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	<title>Justiça Federal - Portal NDC</title>
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		<title>Hacker Walter Delgatti é condenado a 20 anos de prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 10:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[20 anos de prisão]]></category>
		<category><![CDATA[CNMP]]></category>
		<category><![CDATA[hacker Walter Delgatti]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Spoofing]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Federal condenou na segunda-feira (21), o hacker Walter Delgatti a 20 anos de prisão no processo da Operação Spoofing, deflagrada pela Polícia Federal em 2019. A sentença foi proferida pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal em Brasília. Cabe recurso contra a decisão. Delgatti foi preso em 2019 por suspeita de invadir [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-735276884" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div><p>A Justiça Federal condenou na segunda-feira (21), o hacker Walter Delgatti a 20 anos de prisão no processo da Operação Spoofing, deflagrada pela Polícia Federal em 2019. A sentença foi proferida pelo juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara Federal em Brasília. Cabe recurso contra a decisão.</p>
<p>Delgatti foi preso em 2019 por suspeita de invadir contas de autoridades no Telegram, entre elas, de integrantes da força-tarefa da Lava Jato, como o ex-procurador Deltan Dallagnol.</p>
<h3>Sentença</h3>
<p>Além de Delgatti, mais seis acusados também foram condenados pelas invasões de celulares. Além dos ex-procuradores da Lava Jato, o ex-ministro da Justiça Sergio Moro, o ex-ministro da Economia Paulo Guedes e conselheiros do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) também tiveram mensagens acessadas ilegalmente.</p>
<p>Na decisão, o juiz disse que Delgatti tinha a intenção de vender as conversas hackeadas da Lava Jato por R$ 200 mil à imprensa e rebateu declarações do hacker, que, durante as investigações, declarou que violou as conversas para &#8220;combater injustiças&#8221; que teriam sido cometidas durante a operação.</p>
<p>&#8220;Só após perceber a resistência de jornalistas a pagarem para ter acesso a este material é que houve um esfriamento inicial no ânimo de Walter de obter numerário pela troca do material&#8221;, escreveu o juiz.</p>
<p>Além da participação no hackeamento de autoridades, a sentença diz que Walter Delgatti obtinha dados bancários de diversas vítimas e comercializava as informações obtidas em chats especializados em crimes.</p>
<p>&#8220;Para melhor compreensão das técnicas de fraudes empreendidas por Walter, houve a degravação de um diálogo em que Walter se apresenta como responsável pela área técnica e segurança de uma instituição financeira e orienta um cliente de entidade bancária a realizar uma atualização em seu computador de forma a instaurar um programa malicioso&#8221;, concluiu o juiz.</p>
<h3>Prisão</h3>
<p>No início deste mês, Delgatti foi preso pela Polícia Federal (PF) em função de outra investigação, a invasão aos sistemas eletrônicos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).</p>
<p>Os policiais investigam se o ato foi promovido por Delgatti a mando da deputada federal Carla Zambelli (PL-SP). De acordo com as investigações, o hacker teria emitido falso mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Agência Brasil</p>
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		<title>Justiça determina que Google retire vídeos por intolerância religiosa</title>
		<link>https://noticiasdascomunidades.com.br/justica-determina-que-google-retire-videos-por-intolerancia-religiosa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 Apr 2023 12:43:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Federal do Rio de Janeiro determinou que a Google Brasil Internet terá que adotar medidas para identificar e retirar as postagens de conteúdo ilícito de quatro canais do YouTube acusados de propagar intolerância religiosa. O material foi divulgado pelos canais Geração Jesus Cristo, Geração ao Vivo, Geração de Mártires e Geração de Mártires ao Vivo. [&#8230;]]]></description>
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<p>A Justiça Federal do Rio de Janeiro determinou que a Google Brasil Internet terá que adotar medidas para identificar e retirar as postagens de conteúdo ilícito de quatro canais do YouTube acusados de propagar intolerância religiosa. O material foi divulgado pelos canais Geração Jesus Cristo, Geração ao Vivo, Geração de Mártires e Geração de Mártires ao Vivo. A sentença da 29ª Vara Federal do Rio de Janeiro desta quinta-feira (13) foi proferida em ação movida pelo Ministério Público Federal do Rio (MPF-RJ). Os quatro canais já foram sentenciados no dia 5 de setembro do ano passado, pelo mesmo discurso discriminatório.</p>
<p>Na decisão, a Justiça Federal determina que a Google Brasil Internet monitore permanentemente os canais com os sistemas de controle utilizados pela empresa e que envie relatórios periódicos ao MPF com as análises dos conteúdos e as providências implantadas contra eventuais conteúdos ilícitos.</p>
<h2>Histórico</h2>
<p>Na decisão anterior, de setembro do ano passado, a 29ª. Vara Federal do Rio determinou que a Google Brasil Internet excluísse os quatro canais do YouTube e todos os vídeos postados pelos perfis. No entanto, a empresa cumpriu parcialmente a decisão liminar, removendo apenas os vídeos indicados na petição inicial da ação do MPF.</p>
<p>Diante do cumprimento parcial, o MPF requereu a manutenção da decisão liminar, diante do “enorme volume de conteúdo discriminatório postado” e da ineficácia da “suposta fiscalização da ré” para impedir a propagação de discurso de ódio no YouTube. Por sua vez, a Google Brasil argumentou que a remoção de canais inteiros contraria o Marco Civil da Internet e a Constituição por configurar censura prévia à publicação de novos conteúdos, além da remoção de centenas de vídeos nos quais não se aponta ilicitude. O pedido foi acolhido pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2), que suspendeu os efeitos da decisão relativa à determinação de exclusão dos canais.</p>
<p>A 29ª Vara Federal do Rio de Janeiro determinou novamente que a empresa aplique seus sistemas de controle nos 30 vídeos que ainda estão disponíveis em um dos canais, além de futuras postagens nos quatro canais citados na ação.</p>
<p>O MPF identificou que os envolvidos reincidiram na difusão de conteúdos ilícitos. “Mesmo após a intervenção do Poder Judiciário, tanto na esfera cível quanto criminal, a Igreja Geração Jesus Cristo, liderada pelo pastor Tupirani da Hora Lores, recriou novos perfis na plataforma YouTube para continuar a propagar discurso de ódio, em manifesto abuso do direito à liberdade de expressão”.</p>
<p>A propagação de discurso discriminatório e intolerância religiosa foi identificada nos quatro canais relacionados à instituição religiosa que está envolvida em processos por intolerância, inclusive com a condenação criminal de líder.</p>
<p>Na decisão, a juíza Sandra Meirim Chalu Brabosa de Campos ressalta que a Constituição garante que todos possam ter uma religião, que deve ser respeitada. &#8220;Se houver desrespeito, agressão ou qualquer espécie de violência ao direito tutelado constitucionalmente, necessária se faz a intervenção estatal. Daí que, em um Estado laico como o Brasil, devem ser reprimidas as condutas que tendem à intolerância religiosa”, diz na decisão a magistrada.</p>
<h2>Outros casos</h2>
<p>Em 2016, em outro caso de intolerância religiosa, a Justiça Federal confirmou liminar ao manter a condenação da Google Brasil por conservar conteúdo de intolerância religiosa no YouTube. A decisão determinou a retirada de 15 vídeos da lista “Islamismo Assassino”, produzidos pelo pastor Tupirani da Hora Lores, da Igreja Geração Jesus Cristo.</p>
<p>A sentença é da 21ª Vara Federal da Capital, e posteriormente confirmada pelo Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2). Além da retirada do conteúdo, a Justiça exigiu ainda o fornecimento dos dados do responsável pelo canal, o que possibilitou a identificação dos envolvidos.</p>
<p>A Agência Brasil procurou a Google Brasil e aguarda posicionamento.</p>
<p>Foto: Reuters / Arnd Wiegmann</p>
<p>*Agência Brasil</p>
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		<title>Justiça Federal determina que Unimed Manaus faça portabilidade de quase 20 mil carteiras de usuários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação - Portal NDC]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Dec 2022 17:53:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Amazonas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Unimed]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça Federal determinou que a Unimed Manaus faça a portabilidade de quase 20 mil carteiras de usuários da capital amazonense. Segundo a justiça, a empresa soma mais de R$ 300 milhões em dívidas, o que poderá afetar o repasse de recursos a empresas que prestam serviço por meio do plano. A decisão, assinada pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="notic-1518186684" class="notic-antes-do-conteudo notic-entity-placement"><a href="https://chat.whatsapp.com/IQDtvJQbzmEGWEW0qqNL0p" aria-label="banner"><img decoding="async" src="https://noticiasdascomunidades.com.br/wp-content/uploads/2024/08/banner.webp" alt=""  width="728" height="112"   /></a></div>
<p>A Justiça Federal determinou que a Unimed Manaus faça a portabilidade de quase 20 mil carteiras de usuários da capital amazonense. Segundo a justiça, a empresa soma mais de R$ 300 milhões em dívidas, o que poderá afetar o repasse de recursos a empresas que prestam serviço por meio do plano.<br /><br />A decisão, assinada pela juíza federal Jaiza Fraxe, informa que a Unimed Manaus já está na 10ª administração fiscal e que, desde uma liminar publicada há quatro anos, não paga tributos.<br /><br />&#8220;Conforme documentação da Agência Nacional de Saúde Complementar (ANS), a Unimed Manaus leva em média 505 dias para pagar as clínicas e consultórios que atendem suas carteiras&#8221;, disse a juíza em trecho da decisão.</p>
<div id="chunk-73enl">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="35" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ainda segundo a juíza, na ocasião, a Unimed Manaus possuía mais de 100 mil carteiras e, atualmente, esse número caiu para quase 20 mil. As demais migraram para outros planos ou foram absorvidas pelo SUS.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A juíza informou, ainda, que a empresa prestava serviços em dois hospitais, sendo que um deles fechou. &#8220;Havendo um claro, público e notório sucateamento de seus serviços&#8221;, afirma a decisão.</p>
</div>
</div>
<div id="chunk-3cu72">
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="33" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">De acordo com a magistrada, a dívida da empresa ultrapassa os R$ 300 milhões. &#8220;Não tendo ela demonstrado, ao longo desses quatro anos de processo, ter mínimas condições de geri-la&#8221;, aponta a juíza.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="10">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A Justiça Federal determinou que a ANS faça a alienação das carteiras restantes da Unimed Manaus. A juíza argumenta que a decisão visa &#8220;garantir aos usuários do plano a dignidade necessária em seus atendimentos, exames e internações&#8221;.</p>
</div>
</div>
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<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A direção da Unimed Manaus ainda não se manifestou oficialmente sobre o assunto, mas a assessoria informou, por telefone, que não houve suspensão dos serviços e que tudo está dentro da normalidade no pronto-socorro, maternidade e hospital.</p>
<p data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">*g1 AM</p>
</div>
</div>
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