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	<title>luta - Portal NDC</title>
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	<title>luta - Portal NDC</title>
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		<title>Dia do Orgulho LGBTQIA+: país tem longa história de luta por direitos</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/dia-do-orgulho-lgbtqia-pais-tem-longa-historia-de-luta-por-direitos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 14:41:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dia do Orgulho LGBT+]]></category>
		<category><![CDATA[direitos]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores e ativistas falam à Agência Brasil sobre o movimento “Visibilidade” é a palavra-chave que atravessa a história de luta LGBTQIA+ no Brasil. Nem nos momentos mais violentos e autoritários, como a ditadura militar, houve silêncio, covardia, inércia. Nas tentativas de formar encontros nacionais entre 1959 e 1972; na criação do Grupo Somos e dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-891987544" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Pesquisadores e ativistas falam à Agência Brasil sobre o movimento</p>
<p>“Visibilidade” é a palavra-chave que atravessa a história de luta LGBTQIA+ no Brasil. Nem nos momentos mais violentos e autoritários, como a ditadura militar, houve silêncio, covardia, inércia. Nas tentativas de formar encontros nacionais entre 1959 e 1972; na criação do Grupo Somos e dos jornais Lampião da Esquina e ChanacomChana, em 1978; no levante de lésbicas do Ferro’s Bar em 1983 e na pressão de anos para retirar a homossexualidade do rol de doenças, concretizada em 1985, houve protagonismo, mobilização e luta.</p>
<p>Com esse histórico, chama a atenção que a principal data de celebração da população LGBTQIA+ no país seja o 28 de junho, que faz referência a uma revolta ocorrida em 1969 na cidade de Nova York. Na ocasião, frequentadores do Stonewall Inn, um dos bares<em> gays</em> populares de Manhattan, reagiram a uma operação policial violenta, prática habitual do período. A resistência virou um marco do movimento LGBTQIA+ por direitos nos Estados Unidos (EUA) e passou a ser comemorada em muitos outros países, incluindo o Brasil, como o Dia Internacional do Orgulho LGBT+.</p>
<p>Pesquisadores e ativistas ouvidos pela reportagem da <strong>Agência Brasil</strong> entendem que a revolta em Nova York virou um símbolo internacional muito mais pela força geopolítica e cultural dos Estados Unidos, do que pelo fato de ter sido o principal evento do tipo no mundo.</p>
<p>“As datas podem e devem ser celebradas. Mas nem tudo começa em Stonewall e nem tudo se resolveu lá. São muitos outros episódios que precisam ser lembrados para que a gente tenha uma memória mais coletiva, plural, democrática e diversa sobre as lutas da comunidade LGBTQIA+”, explica Renan Quinalha, professor de Direito da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e presidente do Grupo Memória e Verdade LGBTQIA+, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). “A gente acaba tendo aí uma força do imperialismo norte-americano cultural. Isso invisibiliza alguns marcos domésticos, nacionais, que a gente precisa celebrar também como avanços, conquistas e referências de memória nessa construção política da comunidade”.</p>
<p>Para a historiadora Rita Colaço, ativista LGBTQIA+ e diretora diretora-presidente do Museu Bajubá. é preciso olhar menos para os EUA como referência e valorizar elementos próprios do movimento brasileiro.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Gustavo Glória/MDHC" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/loading_v2.gif" alt="20.06.2024. Sidrolândia (MS) - Secretaria Nacional dos Direitos das Pessoas LGBTQIA+ do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC) realizou o primeiro Encontro LGBTQIA+ Indígena Guarani Kaiowá em evento piloto do Programa Bem Viver+.
Crédito: Gustavo Glória/MDHC" data-echo="https://imagens.ebc.com.br/XYyYZipKT0U7D0ZxfrLqMSbZJyU=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/06/27/78704d62-6d2f-43fc-8f44-61459325cdcb.jpeg?itok=Km_n69wO" /></div>
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<div class="meta">Sidrolândia (GO) &#8211; Primeiro Encontro LGBTQIA+ Indígena Guarani Kaiowá, em evento piloto do Programa Bem Viver+ &#8211; Foto <strong>Gustavo Glória/MDHC</strong></div>
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<p>“O mito de Stonewall vai sendo construído a posteriori. Se você pega a imprensa brasileira, faz uma pesquisa na hemeroteca da Biblioteca Nacional, não tem nada, não se fala disso. Até nos anos 70, no final dos 70, quando chega o Lampião, você não vê Stonewall com essa referência toda, com esse peso todo que ele vai adquirindo nos anos seguintes”, diz Rita. “Para ser fiel à história, não se pode dizer que Stonewall foi a primeira revolta, nem que deu início à luta pelos direitos LGBT. Isso é uma inverdade nos Estados Unidos e no mundo”.</p>
<p>“Então, a gente precisa se apropriar do nosso passado, do nosso patrimônio, dos nossos registros, dos nossos vestígios, dos nossos acervos, reverenciá-los, se orgulhar deles e lutar para que eles sejam salvaguardados, restaurados, preservados, para que as nossas datas, as datas das nossas lutas sejam rememoradas, sejam dadas a conhecer. É esse trabalho que eu, junto com vários outros pesquisadores pelo Brasil adentro, venho fazendo, procurando sensibilizar as pessoas para a importância da nossa história”, complementa Rita.</p>
<h2>Stonewall brasileiro?</h2>
<p>E se voltássemos nossa atenção exclusivamente para a história nacional? Seria possível identificar um marco de luta LGBTQIA+, um episódio principal que tenha impulsionado o movimento? Um “Stonewall brasileiro”?</p>
<p>“Não há uma revolta ou uma rebelião semelhante a Stonewall no Brasil. O que a gente pode falar é de acontecimentos marcantes, momentos específicos e isolados. Numa perspectiva em série, reconhecemos a importância de movimentos ou ações mais particulares e isolados. Nos Estados Unidos mesmo, Stonewall não surge da noite para o dia. Dez anos antes, em 1959, já havia ocorrido em Los Angeles um movimento que ficou conhecido como Revolta de Cooper Do-nuts”, analisa Luiz Morando, pesquisador de Belo Horizonte sobre a memória LGBTI+.</p>
<p>O raciocínio é o mesmo de Marco Aurélio Máximo Prado, professor e coordenador do Núcleo de Direitos Humanos e Cidadania LGBT+ (NUH) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Para ele, faz mais sentido pensar na história a partir da noção de processo e não de um episódio isolado.</p>
<p>“Eu prefiro falar de acontecimentos, que seguem um movimento em rede, do que identificar ou outro marco de origem. Porque são milhares de protagonismos em diversos lugares e contextos”, defende Marco Aurélio. “É muito mais produtivo pensar em uma série, em um processo histórico, em que a gente possa observar que esse orgulho foi sendo construído, com as demandas e reivindicações, ao longo de um tempo. Nada brota espontaneamente de um momento para o outro. Há uma série que vai levar à geração de determinado procedimento, revolta ou rebelião, que detona daí em diante uma série de conquistas para determinada população”.</p>
<h2>Mobilização nacional</h2>
<p>Mesmo pensada a partir da ideia de processo histórico, a construção do movimento LGBTQIA+ brasileiro é fenômeno complexo, que envolve um conjunto grande de acontecimentos e realizações. Alguns se destacam pela repercussão e capacidade de inspirar outros grupos.</p>
<p>“O processo de construção da consciência política, do segmento que a gente chamava há pouco tempo de ‘homossexualidades’, e agora cada vez aumenta mais o número de letras, é muito antigo. Esse movimento de construção da identidade e da necessidade de se organizar remonta ao final dos anos 1950. Depois, vai se consolidando com a imprensa alternativa, que eram aqueles boletins manuscritos. Os grupos se organizavam em torno de festas, brincadeiras, e a partir desses boletins eles foram refletindo sobre sua condição, divulgando textos de livros, peças teatrais, filmes, acontecimentos no exterior, a luta na Suécia, a luta na Inglaterra contra a criminalização da homossexualidade. Então, essas notícias, eles replicavam para os grupos por meio desses boletins”, diz a historiadora Rita Colaço.</p>
<p>O pesquisador Luiz Morando destaca as tentativas de organização de encontros nacionais de homossexuais e travestis entre 1959 e 1972. As principais ocorreram em Belo Horizonte, Niterói, Petrópolis, João Pessoa, Caruaru e Fortaleza.</p>
<p>“Os organizadores daquelas tentativas de encontros, de congressos, eram surpreendidos e presos pela polícia para serem fichados e impedidos de continuar os eventos. Dá muito mais orgulho pensar nesse processo histórico e na formação de uma consciência política ao longo do tempo”, diz Luiz Morando.</p>
<p>Eventos que reuniram mais de uma bandeira de luta dos grupos marginalizados também foram importantes pela capacidade de diálogo e transversalidade.</p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Acervo Grupo Arco-Íris/Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/muIfOopdqr01O3URE5TIsIeQvG0=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/06/27/parada-gay-2007.jpg?itok=7jvLe2r6" alt="Rio de Janeiro (RJ) 27/06/2024 -  Orgulho LGBT
Foto: Acervo Grupo Arco-Íris/Divulgação" width="754" height="453" /><p class="wp-caption-text">Rio de Jaeiro &#8211; Parada do Orgulho LGBT &#8211; Foto Acervo Grupo Arco-Íris/Divulgação</p></div>
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<p>“Tivemos um episódio fundamental, que considero o primeiro de mobilização convocada e feita pela população de maneira mais consciente e politizada, que é o 13 de junho de 1980. Ficou conhecido como Dia de Prazer e Luta Homossexual, uma manifestação contra a violência policial. Esse episódio aconteceu em São Paulo, no Teatro Municipal, e reuniu várias entidades do movimento LGBT+ e outros movimentos, como o negro, feminista e de prostitutas. Eles denunciavam a violência do delegado José Wilson Richetti, que fazia operações policiais de repressão no centro da cidade. Por noite, em um fim de semana, entre 300 e 500 pessoas chegavam a ser presas arbitrariamente”, diz o professor Renan Quinalha.</p>
<h2>Luta trans </h2>
<p>Em 2004, a ativista, ex-presidenta e atual secretária da Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), Keila Simpson, desembarcava em Brasília para participar do que viria a ser um dos momentos mais icônicos da luta das pessoas trans: o lançamento da campanha Travesti e Respeito, promovida pelo Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde. A ação foi lançada no Congresso Nacional e acabou por marcar o Dia da Visibilidade de Transexuais e Travestis, em 29 de janeiro.</p>
<p>Um grupo de homens e mulheres trans reuniu-se na capital antes mesmo do lançamento. Keila conta que eles participaram de oficinas de maquiagem, de vestuário, de noções de direitos humanos e de fotografia. Depois, foram produzidos os cartazes oficiais da campanha. Entre os dizeres estava: “Travesti e respeito. Já está na hora de os dois serem vistos juntos. Em casa. Na boate. Na escola. No trabalho. Na vida”.</p>
<p>“A gente fez o lançamento no Congresso Nacional, mas a campanha não foi recebida muito bem pela sociedade. O que prova que o estigma era grande e ainda está presente”, diz Keila. “O nosso objetivo era dialogar com a sociedade, mostrar que travestis também deveriam e poderiam ter direito ao respeito”.</p>
<p>Ainda nos dias de hoje, 20 anos depois, a população trans continua sendo a maior vítima de violência entre os grupos que formam a comunidade LGBTI+. Segundo o Dossiê de LGBTIfobia Letal, do Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+ no Brasil, em 2023 ocorreram 230 mortes LGBTI+ de forma violenta no país. Entre as vítimas, 142, o equivalente a 62%, eram travestis e mulheres trans.</p>
<p>“Em um país violento como o Brasil, é preciso que a gente demarque datas. Em toda a história da humanidade, se rememora a luta travada por pessoas que estavam em processo de exclusão e que reivindicavam direitos de participação”, reflete Keila. “Mas a gente precisa compreender também que não é necessário falar desse problema somente nessas datas, mas em todos os momentos. Que elas sejam um marco de luta, mas que continuemos escrevendo ou reescrevendo a história de uma forma muito mais tranquila”.</p>
<h2>Primeiras marchas e paradas</h2>
<p>A partir dos anos 1990, as “marchas” ou “paradas” passaram a ser manifestações públicas importantes de demonstração do orgulho LGBTQIA+ e de reivindicação de direitos. As primeiras tentativas começaram ainda na década de 1980, por não conseguirem reunir número significativo de pessoas.</p>
<p>No Rio de Janeiro, para que o evento pudesse ter apelo maior nas ruas, foi essencial o trabalho do Grupo Arco Íris, fundado em 1993. Líderes da organização, entre eles o ativista Cláudio Nascimento, persistiram na missão de fortalecer o movimento e mobilizar número maior de pessoas.</p>
<p>“A gente entendia que precisava construir outros referenciais para suplantar a ideia de sermos só um movimento defensivo, de reclamar a vitimização da violência. Deveria se colocar também no lugar de protagonista, de sujeitos históricos para a construção das nossas lutas e reivindicações”, diz Cláudio. “Conversamos com outros grupos, mostrando que era importante primeiro produzir algumas atividades dentro dos próprios movimentos para as pessoas criarem algum nível também de segurança individual, de fortalecimento da própria sexualidade, para ter essa capacidade de se colocar em público, se colocar no mundo”.</p>
<p>Em 1995, Cláudio coordenou, no Rio de Janeiro, a Conferência Mundial de Gays, Lésbicas e Travestis, que era a Conferência Mundial da ILGA &#8211; International Lesbian and Gay Association, a entidade da época mais importante internacionalmente. Foi uma oportunidade de aproveitar o público presente no encontro para organizar a primeira Parada do Orgulho LGBT em 22 de junho de 1995. Os organizadores estimam o número total de participantes em 3 mil.</p>
<p>“É muito importante que a comunidade reconheça, valorize a nossa memória, a nossa história, porque são passos que foram construídos ao longo do tempo por muitas mãos e que não tem apenas um artífice. São várias pessoas produzindo essa aventura, essa luta, nessa trajetória que o movimento construiu até agora. A nossa luta é coletiva. Nunca será individual”, diz Cláudio.</p>
<h2>Novos desafios</h2>
<p>Se efemérides são importantes para celebrar e relembrar conquistas sociopolíticas, também se tornam momentos de reflexão sobre as próximas etapas de luta. Por mais que se tenha avançado na ampliação de direitos e respeito à diversidade de gênero e de sexo no país, ainda há uma série de desafios pela frente. Para os pesquisadores e ativistas, o avanço dos grupos conservadores e do fundamentalismo religiosos são hoje as principais fonte de ameaças aos direitos já conquistados.</p>
<p>“Temos visto lutas no Judiciário para garantir o reconhecimento dos nossos direitos. É uma batalha complicada, porque hoje percebemos que estamos com os próprios valores civilizatórios ameaçados. Estamos em um momento da história muito perigosa, porque não é só o direito desse ou daquele segmento que está sendo ameaçado, é a própria estrutura da República, da democracia, os valores éticos, os valores civilizatórios mesmo. Tudo está sendo posto em xeque por esse avanço fundamentalista”, diz a historiadora Rita Colaço.</p>
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<div style="width: 764px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Antônio Cocenza/Museu Bajubá/Divulgação" src="https://imagens.ebc.com.br/sh9mM-yGF9jPgKrSOw49PQzj1O8=/754x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/2024/06/27/miss-travesti-mg-3-oc-dez-1966.jpg?itok=gTNzSP2M" alt="Rio de Janeiro (RJ) 27/06/2024 -  Orgulho LGBT - Concursos Miss - Miss Travesti Minas Gerais 1966
Foto: Antônio Cocenza/Museu Bajubá/Divulgação" width="754" height="1034" /><p class="wp-caption-text">Rio de Janeiro &#8211;  Concurso Miss Travesti Minas Gerais 1966 &#8211; Foto Antônio Cocenza/Museu Bajubá/Divulgação</p></div>
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<p>“A história dos direitos LGBT+ no Brasil não pode ser olhada como uma linha reta de desenvolvimento e progresso. Muito pelo contrário, ela é de contradições, paradoxos, luta com ganhos e perdas. E, neste momento de enorme ofensiva contra os direitos LGBT+ e contra a diversidade de gênero, sem dúvida teremos que nos reinventar em novas lutas políticas no campo dos direitos”, avalia o professor da UFMG, Marco Aurélio.</p>
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<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<item>
		<title>Anderson Silva enfrentará Chael Sonnen em sua luta de despedida</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/anderson-silva-enfrentara-chael-sonnen-em-sua-luta-de-despedida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 May 2024 12:56:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Anderson Silva]]></category>
		<category><![CDATA[combate final]]></category>
		<category><![CDATA[despedida]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 10 anos depois, os dois rivais se encontrarão para o combate final A despedida de Anderson Silva será histórica. O brasileiro lutará contra um dos seus maiores rivais durante a carreira no MMA, o americano Chael Sonnen. O combate será uma espécie de &#8220;revanche&#8221; para marcar o encerramento da carreira do Spider. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2096185494" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Mais de 10 anos depois, os dois rivais se encontrarão para o combate final<br /><br />A despedida de Anderson Silva será histórica. O brasileiro lutará contra um dos seus maiores rivais durante a carreira no MMA, o americano Chael Sonnen. O combate será uma espécie de &#8220;revanche&#8221; para marcar o encerramento da carreira do Spider. A informação foi publicada inicialmente pelo &#8220;ge&#8221;.<br /><br />A história entre Anderson Silva e Chael Sonnen é muito antiga. Os atletas protagonizaram dois combates históricos no UFC. O primeiro deles foi na edição 117 do evento, em 2010, na qual Sonnen ficou próximo de protagonizar uma das maiores zebras da história do esporte. O americano dominou grande parte do combate, mas foi finalizado no último round, quando faltavam apenas dois minutos para o fim da luta.<br /><br />O segundo capítulo da rivalidade aconteceu dois anos depois. Marcado por muitas trocas de provocações e nervos aflorados, o combate não foi nem um pouco parecido com o primeiro. O &#8220;Spider&#8221; dominou o combate e liquidou a fatura no início do segundo assalto, por nocaute técnico.<br /><br />Anderson Silva é um dos maiores lutadores da história do UFC. O brasileiro anunciou na última quinta-feira, 16, que fará seu combate de despedida. O evento será de boxe e acontecerá no dia 15 de junho, em São Paulo.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Terra</p>
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		<title>Boxeador aposta em si mesmo, vence e ganha R$ 258 milhões com luta</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/boxeador-aposta-em-si-mesmo-vence-e-ganha-r-258-milhoes-com-luta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2024 17:10:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[aposta]]></category>
		<category><![CDATA[Boxeador]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
		<category><![CDATA[milhões]]></category>
		<category><![CDATA[premiação]]></category>
		<category><![CDATA[Ryan Garcia]]></category>
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					<description><![CDATA[Ryan Garcia faturou a premiação da luta somada à ao valor obtido em aposta A vitória de Ryan Garcia sobre Devin Haney rendeu além do esperado. Após o triunfo no torneio de boxe, o lutador foi às redes sociais para revelar que investiu 2 milhões de dólares (aproximadamente R$ 10 milhões) em seu próprio êxito [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1831535244" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Ryan Garcia faturou a premiação da luta somada à ao valor obtido em aposta<br /><br />A vitória de Ryan Garcia sobre Devin Haney rendeu além do esperado. Após o triunfo no torneio de boxe, o lutador foi às redes sociais para revelar que investiu 2 milhões de dólares (aproximadamente R$ 10 milhões) em seu próprio êxito diante do adversário. A aposta inusitada rendeu a ele o montante de 50 milhões de dólares (cerca de R$ 258 milhões).<br /><br />O valor total é referente aos lucros da aposta esportiva e à premiação da luta. Esta foi avaliada em 12 milhões de dólares (R$ 62 milhões, na cotação atual).<br /><br />Em publicação feita no Instagram, Ryan Garcia contou qual foi a sua motivação para apostar em si mesmo e o que pretende fazer com o dinheiro recebido.<br /><br />“Se você apostar, aposte em você mesmo. Além do que ganhamos, estamos comendo bem. Cerca de 50 milhões de dólares (provavelmente mais) em uma noite, não está mal. Deixarei Deus me guiar sobre como usar esse dinheiro”, escreveu o boxeador.</p>
<p>https://www.instagram.com/p/C6EFVJdubgY/</p>
<p>Na noite de sábado (20), em Nova York, o pugilista americano Ryan Garcia (25-1, 20 KOs) saiu vitorioso sobre seu compatriota Devin Haney (31-1, 15 KOs) por decisão majoritária. Registros de casas de apostas apontam que o triunfo foi uma surpresa para o público, que colocava Haney como favorito com odds avaliadas em 8-1.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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		<item>
		<title>Belfort xinga Popó e nega luta: “Fake news do Pipoqueiro”</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/belfort-xinga-popo-e-nega-luta-fake-news-do-pipoqueiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Apr 2024 16:38:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[fake news]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
		<category><![CDATA[Popó]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Belfort]]></category>
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					<description><![CDATA[Campeão mundial de boxe confirmou luta contra Vitor Belfort, mas foi desmentido pelo rival nas redes sociais O clima entre Acelino Popó Freitas e Vitor Belfort não anda nada bem nas redes sociais. Depois do anúncio feito pelo campeão mundial de boxe de que enfrentaria o tricampeão do UFC na 5ª edição do Fight Music [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1664808432" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Campeão mundial de boxe confirmou luta contra Vitor Belfort, mas foi desmentido pelo rival nas redes sociais<br /><br />O clima entre Acelino Popó Freitas e Vitor Belfort não anda nada bem nas redes sociais. Depois do anúncio feito pelo campeão mundial de boxe de que enfrentaria o tricampeão do UFC na 5ª edição do Fight Music Show, Belfort usou sua conta no Instagram para desmentir e provocar Popó.<br /><br />“Mais um capítulo da novela ‘Pipopocando’. Para de fazer fake news, de que a luta está fechada. O que o Popó postou é fake news. O seu empresário não entrou em contato com o meu para tratar dos negócios. A luta não foi assinada. Ele continua ‘pipopocando’ com esse negócio de peso”, disse o lutador em vídeo postado diretamente dos Estados Unidos.<br /><br />Popó, por sua vez, respondeu à altura logo após o vídeo de Belfort viralizar nas redes sociais.<br />“Fui dar ousadia para Vitor Belfort… Independente de qualquer contrato, foi ele que me desafiou. Agora tá querendo lutar por dinheiro. Deve estar quebrado. Vitor, você tá quebrado! e agora vem com essa conversa que meu empresário não ligou pro dele. Não fui eu que te procurei, foi você que me desafiou”, publicou Popó.</p>
<h2>Entenda a polêmica sobre a luta</h2>
<p>Depois do sucesso do Fight Music Show 4, onde Acelino Popó Freitas venceu Kléber Bam Bam em 36 segundos de luta, o campeão mundial de boxe confirmou a realização do Fight Music Show 5, com direito a uma luta dele diante de tricampeão do UFC, Vitor Belfort.<br /><br />“Eu aceitei seu desafio, ‘Belfraco’. Em setembro, irei calar sua boca e mostrar o que é boxe”, disse Popó, em seu perfil no Instagram.</p>
<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/C5q2bu8ANNK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/C5q2bu8ANNK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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<p>Fonte: CNN</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Popó confirma  contra Vitor Belfort e divulga data do embate: &#8216;Aceitei seu desafio, Belfraco&#8217;</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/popo-confirma-contra-vitor-belfort-e-divulga-data-do-embate-aceitei-seu-desafio-belfraco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Apr 2024 14:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Belfraco]]></category>
		<category><![CDATA[embate]]></category>
		<category><![CDATA[luta]]></category>
		<category><![CDATA[Popó]]></category>
		<category><![CDATA[Vitor Belfort]]></category>
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					<description><![CDATA[Ao que tudo indica, Acelino Freitas e Vitor Belfort enfim chegaram a um acordo para resolverem suas diferenças dentro do ringue. Após um longo período de provocações de ambas as partes e um imbróglio sobre as condições do combate, Popó afirmou que medirá forças com o ex-atleta do UFC em uma luta de boxe em [&#8230;]]]></description>
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<p>Ao que tudo indica, Acelino Freitas e Vitor Belfort enfim chegaram a um acordo para resolverem suas diferenças dentro do ringue.<br /><br />Após um longo período de provocações de ambas as partes e um imbróglio sobre as condições do combate, Popó afirmou que medirá forças com o ex-atleta do UFC em uma luta de boxe em setembro. Através de suas redes sociais, o tetracampeão mundial da nobre arte revelou que a disputa será realizada na quinta edição do evento ‘Fight Music Show’.<br /><br />Apesar do anúncio, o ‘FMS 5’ ainda não tem um data oficial para ser realizado – mas a tendência é que seja realizado em setembro, segundo a versão de Popó. Na última edição do show, em fevereiro, o pugilista baiano competiu em um midiático embate contra Kleber Bambam, que atraiu a atenção dos fãs brasileiros e acabou em apenas 36 segundos de disputa, com Acelino tendo o braço erguido sem grandes esforços.<br /><br />“Eu aceitei seu desafio, ‘Belfraco’. E em setembro irei calar a sua boca e te mostrar o que é boxe! Pode esperar. Te vejo no Fight Music Show 5”, escreveu o pugilista baiano, em sua conta do Instagram.</p>
<p><blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/C5q2bu8ANNK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14" style=" background:#FFF; border:0; border-radius:3px; box-shadow:0 0 1px 0 rgba(0,0,0,0.5),0 1px 10px 0 rgba(0,0,0,0.15); margin: 1px; max-width:658px; min-width:326px; padding:0; width:99.375%; width:-webkit-calc(100% - 2px); width:calc(100% - 2px);"><div style="padding:16px;"> <a href="https://www.instagram.com/reel/C5q2bu8ANNK/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" background:#FFFFFF; line-height:0; padding:0 0; text-align:center; text-decoration:none; width:100%;" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> <div style=" display: flex; flex-direction: row; align-items: center;"> <div style="background-color: #F4F4F4; border-radius: 50%; flex-grow: 0; height: 40px; margin-right: 14px; width: 40px;"></div> <div style="display: flex; flex-direction: column; flex-grow: 1; 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<h2><strong>Impasse no limite de peso resolvido?</strong></h2>
<p>Depois do anúncio de Popó, Belfort ainda não se pronunciou. No entanto, o impasse sobre o limite de peso oficial da luta parece ter sido resolvido entre as partes. Anteriormente, o tetracampeão mundial de boxe exigiu que o combate fosse realizado com limite de 80 kg. Vitor, porém, pediu pela margem concedida a Bambam – de cerca de 90 kg. Agora resta saber qual das marcas foi confirmada para tirar o duelo do papel.</p>
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<p>Fonte: ESPN</p>
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