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	<title>Lula - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Lula - Portal NDC</title>
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		<title>Lula confirma agenda no Amazonas e fala em reformar a BR-319</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-confirma-agenda-no-amazonas-e-fala-em-reformar-a-br-319/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Apr 2026 20:08:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[BR-319]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Anúncio foi feito pelo senador Omar Aziz por meio de postagem nas redes sociais e diz que a data da visita será &#8220;em breve&#8221; O presidente Lula (PT) confirmou em vídeo publicado nas redes sociais que pretende vir em breve ao Amazonas para entregar obras pendentes e dar ordens de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Anúncio foi feito pelo senador Omar Aziz por meio de postagem nas redes sociais e diz que a data da visita será &#8220;em breve&#8221;</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O presidente Lula (PT) confirmou em vídeo publicado nas redes sociais que pretende vir em breve ao Amazonas para entregar obras pendentes e dar ordens de serviço, inclusive para a rodovia BR-319, uma promessa de campanha. O chefe do Executivo era esperado no estado até o dia 15 deste mês, mas não confirmou a data.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A postagem foi feita neste sábado (11) no perfil do senador e pré-candidato ao governo do Amazonas, Omar Aziz (PSD). Ele e o senador e pré-candidato à reeleição Eduardo Braga (MDB) aparecem ao lado do presidente no vídeo. Lula afirmou que a reunião tratava de uma agenda para o Amazonas.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 cMbhQX"><cite class="styled__Cite-sc-fdx3oi-9 cPUegM">“Eu tenho muita coisa para entregar no Amazonas. Possivelmente eu fico lá um dia e meio, dois dias, porque eu quero entregar tudo o que a gente tem que entregar, dar toda a ordem de serviço, porque não é tempo de ficar obras paralisadas, inclusive a tão sonhada e requisitada BR-319, que vai começar a reformar”, disse Lula.</cite></div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O petista também indicou que a programação deve contar com uma reunião política, possivelmente reunindo lideranças do estado para apoiar sua reeleição à presidência. “Chamem quem vocês quiserem”, disse Lula a Omar Aziz e Eduardo Braga.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A expectativa é que a visita do presidente ao Amazonas inclua uma visita à BR-319, que ele prometeu repavimentar, para entregar as novas pontes sobre os rios Autaz Mirim e Curuçá. Também deve ser lançada a ordem de serviço para a reforma do porto da Manaus Moderna, na área central da capital. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">A visita do petista também ocorre em meio à expectativa de lançamento de um edital de licitação para obras de melhoramento e pavimentação do trecho do meio da BR-319, o mais impactado pela histórica falta de manutenção na rodovia. </p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O governo tem aproveitado a pauta neste período de pré-campanha, já de olho na reeleição do presidente. Na sexta-feira (10), um anúncio veiculado em canais de televisão do estado falava do avanço nas obras da BR “três um nove” nesta gestão. A estratégia também se estende nas redes sociais, onde a gestão patrocinou um vídeo no qual o influenciador Vito Israel (@vito) trata do mesmo tema.</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Acrítica </em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula critica ações dos EUA na Venezuela e defende multilateralismo</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-critica-acoes-dos-eua-na-venezuela-e-defende-multilateralismo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Jan 2026 02:42:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Afirmações estão no jornal The New York Times deste domingo Em artigo publicado neste domingo (18) no jornal The New York Times, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os bombardeios dos Estados Unidos em território venezuelano e a &#8220;captura&#8221; do presidente do país, ocorridos no início de janeiro, representam...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Afirmações estão no jornal The New York Times deste domingo</p>
<p>Em artigo publicado neste domingo (18) no jornal <em>The New York Times</em>, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que os bombardeios dos Estados Unidos em território venezuelano e a &#8220;captura&#8221; do presidente do país, ocorridos no início de janeiro, representam “mais um capítulo lamentável da contínua erosão do direito internacional e da ordem multilateral estabelecida após a Segunda Guerra Mundial”.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1675293&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1675293&amp;o=node" /></p>
<p>No texto, <strong>Lula critica o que classifica como ataques recorrentes de grandes potências à autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU) e de seu Conselho de Segurança.</strong> Segundo o presidente, “quando o uso da força para resolver disputas deixa de ser exceção e passa a ser regra, a paz, a segurança e a estabilidade globais ficam ameaçadas”.</p>
<p>Lula afirma ainda que a aplicação seletiva das normas internacionais compromete o sistema global.</p>
<blockquote>
<p>“Se as normas são seguidas apenas de forma seletiva, instala-se a anomia, que enfraquece não apenas os Estados individualmente, mas o sistema internacional como um todo”, escreveu.</p>
</blockquote>
<p>Para o presidente, “sem regras coletivamente acordadas, é impossível construir sociedades livres, inclusivas e democráticas”.</p>
<h2>Democracia</h2>
<p><strong>No artigo, Lula reconhece que chefes de Estado ou de governo, “de qualquer país”, podem ser responsabilizados por ações que atentem contra a democracia e os direitos fundamentais.</strong></p>
<p>No entanto, ressalta que “não é legítimo que outro Estado se arrogue o direito de fazer justiça”. Segundo ele, “ações unilaterais ameaçam a estabilidade em todo o mundo, desorganizam o comércio e os investimentos, aumentam o fluxo de refugiados e enfraquecem a capacidade dos Estados de enfrentar o crime organizado e outros desafios transnacionais”.</p>
<p>O presidente afirma ser “particularmente preocupante” que essas práticas estejam sendo aplicadas à América Latina e ao Caribe.</p>
<p>Segundo Lula, elas levam “violência e instabilidade a uma parte do mundo que busca a paz por meio da igualdade soberana das nações, da rejeição ao uso da força e da defesa da autodeterminação dos povos”.</p>
<p><strong>Ele destaca que, “em mais de 200 anos de história independente, esta é a primeira vez que a América do Sul sofre um ataque militar direto dos Estados Unidos”.</strong></p>
<p>Ao tratar da região, Lula afirma que a América Latina e o Caribe, com mais de 660 milhões de habitantes, “têm seus próprios interesses e sonhos a defender”. Em um mundo multipolar, “nenhum país deveria ter suas relações externas questionadas por buscar a universalidade”.</p>
<blockquote>
<p>&#8220;Não seremos subservientes a empreendimentos hegemônicos” e defende que “construir uma região próspera, pacífica e plural é a única doutrina que nos serve”.</p>
</blockquote>
<h2>Agenda regional</h2>
<p>Lula também defende, no artigo, a construção de uma agenda regional positiva, capaz de superar diferenças ideológicas.</p>
<p>“Queremos atrair investimentos em infraestrutura física e digital, promover empregos de qualidade, gerar renda e ampliar o comércio dentro da região e com países de fora dela”, afirma. Segundo o presidente, “a cooperação é fundamental para mobilizar os recursos de que tanto precisamos para combater a fome, a pobreza, o tráfico de drogas e as mudanças climáticas”.</p>
<p><strong>Sobre a Venezuela, Lula afirma que “o futuro do país, assim como o de qualquer outro, deve permanecer nas mãos de seu povo”.</strong></p>
<blockquote>
<p><strong>&#8220;</strong>Apenas um processo político inclusivo, liderado por venezuelanos, levará a um futuro democrático e sustentável”.</p>
</blockquote>
<h2>Cooperação</h2>
<p>No texto, Lula diz ainda que o Brasil continuará trabalhando com o governo e o povo venezuelanos para “proteger os mais de 1.300 quilômetros de fronteira compartilhada” e aprofundar a cooperação bilateral.</p>
<p>Ao tratar da relação com os Estados Unidos, o presidente afirma que Brasil e EUA são “as duas democracias mais populosas do continente americano”. Segundo Lula, “unir esforços em torno de planos concretos de investimento, comércio e combate ao crime organizado é o caminho a seguir”.</p>
<p>“Somente juntos podemos superar os desafios que afligem um hemisfério que pertence a todos nós.”</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula reúne STF, BC, PF e Receita para debater combate ao crime</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-reune-stf-bc-pf-e-receita-para-debater-combate-ao-crime/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 18:48:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Crime]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo ministro da Justiça destacou integração de órgãos de Estado O presidente Luiz Inácio Lula da Silva coordenou uma reunião na manhã desta quinta-feira (15), no Palácio do Planalto, com ministros, integrantes do Judiciário e chefes de órgãos de investigação para debater o combate ao crime organizado. O encontro reuniu o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Novo ministro da Justiça destacou integração de órgãos de Estado</p>
<p>O <strong>presidente Luiz Inácio Lula da Silva coordenou uma reunião na manhã desta quinta-feira (15), no Palácio do Planalto, com ministros, integrantes do Judiciário e chefes de órgãos de investigação para debater o combate ao crime organizado</strong>.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1675063&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1675063&amp;o=node" /></p>
<p>O encontro reuniu o vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin; o vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes; o ministro da Fazenda, Fernando Haddad; o ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva; o presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo; o chefe da Receita Federal, Robinson Barreirinhas; o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues; o procurador-geral da República, Paulo Gonet; o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Sidônio Palmeira; e o secretário-executivo da Fazenda, Dario Durigan.    </p>
<p>&#8220;Houve uma decisão do presidente da República, compartilhada por todos esses atores, de elevar ao <em>status</em> de ação do Estado, o combate ao crime organizado. De maneira que a relevância que o crime organizado assumiu nesse momento impõe, na percepção do presidente e  de todos esses atores, a necessidade de uma atuação conjunta de todos os órgãos do Estado&#8221;, afirmou o novo ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, em entrevista a jornalistas, após a reunião.</p>
<p>O<strong> encontro ocorre em meio ao escândalo do Banco Master, que apura desvios do sistema financeiro para abastecer o patrimônio pessoal</strong>.</p>
<p>O caso é investigado pela PF e PGR, tramita no STF e envolveu um processo de liquidação do Master pelo Banco Central.</p>
<p>Segundo Lima e Silva, as autoridades discutiram o tema do combate ao crime organizado como &#8220;eixo&#8221; de ação do Estado, e não tratou de casos específicos.</p>
<p>&#8220;Eu acho que há uma constatação de que o tamanho do problema justifica e merece uma conjugação de esforços dessa escala&#8221;, afirmou o ministro a jornalistas. Ele estava acompanhado do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues.  </p>
<p>Ainda nesta quinta, Lima e Silva deve se reunir novamente com o presidente Lula, acompanhado do ex-ministro Ricardo Lewandowski, para uma cerimônia simbólica de posse no cargo.</p>
<p>Em seguida, ele falará novamente com a imprensa para apontar as prioridades da sua gestão à frente da pasta.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Lula conversa com Putin sobre Venezuela pós ataques dos EUA</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-conversa-com-putin-sobre-venezuela-pos-ataques-dos-eua/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jan 2026 18:36:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidentes discutiram situação de Caracas após sequestro de Maduro Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Rússia, Vladimir Putin, conversaram nesta quarta-feira (14), por telefone, sobre a situação na Venezuela após o ataque dos Estados Unidos e do sequestro do presidente Nicolás Maduro. Em nota, o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Presidentes discutiram situação de Caracas após sequestro de Maduro</p>
<p><strong>Os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e da Rússia, Vladimir Putin, conversaram nesta quarta-feira (14), por telefone, sobre a situação na Venezuela após o ataque dos Estados Unidos e do sequestro do presidente Nicolás Maduro.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1674954&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1674954&amp;o=node" /></p>
<p>Em nota, o Kremlin informou ainda que ambos os presidentes trocaram opiniões sobre questões internacionais da atualidade, “com foco na situação da Venezuela”.</p>
<blockquote>
<p>“[Os presidentes] enfatizaram as abordagens fundamentais compartilhadas pela Rússia e pelo Brasil em relação à garantia da soberania estatal e dos interesses nacionais da República Bolivariana”, diz a nota da presidência russa.</p>
</blockquote>
<p><strong>O Itamaraty também confirmou a conversa entre os presidentes</strong>. Ainda segundo Moscou, Lula e Putin concordaram em buscar meios para reduzir a tensão na América Latina e em outras regiões.</p>
<p>“[Ambos] concordaram em continuar coordenando esforços, inclusive no âmbito da ONU e por meio do BRICS, para reduzir a tensão na América Latina e em outras regiões”, afirma o comunicado de Moscou.</p>
<p>A nota da presidência da Rússia conclui afirmando que também foram discutidas “em detalhes questões relativas ao desenvolvimento da cooperação bilateral em diversas áreas” no contexto das negociações para próxima reunião da Comissão de Alto Nível Rússia-Brasil, que deve ocorrer em fevereiro deste ano.</p>
<h2>Críticas a ação dos EUA</h2>
<p>Ambos os presidentes criticaram a invasão da Venezuela e o sequestro do presidente Nicolás Maduro por militares estadunidenses, alegando ser uma violação do direito internacional. Logo após o ocorrido, a Rússia condenou o “ato de agressão armada” contra a Venezuela. Já o presidente brasileiro afirmou que a ação ultrapassou a linha do aceitável.</p>
<p>“Esses atos representam uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e mais um precedente extremamente perigoso para toda a comunidade internacional. Atacar países, em flagrante violação do direito internacional, é o primeiro passo para um mundo de violência, caos e instabilidade, onde a lei do mais forte prevalece sobre o multilateralismo”, disse Lula à época.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Entenda a atuação do STF e a paralisação do caso Banco Master</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/entenda-a-atuacao-do-stf-e-a-paralisacao-do-caso-banco-master/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2025 16:42:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Bacelar]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Master]]></category>
		<category><![CDATA[Daniel Vorcaro]]></category>
		<category><![CDATA[Dias Toffoli]]></category>
		<category><![CDATA[Foro Privilegiado]]></category>
		<category><![CDATA[Libertadores]]></category>
		<category><![CDATA[lima]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Policia Federal]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão de Dias Toffoli centraliza investigação de R$ 17 bilhões no Supremo após menção a contrato de imóvel ligado a deputado; especialistas analisam a legalidade do sigilo e da competência Uma decisão monocrática proferida pelo ministro Dias Toffoli em 3 de dezembro alterou o curso da Operação Compliance Zero, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Decisão de Dias Toffoli centraliza investigação de R$ 17 bilhões no Supremo após menção a contrato de imóvel ligado a deputado; especialistas analisam a legalidade do sigilo e da competência<br /><br />Uma decisão monocrática proferida pelo ministro Dias Toffoli em 3 de dezembro alterou o curso da Operação Compliance Zero, que investiga um esquema de fraude financeira estimado em R$ 17 bilhões envolvendo o Banco Master e o Banco de Brasília (BRB). Ao acolher um pedido da defesa do banqueiro Daniel Vorcaro, o magistrado determinou a retirada do inquérito da 10ª Vara Federal de Brasília e o levou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O despacho paralisou todas as diligências em andamento na primeira instância, incluindo quebras de sigilo bancário e análises periciais, centralizando qualquer nova medida investigativa exclusivamente no gabinete do ministro.<br /><br />A investigação original apura a emissão de títulos de crédito sem lastro — conhecidos no mercado como “títulos podres” — que teriam sido usados para cobrir rombos financeiros e vendidos ao BRB. De acordo com informações reveladas pelo jornal O Globo, a Polícia Federal suspeita que carteiras de crédito artificiais foram criadas para inflar os ativos da instituição, lesando os cofres do banco estatal do Distrito Federal.<br /><br />O argumento principal para a mudança de competência baseou-se em um documento apreendido pela PF na residência de Vorcaro. Segundo reportagem do jornal Estadão, trata-se de um “termo de opção de compra” de um imóvel de luxo em Trancoso (BA), avaliado em R$ 250 milhões, que envolveria uma empresa ligada ao deputado federal João Carlos Bacelar. Embora o Ministério Público Federal (MPF) sustente que a transação imobiliária não possui conexão com as fraudes na emissão de títulos ao BRB e que o negócio sequer foi concretizado, a defesa alegou que a simples menção ao parlamentar atrairia a prerrogativa de foro.<br /><br />O episódio ganhou ainda mais repercussão quando, dias antes de decretar o sigilo absoluto aos autos, Toffoli viajou a Lima para assistir à final da Libertadores. Conforme noticiado pela coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, o ministro viajou em um jato privado do empresário Luiz Oswaldo Pastore, acompanhado de Augusto de Arruda Botelho, ex-Secretário de Justiça do governo Lula e advogado de Luiz Antonio Bull, diretor de Compliance do Banco Master preso na operação.</p>
<h3><strong>Linha tênue da imparcialidade</strong></h3>
<p>A viagem do magistrado ao lado de um advogado que atua diretamente para uma das partes investigadas reacendeu o debate sobre os limites éticos e legais da magistratura. Embora a Constituição Federal de 1988 não liste hipóteses taxativas de impedimento, ela assegura o princípio do juiz natural e da imparcialidade. As regras objetivas são definidas pelo Código de Processo Civil (CPC), aplicável subsidiariamente ao processo penal.</p>
<p>Segundo Liliane Sobreira, advogada, mestranda em Direito Constitucional pela PUC-SP e professora da disciplina, a legislação é clara ao definir quando a isenção de um juiz está comprometida.</p>
<p>“O juiz deve obrigatoriamente se declarar impedido quando existir vínculo objetivo com a causa (…) ou suspeito se for amigo íntimo ou inimigo de alguma das partes, se receber presentes, favores ou aconselhar alguma das partes”, explica a professora. Ela reforça que o magistrado deve seguir o art. 144 do CPC para garantir o devido processo legal.</p>
<p>Para o jurista e advogado constitucionalista Fabio Tavares Sobreira, a situação atual desafia a própria interpretação da lei, uma vez que o afastamento deveria ser um dever de ofício do magistrado diante de vínculos concretos.</p>
<p>“Não se trata de juízo subjetivo. É uma garantia constitucional de imparcialidade e o magistrado tem dever jurídico de afastar-se sempre que uma dessas situações legais se verificar”, afirma Fabio, classificando o episódio como “um escárnio jurídico”.</p>
<h3><strong>‘Foro privilegiado’ e o deslocamento do processo</strong></h3>
<p>O ponto jurídico central utilizado pela defesa do Banco Master para levar o caso ao STF foi a citação do deputado João Carlos Bacelar nos autos. Historicamente, o Supremo tem debatido a extensão do foro por prerrogativa de função. Em 2018, no julgamento da Questão de Ordem na Ação Penal 937, a Corte restringiu o foro apenas a crimes cometidos durante o mandato e relacionados ao exercício do cargo.</p>
<p>A decisão de Toffoli, ao puxar todo o inquérito — e não apenas a parte referente ao parlamentar —, diverge do entendimento de que o STF não deve funcionar como um “juízo universal”.</p>
<p>Wallyson Costa, advogado com atuação em contencioso no Eichenberg Advogados, analisa com cautela a fundamentação utilizada para a subida dos autos. Para o especialista, embora a Constituição atribua ao STF o julgamento de parlamentares, este caso desperta dúvidas.</p>
<p>“Causa estranheza o fato de que a decisão que fundamenta o deslocamento de competência se deu em virtude de um contrato que faz menção a um parlamentar, o que acredito ser insuficiente, à primeira vista, para eventual investigação criminal em face do respectivo”, avalia Costa.</p>
<p>Sobre a possibilidade de fatiamento do inquérito, mantendo a parte financeira na primeira instância, Costa ressalta que há uma lacuna legislativa que permite interpretações variadas pelo Tribunal.</p>
<p>“Poderia, sim, o STF desmembrar o processo, todavia, não há uma obrigatoriedade para que isto ocorra, tendo em vista que a legislação é silente neste caso, cabendo ao Tribunal observar de forma casuística qual seria a melhor estratégia”, completa o advogado.</p>
<p>Liliane Sobreira corrobora a tese de que a técnica constitucional adequada não seria o deslocamento automático: “O STF, ao interpretar o art. 102, fixou entendimento de que somente os fatos diretamente relacionados ao parlamentar permanecem no STF. Os demais investigados e fatos sem conexão devem permanecer no juízo competente de origem”.</p>
<h3><strong>Sigilo e transparência em xeque</strong></h3>
<p>Além da mudança de jurisdição, a imposição de sigilo elevado ao processo impede a opinião pública sobre as movimentações financeiras bilionárias sob suspeita. A publicidade dos atos processuais é a regra no sistema jurídico brasileiro, sendo o sigilo uma exceção.</p>
<p>Para Fabio Tavares Sobreira, o bloqueio total de informações gera riscos institucionais graves, como a “opacidade institucional e o comprometimento da confiança pública no sistema de Justiça”.</p>
<p>Wallyson Costa reforça que a decretação de sigilo não pode ser baseada em suposições, mas sim em fatos concretos que ameacem a investigação. Ao analisar a decisão de Toffoli, o advogado aponta uma generalidade na justificativa.</p>
<p>“No caso em concreto, a meu ver, a decisão é genérica no sentido de deferir o sigilo absoluto dos atos, vez que não houve demonstração nesta qual seria o prejuízo que se evita”, afirma Wallyson Costa. Ele adverte que “o prejuízo não pode ser meramente hipotético, sob pena de afronta ao princípio da publicidade dos atos administrativos”, e que a decisão deveria expor riscos reais, não bastando a cautela como único argumento.</p>
<p>A falta de transparência envia sinais imprecisos ao mercado. Quando regras de competência são alteradas de forma abrupta, a previsibilidade — pilar essencial para investimentos e regulação bancária — é abalada. Liliane Sobreira alerta que a mensagem tende a criar “um ambiente de incerteza normativa”.</p>
<p>Contudo, Wallyson Costa pondera sobre o impacto imediato no mercado, sugerindo que uma decisão isolada não define todo o cenário. “A decisão, isoladamente, não reforça ou arrefece o combate às regras do jogo (…). Só poderíamos julgar se isso ocorreu, caso o STF deixe de julgar quem merece ser processado ou julgue indevidamente quem não mereça”, conclui o advogado do Eichenberg Advogados.</p>
<h3><strong>E o futuro do Banco Master?</strong></h3>
<p>Atualmente, o inquérito encontra-se paralisado na primeira instância e sob a tutela exclusiva do gabinete do ministro Dias Toffoli. O Ministério Público Federal já argumentou que o documento apreendido na casa de Daniel Vorcaro não possui conexão com as fraudes bilionárias investigadas na venda de títulos ao BRB.</p>
<p>O futuro da investigação depende agora do parecer da Procuradoria-Geral da República (<a href="http://jovempan.com.br/tag/pgr"><strong>PGR</strong></a>). O Procurador-Geral, <a href="http://jovempan.com.br/tag/paulo-gonet"><strong>Paulo Gonet</strong></a>, deverá analisar se a menção ao parlamentar é suficiente para manter o processo na Corte ou se o caso deve ser fatiado, devolvendo a apuração dos crimes financeiros ao seu juiz natural. Enquanto a PGR não se manifesta, o “nível 3” de sigilo imposto por Toffoli mantém o processo blindado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>‘Vou derrotar Flávio Bolsonaro e Lula’, diz fundador do MBL</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 17:26:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[eleições 2026]]></category>
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<p>Também fundador do Partido Missão, Renan Santos pretende se lançar candidato à Presidência da República em 2026<br /><br />O fundador do MBL (Movimento Brasil Livre), Renan Santos, manifestou-se nesta sexta-feira (5) após o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) anunciar a pré-candidatura ao Planalto. O líder do recém-criado Partido Missão pretende disputar a presidência em 2026.<br /><br />“Eu vou derrotar Flávio Bolsonaro, eu vou derrotar Lula e depois, na presidência, derrotarei o crime organizado e o centrão”, escreveu Renan Santos em seu perfil no X (ex-Twitter). Também na rede social, o líder do MBL compartilhou um vídeo antigo em que criticou o senador e o ex-presidente Jair Bolsonaro.<br /><br />Ainda no vídeo, Renan Santos disse querer ver “o filho corrupto deles” em um debate com ele. “Flávio Bolsonaro, eu te aguardo, eu quero acabar com a sua raça”, declarou.<br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Lula assina Projeto de Lei Antifacção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Oct 2025 20:45:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Antifacção]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto deve ser encaminhado ainda hoje para o Congresso O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou o projeto de lei “antifacção”, que agora segue para a Câmara. A proposta prevê mudanças nas normas penais do Brasil, como a Lei de Execuções Penais e a Lei de Organizações Criminosas....]]></description>
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<p>Texto deve ser encaminhado ainda hoje para o Congresso<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou o projeto de lei “antifacção”, que agora segue para a Câmara. A proposta prevê mudanças nas normas penais do Brasil, como a Lei de Execuções Penais e a Lei de Organizações Criminosas.<br /><br />O texto foi finalizado na tarde desta sexta-feira (31) em uma reunião que contou com a participação dos ministros Ricardo Lewandowski (Justiça e Segurança Pública), José Múcio (Defesa), Jorge Messias (Advocacia-Geral da União) e Sidônio Palmeira (Secretaria de Comunicação Social).<br /><br />Um dos pontos da proposta é a criação de empresas jurídicas fictícias para infiltração no crime organizado com objetivo de coletar informações em relação ao fluxo operacional da facção alvo da investigação.<br /><br />O projeto também propõe o monitoramento de conversas entre presos e advogados. Isso já existe nos cinco presídios federais do Brasil, mas a ideia é ampliar a todas as penitenciárias do país quando houver indício de envolvimento de crime das lideranças repassando informações para fora da prisão.<br /><br />O texto também prevê a criação de um banco nacional de dados de organizações criminosas, que abrangeria nomes de todos os integrantes das facções espalhadas pelo Brasil, fora e dentro dos presídios.<br /><br /><br /><em>Fonte: CNN</em></p>
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		<title>Boulos toma posse como ministro de Lula nesta quarta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 00:16:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Boulos]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerimônia está marcada para às 16h, no Palácio do Planalto, em Brasília, e contará com a presença de integrantes de movimentos sociais e aliados políticos O governo federal deposita altas expectativas na posse de Guilherme Boulos (PSOL) como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, marcada para esta quarta-feira...]]></description>
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<p>Cerimônia está marcada para às 16h, no Palácio do Planalto, em Brasília, e contará com a presença de integrantes de movimentos sociais e aliados políticos<br /><br />O governo federal deposita altas expectativas na posse de Guilherme Boulos (PSOL) como novo ministro da Secretaria-Geral da Presidência da República, marcada para esta quarta-feira (29), às 16h, no Palácio do Planalto, em Brasília. A cerimônia contará com a presença de integrantes de movimentos sociais e aliados políticos, em um gesto simbólico de reaproximação com setores que vinham criticando um suposto distanciamento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).<br /><br />Segundo fontes do Planalto, o convite a representantes do PSOL, partido de Boulos, e a lideranças de movimentos populares reforça a estratégia de Lula de restabelecer vínculos com sua base histórica. O governo avalia que o novo ministro pode ajudar a recompor pontes com militantes e organizações que tradicionalmente apoiaram o petista, mas vinham demonstrando insatisfação com algumas decisões do atual mandato.<br /><br />Além da simbologia política, a nomeação de Boulos tem efeitos estratégicos. Lula busca fortalecer a articulação com o Congresso Nacional, especialmente em torno de projetos considerados prioritários, como a PEC que propõe o fim da escala 6×1, de autoria da deputada Érica Hilton (PSOL-SP), e uma nova proposta de regulação para motoristas de aplicativos, tema sensível após tentativas frustradas de acordo em 2024.<br /><br />A movimentação ocorre em meio à necessidade de recompor a base de apoio do governo, que sofreu baixas recentes com a saída de Progressistas e União Brasil. O gesto também é visto como um passo político mirando as eleições de 2026, para as quais Lula já confirmou intenção de disputar um novo mandato.<br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Lula decide insistir na taxação de bets e fintechs</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-decide-insistir-na-taxacao-de-bets-e-fintechs/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Oct 2025 17:50:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[bets]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Febraban]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Fintechs]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida é vista como necessária para aumentar a arrecadação e combater irregularidades, como lavagem de dinheiro O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou que o governo federal deve persistir na tentativa de taxar as empresas de apostas esportivas (bets) e as fintechs (bancos digitais). A sinalização foi feita durante...]]></description>
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<p>Medida é vista como necessária para aumentar a arrecadação e combater irregularidades, como lavagem de dinheiro<br /><br />O presidente Luiz Inácio Lula da Silva indicou que o governo federal deve persistir na tentativa de taxar as empresas de apostas esportivas (bets) e as fintechs (bancos digitais). A sinalização foi feita durante uma reunião a portas fechadas com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e líderes do governo no Congresso Nacional.<br /><br />Lula solicitou à equipe econômica um estudo para encontrar uma nova forma de tributar esses setores. A medida é vista como necessária para aumentar a arrecadação e combater irregularidades, como lavagem de dinheiro. Segundo o presidente, as fintechs e bets são utilizadas majoritariamente pela parcela mais rica da população.<br /><br />A tentativa anterior de taxação, que fazia parte de uma Medida Provisória (MP), não avançou no Congresso por falta de acordo e apoio, inclusive dentro da base governista. Com isso, o governo, que esperava arrecadar até R$ 17 bilhões no próximo ano, busca alternativas para cumprir as metas do novo arcabouço fiscal.<br />As fintechs, por sua vez, alegam que já são tributadas. No entanto, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) argumenta que a alíquota aplicada a elas não é a mesma dos bancos tradicionais, defendendo uma tributação equivalente para todos os players do setor financeiro.<br /><br /><br /><br /><br /><em>Fonte: Jovem Pan</em></p>
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		<title>Lula se reúne com papa Leão XIV, pela primeira vez, no Vaticano</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lula-se-reune-com-papa-leao-xiv-pela-primeira-vez-no-vaticano/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[editor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Oct 2025 14:08:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[COP30]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Papa]]></category>
		<category><![CDATA[Vaticano]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente convidou o papa para a COP30, em Belém O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta segunda-feira (13), no Vaticano, com o papa Leão XIV. Em seu perfil na rede social X, Lula relatou ter conversado com o pontífice sobre “religião, fé, o Brasil e os imensos...]]></description>
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<p>Presidente convidou o papa para a COP30, em Belém</p>
<p><strong>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva se reuniu nesta segunda-feira (13), no Vaticano, com o papa Leão XIV. Em seu perfil na rede social X, Lula relatou ter conversado com o pontífice sobre “religião, fé, o Brasil e os imensos desafios que temos que enfrentar no mundo”.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1662420&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1662420&amp;o=node" /></p>
<p>“Parabenizei o santo padre pela Exortação Apostólica Dilexi Te e a sua mensagem de que não podemos separar a fé do amor pelos mais pobres. Disse a ele que precisamos criar um amplo movimento de indignação contra a desigualdade e considero o documento uma referência, que precisa ser lido e praticado por todos”, postou Lula.</p>
<p><strong>O presidente disse ter relatado ao papa sua “relação de extrema proximidade” com religiosos brasileiros, citando especificamente dom Paulo Evaristo Arns, dom Hélder Câmara, dom Luciano Mendes de Almeida, Pedro Casaldáliga e o atual presidente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Jaime Spengler.</strong></p>
<p>Lula ainda conversou com Leão XIV sobre sua participação no encontro que acontece hoje na Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO, na sigla em ingês). “E [sobre] como, em dois anos e meio, tiramos, pela segunda vez, o Brasil do Mapa da Fome”.</p>
<blockquote>
<p>“Agora, estamos levando este debate para o mundo por meio da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza”, completou.</p>
</blockquote>
<h2>Círio de Nazaré</h2>
<p><strong>Ainda em seu tuíte, o presidente disse ter convidado o pontífice para participar da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP30), que acontece em novembro em Belém, “considerando a importância histórica de realizarmos uma Conferência do Clima pela primeira vez no coração da Amazônia”.</strong></p>
<p>“Por conta do Jubileu, o papa nos disse que não poderá participar, mas garantiu representação do Vaticano em Belém”, detalhou.</p>
<p><strong>Por fim, Lula citou uma visita do papa ao Brasil, ainda sem data definida. “Ficamos muito felizes em saber que sua santidade pretende visitar o Brasil no momento oportuno. Será muito bem recebido, com o carinho, o acolhimento e a fé do povo brasileiro”, escreveu.</strong></p>
<blockquote>
<p>“Lembrei que, ontem, tivemos uma demonstração imensa dessa fé no Círio de Nazaré e nas comemorações do Dia de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil”, completou.</p>
</blockquote>
<p>Acompanharam Lula no encontro com Leão XIV a primeira-dama Janja da Silva, os ministros das Relações Exteriores, Mauro Vieira, do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias, e do Desenvolvimento Agrário e Agricultura </p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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