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	<title>Lei Maria da Penha - Portal NDC</title>
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	<description>Sempre em Cima da Notícia</description>
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	<title>Lei Maria da Penha - Portal NDC</title>
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		<title>Câmara aprova inclusão de homicídio vicário na Lei Maria da Penha</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/camara-aprova-inclusao-de-homicidio-vicario-na-lei-maria-da-penha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Mar 2026 18:52:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
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					<description><![CDATA[Texto também tipifica crime no Código Penal; pena chega a 40 anos A Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3880/2024 que tipifica o crime de homicídio vicário no Código Penal e insere o conceito de violência vicária na Lei Maria da Penha. Esse tipo de violência ocorre quando um agressor mata uma criança, um dependente ou outro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3458040235" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Texto também tipifica crime no Código Penal; pena chega a 40 anos</p>
<p><strong>A Câmara dos Deputados aprovou o <a href="https://www.camara.leg.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2462009" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Projeto de Lei 3880/2024</a> que tipifica o crime de homicídio vicário no Código Penal e insere o conceito de violência vicária na Lei Maria da Penha.</strong><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1682649&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1682649&amp;o=node" /></p>
<p>Esse tipo de violência <strong>ocorre quando um agressor mata uma criança, um dependente ou outro parente de uma pessoa para causar sofrimento e punição psicológica a ela</strong>. <br /><br />No projeto de lei, o crime de homicídio vicário está colocado no <strong>contexto de violência doméstica e familiar contra mulheres, porque o alvo real é uma mulher.</strong> Se aprovado, o texto prevê pena de reclusão para o crime de 20 a 40 anos.<br /><br />O texto aprovado nessa quarta-feira (18) é de autoria das deputadas federais Laura Carneiro (PSD-RJ), Fernanda Melchionna (PSol-RS) e Maria do Rosário (PT-RS) e foi aprovado em substituição à proposta original da deputada Silvye Alves (União-GO).<br /><br />A deputada Maria do Rosário comemorou nas redes sociais o fato de o homicídio vicário ter a mesma pena do crime de feminicídio. </p>
<blockquote>
<p>“Alteramos a Lei Maria da Penha para deixar claro: usar filhos como instrumento de vingança e tortura psicológica contra mulheres é um crime desprezível e será punido com o máximo rigor.”</p>
</blockquote>
<h2>Histórico</h2>
<p>A resposta institucional da Câmara ocorre após o caso de Itumbiara (GO) em fevereiro deste ano. O ex-secretário do Governo do município, Thales Machado, matou os próprios filhos, na residência onde morava, para causar sofrimento à mãe das duas crianças de 8 e 12 anos, Sarah Araújo. Após cometer os crimes, o ele tirou a própria vida.</p>
<p>Segundo a relatora da matéria, a deputada Silvye Alves, a violência vicária é cada vez mais reconhecida &#8220;como uma das faces mais cruéis e ainda subnotificadas&#8221; de crimes no país.</p>
<h2>Agravantes</h2>
<p>Além da pena base de reclusão de 20 a 40 anos, são agravantes, os fatos de:</p>
<ul>
<li>o crime ocorreu na frente da mulher;</li>
<li>se a vítima for criança, idoso ou pessoa com deficiência (PCD).</li>
<li>se houver descumprimento de medidas protetivas já existentes.</li>
</ul>
<p>Nesses casos, haverá aumento de pena, de um terço até a metade do tempo de condenação.</p>
<h2>Lei Maria da Penha</h2>
<p><strong>A proposta legislativa vai além do assassinato de terceiros para amplificar o sofrimento da mulher.</strong></p>
<p><strong>Adicionalmente, o projeto de lei quer que vários outros tipos de violência sem morte cometidos com o intuito de atingir uma mulher, sejam classificados como formas de violência doméstica e familiar.</strong></p>
<p>A coautora do projeto de lei, Fernanda Melchionna, explicou que, desta forma, a violência vicária pode ser inserida na Lei Maria da Penha: “Os casos desse tipo de violência são escabrosos e devem ser punidos. Criança não pode ser usada como arma.”</p>
<p>Isso permite que a mulher atingida peça medidas protetivas mesmo que a própria não tenha sido ainda agredida fisicamente.</p>
<h2>Tramitação</h2>
<p><strong>A proposta será enviada ao Senado Federal para análise e votação.</strong> Se os senadores aprovarem o texto sem alterações, o texto segue para a sanção do presidente da República para virar lei. Se o Senado alterar o conteúdo, o projeto volta para a Câmara para a última palavra.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: Agência Brasil</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">62612</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Lei Maria da Penha avança, mas não coíbe alta de crimes contra mulher</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/lei-maria-da-penha-avanca-mas-nao-coibe-alta-de-crimes-contra-mulher/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Aug 2024 14:32:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[Em média, quatro mulheres morrem por dia vítimas de feminicídio A Lei nº 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, foi sancionada há exatos 18 anos, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O nome homenageia a biofarmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes que sofreu duas tentativas de homicídio pelo marido, em 1983, e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1329771408" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Em média, quatro mulheres morrem por dia vítimas de feminicídio</p>
<p>A <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2006/lei/l11340.htm" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei nº 11.340/2006</a>, conhecida como Lei Maria da Penha, foi sancionada há exatos 18 anos, pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O nome homenageia a biofarmacêutica cearense Maria da Penha Maia Fernandes que sofreu duas tentativas de homicídio pelo marido, em 1983, e se tornou ativista da causa do combate à violência contra as mulheres.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1606822&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1606822&amp;o=node" /></p>
<p>A lei, que atinge agora a maioridade, prevê a adoção de medidas protetivas de urgência para romper o ciclo de violência contra a mulher e impedir que o agressor cometa novas formas de violência doméstica, seja ela física, moral, psicológica, sexual ou patrimonial.</p>
<p>Antes da lei, este tipo de violência era tratado como crime de menor potencial ofensivo. A diretora de Conteúdo do Instituto Patrícia Galvão, Marisa Sanematsu, aponta que muitas mulheres foram agredidas e assassinadas em razão da leniência contra esses crimes, que ficavam impunes ou sujeitos a penas leves, chamadas de pecuniárias, como o pagamento de multas e de cestas básicas, suavizadas por argumentos como o da legítima defesa da honra de homens.</p>
<p>“As agressões contra mulheres eram tratadas como uma questão menor, um assunto privado, a ser resolvido entre quatro paredes. Quando a justiça era acionada, a violência doméstica era equiparada a uma briga entre vizinhos a ser resolvida com o pagamento de multa ou cesta básica”, relembrou Marisa Sanematsu.</p>
<p>A ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, avalia que a lei trouxe ganhos para a sociedade brasileira. “Primeiro, ela tipifica o crime existente: a violência física, a violência psicológica, a violência patrimonial, a violência moral e a violência sexual. E organiza o Estado brasileiro para garantir o atendimento às mulheres”, disse à Agência Brasil.</p>
<p>Como parte das celebrações do aniversário da Lei Maria da Penha, o governo federal estabeleceu o Agosto Lilás como mês de conscientização e combate à violência contra a mulher no Brasil.</p>
<h2>Avanços</h2>
<p>Para especialistas, entre as principais inovações trazidas pela Lei Maria da Penha estão as medidas protetivas de urgência para as vítimas da violência doméstica e familiar, como afastamento do agressor do lar ou local de convivência, distanciamento da vítima, monitoramento por tornozeleira eletrônica de acusados de violência doméstica, a suspensão do porte de armas do agressor, dentre outras.</p>
<p>Adicionalmente, a lei estabeleceu mecanismos mais rigorosos para coibir este tipo de violência contra a mulher e também previu a criação de equipamentos públicos que permitam dar efetividade à lei, como delegacias especializadas de atendimento à mulher, casas-abrigo, centros de referência multidisciplinares da mulher e juizados especiais de violência doméstica e familiar contra a mulher, com competência cível e criminal, entre outros equipamentos.</p>
<p>A advogada especialista na defesa de mulheres, conselheira do Centro Feminista de Estudos e Assessoria (CFemea) e representante dessa organização no Consórcio de Monitoramento da Lei Maria da Penha, Lisandra Arantes, considera a Lei 11.340 como o principal avanço na legislação brasileira para a proteção das mulheres da sociedade brasileira e pela primeira vez, reconhece que a violência motivada pela misoginia, pelo ódio às mulheres, pelas questões de gênero.</p>
<blockquote>
<p>“A lei Maria da Penha foi o principal avanço que nós tivemos em termos de proteção à mulher contra a violência. O que não significa que ainda não tenhamos muito pra avançar.”</p>
</blockquote>
<h2>Números</h2>
<p>O avanço na legislação não tem evitado, no entanto, a alta de números de violência contra a mulher. Dados do Conselho Nacional de Justiça sobre a atuação do poder judiciário na aplicação da Lei Maria da Penha revelam que 640.867 mil processos de violência doméstica e familiar e/ou feminicídio ingressaram nos tribunais brasileiros em 2022.</p>
<p>Dados do último Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostram que todos os registros de crimes com vítimas mulheres cresceram em 2023 na comparação com 2022: homicídio e feminicídio (tentados e consumados), agressões em contexto de violência doméstica, ameaças, perseguição (<em>stalking</em>), violência psicológica e estupro.</p>
<p>Ao longo do ano passado, 258.941 mulheres foram agredidas, o que indica alta de 9,8% em relação a 2022. Já o número de mulheres que sofreram ameaça subiu 16,5% (para 778.921 casos), e os registros de violência psicológica aumentaram 33,8%, totalizando 38.507.</p>
<p>Os dados do anuário são extraídos dos boletins de ocorrência policiais, compilados pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Outro levantamento de fórum aponta que ao menos 10.655 mulheres foram vítimas de feminicídio no Brasil de 2015 a 2023.</p>
<p>De acordo com o relatório, o número de feminicídios cresceu 1,4% em 2023 na comparação com o ano anterior e atingiu a marca de 1.463 vítimas no ano passado, indicando que mais de quatro mulheres foram mortas por dia.</p>
<p>O número é o maior número da série histórica iniciada pelo FBSP em 2015, quando entrou em vigor a <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2015/lei/l13104.htm?ref=hir.harvard.edu" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Lei 3.104/2015</a> , que prevê o feminicídio como circunstância qualificadora do crime de homicídio e inclui o feminicídio no rol dos crimes hediondos.</p>
<p>A diretora do Instituto Patrícia Galvão sugere ações de enfrentamento mais contundentes. “Os números alarmantes de agressões e feminicídios comprovam a urgência de um pacto de tolerância zero contra a violência doméstica”, diz Marisa Sanematsu.</p>
<blockquote>
<p>“Todo feminicídio é uma morte evitável, se o Estado e a sociedade se unirem para enfrentar e denunciar todas as formas de violência que vêm sendo praticadas contra as mulheres.”</p>
</blockquote>
<h2>Desafios</h2>
<p>Apesar de reconhecer os avanços da legislação nestes 18 anos, a ministra das Mulheres, Cida Gonçalves, analisa que entre as dificuldades enfrentadas para implementação efetiva da lei estão a oferta de serviços especializados e profissionais preparados para lidar com novos métodos de violência contra as mulheres.</p>
<p>“Para garantir que ela saia do papel e de fato aconteça, precisamos ter serviços especializados e que o todo do sistema – composto pelo judiciário brasileiro, pela OAB, etc – dê conta de avançar na análise das violências para darmos a garantia do combate à impunidade de agressores, porque isso tem feito com que muitos casos [de violência] retornem.”</p>
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<div class="dnd-atom-rendered">
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Divulgação/Presidência da República" src="https://imagens.ebc.com.br/n5g-XjYQ-xiPg-Axvzx2Vo50k_I=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/atoms/image/946075-16247466190_a54e788c6d_o.jpg?itok=fuK7iIiU" alt="Casa da Mulher Brasileira, arquivo" width="365" height="274" /><p class="wp-caption-text">Atualmente, país tem dez casas da Mulher Brasileira em operação &#8211; Divulgação/Presidência da República</p></div>
</div>
</div>
</div>
<p>Em atendimento à lei Maria da Penha, o Ministério das Mulheres planeja colocar em funcionamento 40 casas da Mulher Brasileira, em todos os estados e no Distrito Federal. As unidades oferecem atendimento humanizado e multidisciplinar às mulheres em situação de violência. Atualmente, dez casas estão em operação.</p>
<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aponta no <a href="https://paineis.cnj.jus.br/QvAJAXZfc/opendoc.htm?document=qvw_l%5Cpainelcnj.qvw&amp;host=QVS%40neodimio03&amp;anonymous=true&amp;sheet=shVDResumo" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">Painel de Monitoramento da Política de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres</a> que, em todo o Brasil, existem apenas 171 varas especializadas e exclusivas para atendimento de mulheres vítima de violência doméstica e familiar.</p>
<p>A conselheira do CFemea Lisandra Arantes aponta que muitos casos de violência doméstica sequer são denunciados e, por isso, a possibilidade de proteção não consegue alcançar as mulheres que não romperam ainda o ciclo de violência.</p>
<p>“Muitas vezes, [a violência] ocorre porque elas têm uma dependência financeira do seu agressor ou estão em uma situação de submissão, não necessariamente relacionada à questão financeira, mas por conta dessa construção patriarcal da sociedade que a gente vive. E elas voltam a viver com seus agressores, nessas situações em que não há medida protetiva, porque não houve uma denúncia, não se buscou a proteção, infelizmente”, lamentou.</p>
<p>Outro fator negativo é a desinformação. Apenas duas, em cada dez mulheres, <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/direitos-humanos/noticia/2024-02/somente-20-das-mulheres-brasileiras-conhecem-bem-lei-maria-da-penha" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">se sentem bem informadas em relação</a> à Lei Maria da Penha. Os dados são da 10ª edição da Pesquisa Nacional de Violência Contra a Mulher, realizada pelo Observatório da Mulher Contra a Violência (OMV) e o Instituto DataSenado, ambos do Senado.</p>
<div class="dnd-widget-wrapper context-medio_4colunas type-image atom-align-right">
<div class="dnd-atom-rendered">
<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">
<div style="width: 375px" class="wp-caption alignnone"><img decoding="async" class="flex-fill img-cover" title="Arquivo pessoal" src="https://imagens.ebc.com.br/wRAF3CKwkO-ILr4dLczUGmumSOQ=/365x0/smart/https://agenciabrasil.ebc.com.br/sites/default/files/thumbnails/image/_go_6100.jpg?itok=zI-2eZ-3" alt="Brasília/DF, 12/07/2023, A jornalista Mara Régia di Perna, da Rádio Nacional, emissora da Empresa Brasil de Comunicação - EBC.  Foto: Arquivo Pessoal" width="365" height="243" /><p class="wp-caption-text">Jornalista Mara Régia no estúdio da Rádio Nacional da Amazônia &#8211; Arquivo pessoal</p></div>
</div>
</div>
</div>
<p>A radialista Mara Régia, que apresenta o programa <em>Viva Maria</em>, na <strong>Rádio Nacional</strong> da <strong>EBC</strong> desde 1981, celebra a luta de Maria da Penha e reconhece os desafios em torno da lei.</p>
<blockquote>
<p>“A Lei Maria da Penha é específica para o âmbito doméstico, aquela violência que acontece, em geral, do marido contra a mulher. Sabemos que as resistências à lei são muitas e que, apesar de ter chegado à maioridade, a própria Maria da Penha tem sido muito atacada [nas redes sociais]. Hoje, é um dia de solidariedade a essa mulher que pagou com muita dor e violência sofrida domesticamente. E lembro que uma grande parte das mulheres do Brasil sofre essa violência em casa, todos os dias.”</p>
</blockquote>
<h2>Futuro</h2>
<p>Dezoito anos após a sanção da lei Maria da Penha, organizações feministas, ativistas, parlamentares e pensadoras destacam a importância de uma lei integral de proteção às mulheres em situação de violência de gênero, que inclua novos crimes contra a mulher que surgem, por exemplo, com inovações tecnológicas, como crimes no ambiente virtual.</p>
<p>Desde 2022, o Consórcio Lei Maria da Penha, em parceria com várias organizações de mulheres e feministas, tem debatido a criação de uma lei geral que reconheça e responda a todas as formas de violência contra mulher. Sobre o tema, o consórcio lançou o livro <em>A Importância de uma Lei Integral de Proteção às Mulheres em Situação de Violência de Gênero</em>, <a href="https://drive.google.com/file/d/1uj_BxRUPbCGDiXSiEEBIvegHRa7brSBT/view" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow">disponível na versão online</a>.</p>
<p>A coautora é a advogada feminista Myllena Calasans de Matos, integrante do consórcio e do Comitê Latino Americano e do Caribe para Defesa dos Direitos da Mulher (Cladem) do Brasil. Em entrevista à <strong>Agência Brasil</strong>, ela disse que o consórcio tem debatido com organizações de mulheres mecanismos mais eficazes de prevenção e de melhor acesso à justiça para as mulheres.</p>
<p>“Tem sido feita uma reflexão a respeito de uma lei mais ampla, que abarque todas as formas de violência que existiam e outras que têm surgido e, por isso, necessitam também de uma regulação. Uma lei integral de enfrentamento à violência de gênero contra as mulheres, onde vamos buscar diretrizes, objetivos, as responsabilidades dos estados, dos municípios, dos poderes judiciário e legislativo, pensar também em um aparato de mecanismos no âmbito da justiça.”</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Manaus registra média de 60 casos de violência doméstica por dia: &#8216;medida protetiva salva vidas&#8217;, diz vítima</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/manaus-registra-media-de-60-casos-de-violencia-domestica-por-dia-medida-protetiva-salva-vidas-diz-vitima/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Mar 2024 14:10:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[manaus]]></category>
		<category><![CDATA[violência doméstica]]></category>
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					<description><![CDATA[No Amazonas, mulheres com idade entre 34 a 64 anos são as maiores vítimas do crime.&#8221;Eu era violentada sempre quando ele chegava bêbado e drogado aos finais de semana. Também cheguei a ser agredida dentro de casa e algumas vezes em espaços públicos&#8221;. Essa era a rotina vivida pela amazonense Doracy Rocha, de 42 anos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-264177323" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>No Amazonas, mulheres com idade entre 34 a 64 anos são as maiores vítimas do crime.&#8221;Eu era violentada sempre quando ele chegava bêbado e drogado aos finais de semana. Também cheguei a ser agredida dentro de casa e algumas vezes em espaços públicos&#8221;. Essa era a rotina vivida pela amazonense Doracy Rocha, de 42 anos, durante um casamento de sete anos com o ex-marido. Ela, assim como as mais de 36 mil vítimas de violência contra a mulher no Amazonas, faz parte de um cenário violento que, em sua maioria, ocorre dentro de casa.<br /><br />No estado, o número de casos confirmados de violência contra mulher aumentou 42,9% em três anos -no período de 2021 a 2023. No último ano, 64% destes crimes aconteceram dentro da própria casa das vítimas. Os dados são da Secretaria de Estado de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM).<br /><br />O ciclo vivido por Doracy Rocha reduziu quando ela decidiu se separar e pedir uma medida protetiva para que o então marido se mantivesse longe. O recurso está previsto na Lei Marinha da Penha e ocorre para garantir a segurança das vítimas enquanto houver risco à integridade física, psicológica, sexual, patrimonial ou moral.<br /><br />“Sofri muito. Agressões verbais, agressões corporais, traição, desprezos, mentiras, preconceito, tortura psicológica enfim, uma separação muito conturbado”, destacou Doracy, acrescentando que as agressões vividas deixaram sequelas em sua saúde mental. Ela se separou há quatro anos do agressor.<br /><br />Dados da SSP mostram que mulheres com idade entre 34 a 64 anos são as maiores vítimas do crime. Diariamente, a Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM) atende, em média, 60 mulheres vítimas de violência doméstica.<br /><br />“Nós temos, em média, 60 mulheres atendidas diariamente. Dentre os principais atendimentos, temos o registro de boletim de ocorrência (BO), mulheres que também são rechamadas. Além daquelas que aparecem para pedir orientação”, explicou ao g1 a delegada titular da DECCM, Débora Mafra.<br /><br />Dentre os crimes denunciados, 20% são referentes à agressões sexuais no âmbito da violência doméstica cometidos por parceiros e familiares próximos à vítima, segundo a delega.<br /><br />Desde 2021, o aumento da violência doméstica no Amazonas representa 42,9% do total de casos. Somente em 2023, esse crime vitimou 36.526 mulheres, o que equivale a 11% a mais de mulheres violentadas em comparação ao ano de 2022, quando se registrou 32.340 casos no estado.</p>
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<div class="content-intertitle">
<h2>Perda no futebol e na vida da mulher</h2>
</div>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="20">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ao se tratar de picos de atendimento às vítimas, a delegada responsável pela DECCM explica que os dias de sexta-feira e sábado à noite, domingo de manhã, e após o almoço, são sempre horários em que as agressões aumentam na capital.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-ag0ba">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="14" data-block-id="21">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">“São momentos que realmente crescem o número de denúncias, ocorrências e também flagrantes”, disse.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3khu0">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="29" data-block-id="22">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Ainda segundo ela, durante e após os jogos de time do futebol brasileiro a demanda também cresce na delegacia, em virtude das agressões cometidas por parceiros dentro de casa.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="54" data-block-id="23">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">“Sempre nos jogos acontecem. Sempre! Em qualquer jogo, ainda mais de times muito populares no país. O time perdeu, a mulher apanhou. Por incrível que pareça. Tem jogos que são emblemáticos para que esses casos aconteçam. O marido bebe e a mulher acaba apanhando. Quando ganha não acontece, mas quando perde sim, bastante”, reforçou.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="6" data-block-id="24">
<div class="content-intertitle">
<h2>Importância da Lei Maria da Penha</h2>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="48" data-block-id="25">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Sancionada em 7 de agosto de 2006, a Lei Maria da Penha é vista como um avanço nos direitos das mulheres brasileiras. Foi a partir dela que se foi possível conceder ao grupo as Medidas Protetivas de Urgência (MPU), a fim de proteger legalmente as vítimas dos agressores.</p>
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<div id="chunk-c129i">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="42" data-block-id="26">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Doracy, assim como muitas brasileiras, foi atendida pela medida protetiva. À época, após muitos momentos violentos, ela pôde se sentir mais segura. E, embora o agressor tenha descumprido a medida algumas vezes, ela vê nesse recurso uma maneira de inibir as agressões.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="27">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">&#8220;Muita vezes falamos que ela não salva vidas, mas salva sim, porque pelo menos inibe o agressor de se aproximar diretamente a você. Então, acho muito importante que façam, sim, a medida protetiva&#8221;, incentiva ela.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="21" data-block-id="28">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A delegada Débora Mafra frisa a importância da medida para que o ciclo de violência se rompa na vida da vítima.</p>
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<div id="chunk-katq">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="29">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">“Quanto mais medida protetiva forem solicitadas, menos mulheres estarão morrendo em decorrência da violência doméstica, porque a MP afasta o agressor da vítima e também existem outras redes de apoio que entram nesse momento para socorrer essa mulher, e impedir que novos episódios voltem a acontecer”, frisou a delegada.</p>
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<div id="chunk-31hck">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="34" data-block-id="30">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">No ano passado, foram registrados 37 feminicídios em todo o Amazonas. Deste total, somente uma medida foi concedida. Em mais de 90% dos casos, a vítima não havia pedido o benefício à Justiça.</p>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="24" data-block-id="31">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Em 2024, já há dois casos de violência contra a mulher que acabaram em morte. De acordo com a delegada, nenhuma solicitou a MPU.</p>
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<div id="chunk-as522">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="40" data-block-id="32">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Antes da criação da lei, as vítimas, mesmo indo à delegacia, voltavam a conviver com o agressor, até o julgamento do caso e decisão do juiz. Em muitos dos casos, o suspeito era sentenciado a pagar apenas uma cesta básica.</p>
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<div id="chunk-5dcr4">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="51" data-block-id="33">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">Comparado ao cenário nacional, o Amazonas possui o menor de número de mulheres que declaram conhecer a lei Maria da Penha. A 10° Pesquisa Nacional de Violência contra as Mulheres, divulgada em 2024, aponta que o patamar do estado, representado em 17%, é inferior comparado às brasileira como um todo (24%).</p>
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<div id="chunk-btgvl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="34">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">A defensora pública, Caroline Braz, que coordena o Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos à Mulher (NUDEM), da Defensoria Pública do Amazonas (DPE-AM), explica que o serviço busca fornecer, antes da solicitação de medidas protetivas de urgência, orientação jurídica, psicológica e social às assistidas.</p>
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<div id="chunk-ar81c">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="47" data-block-id="35">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">“Considerando os tipos de violência expostos na Lei Maria da Penha, os casos de violência moral (injúria, calúnia, difamação) são os de maior incidência no NUDEM, seguido dos casos de violência psicológica (ameaças) e dos casos de violência física (lesão corporal, vias de fato)”, afirmou a defensora.</p>
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<div id="chunk-9itrn"> </div>
<div id="chunk-4f3hg">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="36" data-block-id="36">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">O NUDEM também trabalha em rede com outras instituições municipais, estaduais e organizações privadas atuantes na área da violência contra a mulher, que inclui o encaminhamento para serviços de saúde, assistência social, segurança pública e outros.</p>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="37">
<div class="content-intertitle">
<h2>Denúncias</h2>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="38">
<p class=" content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="" data-mrf-recirculation="Article links">As vítimas de violência doméstica podem procurar qualquer um dos Distritos Integrados de Polícia (DIPs) na capital e interior. <strong>Em Manaus, existem três unidades especializadas</strong> no atendimento de violência doméstica.</p>
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<div>Fonte: G1 AM</div>
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		<title>Mulher se joga de carro após ser torturada durante 6 h por professor de jiu-jitsu</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/mulher-se-joga-de-carro-apos-ser-torturada-durante-6-h-por-professor-de-jiu-jitsu/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jan 2024 14:51:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[policia]]></category>
		<category><![CDATA[policia civil]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Homem foi preso nesta segunda-feira (29) na zona norte do Rio de Janeiro Um professor de jiu-jitsu foi preso nesta segunda-feira (29) na zona norte do Rio de Janeiro acusado de agredir a ex-companheira, com quem manteve um relacionamento por 25 anos e tem dois filhos.   De acordo com a Polícia Civil, a vítima [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1193976847" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Homem foi preso nesta segunda-feira (29) na zona norte do Rio de Janeiro</p>
<p><span data-contrast="auto">Um professor de jiu-jitsu foi preso nesta segunda-feira (29) na zona norte do Rio de Janeiro acusado de agredir a ex-companheira, com quem manteve um relacionamento por 25 anos e tem dois filhos.</span></p>
<div id="ads-banner-1">
<div id="mid2" data-google-query-id="CMvLw4XsgoQDFUUmuQYd0ZwIOw"> </div>
</div>
<p><span data-contrast="auto">De acordo com a Polícia Civil, a vítima procurou a delegacia de Vicente de Carvalho, na zona norte do Rio, e relatou que foi mantida por seis horas dentro de um carro que seguia em direção à Região Serrana, sob tortura. Ela teria se jogado do carro em movimento para escapar.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<p><span data-contrast="auto">Segundo o relato, Marcio de Oliveira Barreto, de 53 anos, estacionou próximo de um motel em Teresópolis e tentou estuprar a mulher. A vítima relatou, ainda, ter sido agredida com mordidas, torção de dedo, punho e puxão de cabelo, além de enforcamento. A mulher disse também que o ex-companheiro a ameaçava.</span><span data-ccp-props="{&quot;201341983&quot;:0,&quot;335559739&quot;:160,&quot;335559740&quot;:259}"> </span></p>
<aside class="read__too">
<p><span data-contrast="auto">A polícia confirmou que a vítima já tinha medida protetiva decretada desde o ano passado.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">Após o registro de ocorrência, a Polícia Civil solicitou à Justiça um mandado de prisão preventiva, que foi decretado. Os agentes, então. levantaram informações e localizaram o autor, que foi preso.</span></p>
<p><span data-contrast="auto">“Ele foi indiciado pelos crimes de lesão corporal, tentativa de estupro, sequestro e descumprimento de medida protetiva, todos na forma da Lei Maria da Penha”, explicou o delegado Victor Arthur Tuttman. </span></p>
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<p>Fonte: CNN Brasil</p>
<aside class="read__too">
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		<title>Juiz explica o motivo da Lei Maria da Penha não se aplicar para homens</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/juiz-explica-o-motivo-da-lei-maria-da-penha-nao-se-aplicar-para-homens/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 13:34:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunidades]]></category>
		<category><![CDATA[Homens]]></category>
		<category><![CDATA[Informações jurídicas]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[Marcelo Quintin]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Protetiva]]></category>
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					<description><![CDATA[“E se acaso for o homem que da mulher apanhar, é violência doméstica, você pode me explicar? Tudo pode acontecer no âmbito familiar, mas nesse caso é diferente, a lei é bastante clara por ser uma questão de gênero, somente a mulher ampara. Se a mulher for valente, o homem que livre a cara”. Este [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-2444491724" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>“E se acaso for o homem que da mulher apanhar, é violência doméstica, você pode me explicar? Tudo pode acontecer no âmbito familiar, mas nesse caso é diferente, a lei é bastante clara por ser uma questão de gênero, somente a mulher ampara. Se a mulher for valente, o homem que livre a cara”. Este é o trecho de A Lei Maria da Penha em Cordel, do artista cearense Tião Simpatia, citado pelo juiz paranaense Marcelo Quintin durante o julgamento de uma ação no qual o marido queria indenização e medida protetiva contra a esposa. Quintin usou o trecho para embasar sua sentença, na qual negou a aplicação da Lei Maria da Penha, em 2019.</p>
<p>“Apesar de ser uma peça artística e cultural do Brasil, o Cordel trata de forma detalhada e traz informações jurídicas. E aí eu pensei que poderia levar aquela mensagem de forma mais fácil pro jurisdicionado. Eu citei o trecho que trata de o homem não poder ser escorrido pela Lei Maria da Penha e aí a gente explica que há a proteção de determinado segmento da sociedade por ter isonomia, de se agir de forma desigual para trazer a verdadeira equidade”, explicou o juiz.</p>
<p>Segundo ele, basta trabalhar em uma vara criminal do país para saber que a maioria absoluta dos crimes que ocorrem no Brasil hoje é de violência doméstica. Para o magistrado, muitas vezes a sociedade tenta levar essa questão para o lado biológico ou para um segmento político, mas a realidade brasileira é a de mulheres que sofrem violência todos os dias.</p>
<p>Quintin contou que na época em que preferiu a decisão citando cordel, recebeu muitas críticas de homens que o questionavam sobre a não existência de leis que os protejam em situações de violência doméstica. Segundo ele, é necessário lembrar que o homem tem proteção na legislação comum, do Código Penal e de outras leis que já existem. “Mas por conta dessa desigualdade fática que enfrentamos diariamente de mulheres vítimas todos os dias, temos uma lei específica e protetiva desse segmento social.</p>
<p>O juiz destacou que de 2019 para cá houve melhorias na lei, como a punição para o crime de perseguição, também conhecido como stalker, para a violência psicológica. Também houve melhorias nas campanhas feitas por diversas entidades da sociedade civil. “Mas o que nós precisamos efetivamente é de maior fiscalização e maior atendimento às vítimas de violência doméstica que estão nos rincões do país, naquelas cidades do interior, em cidades onde o acesso às autoridades e aos seus direitos propriamente ditos fica dificultado. Nesses lugares mais distantes é onde vemos ocorrer com mais frequência violência de ares medievais contra mulheres”, afirmou Quintin.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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