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	<title>leucemia - Portal NDC</title>
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		<title>Amazonas possui 560 pessoas em tratamento contra leucemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Mar 2023 12:04:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
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		<category><![CDATA[leucemia]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que o Brasil possui atualmente pelo menos 11.540 casos de leucemia, sendo 6.250 em homens e 5.290 mulheres. Deste total, 560 são pessoas residentes no Amazonas, sendo 465 adultos e 95 crianças, isso de acordo com a Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam). [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2690960669" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Uma estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA) aponta que o Brasil possui atualmente pelo menos 11.540 casos de leucemia, sendo 6.250 em homens e 5.290 mulheres. Deste total, 560 são pessoas residentes no Amazonas, sendo 465 adultos e 95 crianças, isso de acordo com a Fundação Hospitalar de Hematologia e Hemoterapia do Amazonas (Hemoam).<br /><br />Além desses números casos de leucemia, outro dado preocupante é apresentado pelo Registro Brasileiro de Doadores de Medula Óssea (REDOME), que aponta que as regiões Norte e Nordeste do Brasil possuem a menor concentração de hemocentros, laboratórios e doadores de medula óssea do país.</p>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">É diante deste cenário que a campanha Fevereiro Laranja busca conscientizar a população acerca da leucemia, bem como alertar sobre a importância da doação de medula e da conscientização sobre os sinais e sintomas da doença, que possui diversos tipos e estratégias de tratamento.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs"><img decoding="async" class="i-amphtml-fill-content i-amphtml-replaced-content" src="https://www.acritica.com/image/policy:1.296626.1677634806:1677634806/image.jpg?f=default&amp;w=1200" alt="Hematologista Thiago Xavier alerta para os cuidados a serem tomados contra a leucemia (Foto: Divulgação)" /></p>
</div>
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<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 idyvzN">Hematologista Thiago Xavier alerta para os cuidados a serem tomados contra a leucemia (Foto: Divulgação)</p>
</div>
</div>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“O Fevereiro Laranja vem chamar atenção para os sinais e sintomas da doença. Sinais e sintomas que a gente (classe médica) considera inespecífico. Podem surgir em situações comuns como: cansaço, fraqueza, indisposição, alguns nódulos palpáveis no corpo (ínguas na região do pescoço, axila e canal inguinal) e sangramento na gengiva”, afirma o hematologista Thiago Xavier, em entrevista A CRÍTICA.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">De acordo com o médico, existem atualmente 12 tipos de leucemia, sendo as quatro principais: leucemia mieloide aguda (LMA), leucemia linfoide aguda (LLA), leucemia mieloide crônica (LMA) e leucemia linfoide crônica (LLC). A grande maioria dos pacientes com leucemia apresenta sintomas decorrentes da diminuição da produção de células sanguíneas saudáveis que são principalmente: fraqueza, cansaço, sonolência, sangramentos, manchas roxas pelo corpo e infecções.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Com o surgimento de qualquer um desses sintomas o paciente deve ir ao médico, realizar o hemograma, exame muito comum e de rotina. Esse exame vai mostrar quaisquer alterações que podem ser sugestivas ou chamar atenção para a leucemia. Após isso, um médico Hematologista deve ser consultado”, aconselha o médico.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">O tratamento da leucemia é feito com quimioterápicos e muitas vezes para assegurar que a doença não volte é indicada a realização de transplante de medula óssea (TMO). A escolha entre os tratamentos vai depender de uma série de fatores como a estratificação de risco inicial da doença, características do paciente como idade e doenças associadas, a resposta que o paciente apresentou na indução da primeira fase do tratamento e a disponibilidade de doadores de medula óssea.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“O transplante ainda é uma arma fundamental para a cura. Mas já foi comprovado também que para alguns tipos de leucemia, apenas com a medicação pode obter a cura”, afirma.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">Para o hematologista, os tratamentos para os pacientes leucêmicos avançaram bastante, melhorando não apenas os números de curados, como também a qualidade de vida em si quem está passando pelo processo de tratamento.</p>
</div>
<div class="Block__Component-sc-1uj1scg-0 fVkgty">
<p class="styled__Paragraph-sc-fdx3oi-6 dyZdFs">“Essa é uma das áreas da medicina que mais evoluiu nos últimos anos. Antigamente a leucemia era uma doença que levava morte. Hoje é muito tratável, e depende do tipo de leucemia. Surgiram vários medicamentos novos e inteligentes que não são quimioterápicos. Esses são bem toleráveis, eficazes e que trazem poucos efeitos colaterais. Hoje os tratamentos como a quimioterapia e o transplante (de medula óssea) foram melhorados. O foco é proporcionar mais qualidade de vida ao paciente”, continua o hematologista.</p>
<p>*Acritica.com</p>
</div>
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