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	<title>MDB-AM - Portal NDC</title>
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		<title>Abras ressalta que cashback pode aumentar o valor da cesta básica com a reforma tributária</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2023 02:14:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Abras]]></category>
		<category><![CDATA[aumento do valor da cesta básica]]></category>
		<category><![CDATA[cashback]]></category>
		<category><![CDATA[MDB-AM]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) é favorável à reforma tributária e concorda com o relatório do senador Eduardo Braga (MDB-AM), mas ressalta que é preciso ter cuidado com a aplicação do instrumento de cashback &#8211; mecanismo que restitui ao consumidor parte do dinheiro gasto &#8211; na cesta básica. Entre os pontos da proposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2991905547" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>&nbsp;</p>
<p>A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) é favorável à reforma tributária e concorda com o relatório do senador Eduardo Braga (MDB-AM), mas ressalta que é preciso ter cuidado com a aplicação do instrumento de cashback &#8211; mecanismo que restitui ao consumidor parte do dinheiro gasto &#8211; na cesta básica.</p>
<p>Entre os pontos da proposta de reforma tributária, o presidente da Abras, João Galassi, destacou a criação de duas cestas básicas, uma isenta e outra com alíquota de 60% de desconto mais o cashback.</p>
<p>Galassi disse que, para a Abras, a cesta básica isenta é infinitamente mais eficiente como distribuição de renda do que o cashback. Apesar disso, a entidade não se opõe que a cesta estendida seja acrescida desse benefício.</p>
<p>“O cashback não é o melhor instrumento da política social. A desoneração total da cesta básica seria muito mais benéfica para a população de baixa renda. O instrumento não atenderá uma parte da população vulnerável, onerando o grupo com mais tributos, por meio dos produtos que eventualmente tenham aumento de preços por aumento da carga tributária, como alguns tipos como carne e hortifruti”, disse hoje (1º), em entrevista coletiva virtual.</p>
<p>“No entanto, visto que o Congresso resolveu seguir com a criação deste instrumento, após a redução de 60% da cesta estendida, é importante garantir que a devolução dos tributos aconteça para o consumo de alimentos e não nos opomos à forma como foi apresentada”, completou.</p>
<p>O presidente da Abras disse que, em outros estudos, a associação não questionou o cashback porque estava focada em apresentar o impacto da carga tributária. Mas agora que foi feito um relatório, a entidade apoia, defende e acredita que existem instrumentos que, durante o debate das leis complementares, poderão aferir uma redução ou carga neutra na cesta básica nacional isenta.</p>
<h3>Aumento da carga tributária</h3>
<p>O dirigente alertou que poderá ocorrer aumento da carga tributária, dependendo da alíquota do imposto sobre o valor agregado (IVA), que poderá variar de 25% a 30% e da composição dos itens que estão em cada uma das cestas.</p>
<p>“Aqui temos a garantia do relator Eduardo Braga, que também luta por uma trava nessa reforma dos tributos que se referem ao IVA, o qual apoiamos claramente. Por exemplo, se a carne bovina estiver na cesta isenta, beneficiaremos os consumidores com uma redução de impostos. No entanto, se estiver na cesta ampliada aumentaremos em 30% o valor pago atualmente”, afirmou.</p>
<h3>Setor supermercadista</h3>
<p>De acordo o vice-presidente de Ativos Setoriais da Abras, Rodrigo Segurado, a reforma tributária é o modelo de financiamento do Estado e o país tem um grande desafio social a ser desenvolvido para o trabalhador do Brasil, que é a fome. “Temos cálculos que apontam que, para combater a fome no Brasil, precisamos de R$ 13 bilhões para distribuir 2,6 milhões de alimentos. Esse é o impacto social que estamos preocupados em combater também”.</p>
<p>Segundo o vice-presidente, a cesta básica isenta, incluída no texto aprovado na Câmara, está validada pelo Senado, que criou o cashback na cesta básica estendida com redução de 60% de tributos.</p>
<p>“Tem uma cesta básica isenta, mas uma cesta básica estendida com redução de 60%, com cashback; hortifruti, frutas e ovos com 100% de isenção; alimentos para consumo humano com 60% de desconto na alíquota padrão; higiene com 60% de desconto da alíquota padrão; saúde menstrual podendo chegar a 100% de isenção e limpeza com desconto de 60% da alíquota padrão. Esse é, em resumo, o que o Senado Federal apresenta como texto da reforma tributária a partir do que recebeu da Câmara dos Deputados.”</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Reforma Tributária no Senado entra em fase decisiva com apresentação do parecer na CCJ</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/reforma-tributaria-no-senado-entra-em-fase-decisiva-com-apresentacao-do-parecer-na-ccj/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 29 Oct 2023 00:13:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CBS]]></category>
		<category><![CDATA[CCJ]]></category>
		<category><![CDATA[DE 663 somente 183 foram acolhidas]]></category>
		<category><![CDATA[FDR]]></category>
		<category><![CDATA[IBS]]></category>
		<category><![CDATA[MDB-AM]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma tributária:]]></category>
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					<description><![CDATA[A reforma tributária no Senado entrou em uma fase decisiva com a apresentação, na quarta-feira (25), do parecer a ser votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Entregue pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da proposta, o texto deve ser votado até (7) de novembro na comissão, segundo as estimativas iniciais. O parecer manteve [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4066835286" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A reforma tributária no Senado entrou em uma fase decisiva com a apresentação, na quarta-feira (25), do parecer a ser votado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Entregue pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM), relator da proposta, o texto deve ser votado até (7) de novembro na comissão, segundo as estimativas iniciais.</p>
<p>O parecer manteve a maior parte da proposta para simplificar e reformular os tributos sobre o consumo, aprovada no início de julho pela Câmara dos Deputados, como a unificação de tributos federais na Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) e dos tributos estaduais e municipais no Imposto sobre Bens e Serviços (IBS), e a cobrança no destino (local do consumo), com uma regra de transição longa para os tributos regionais e rápida para os tributos federais.</p>
<p>O texto, no entanto, trouxe alterações. De 663 emendas apresentadas no Senado, Braga acolheu, parcialmente ou totalmente, 183. As principais foram a criação de uma trava para a carga tributária (peso dos tributos sobre a economia), a revisão periódica dos setores incluídos em regimes específicos de tributação, a ampliação do Fundo de Desenvolvimento Regional (FDR) e a inclusão de serviços de profissionais liberais na alíquota reduzida de CBS e de IBS.</p>
<p><strong>Confira as principais mudanças</strong>:</p>
<p><strong>Trava</strong></p>
<p>• Teto para manter constante a carga tributária sobre o consumo;</p>
<p>• Atualmente, esse teto corresponderia a 12,5% do PIB;</p>
<p>• A cada 5 anos, seria aplicada uma fórmula que considera a média da receita dos tributos sobre consumo e serviços entre 2012 e 2021;</p>
<p>• Fórmula será calculada com base na relação entre a receita média e o Produto Interno Bruto (PIB, bens e serviços produzidos no país);</p>
<p>• Caso o limite seja superado, a alíquota de referência terá de cair;</p>
<p>• Redução seria calculada pelo Tribunal de Contas da União, baseado em dados dos entes federativos e do futuro Comitê Gestor do IBS.</p>
<p><strong>Regimes diferenciados</strong></p>
<p>• Inclusão dos seguintes setores em regimes diferenciados de tributação:</p>
<p>– operações relativas a tratados internacionais;</p>
<p>– saneamento e concessão de rodovias;</p>
<p>– compartilhamento de serviços de telecomunicações;</p>
<p>– agências de viagem e turismo;</p>
<p>– transporte coletivo rodoviário (intermunicipal e interestadual), ferroviário, hidroviário e aéreo.</p>
<p>• Retomada dos benefícios fiscais ao setor automotivo até 2025:</p>
<p>– em julho, a Câmara havia rejeitado prorrogação de incentivos;</p>
<p>– benefícios seriam convertidos em crédito presumido da CBS, crédito que dá direito a desconto no pagamento de impostos futuros.</p>
<p>• Revisão a cada 5 anos dos regimes especiais:</p>
<p>– setores beneficiados deverão seguir metas de desempenho econômicas, sociais e ambientais;</p>
<p>– dependendo da revisão, lei determinará regime de transição para a alíquota padrão.</p>
<p>• Manutenção dos produtos e insumos agropecuários entre itens com alíquota reduzida.</p>
<p><strong>Profissionais liberais</strong></p>
<p>• Serviços prestados por profissionais liberais &#8211; como advogados, médicos, dentistas, arquitetos e demais profissionais do tipo &#8211; terão desconto de 30% na alíquota;</p>
<p>• Na prática, a mudança beneficia apenas empresas, escritórios e clínicas que faturem mais de R$ 4,8 milhões por ano. Isso porque a maior parte dos profissionais autônomos, que ganham abaixo desse valor, está incluída no Simples Nacional.</p>
<p><strong>Cesta básica</strong></p>
<p>• Restrição do número de produtos com alíquota zero, com desmembramento em duas listas:</p>
<p>– cesta básica nacional, com alíquota zero, e caráter de enfrentamento à fome;</p>
<p>– cesta básica estendida, com alíquota reduzida para 40% da alíquota padrão e mecanismo de cashback (devolução parcial de dinheiro);</p>
<p>– cesta nacional poderá ser regionalizada, com itens definidos por lei complementar.</p>
<p><strong>Cashback na conta de luz</strong></p>
<p>• Devolução obrigatória de parte dos tributos na conta de luz para família de baixa renda;</p>
<p>• Ressarcimento ocorreria no momento da cobrança, entrando como desconto na conta de luz;</p>
<p>• Detalhes a serem regulamentados por lei complementar.</p>
<p><strong>Imposto seletivo</strong></p>
<p>• Cobrança sobre produtos que gerem danos à saúde ou ao meio ambiente;</p>
<p>• Alíquotas definidas por lei;</p>
<p>• 60% da receita vai para estados e municípios;</p>
<p>• Princípio da anualidade: cobrança só poderá começar no ano seguinte à sanção da lei;</p>
<p>• Imposto regulatório: não tem objetivo de arrecadar, mas regular mercado e punir condutas prejudiciais;</p>
<p>• Produtos:</p>
<p>– possibilidade de cobrança sobre combustíveis;</p>
<p>– alíquota de 1% sobre extração de recursos naturais não renováveis, como minério e petróleo;</p>
<p>– cobrança armas e munições, exceto as usadas pela administração pública;</p>
<p>• Exclusão da incidência sobre:</p>
<p>– telecomunicações;</p>
<p>– energia;</p>
<p>– produtos concorrentes com os produzidos na Zona Franca de Manaus.</p>
<p><strong>Zona Franca de Manaus</strong></p>
<p>• A Câmara tinha incluído o imposto seletivo sobre produtos concorrentes de fora da região para manter competitividade da Zona Franca;</p>
<p>• Relator trocou o imposto seletivo por Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).</p>
<p><strong>Fundo Nacional de Desenvolvimento Regional</strong></p>
<p>• Fundo que ajudará o desenvolvimento de regiões de menor renda;</p>
<p>• Aumento da verba de R$ 40 bilhões para R$ 60 bilhões anuais;</p>
<p>• Transição para o aumento:</p>
<p>– Fundo começaria com aportes de R$ 8 bilhões em 2029 até chegar a R$ 40 bilhões no início de 2034;</p>
<p>– Em 2034, aportes subiriam R$ 2 bilhões por ano até atingir R$ 60 bilhões em 2043.</p>
<p>• Divisão dos recursos:</p>
<p>– 70% pelos critérios do Fundo de Participação dos Estados (FPE);</p>
<p>– 30% para estados mais populosos.</p>
<p><strong>Limites a unidades da Federação</strong></p>
<p>• Mantido artigo incluído de última hora na Câmara que autoriza estados e Distrito Federal a criar contribuição sobre produtos primários e semielaborados para financiar infraestruturas locais;</p>
<p>• Restrições:</p>
<p>– Permissão apenas a fundos estaduais em funcionamento em 30 de abril de 2023</p>
<p>– Com a regra, apenas Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Pará poderão manter contribuição;</p>
<p>– Contribuição só poderá ser cobrada até 2032, para evitar nova guerra fiscal.</p>
<p><strong>Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais</strong></p>
<p>• Seguro-receita para compensação da perda de arrecadação dos entes federativos com o fim de incentivos fiscais sobe de 3% para 5% do IBS;</p>
<p>• Mudança atende a pedido dos estados;</p>
<p>• Critérios de repartição:</p>
<p>– estados e municípios com maior perda relativa (em termos percentuais) de arrecadação;</p>
<p>– receita per capita (por habitante) do fundo não pode exceder três vezes a média nacional, no caso dos estados, e três vezes a média dos municípios de todo o país, no caso das prefeituras.</p>
<p><strong>Comitê Gestor</strong></p>
<p>• Encarregado de gerir a cobrança e a arrecadação do IBS, Conselho Federativo foi rebatizado de Comitê Gestor;</p>
<p>• Órgão passará a ter caráter exclusivamente técnico, assegurando divisão correta dos recursos, sem capacidade de propor regulações ao Legislativo;</p>
<p>• Presidente do Comitê Gestor terá de ser sabatinado pelo Senado.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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