação contratual estabelecida entre as concessionárias de energia e a União configura invasão da competência privativa prevista na Constituição”.<br /><br />De início, o pedido de liminar na Ação Civil Pública movida pelo DPE-AM foi recusada pelo TJ-AM. Com isso, a defensoria buscou um recurso (agravo de instrumento) &#8211; com decisão liminar que barrava a instalação dos medidores &#8211; para tentar reverter a decisão em outra instância, porém, com a decisão do Supremo sobre o lei estadual, a ação foi arquivada e, com isso, a decisão provisória que assegurava a não-instalação do SMC também caiu.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><strong>Outra abordagem</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> No entanto, o defensor público Christiano Pinheiro defende que, nos processos movidos pela DPE-AM, não é questionada a constitucionalidade ou não da lei, mas sim uma série de violações ao Código de Defesa do Consumidor (CDC)  que teriam sido praticadas pela concessionária de energia com a instalação do Sistema de Medição Centralizada (SMC).  </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“[O SMC] viola, por exemplo, o princípio da boa fé, porque você parte da premissa de que o consumidor tem o hábito de fraudar a energia. Viola também pela  retirada do consumidor o direito de fiscalizar a execução do serviço, porque coloca o medidor em cima do poste, sem dar o direito do consumidor saber se realmente é a sua fiação que está corretamente ligada naquele aparelho, viola também o princípio  da transparência prevista no CDC”, disse o defensor. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Além da transgressão às leis de Defesa do Consumidor por parte da Amazonas Energia, o defensor alega ainda que o vai e vem jurídico do caso, além de gerar insegurança jurídica inclusive para empresa, causa também incertezas para a população que cria um clima de medo e insatisfação nas ruas criando frentes de moradores para expulsar os funcionários da empresa.  </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> <strong>Recursos</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> Por enquanto, a defensoria ainda possui  dois recursos pendentes de julgamento na Justiça do Amazonas   para tentar  sustar a   instalação dos novos medidores de energia elétrica. Os dois processos estão sob relatoria do desembargador Lafayette Carneiro Vieira Júnior.  </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“A gente espera que aprecie com equidade essa questão, até verificando o clamor social, porque a população já demonstrou que rejeita esse tipo de medidor aéreo, havendo a possibilidade de gerar uma insegurança jurídica e caos social”, disse.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em nota, a Amazonas Energia, reforçou  que inexiste qualquer tipo de impedimento, legal ou judicial à instalação dos medidores do sistema SMC e que a atualização do sistema elétrico é feito em conformidade com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que inclusive aprovou o equipamento.   </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Visto isso, de acordo com a concessionária, foram “acertadas as decisões” que derrubaram a proibição de instalação dos medidores do sistema de medição centralizada e “qualquer decisão que proíba a instalação dos medidores do SMC afrontam legislação federal”.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em relação à  Ação Civil Pública que é movida pela Defensoria, a empresa  ressalta que a ação foi extinta por perda de objeto.   </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Vale lembrar que o IPEM/AM,  órgão vinculado ao INMETRO atestou a confiabilidade e regularidade de medição dos medidores do sistema SMC. Por fim, a Amazonas Energia informa que, assim que receber a ação, tomará todas as providências para a defesa dos seus interesses e para o estabelecimento da verdade dos fatos”, disse a empresa.</p>
<p>*Acritica.com</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Até o final do ano, Amazonas Energia deve instalar 86 mil medidores aéreos em Manaus</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/ate-o-final-do-ano-amazonas-energia-deve-instalar-86-mil-medidores-aereos-em-manaus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 13:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[medidores aéreos]]></category>
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					<description><![CDATA[Até o fim do ano, a Amazonas Energia deve instalar 86 mil medidores aéreos em Manaus, conforme previsão da própria companhia. Na última quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional a Lei Estadual 5.981/2022, que proibia os aparelhos. “Hoje, a empresa não tem nenhum impeditivo legal ou judicial para os medidores. Em janeiro, instalamos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1247729385" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Até o fim do ano, a Amazonas Energia deve instalar 86 mil medidores aéreos em Manaus, conforme previsão da própria companhia. Na última quarta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) declarou inconstitucional a Lei Estadual 5.981/2022, que proibia os aparelhos.<br /><br />“Hoje, a empresa não tem nenhum impeditivo legal ou judicial para os medidores. Em janeiro, instalamos 3,2 mil pontos e devemos ter um número parecido no fechamento de fevereiro”, afirmou a gerente de Comunicação da Amazonas Energia, Gabrielle Stoco.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Segundo ela, a companhia tem, atualmente, cerca de 15 mil pontos em funcionamento, em Manaus. A meta é chegar em 480 mil até 2030.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> <strong>Disputa</strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> Embora o STF tenha declarado a inconstitucionalidade da lei do Amazonas, o conflito deve continuar na justiça estadual.<br /> <br />Isso porque a concessionária entende que está autorizada a instalar os medidores desde janeiro, quando uma decisão em segunda instância foi revogada.<br />No entanto, ainda há outra ação extinta pelo juiz Manuel Amaro de Lima, do Tribunal de Justiça do Amazonas, que aguarda julgamento de recurso apresentado pela Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM), pedindo a retomada do processo.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Essa mesma ação foi levada pela DPE-AM à segunda instância antes da extinção, ocasião em que o desembargador Lafayette Carneiro Vieira Júnior suspendeu a instalação dos aparelhos.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Enquanto a DPE-AM defende que a proibição em segunda instância continuar a valer, a Amazonas Energia considera que a determinação deixou de ser efetiva após a extinção dos processos pelo juiz de primeiro instância.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Ambas as partes aguardam agora o juiz Manuel Amaro de Lima julgar o pedido da DPE-AM para que a sentença seja reformulada.   </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Em nota, o senador Eduardo Braga (MDB), um dos autores das ações que questionam os medidores na Justiça do Amazonas, voltou a afirmar que considera que os aparelhos seguem proibidos.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Ainda vigora a decisão que suspendeu a instalação do SMC, proferida em segunda instância pela desembargadora do TJAM, Socorro Guedes. Estamos aguardando uma nova decisão judicial que vai referendar a medida da magistrada”, ressaltou.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> <strong>Regularidade </strong></p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"> Em entrevista para A CRÍTICA, o advogado que levou o caso ao Supremo Tribunal Federal (STF), Thiago Lóes, afirmou que a regularidade dos medidores foi atestada pelo Instituto de Pesos e Medidas (Ipem).<br />“Ele diz que seja um medidor convencional na casa do cidadão ou um medidor centralizado [novos aparelhos], mede a mesma coisa”, pontuou ele, que representou a Associação Brasileira das Empresas de Energia Elétrica (Abradee).</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Segundo o presidente da ALE-AM, Roberto Cidade (UB), a Casa Legislativa irá recorrer da decisão do STF de declarar inconstitucional a lei aprovada pelos deputados do Amazonas.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Iremos cumprir a decisão, mas já acionamos a Procuradoria Geral da Casa para recorrer o quanto antes”, informou à reportagem.</p>
<p>*Acritica.com</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Por unanimidade, STF autoriza medidores aéreos no Amazonas</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/por-unanimidade-stf-autoriza-medidores-aereos-no-amazonas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Feb 2023 11:51:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[medidores aéreos]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal confirmou, por unanimidade, a inconstitucionalidade da Lei Estadual 5.981/2022, que proibia a instalação de medidores aéreos de energia no Amazonas. Os magistrados concordaram com o posicionamento do ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso, que já havia autorizado os aparelhos em outubro do ano passado. &#8220;É inconstitucional lei estadual que proíbe [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1489843039" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>O Supremo Tribunal Federal confirmou, por unanimidade, a inconstitucionalidade da Lei Estadual 5.981/2022, que proibia a instalação de medidores aéreos de energia no Amazonas. Os magistrados concordaram com o posicionamento do ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso, que já havia autorizado os aparelhos em outubro do ano passado.<br /><br />&#8220;É inconstitucional lei estadual que proíbe a instalação de medidores externos de energia elétrica pelas empresas concessionárias do serviço, por violação da competência privativa da União para legislar sobre a matéria”, diz a tese fixada pelos 11 membros da Suprema Corte.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A sessão virtual de julgamento ocorreu entre os dias 10 a 17 de fevereiro, mas a decisão só foi publicada nesta quarta-feira (22) no sistema do STF. <br /><br />Na prática, o veredito encerra uma ‘guerra’ que foi iniciada em janeiro do ano passado, quando a concessionária de energia do estado, Amazonas Energia, iniciou a instalação dos medidores na Zona Norte em meio a protestos da população.<br /><br />Parlamentares do Amazonas também criticaram os aparelhos. O senador Eduardo Braga (MDB) chegou a conseguir uma liminar na Justiça do Amazonas para suspender as instalações, mas que foi derrubada posteriormente.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 geWpcq">
<div class="sc-121oxgh-0 eIPTrk">Em junho, os deputados Sinésio Campos (PT), Carlos Bessa (PV) e Fausto Júnior (UB) apresentaram o projeto de lei que proibia a instalação dos medidores. A proposta foi aprovada no mesmo mês pela ALE-AM, o que motivou a Associação Brasileira das Empresas de Energia Elétrica (Abradee) a questionar a legislação no STF.</div>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><br />Quando julgou o pedido de liminar (decisão provisória), Barroso considerou que os parlamentares haviam legislado sobre um tema (energia elétrica) que é de competência da União, por meio da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Por isso, ele suspendeu a legislação.</p>
<p>*Acritica.com</p>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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