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	<title>LGBT - Portal NDC</title>
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		<title>Suécia aprova mudança legal de gênero a partir dos 16 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Apr 2024 19:33:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
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					<description><![CDATA[Além de reduzir idade mínima e agilizar procedimento, norma facilita acesso a intervenções cirúrgicas de mudança de sexo. País foi o primeiro a permitir mudança legal de gênero em 1972, e atual reforma provocou polêmica.O Parlamento da Suécia aprovou nesta quarta-feira (17/04) uma lei que reduz de 18 para 16 anos a idade mínima para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3082216078" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Além de reduzir idade mínima e agilizar procedimento, norma facilita acesso a intervenções cirúrgicas de mudança de sexo. País foi o primeiro a permitir mudança legal de gênero em 1972, e atual reforma provocou polêmica.O Parlamento da Suécia aprovou nesta quarta-feira (17/04) uma lei que reduz de 18 para 16 anos a idade mínima para mudar legalmente de gênero e facilita o acesso a intervenções cirúrgicas de mudança de sexo.<br /><br />O projeto recebeu 234 votos a favor e 94 contra no Parlamento sueco de 349 assentos.<br /><br />Embora o país nórdico tenha sido o primeiro a introduzir a mudança legal de gênero em 1972, a proposta, que visa permitir a chamada &#8220;autoidentificação&#8221; e simplificar o procedimento, provocou um intenso debate no país.<br /><br />O primeiro-ministro conservador, Ulf Kristersson, admitiu ter cedido à pressão dos membros do seu partido sobre a questão.<br /><br />&#8220;A grande maioria dos suecos nunca perceberá que a lei mudou, mas para várias pessoas transgêneros a nova lei faz uma grande e importante diferença&#8221;, disse Johan Hultberg, um parlamentar que representa o conservador Partido Moderado, que faz parte do governo.<br /><br />Mudança de gênero legal mais simples<br /><br />Além de reduzir a idade, a nova legislação tem como objetivo simplificar a mudança de gênero legal de uma pessoa.<br /><br />&#8220;O processo hoje é muito longo, pode levar até sete anos para mudar seu gênero legal na Suécia&#8221;, disse à agência de notícias AFP Peter Sidlund Ponkala, presidente da Federação Sueca de Direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Queer e Intersex (RFSL).<br /><br />Duas novas leis entrarão em vigor em 1º de julho de 2025: uma que regulamenta os procedimentos cirúrgicos para mudar de gênero e outra que regulamenta o procedimento administrativo para mudar o gênero legal na Suécia.<br /><br />As pessoas poderão mudar seu gênero legal a partir dos 16 anos, embora os menores de 18 anos precisem da aprovação dos pais, de um médico e do Conselho Nacional de Saúde e Bem-Estar.<br /><br />Não será mais necessário um diagnóstico de &#8220;disforia de gênero&#8221;, distúrbio definido pelos profissionais de saúde como um sofrimento psicológico sentido por aqueles cuja expressão de gênero não corresponde à sua identidade de gênero.<br /><br />Os procedimentos cirúrgicos para a transição seriam, como agora, permitidos a partir dos 18 anos de idade, mas não exigiriam mais a aprovação do Conselho Nacional de Saúde e Bem-Estar.<br /><br />No entanto, a remoção de ovários ou testículos só será permitida a partir dos 23 anos de idade, sem alteração em relação a como é atualmente.<br /><br />Controvérsia<br /><br />Citando a necessidade de cautela, as autoridades suecas decidiram, em 2022, suspender a terapia hormonal para menores de idade, exceto em casos muito raros, e determinaram que as mastectomias para meninas adolescentes que desejam fazer a transição devem ser limitadas a um ambiente de pesquisa.<br /><br />A Suécia tem observado um aumento acentuado nos casos de disforia de gênero. A tendência é particularmente visível entre os jovens de 13 a 17 anos nascidos do sexo feminino, com um aumento de 1.500% desde 2008, de acordo com o Conselho de Saúde e Bem-Estar.<br /><br />Embora a tolerância em relação às transições de gênero seja alta há muito tempo no país progressista e liberal, os partidos políticos têm enfrentado divisões internas em relação ao tema, e acadêmicos, profissionais da área de saúde e comentaristas têm se posicionado em ambos os lados da questão. Um pesquisa publicada nesta semana pela emissora TV4 indica que quase 60% dos suecos se opõem à proposta, enquanto 22% a apoiam.<br /><br />Mudança de gênero na Europa<br /><br />Vários países europeus aprovaram leis que facilitam a mudança de gênero legal. Dinamarca, Noruega, Finlândia e Espanha estão entre os países que já possuem legislação semelhante.<br /><br />Na última sexta-feira, o Parlamento alemão aprovou uma nova lei sobre o tema, facilitando às pessoas transgênero, intersexo e não-binárias a mudarem seu nome e gênero nos registros oficiais diretamente nos cartórios.<br /><br />Em Portugal, a lei de identidade de gênero permite, desde 8 de agosto de 2018, o direito à autodeterminação da identidade e expressão de gênero e a mudança do nome e do sexo no registro civil a partir dos 16 anos, mas com a obrigatoriedade de um documento emitido por um médico ou psicólogo médico para atestar a vontade dos menores com idades entre os 16 e os 18 anos.<br /><br />Como funciona no Brasil<br /><br />No Brasil, o tema é regulado por resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que reduziu em 2020 a idade mínima para cirurgia de 21 anos para 18 anos e autoriza o procedimento hormonal em maiores de 16 anos.<br /><br />Na Câmara dos Deputados, entretanto, tramita um projeto de lei proibindo cirurgias de mudança de sexo para menores de 21 anos e terapias hormonais para menores de 18 anos.<br /><br />Desde 2018, após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o pedido para a realização da retificação de gênero e nome pode ser realizado, por quem tem 18 anos ou mais, em qualquer cartório de registro civil, que encaminha o procedimento ao cartório que registrou o nascimento da pessoa.<br /><br />Também é possível alterar somente o nome, apenas o gênero ou ambos. Já no caso de menores de idade, o procedimento só é feito judicialmente.<br /><br />md/bl (EBC, Agência da Câmara, AFP, AP, Lusa)<br /><br /></p>
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<p>Fonte: TERRA</p>
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		<title>Mudança de sexo, aborto e barriga de aluguel são ameaças, diz Vaticano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Apr 2024 11:42:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aborto]]></category>
		<category><![CDATA[barriga de aluguel]]></category>
		<category><![CDATA[FRANCISCO]]></category>
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		<category><![CDATA[Mudança de sexo]]></category>
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		<category><![CDATA[Vaticano]]></category>
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					<description><![CDATA[Outras práticas como eutanásia e abuso sexual também são citadas no documento publicado pelo Vaticano como ameaças à dignidade humana Foi publicado pelo Vaticano, nesta segunda-feira (8/4), um documento assinado pelo papa Francisco afirmando que mudança de sexo, eutanásia, aborto e barriga de aluguel constituem “ameaças graves à dignidade humana”. O texto também inclui guerra, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-4034219777" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Outras práticas como eutanásia e abuso sexual também são citadas no documento publicado pelo Vaticano como ameaças à dignidade humana<br /><br />Foi publicado pelo Vaticano, nesta segunda-feira (8/4), um documento assinado pelo papa Francisco afirmando que mudança de sexo, eutanásia, aborto e barriga de aluguel constituem “ameaças graves à dignidade humana”. O texto também inclui guerra, abuso sexual, pobreza e pena de morte entre os fatores que simbolizam graves violações aos direitos básicos dos indivíduos<br /><br />O novo documento, chamado de “Dignitas infinita”, tem quase 20 páginas e foi elaborado durante cinco anos pela ala mais conservadora da igreja Católica, liderada por bispos da África.<br /><br />A divulgação ocorre quatro meses após o pontífice aprovar uma adição às doutrinas da igreja católica para permitir bênção a casais homoafetivos.<br /><br />“Ameaças graves à dignidade humana”<br /><br />O documento afirma que a barriga de aluguel viola a dignidade da genitora e da criança. Em janeiro, o papa Francisco chamou a prática de “desprezível” e pediu uma proibição global.<br /><br />Quanto a mudança de gênero, o texto afirma que “qualquer intervenção de mudança de sexo, como regra, corre o risco de ameaçar a dignidade única que a pessoa recebeu desde o momento da concepção”.<br /><br />O Vaticano também reforçou sua condenação permanente ao aborto, pena de morte e eutanásia.<br /><br />O crime de abuso sexual é classificado no documento como “generalizado na sociedade”, incluindo também os que acontecem dentro da Igreja Católica. A mesma classificação é feita para o cyberbullying e a violência contra as mulheres.<br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br /><br />Fonte: Metrópoles</p>
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