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	<title>liquidação de bancos - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>liquidação de bancos - Portal NDC</title>
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		<title>Veja como checar dados oficiais sobre a saúde financeira do seu banco</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/veja-como-checar-dados-oficiais-sobre-a-saude-financeira-do-seu-banco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 01 Feb 2026 16:37:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[banco central]]></category>
		<category><![CDATA[liquidação de bancos]]></category>
		<category><![CDATA[saúde financeira]]></category>
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					<description><![CDATA[Saber identificar fake news é fundamental para proteger o dinheiro Com a liquidação de instituições financeiras pelo Banco Central (BC) desde o fim de 2025, notícias e rumores sobre a saúde de bancos passaram a circular com mais frequência, nem sempre com informações corretas. Para o consumidor e o investidor, saber diferenciar alertas reais de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-528468803" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Saber identificar fake news é fundamental para proteger o dinheiro</p>
<p><strong>Com a liquidação de instituições financeiras pelo Banco Central (BC) desde o fim de 2025, notícias e rumores sobre a saúde de bancos passaram a circular com mais frequência, nem sempre com informações corretas. Para o consumidor e o investidor, saber diferenciar alertas reais de fake news é essencial para proteger seu dinheiro e tomar decisões seguras.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1676618&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1676618&amp;o=node" /></p>
<p>Existem ferramentas oficiais, indicadores públicos e sinais objetivos que permitem avaliar a situação financeira de um banco em funcionamento no Brasil. Nem toda notícia alarmista sobre instituições financeiras é verdadeira. </p>
<p>Antes de agir por medo, o consumidor deve consultar fontes oficiais, analisar indicadores e desconfiar de promessas exageradas. A informação de qualidade continua sendo a melhor defesa contra boatos e prejuízos.</p>
<p>Confira o passo a passo para conferir se uma notícia negativa procede ou se é apenas desinformação.</p>
<h2>1. Consulte se o banco é autorizado pelo Banco Central</h2>
<ul>
<li>O primeiro passo é verificar se a instituição é autorizada e supervisionada pelo Banco Central do Brasil.</li>
<li>Isso pode ser feito no <a href="https://www.bcb.gov.br/meubc/encontreinstituicao" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">site do BC</a>, no caminho: Meu BC → Serviços → Encontre uma instituição.</li>
<li>Bancos não autorizados não podem operar no sistema financeiro nacional.</li>
</ul>
<h2>2. Use bases oficiais de dados</h2>
<p>Três tipos de plataforma concentram informações confiáveis:</p>
<ul>
<li>Central de Demonstrações Financeiras (CDSFN), do Banco Central: na mesma página do serviço Encontre uma Instituição, com o seguinte caminho: digitar o nome da instituição  → clicar no resultado → clicar em Central de Demonstrações Financeiras;</li>
<li><a href="https://bancodata.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Site Banco Data</a>:  organiza dados financeiros de forma acessível, com esquemas visuais e cores (verde, laranja e vermelho) para indicar o risco de cada indicador;</li>
<li>Site de Relações com Investidores (RI) de cada instituição: cada instituição autorizada pelo BC é obrigada a manter uma página de relação com investidores, com todas as informações financeiras e com resumos de fácil leitura. Caminho: digitar em qualquer site de busca o nome da instituição + RI.</li>
</ul>
<p>Esses sistemas permitem analisar balanços, resultados e indicadores de risco.</p>
<h2>3. Avalie os principais indicadores de solidez</h2>
<ul>
<li>
<p>Índice de Basileia: mede a relação entre capital próprio e riscos assumidos.</p>
</li>
</ul>
<p>       &gt;&gt; Mínimo exigido no Brasil: 11% para instituições em geral, 13% para bancos cooperativos;</p>
<p>       &gt;&gt; Índice confortável: acima de 15%;</p>
<p>       &gt;&gt; Um índice de Basileia 11% significa que, para cada R$ 100 emprestados, a instituição tem 11% de recursos próprios (dos sócios e dos acionistas);</p>
<p>       &gt;&gt; Quanto maior, mais capacidade o banco tem de absorver perdas.</p>
<ul>
<li>Lucro líquido recorrente: lucros consistentes ao longo do tempo indicam boa gestão.</li>
<li>Inadimplência da carteira de crédito: percentual de empréstimos vencidos há mais de 90 dias. Índices elevados são sinal de risco.</li>
<li>Índice de imobilização: mostra quanto do capital está preso em ativos fixos (como imóveis que não podem ser vendidos em momentos de crise); valores altos reduzem a liquidez.</li>
<li>Rating de crédito: notas atribuídas por agências como Moody’s, S&amp;P e Fitch. Rebaixamentos sucessivos acendem o alerta. No caso do Banco Master, no entanto, várias agências atribuíam nota alta e risco baixo à instituição.</li>
</ul>
<h2>4. Verifique a cobertura do Fundo Garantidor de Créditos</h2>
<p>Para quem investe, é fundamental confirmar se o banco é coberto pelo FGC, que garante até R$ 250 mil por Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) ou Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ), com teto global de R$ 1 milhão pago a cada quatro anos.</p>
<p>O FGC cobre os seguintes recursos e investimentos:</p>
<ul>
<li>Contas correntes e poupança;</li>
<li>CDB e RDB;</li>
<li>Letras financeiras dos seguintes tipos: LCI, LCA, LC, LH, LCD;</li>
<li>Depósitos a prazo;</li>
<li>Operações compromissadas com títulos elegíveis.</li>
<li>Em caso de liquidação, o FGC é o caminho para recuperar os valores dentro do limite.</li>
</ul>
<p>Recursos e investimentos não cobertos pelo FGC:</p>
<ul>
<li>CRI e CRA;</li>
<li>Debêntures;</li>
<li>Letras financeiras dos seguintes tipos: LF, LI, LIG; </li>
<li>Títulos públicos, porque esses papéis são cobertos pelo Tesouro Nacional;</li>
<li>Títulos de capitalização;</li>
<li>Fundos de renda fixa: em caso de quebra, têm CNPJ separado da instituição e podem ir para outro gestor;</li>
<li>Depósitos no exterior;</li>
<li>Depósitos judiciais.</li>
</ul>
<p><strong>O correntista deve estar ciente de que perderá esses valores em caso de quebra da instituição.</strong></p>
<h2>5. Desconfie de rentabilidade fora do padrão</h2>
<ul>
<li>Bancos pequenos oferecem taxas maiores que bancos grandes e de baixo risco;</li>
<li>Bancos em dificuldade podem oferecer taxas muito acima da média do mercado para captar recursos rapidamente;</li>
<li>Retornos extraordinários quase sempre vêm acompanhados de maior risco;</li>
<li>No caso de CDBs, a taxa máxima recomendada está em 115% do Certificado de Depósito Interbancário (CDI). O Banco Master oferecia taxas de 140% do CDI.</li>
</ul>
<h2>6. Fique atento aos sinais de alerta</h2>
<p>Não é possível prever com exatidão se um banco será liquidado, mas alguns indícios ajudam:</p>
<ul>
<li>Queda contínua do Índice de Basileia;</li>
<li>Prejuízos recorrentes nos balanços;</li>
<li>Rebaixamento de rating;</li>
<li>Notícias sobre investigações ou intervenção;</li>
<li>Ofertas agressivas de captação;</li>
<li>Entrada em regimes especiais do Banco Central, como o Regime de Administração Especial Temporária (RAET).</li>
</ul>
<p>No caso do Will Bank, liquidado recentemente, o Índice de Basileia estava negativo em 5,3% em junho de 2024. O Índice de Imobilização estava negativo em 1,9% na mesma data, mesmo com lucro líquido de R$ 55,5 bilhões.</p>
<h2>7. Compare com investimentos mais seguros</h2>
<p>Para reduzir riscos, especialistas destacam:</p>
<ul>
<li>Tesouro Direto: risco de crédito considerado o menor do país;</li>
<li>CDBs, LCIs e LCAs de grandes bancos, com alta solidez e proteção do FGC.</li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
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