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	<title>Mancha de Lixo - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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		<title>Mancha de Lixo do Pacífico vira  ecossistema inesperado com reprodução de espécies costeiras em alto mar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Apr 2023 12:25:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Mancha de Lixo]]></category>
		<category><![CDATA[Oceano Pacífico]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa publicada na revista científica &#8220;Nature&#8221; nesta segunda-feira (17) demonstrou que a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, um imenso conglomerado de plásticos descartados, está ajudando espécies costeiras a &#8220;colonizarem&#8221; águas abertas. De acordo com o estudo, a mancha de 1,6 milhão de quilômetros quadrados e 79 mil toneladas se tornou um lar para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-394306673" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Uma pesquisa publicada na revista científica &#8220;Nature&#8221; nesta segunda-feira (17) demonstrou que a Grande Mancha de Lixo do Pacífico, um imenso conglomerado de plásticos descartados, está ajudando espécies costeiras a &#8220;colonizarem&#8221; águas abertas.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com o estudo, a mancha de 1,6 milhão de quilômetros quadrados e 79 mil toneladas se tornou um lar para alguns pequenos seres vivos, permitindo a criação de novos ecossistemas de espécies que normalmente não são capazes de sobreviver em mar aberto.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="26" data-block-id="6">
<p>Ao contrário do que poderia se supor inicialmente, a Grande Mancha não é uma &#8220;ilha&#8221; de plásticos, mas sobretudo uma larga porção do oceano com alta concentração de plásticos, em um ambiente que mais se assemelha a uma &#8220;sopa&#8221; ou &#8220;ensopados de plásticos&#8221;.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A pesquisa descobriu que os resíduos plásticos flutuantes servem como um meio para as espécies se dispersarem pelo oceano. Até então, pensava-se que restrições fisiológicas ou ecológicas eram os fatores responsáveis pela limitação da colonização do oceano.</p>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="74" data-block-id="10">
<ul class="content-unordered-list">
<li>Os pesquisadores examinaram 105 itens de plástico pescados na Grande Mancha de Lixo do Pacífico entre novembro de 2018 e janeiro de 2019.</li>
<li>Eles identificaram 484 organismos invertebrados marinhos nos detritos, representando 46 espécies diferentes, das quais 80% são normalmente encontradas em zonas costeiras.</li>
<li>Apesar de numerosos, os habitantes do plástico são desconhecidos dos humanos. Em sua maioria, são micro-organismos, plantas e algas que se aderem aos animais invertebrados aquáticos, como moluscos e esponjas.</li>
</ul>
<p>Isso acontece porque o material plástico não se decompõe, flutuando durante muitos anos. Outro achado que chamou a atenção dos pesquisadores foi a constatação de que <strong>além de habitar o local inapropriado, os seres vivos são capazes de se reproduzir.</strong></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="31" data-block-id="12">
<blockquote class="content-blockquote theme-border-color-primary-before">No entanto, ainda <span class="highlight highlighted">não são conhecidas as consequências </span>desse novo tipo de ordenamento, e nem como as espécies são capazes de se distanciar tanto dos seus locais de origem e sobreviverem.</blockquote>
<p>&#8220;Os nossos resultados demonstram que o ambiente oceânico e o habitat plástico flutuante são claramente hospitaleiros para as espécies costeiras. [&#8230;] Podem sobreviver, reproduzir e ter populações complexas e estruturas comunitárias em mar aberto&#8221;, diz o estudo.</p>
<p>Foto: Reprodução/Nature</p>
<p>*g1</p>
</div>
</div>
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