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	<title>Li Chun - Portal NDC</title>
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		<title>Descoberta de fósseis revela &#8216;dragão&#8217; de 240 milhões de anos</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Feb 2024 01:51:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Fósseis recém-descobertos permitiram que cientistas pudessem revelar um “dragão” de 240 milhões de anos pela primeira vez. A informação é do Museu Nacional da Escócia, conforme divulgado em comunicado nesta sexta-feira (23). O réptil de cinco metros de comprimento do Período Triássico, que viveu na China, foi identificado pela primeira...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Fósseis recém-descobertos permitiram que cientistas pudessem revelar um “dragão” de 240 milhões de anos pela primeira vez. A informação é do Museu Nacional da Escócia, conforme divulgado em comunicado nesta sexta-feira (23).</p>
<p><strong>O réptil de cinco metros de comprimento do Período Triássico</strong>, que <strong>viveu na China</strong>, foi identificado pela primeira vez em 2003. Mas, após 10 anos estudando as cinco espécies, os cientistas conseguiram identificar a criatura inteira. O animal recebeu o nome de “Dinocephalosaurus orientalis”.</p>
<p>Um fóssil totalmente articulado e o mais recente encontrado ofereceu “um belo espécime, completo da ponta do nariz até a ponta da cauda”, informou o Dr. Nick Fraser, responsável pelo departamento de Ciências do museu e um dos pesquisadores, em entrevista à CNN.</p>
<p>“<strong>Está enrolado num formato de um número oito e… lembra muito um dragão chinês</strong>”, disse o cientista.</p>
<p>O novo fóssil ajudou a explicar essa criatura misteriosa. Uma equipe de pesquisadores internacionais de países como Escócia, Alemanha, Estados Unidos e China publicaram suas descobertas na revista científica “<strong>Earth and Environmental Science Transactions of the Royal Society of Edinburgh</strong>”.</p>
<p>O professor Li Chun, do Instituto de Paleontologia e Paleoantropologia de Vertebrados de Pequim, foi o primeiro a descobrir os fósseis em 2003. Ele estava visitando uma pequena aldeia na província de Ghuizhou, no sul da China, quando notou uma pequena vertebra em uma placa de calcário.</p>
<p>Os fazendeiros locais então levaram Chun para um chiqueiro onde haviam outros pedaços desse tipo de rocha – ele começou a encontrar fragmentos de ossos e a juntá-los para descobrir essa nova espécie.</p>
<p>Agora,<strong> fósseis mais recentes indicam que a criatura tinha 32 vértebras</strong>, com um pescoço extremamente longo que provavelmente a ajudou a capturar peixes, embora os cientistas ainda não tenham certeza da sua função precisa.</p>
<figure id="attachment_36089" aria-describedby="caption-attachment-36089" style="width: 400px" class="wp-caption aligncenter"><img fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-36089" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/02/representacao-do-dinocephalosaurus-orientalis-dragao-de-240-milhoes-de-anos-e1708738993386.webp" alt="" width="400" height="225" /><figcaption id="caption-attachment-36089" class="wp-caption-text">Uma representação do que o “Dinocephalosaurus orientalis”, o “dragão” de 240 milhões de anos, seria / Marlene Donelly</figcaption></figure>
<p>“<strong>Ainda estou perplexo com a função do pescoço longo</strong>”, disse Fraser. “A única coisa que consigo pensar é que eles estavam se alimentando em águas que continham pedras e talvez fendas entre essas pedras. E eles estavam usando seus longos pescoços para sondar e entrar em algumas dessas fendas para talvez capturar presas dessa maneira.”</p>
<p><strong>Peixes ainda estão preservados dentro da região do estômago de um fóssil</strong>, indicando que a criatura era bem adaptada ao ambiente marinho, segundo informaram os pesquisadores na publicação. Os membros do animal com barbatanas reforçam ainda essa hipótese.</p>
<p>Os cientistas também disseram que o pescoço longo do Dinocephalosaurus se assemelha a outro antigo e igualmente desconcertante réptil marinho: Tanystropheus hydroides.</p>
<p>“Como paleontólogos, usamos analogias modernas para compreender a vida no passado”, explica Fraser. “No entanto, para o Dinocephalosaurus e o Tanystropheus, não existem analogias modernas”.</p>
<p>O pesquisador ainda disse que os investigadores podem comparar criaturas como os ictiossauros com alguns animais modernos, como o atum e os golfinhos.</p>
<p>“Ainda estamos com algumas dificuldades, como acontece com muitos animais do período Triássico, porque é realmente um mundo estranho e maravilhoso, com todos os tipos de animais bizarros fazendo coisas que os animais de hoje não parecem estar fazendo”, concluiu Fraser.</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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