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	<title>Kamala Harris - Portal NDC</title>
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	<title>Kamala Harris - Portal NDC</title>
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		<title>Vitória de Kamala Harris é mais segura para a democracia, diz Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 01:47:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Eleição nos Estados Unidos]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[OMU]]></category>
		<category><![CDATA[Taxação de super-ricos]]></category>
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					<description><![CDATA[Presidente concedeu entrevista a canal de TV da França A poucos dias das eleições nos Estados Unidos (EUA), polarizadas entre a democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (1º) que a vitória da atual vice-presidente do país norte-americano é mais segura para o fortalecimento da democracia. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3781384564" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Presidente concedeu entrevista a canal de TV da França</p>
<p>A poucos dias das eleições nos Estados Unidos (EUA), polarizadas entre a democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta sexta-feira (1º) que a vitória da atual vice-presidente do país norte-americano é mais segura para o fortalecimento da democracia.<img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?id=1618076&amp;o=node" /><img decoding="async" src="https://agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?id=1618076&amp;o=node" /></p>
<p>&#8220;A democracia, para mim, é o espelho fiel de um sistema político que permite os contrários, permite os antagônicos, a disputa civilizada entre a humanidade na discussão de ideias. Então, eu acho que a Kamala Harris ganhando as eleições é muito mais seguro de a gente fortalecer a democracia nos EUA. É muito mais seguro. Nós vimos o que foi o presidente Trump no final do seu mandato, fazendo aquele ataque ao Capitólio. Uma coisa que era impensável de acontecer nos EUA, porque os EUA se apresentavam ao mundo como um modelo de democracia. E esse modelo ruiu&#8221;, disse Lula em entrevista ao canal de TV francês TF1.</p>
<p>As eleições presidenciais nos EUA ocorrem no próxima terça-feira (5), mas mais de 60 milhões de eleitores já votaram presencialmente ou pelos correios, segundo dados da Universidade da Flórida. Ainda segundo Lula, o ódio e a mentira passaram a tomar conta de sistema político não apenas nos Estados Unidos, mas na Europa e na América Latina. &#8220;É o fascismo e o nazismo voltando a funcionar com outra cara&#8221;, acrescentou.</p>
<h2>Taxação dos super-ricos</h2>
<p>Durante a entrevista, de cerca de 20 minutos, Lula foi perguntado sobre a presidência brasileira do G20, cuja cúpula será realizada este mês, no Rio de Janeiro, e citou a prioridade da construção de uma articulação mundial de combate à fome.</p>
<p>&#8220;Estamos fazendo um G20 em que gente está discutindo, como coisa principal, uma Aliança Global contra a Fome e a Pobreza. Não existe mais explicação para que você tenha 733 milhões de pessoas passando fome quando o mundo é autossuficiente na produção de alimentos&#8221;, afirmou.</p>
<p>Para enfrentar o problema, o G20 deve propor a criação de imposto sobre detentores de grandes fortunas.</p>
<p>&#8220;Nós temos 3 mil pessoas no mundo que detêm uma fortuna de US$ 15 trilhões. Não é possível que a gente não tenha competência de fazer com que essas pessoas paguem um tributo para arrecadar dinheiro para acabar com a fome e as mazelas que persistem na humanidade&#8221;, disse o presidente. Estipulado em uma alíquota de 2%, o tributo poderia gerar uma arrecadação, segundo Lula, de US$ 250 bilhões a US$ 300 bilhões, algo como R$ 1,5 trilhão.</p>
<p>O presidente comparou essa arrecadação aos mais de US$ 2,4 trilhões gastos em guerras e conflitos armados nos últimos anos.</p>
<h2>Reforma da ONU</h2>
<p>Lula também defendeu mudanças profundas no arranjo das instituições multilaterais, especialmente a Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>&#8220;A ONU precisa mudar, ser reformada. É preciso mudar o Conselho de Segurança, acabar com o direito de veto. É preciso colocar mais países africanos, mais países da América Latina, é preciso colocar mais países asiáticos&#8221;, disse o presidente, citando a necessidade de países como Alemanha, Índia, Nigéria, África do Sul, Etiópia, México, entre outros, serem mais bem representados na ONU.</p>
<h2>Guerra na Ucrânia</h2>
<p>Lula ainda comentou sobre a guerra entre Rússia e Ucrânia e sugeriu que os países busquem uma saída negociada, inclusive com eventual realização de referendos para tratar da ocupação de territórios ucranianos pelas forças russas.</p>
<p>&#8220;A Rússia diz que os territórios que eles estão ocupando são russos. A Ucrânia diz que é deles. Mas por quê, em vez de guerra, não faz um referendo para saber com quem o povo quer ficar? Seria muito mais simples, muito mais democrático e muito mais justo. Vamos deixar o povo decidir. Vamos consultar o povo para saber se ele quer&#8221;, afirmou.</p>
<p>O presidente ressaltou que nem Vladimir Putin, presidente da Rússia, nem Volodymyr Zelensky, líder da Ucrânia, virão à Cúpula do G20, no Brasil, e que o tema da guerra entre os dois países não será discutido.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Kamala Harris e Trump estão empatados, mostra pesquisa do New York Times</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/kamala-harris-e-trump-estao-empatados-mostra-pesquisa-do-new-york-times/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Oct 2024 15:15:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Casa Branca]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições americanas]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala Harris]]></category>
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					<description><![CDATA[A menos de duas semanas da eleição, adversários registram apoio de 48% dos eleitores A candidata democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump estão empatados em 48% cada para o voto popular para a eleição presidencial dos EUA de 5 de novembro, de acordo com a pesquisa do New York Times/Siena College publicada nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-815695243" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A menos de duas semanas da eleição, adversários registram apoio de 48% dos eleitores<br /><br />A candidata democrata Kamala Harris e o republicano Donald Trump estão empatados em 48% cada para o voto popular para a eleição presidencial dos EUA de 5 de novembro, de acordo com a pesquisa do New York Times/Siena College publicada nesta sexta-feira (25).<br /><br />Cerca de 15% dos americanos afirmam que ainda não tomaram uma decisão. Esse grupo tende a apoiar a candidata democrata, com 42% deles dizendo que estão inclinados a escolher Kamala Harris, contra 32% a Trump.<br /><br />Ainda assim, a pesquisa mostra que os eleitores americanos seguem pessimistas em relação ao caminho que os EUA estão trilhando (72%), o que é ruim para as pretensões eleitorais da campanha democrata, que disputa como incumbente da Casa Branca.<br /><br />Apesar disso, Kamala Harris diminuiu a distância entre ela e o ex-presidente Trump na avaliação dos eleitores em relação à economia. Ela, agora, está seis pontos percentuais atrás do candidato republicano. Na última pesquisa, eram 13 pontos percentuais.<br /><br />Trump leva a pior, por outro lado, quando os eleitores avaliam qual dos dois candidatos protegeria os direitos reprodutivos das mulheres americanas. A vice-presidente Kamala Harris tem uma vantagem de 16 pontos percentuais sobre o candidato republicano nesse quesito.<br /><br /><br />Fonte: CNN</p>
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		<title>Análise: Harris teve um início dos sonhos, mas a tarefa pela frente é monumental</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/analise-harris-teve-um-inicio-dos-sonhos-mas-a-tarefa-pela-frente-e-monumental/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 13:57:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições americanas]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Joe Biden]]></category>
		<category><![CDATA[Kamala Harris]]></category>
		<category><![CDATA[Partido Democrata]]></category>
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					<description><![CDATA[Se o legado de Biden for uma desvantagem eleitoral, Harris poderá pagar o preço O vice-presidente já conquistou o apoio de delegados suficientes para garantir a nomeação democrata, desencadeou uma bonança de angariação de fundos e mudou o estado de espírito de um partido que parecia caminhar para a derrota. Num discurso entusiasmante na tarde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-3608777527" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>Se o legado de Biden for uma desvantagem eleitoral, Harris poderá pagar o preço<br /><br />O vice-presidente já conquistou o apoio de delegados suficientes para garantir a nomeação democrata, desencadeou uma bonança de angariação de fundos e mudou o estado de espírito de um partido que parecia caminhar para a derrota.<br /><br />Num discurso entusiasmante na tarde de segunda-feira (22), ela reuniu o pessoal da campanha na sede de Wilmington, Delaware, com o presidente Joe Biden – ainda se recuperando da Covid-19 – que apelou para solidificar a transição. Depois de expor sua acusação contra o ex-presidente Donald Trump, Harris classificou a disputa como “duas versões diferentes do que vemos como o futuro do nosso país”.<br /><br />E em seu primeiro evento público desde que Biden desistiu da disputa no domingo (21), Harris oficiou na manhã de segunda-feira um evento no gramado da Casa Branca centrando-a nas imagens da presidência.<br />Talvez o mais significativo seja o fato de ela também ter obtido o apoio da sua colega californiana, a ex-presidente da Câmara, Nancy Pelosi, cujas manobras secretas foram críticas para acabar com a tentativa de reeleição estagnada de Biden e revelou que a mulher de 84 anos ainda é a democrata mais habilidosa e influente do país.<br /><br />Depois de Pelosi ter dito que o seu apoio era “oficial, pessoal e político”, outros líderes do Congresso alinharam-se atrás de Harris – prontos a confiar as esperanças do seu partido a uma porta-estandarte histórica que, no entanto, é uma figura não testada no auge da política americana.<br /><br />Na noite de segunda-feira, a vice-presidente havia sido apoiada por bem mais do que os 1.976 delegados prometidos de que ela precisará para ganhar a indicação na primeira votação, de acordo com a estimativa dos delegados da CNN.<br /><br />E depois que o congelamento do dinheiro dos doadores ajudou a forçar Biden a sair da disputa, as carteiras democratas foram abertas em grande escala nas primeiras 24 horas da nova campanha de Harris para presidente, quando ela arrecadou uma quantia impressionante de US$ 81 milhões, de acordo com sua equipe.</p>
<p>A rápida consolidação do poder da vice-presidente foi impressionante. Sua campanha telefônica de várias horas para poderosos do Partido Democrata no domingo sugeria uma operação preparada com antecedência, mas que foi mantida em segredo e não vazou. O plano parece ter estrangulado qualquer esperança de candidatos alternativos e as aspirações de alguns membros do partido de uma primária relâmpago para encontrar um novo candidato que pudesse argumentar que tinha ganho uma candidatura contestada à bandeira do partido.</p>
<h3>Sinais de perigo espreitam apesar do forte começo</h3>
<p>Há um velho ditado em Washington que diz que um candidato presidencial nunca terá um dia melhor do que aquele que se segue ao seu anúncio. A máxima geralmente se aplica às primeiras horas das campanhas primárias. Mas Harris, 59 anos, agora joga nas grandes ligas.</p>
<p>Ela está há poucas horas em uma missão que é considerada a mais assustadora de qualquer candidato presidencial moderno em potencial.<a href="https://www.cnnbrasil.com.br/internacional/eleicoes-nos-eua-2024/kamala-harris-faz-discurso-a-equipe-da-campanha-temos-trabalho-duro-a-fazer/" target="_blank" rel="noopener noreferrer nofollow"> Ela está tentando motivar um partido desmoralizado que até domingo</a> acreditava estar caminhando para a derrota como legislador, depois que o legislador abandonou o presidente após seu desempenho desastroso no debate.</p>
<p>Mesmo que tenha sucesso no seu plano de “ganhar e conquistar” a nomeação democrata, Harris irá deparar-se com a máquina de campanha mais feroz dos últimos anos. Trump é conhecido pela retórica misógina e racialmente carregada que poderá transformar os próximos meses nas eleições gerais mais contundentes dos últimos anos.</p>
<p>A pressão dos democratas sobre Harris também é imensa. A vice-presidente deu sinais de melhorar suas habilidades políticas recentemente, mas esse nunca foi o seu forte. Este ano, os líderes partidários não estão apenas investindo nela como a última barreira a uma nova era de regime conservador desenfreado que poderá destruir as conquistas das presidências de Biden e Barack Obama. Depois de substituir Biden como figura de proa da campanha, Harris lidera agora um esforço que tem como base a tentativa de salvar a democracia de Trump.</p>
<h3>Ela tem pouco mais de 100 dias para conseguir tudo isso.</h3>
<p>Trump pareceu momentaneamente desconcertado com a rápida mudança nos candidatos democratas depois que Biden reconheceu a natureza insustentável de sua candidatura a um segundo mandato, que terminaria quando ele tivesse 86 anos.</p>
<p>Mas houve novos sinais na segunda-feira de que a operação política de Trump estava se reajustando à nova realidade e a intensificar os seus ataques contra a vice-presidente. Num memorando aos repórteres, a campanha de Trump previu um ataque violento contra Harris.</p>
<p>Os cogerentes da campanha de Trump, Susie Wiles e Chris LaCivita, classificaram-na como a “copiloto” de alguns dos “fracassos mais flagrantes” de Biden. Eles sinalizaram que a falta de sucesso da vice-presidente em abordar as causas na América Latina das passagens da fronteira sul se transformaria numa narrativa de que ela é branda com a imigração ilegal. “Ela teve um índice de aprovação inferior ao de Joe Biden. Harris é a vice-presidente menos popular da história – o que não é surpresa, dado o seu péssimo histórico”, dizia o memorando.</p>
<p>“Ela faz tanto sentido quanto Joe Biden. Com isso queremos dizer, absolutamente nenhum.”</p>
<h3>Harris obtém sucesso inicial</h3>
<p>A pressão de Harris para a nomeação democrata foi a mais recente reviravolta numa corrida que desafiou as convenções, já que o presidente mais velho da história dos EUA lançou uma candidatura à reeleição e depois recuou tardiamente. O candidato republicano é outro velho impopular que tentou esmagar a democracia dos EUA para permanecer no poder depois de perder as últimas eleições. Ele também é um criminoso condenado.</p>
<p>Não importa, Trump foi aclamado na convenção do Partido Republicano da semana passada como um herói forte tocado pela providência divina após uma tentativa de assassinato que, juntamente com o debate e a elevação de Harris, representou três dos eventos mais importantes na história das campanhas modernas na Casa Branca dentro de um período de quatro semanas.</p>
<p>Mas algo inegavelmente mudou.</p>
<p>Um dos dois partidos deu agora aos eleitores o que eles disseram aos pesquisadores que queriam durante meses – a escolha de um candidato que não se chama Biden ou Trump. A questão agora é se Harris, que demonstrou responsabilidades políticas consideráveis ​​como vice-presidente, tem as competências, o poder de permanência e a sorte para tirar vantagem.</p>
<p>• Harris agiu rapidamente para unificar o partido que a apoiava, ajudada por um aparente desejo dos principais agentes do poder de evitar uma luta interna pela nomeação na convenção do próximo mês em Chicago. Governadores, senadores e delegações parlamentares e estaduais correram para embarcar. O ímpeto acelerado reflete um partido desesperado para impedir um segundo mandato de Trump. Como disse o presidente do Partido Democrata de Wisconsin, Ben Wikler, na segunda-feira, depois que 89 dos 95 delegados do estado de Badger prometeram apoio a Harris, houve um “florescimento da unidade” depois que Biden deixou o cargo.</p>
<p>• Os Democratas podem estar vivendo um ponto crucial se a coligação única de Harris conseguir substituir a desgastada que prejudicou as esperanças eleitorais de Biden. Uma sondagem da <strong>CNN</strong> no final de junho mostrou, por exemplo, que num hipotético confronto contra Trump, a vice-presidente superou o seu chefe entre as eleitoras, os independentes políticos e os eleitores pêndulo. Esses blocos eleitorais importantes podem ser críticos para o resultado das eleições nos poucos estados e distritos indecisos que provavelmente decidirão a disputa.</p>
<p>• Crescem os sinais de que a ascensão de Harris e a saída de Biden redefiniram as dimensões temáticas da corrida de 2024. Durante meses, os democratas estiveram na defensiva em relação à idade de Biden e alegaram que ele sofria de declínio cognitivo. Agora, subitamente, estão a desfrutar de uma transformação geracional com um candidato quase 20 anos mais novo que o candidato republicano de 78 anos. A ex-governadora da Carolina do Sul, Nikki Haley, tentou durante sua campanha nas primárias do Partido Republicano jogar a carta da idade que os democratas agora implantaram com sucesso, dizendo que o primeiro partido a “aposentar seu candidato de 80 anos” venceria a eleição. Os democratas tentam agora alegremente reforçar esta impressão. “Eu prometo a você, você nunca mais ouvirá Donald Trump pedir ao seu oponente para fazer um teste cognitivo novamente. E provavelmente já ouvimos o último sobre isso”, disse o deputado democrata Eric Swalwell, da Califórnia, a John Berman, da CNN, na segunda-feira.</p>
<p>• O governador republicano de New Hampshire, Chris Sununu, previu isso. Ele disse em um evento do Politico na convenção do Partido Republicano na semana passada: “Se e quando eles fizerem a mudança, tudo vai mudar. Vai chegar muito perto em muitos desses estados mais restritos. Haverá mais energia. Acho que o partido Democrata seria efetivamente recompensado, por assim dizer, por independentes que diriam: ‘Ei, nenhum de nós gostou de toda aquela disputa Biden-Trump, para começar, vocês tiveram a coragem de mudar seu candidato’”.</p>
<p>• Harris mostrou na segunda-feira como poderia usar a imagem simbólica da Casa Branca para melhorar a sua própria reputação. Se ela for eleita em novembro, os americanos precisam começar a vê-la como uma potencial presidente. Ela começou dando as boas-vindas às equipes campeãs da National Collegiate Athletics Association – uma tarefa normalmente desempenhada por presidentes, mas que Harris herdou porque Biden está chegando ao fim de seu isolamento da Covid-19. Harris prestou uma comovente homenagem a Biden, dizendo que ele “ultrapassou o legado da maioria dos presidentes que cumpriram dois mandatos”. Ela não mencionou a eleição, mas pairou sobre um evento em que se aliou às aspirações juvenis de jovens atletas e se envolveu na bandeira ao prever os triunfos dos EUA nas Olimpíadas de Paris.</p>
<p>Como afirmaram o líder da minoria na Câmara, Hakeem Jeffries, e o líder da maioria no Senado, Chuck Schumer, que deverão apoiar Harris em breve: “A vice-presidente Kamala Harris começou muito bem com a sua promessa de prosseguir a nomeação presidencial”.</p>
<h3>Harris enfrenta a tempestade que se aproxima</h3>
<p>Mas testes muito mais difíceis estavam por vir.</p>
<p>• Na corrida para ungir Harris como o potencial candidata, os democratas apostam tudo numa política que é impopular, que ainda não demonstrou que pode fazer melhor do que Biden nos principais estados indecisos e que por vezes mostrou um ouvido político fraco durante as primárias de 2020. Se Harris tropeçar nos próximos dias ou semanas, os democratas correrão o risco de serem vistos como um partido que impôs ao país outro candidato de 2024 que não está à altura do cargo.</p>
<p>• Os próximos dias também testarão se a frustração do eleitorado com a chapa Democrata foi alimentada pela ansiedade relativamente à idade de Biden ou por um desdém mais amplo produzido pela frustração relativamente às condições econômicas, incluindo preços e taxas de juro elevados. Afinal, Trump geralmente lidera as pesquisas sobre questões que mais importam para os eleitores – desde a imigração até a segurança nacional e a economia. Se o legado de Biden for uma desvantagem eleitoral, Harris poderá pagar o preço.</p>
<p>• A equipe de Trump também está aumentando a fúria da retórica contra Harris. Está tentando torná-la cúmplice daquilo que os republicanos caracterizam como um encobrimento da Casa Branca sobre a saúde e o estado mental do presidente. O candidato à vice-presidência do Partido Republicano, JD Vance, afirmou na segunda-feira que “Kamala Harris mentiu sobre isso. Meus colegas democratas do Senado mentiram sobre isso. A mídia mentiu sobre isso. Cada pessoa que viu Joe Biden sabia que ele não era capaz de fazer o trabalho e durante três anos não disseram nada, até que ele se tornou um peso morto político”.</p>
<p>• Existe outro impedimento potencial à campanha de Harris, ainda não totalmente destacado, que poderá influenciar as eleições. Há dezesseis anos, muitos americanos acreditavam que o país nunca colocaria um homem negro na Casa Branca. Mas Barack Obama aprovou que os que duvidavam estavam errados. Agora Harris, uma mulher negra e asiático-americana, enfrenta uma barreira histórica ainda maior.</p>
<p>&nbsp;</p>
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<p>Fonte: CNN</p>
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